Quarta-feira, 24.08.16

(Frankfurt) Relato sobre o X Congresso da Internacional de Federações Anarquistas | Portal Anarquista

flyerXCongresoIFA-2016

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/08/24/frankfurt-relato-sobre-o-x-congresso-da-internacional-de-federacoes-anarquistas/#more-15380

Relato de um participante português no X Congresso Internacional das Federações Anarquistas, que decorreu no início de Agosto em Frankfurt, Alemanha, escrito propositadamente para o Portal Anarquista.

*

Realizou-se de 4 a 7 de Agosto, na cidade de Frankfurt, o X Congresso da Internacional das Federações Anarquistas (IFA). Esta Internacional, fundada em Carrara em 1968, agrupa organizações formais com uma perspectiva federalista, reunindo-se em congresso, em princípio, a cada 4 anos. O último tinha sido feito durante o muito concorrido Encontro Internacional do Anarquismo, realizado em St. Imier (estado suíço) em 2012, e que celebrou os 140 anos da fundação, por Bakunine, Guillaume, Malatesta e outros, da Internacional de St. Imier, após a expulsão dos anarquistas da AIT no Congresso de Haia.

 

O Congresso decorreu num edifício gerido pelos estudantes da universidade local com excelentes condições para um evento deste tipo: zona de restauração e convívio ao nível da entrada, jardim onde dois colectivos prepararam as refeições e dois pisos com um salão enorme, onde se realizaram as sessões plenárias, e numerosas salas, utilizadas para debates, workshops e reuniões informais. Para além disto, no átrio do 1º andar ainda houve espaço para as diferentes organizações presentes montarem as suas bancas de publicações, edições e outro material.

No início do Congresso faziam parte da IFA as seguintes organizações: Federação Libertária da Argentina, Anarquistas Bielorussos, Federação Anarquista na Bulgária, Federação dos Anarquistas de Língua Alemã (federação organizadora), Federação Anarquista da Grã-Bretanha, Federação para a Organização Anarquista (que engloba grupos nos estados esloveno, croata e sérvio) e as Federações Anarquistas checa, francesa, ibérica e italiana. Os Anarquistas Bielorussos fizeram-se representar por um companheiro que vive no exterior pertencente à Cruz Negra Bielorussa. Não estiveram presentes, nem se fizeram representar, a Federação Anarquista na Bulgária (sem actividade há algum tempo) e a Federação Anarquista Ibérica, facto que causou bastante surpresa nos participantes e que poderá pressupor dificuldades no funcionamento desta organização histórica.

Para além dos membros da IFA também estiveram presentes projectos associados e convidados: a recém-criada Federação Anarquista da América Central e do Caribe (FACC), o Taller Libertario Alfredo López (Cuba), os grupos Kiskeya Libertaria (Rep. Dominicana) e Agrupación Conciencia Anarquista (El Salvador), o jornal El Libertario (Venezuela), a FAU alemã, a Organização Política Anarquista (Grécia), o sindicato Vrije Bond do estado holandês, o DAF e o Kurdish Anarchist Forum, o Aotearoa Workers Solidarity Movement (Nova Zelândia) e diversos anarquistas a título individual.

Depois da apresentação das organizações e indivíduos presentes, o Congresso iniciou-se com a ratificação unânime dos pedidos de adesão da Federação Anarquista do México, Federação Anarquista Local de Valdívia (Chile) e Iniciativa Federalista Anarquista no Brasil. Esta entrada de três organizações sem âmbito nacional “obrigou” à principal decisão deste Congresso: a alteração do Pacto Associativo. Até este Congresso, o Pacto Associativo existente, bastante eurocêntrico na sua redacção inicial, só permitia adesões de organizações com dimensão nacional e uma por território. Exemplificando, o território francês só poderia estar “representado” pela Federação Anarquista francesa (FA), aliás uma das fundadoras da IFA. Qualquer outra organização, actuando no estado francês, só poderia aderir à IFA se também tivesse um âmbito nacional e se a FA não se opusesse. Considerando a dimensão dos estados do continente americano e a consequente dificuldade de formação de uma organização nacional, a continuidade desta restrição iria, na prática, impossibilitar a adesão de qualquer tipo de organização existente ou futura nestes territórios. Ora este entrave colidia com o objectivo principal da IFA na actualidade: alargar o número de organizações-membro e a sua esfera de actuação a territórios para além do espaço europeu. Assim sendo, com a alteração do Pacto Associativo, tornou-se possível a adesão de organizações sem âmbito nacional, mas apenas local ou regional, podendo coexistirem na IFA organizações actuando no mesmo espaço territorial, mantendo-se no entanto a necessidade de acordo da organização previamente aderente.

