Carvalho da Silva, sindicalista, professor com aspirações a PR.
Mais um sindicalista com aspirações a politico.
Alias nós não temos sindicalistas, mas sindicalistas políticos profissionais que estão metidos nos sindicatos e fazem horário de funcionário público.
E se os trabalhadores tiverem um problema laboral na sua empresa não ligam nenhuma.
O trabalhador pode ser despedido, explorado acosado e fazer horas extras a mais não pagas que o sindicato nada faz.
É preciso um sindicalismo revolucionário que não seja reformista que não receba subvenções estatais tal como existiu antigamente com a velha CGT/AIT e existe actualmente em Espanha com a CNT/AIT.
Num dicionário do futuro - esperemos que seja próximo - porta-aviões será sinónimo de cangalhada flutuante. Ao ver as fotos não deixo de pensar quantos milhares de pessoas poderiam melhorar substancialmente as suas vidas se o dinheiro ali gasto fosse utilizado utilmente. Uma ferramenta ou uma máquina é algo que nos ajuda a construir, aquilo é uma porcaria que transporta a morte no seu bojo, conduzida por tarados que se julgam o máximo. Só se for da bestialidade.
Três mortos é o resultado de mais um acidente de trabalho nas obras da barragem da Foz do Tua.
Os trabalhadores manobravam uma máquina e esta deslizou pela encosta abaixo e apanhou os três operários.
São mais três pessoas acrescentar a tantos outros.
Enquanto uns aumentam as fortunas outros amassam com sangue.
Rosa Mendes escritor e jornalista teve a ousadia de malhar no governo angolano e o programa "Este Tempo" que passava na RDP nas manhãs, foi dado como acabado e saneado da rádio.
O governo angolano é detentor de grandes negócios em Portugal como é o caso do BIC, posições na Galp, BCP, etc e não tolera que digam mal da sua politica interna e externa.
Basta um telefonema de Eduardo dos Santos e o pessoal da RDP até se mete em sentido.
O governo português também está a negociar mais negócios com Angola e vice-versa e claro está.
O governo angolano pode não respeitar os direitos humanos do povo, pode não satisfazer as necessidades básicas dos trabalhadores e dos povo, por que os negócios estão primeiro, e quando se fala de negócios não há nada a fazer.
A democracia de vez em quando tem destas.
Os principais inimigos da nossa classe não são os nazi/fascistas PNR/MOP mas sim os actuais fascistas democratas (PSD/CDS) que se encontram no poder e que nos retiram todos os direitos laborais, na saúde, educação e implementam a austeridade e a repressão.
Fazer dos nazis os inimigos principais é desviar as atenções.
Como é evidente estes grupos fascistas instalam-se com as complacência das autoridades e fomentam o ódio aos emigrantes e xenofobia com palavreado nacionalista e de amor à pátria e de fazer tudo pela pátria não passa de estratégia politica salazarenta para enganar o povo português.
Cavaco disse para quem o queria ouvir que as reformas que recebia não davam para as suas despesas.
Francamente Cavaco teve a ombridade de dizer uma daquelas mentiras que só Cavaco as sabe dizer.
Não merece mais palavras.
DEMITA-SE É UMA ORDEM!
http://ait-sp.blogspot.com/2012/01/bolet
Mais de mil pessoas manifestaram-se entre o Marquês e S. Bento.
No inicio da marcha um grupo de intrusos de extrema-direita munidos de bandeiras da "oposição nacional" juntou-se a manif, mas logo os manifestantes começaram a lançar slogans "Morte ao fascismo" 25 de Abril sempre fascismo nunca mais" e impediram que eles avançassem.
Houve alguns confrontos entre os manifestantes e algumas bandeiras desse grupo foram queimadas.
A polícia interveio e começou à bastonada. Desconhece-se se alguém ficou ferido. Foi disparado um projéctil tipo veri-litghs do lado dos fachos, ao certo não se sabe quem o disparou.Por sorte ninguém foi atingido. Houve alguma confusão. Houve fumo derivado do projéctil.
A polícia criou um cordão e os fachos foram barrados à entrada do Rato.
Depois a manif correu bem até S. Bento com uma boa recepção policial vestidos a rigor. Houve um género de comício entre manifestantes.
A manif foi fortemente vigiada pela polícia. Ouviram-se palavras de ordem "coelho ao tacho cavaco à fogueira".
Em suma a manif não teve a participação das anteriores, por que as pessoas estão confrangidas com o medo do aparelho repressivo por um lado e por outro a austeridade do governo isto tudo somado dá uma democracia imposta pela do lei do mais forte.
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