No entanto, esta nova redacção do Pacto Associativo levanta desde logo uma questão que provavelmente colocar-se-à a curto ou médio prazo: qual será a posição de uma qualquer federação europeia se outra organização, já não de âmbito nacional mas actuando no mesmo território, solicitar a sua adesão à IFA? Concretizando, qual será a reacção da Federação Anarquista Ibérica, aparentemente numa situação muito longe do seu passado glorioso, se, por hipótese, as já existentes Federações Anarquistas da Catalunha ou das Canárias quiserem aderir? Aceitará ou vetará? E quais as consequências de uma ou de outra posição?

Por outro lado, faz parte da IFA uma organização transnacional, a já referida Federação para a Organização Anarquista, que federa grupos nos estados esloveno, sérvio e croata, apesar desta situação não estar contemplada no Pacto Associativo. Qual será a posição da IFA e das organizações já existentes se, de repente, começarem a surgir pequenas federações transnacionais formadas por grupos com afinidade linguística (por exemplo uma hipotética Federação Anarquista Galaico-Portuguesa) ou que partilhem a mesma realidade geográfica (ainda uma hipotética Federação Anarquista da Patagónia, englobando grupos argentinos e chilenos muito mais perto entre si do que de Buenos Aires ou de Santiago do Chile) ou ainda que tenham o mesmo tipo de luta (continuando no campo das hipóteses uma Federação Anarquista de Notre-Dame-des-Landes e do Val Suza) e que decidam pedir adesão?

Enfim, tudo isto são questões para as quais a IFA vai ter de encontrar uma solução de actuação e decisão. Face à tranquilidade com que decorreu este Congresso, aparentemente sem momentos de tensão, penso que se perdeu uma excelente oportunidade de se aprofundar uma discussão sobre a forma e o âmbito geográfico que as organizações formais anarquistas, neste caso de carácter federalista, deveriam ou poderiam assumir.

Outras discussões importantes, embora não conclusivas, foram as que decorreram sobre o modo de financiamento da IFA e sobre o modo de funcionamento da CRIFA (Comissão de Relações da IFA). Em relação à primeira questão, os participantes no Congresso foram informados que a IFA encontra-se actualmente sem fundos. Esta situação deve-se ao apoio financeiro substancial que a IFA deu, desde o Congresso de St. Imier, à expansão do anarquismo organizado de natureza federalista, mas também a diversas iniciativas, como a Rede Anarquista do Mediterrâneo, ou a grupos específicos, como o DAF e o Fórum Anarquista do Curdistão. Na opinião do Secretariado da IFA, torna-se portanto urgente que as diversas organizações aderentes arranjem formas de contribuir de forma regular, na medida das suas possibilidades, para este fundo comum. Em relação à segunda questão, e com o alargamento da IFA no continente americano, é importante definir e aprovar outra forma de funcionamento da CRIFA (que se reúne duas vezes por ano) já que é impossível financeiramente pagar viagens transcontinentais aos delegados das organizações aderentes. Várias propostas de solução foram colocadas. Manutenção de uma única CRIFA com reuniões alternadas nos dois continentes, mas com número reduzido de delegados, ou seja, quando a reunião fosse no continente europeu, viriam apenas um ou dois delegados das organizações do continente americano e vice-versa? Duas CRIFA’s reunindo separadamente? Utilização de Skype ou de outra forma de contacto via internet em detrimento das reuniões presenciais? Nada foi decidido, ficando as organizações presentes de reflectirem sobre esta questão e pronunciarem-se mais tarde.

Finalmente, o Congresso aprovou algumas estratégias de actuação em relação a temas específicos: guerra, nacionalismo, migrantes, Curdistão, “safer spaces”, patriarcado, campanhas internacionais e luta pela cidade. Ficou também decidido que, se possível, o período entre congressos passaria para três anos, em vez dos actuais quatro. O novo Secretariado ficou à responsabilidade de companheiros das Federações Anarquistas da Grã-Bretanha e francesa, sendo que estes últimos, que asseguraram o funcionamento deste órgão nos últimos anos, sairão daqui a um ano.

Como já foi referido, o Congresso decorreu de forma agradável, com bastantes intervalos que permitiram discussões informais e momentos de convívio. Os dois colectivos encarregados da cozinha, apesar de toda a ajuda que receberam, fartaram-se de trabalhar, pondo à disposição dos participantes pequeno-almoço, almoço e jantar com comida de boa qualidade. A organização foi excelente, tendo conseguido arranjar alojamento gratuito para todos aqueles que o solicitaram.

Algumas linhas finais para a Iniciativa Federalista Anarquista no Brasil. A língua comum aproximou-nos e foi com prazer que conheci pessoalmente companheiros com quem já dialogava através da internet. Esta organização pretende ser o embrião de uma futura federação, englobando para já três grupos: a Liga Anarquista no Rio de Janeiro, que publica o jornal Levante, o grupo Fenikso Nigra (Fénix Negra) de Campinas e a Comuna Anarco-Punk Aurora Negra, dinamizadora do Centro de Cultura Social da Favela da Vila Dalva em São Paulo. Para além das actividades específicas de cada grupo, a Iniciativa organizou, em 2015, o 1º Fórum Geral Anarquista no Rio de Janeiro, um evento aberto a todas as correntes do anarquismo, e, em 2016, o 2º em Salvador da Bahia. Para 2017, está previsto o 3º, a realizar-se em Junho em Campinas e para o qual estão convidados os anarquistas portugueses que queiram participar.

Um anarquista individual

 



publicado por uon às 17:27 | link do post

Não é só a classe de professores que está envelhecida.
Toda a função pública está nessa situação.
Não entra sangue novo para administração pública à mais de 10/15 anos.
Por isso os números do desemprego são assustadores na casa dos 15% da população activa e como é evidente o sector privado não tem capacidade para absorver tanta mão-de-obra.
A Caixa Geral de Aposentações (CGA) também tem os dias contados por os poucos que vão entrar vão para a Segurança Social (SS).
Os únicos grupos que tem entrado, são novos recrutas para a segurança do estado (polícia,GNR/SEF/PJ, etc).
Enquanto que a educação, saúde, agricultura/autarquias, etc estão a trabalhar a meio gás com falta de trabalhadores.
Está na altura do governo tomar medidas de baixar o desemprego com novos trabalhadores para o estado (ministérios/autarquias) funcionar.

Reivindicações

Baixar o horário de trabalho para 30 horas semanais para o publico e privado
Baixar a idade reforma por que o que está é uma lei repressiva para os trabalhadores actuais.
40 anos de serviço ou 55/60 anos de idade.
Reforma mínima igual ao Salário Mínimo Nacional (SMN) e também um salário/reforma máxima de 1500 euros.
Acabar com os subsídios miseráveis á pobreza.



publicado por uon às 11:36 | link do post

Terça-feira, 23.08.16

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aprovou hoje um aumento de 50% dos subsídios dos atletas venezuelanos que participaram no Rio2016, que receberão também uma ajuda financeira em dólares e casas do programa governamental Grande Missão Habitação.

Sr. Maduro gaste o dinheiro é com o povo trabalhador.
Os jogos olímpicos são prova em que se gasta dinheiro em suposta solidariedade entre países, mas na prática não existe.
Os jogos são desportos desgaste e competição entre elites dos atletas que em nada contribui para a paz no Mundo e em que os países gastam grandes somas de dinheiro em estádios, etc que fazem falta na saúde na educação no trabalho, etc.

Ve-se as quantidades de guerras que passam no Mundo e que alguns países mesmo em guerra participam no jogos olímpicos



publicado por uon às 11:20 | link do post

Segunda-feira, 22.08.16

O número de idosos que recebe o Complemento Solidário aumentou ligeiramente em julho depois de ter diminuído em junho, chegando agora a 160.867 pessoas, muito abaixo dos mais de 166 mil que recebiam esta prestação em julho de 2015.

NÃO SE COMPREENDE ESTA POLITICA DÃO REFORMAS DE MISÉRIA AOS REFORMADOS E DEPOIS AS MESMAS NÃO CHEGAM E SÃO OBRIGADOS A DAR SUBSÍDIO AOS IDOSOS PARA ESTES NÃO MORREREM DE FOME E DIZEREM QUE TEMOS UM ESTADO SOCIAL.

POR UMA REFORMA MÍNIMA NO PÚBLICO/PRIVADO IGUAL AO SALÁRIO MINIMO NACIONAL (SMN).



publicado por uon às 15:56 | link do post

Governo queria que PJ fosse fosse formada pela Mossad e sequência de vários protestos de partidos e organizações de esquerda, principalmente do PCP, porque a coordenação técnica era de Israel, cujas forças de segurança "violam os direitos humanos" na Palestina.

Estas propostas do PS minam a coligação de esquerda.

 O PS sabe que o BE e o PCP não iriam aceitar estas proposta como é a CGD e esta do treino da PJ em Israel, etc, etc.
O PS pelos vistos não está de boa fé na coligação e faz estas propostas da direita a ver se passam ou então é mera táctica mas escusava-se de expor a estas situações.

Isto não quer dizer que o PCP e o BE sejam de confiança por fazem parte do sistema.



publicado por uon às 14:07 | link do post

Costa felicitou hoje os atletas portugueses aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro numa mensagem enviada à vice-presidente do Comité Olímpico de Portugal, Rosa Mota, em que considera que a medalha de Telma Monteiro "merecia companhia".

Mas é um facto que  campanha portuguesa no Rio foi um desastre.
Uma medalha é muito pouco ou nada.
Uma medalha não cobre os dinheiros gastos com os atletas saídos dos nossos impostos.
Portugal devia repensar se vale pena participar nos jogos olímpicos.



publicado por uon às 10:39 | link do post

Sexta-feira, 19.08.16

CDS  ficou ao rubro com as palavras de aproximação ao MPLA.

Cristas ficou debaixo de fogo dos militantes.

CDS ESCANDALIZADO COM PALAVRAS DE AMARAL.
O MPLA HOJE É UM PARTIDO NA ORLA DO CDS E É DIREITA.
HOJE O MPLA ESTÁ NÃO TEM NADA VER COM O MPLA ANTI-COLONIALISTA E ANTIFASCISTA E COM O POVO ANGOLANO.

QUEM TEM A VER COM O POVO ANGOLANO É AQUELE GRUPO DE JOVENS QUE ESTIVERAM EM GREVE DE FOME, POR LEREM UM LIVRO E QUE ESTIVERAM NA PRISÃO.
O MPLA HOJE É SÓ NEGÓCIOS EM QUE A ELITE ANGOLANA GANHA MILHÕES.

 

 

 



publicado por uon às 10:19 | link do post

Quinta-feira, 18.08.16

cruz negra

No verão de 2013, membros de vários grupos da Cruz Negra Anarquista (CNA) discutiram a necessidade de um Dia Internacional pelos Presos Anarquistas, visto que já existem datas estabelecidas – como o Dia dos Direitos dos Presos Políticos ou o Dia da Justiça – sendo importante destacar as histórias de nossos companheiros também.

Muitos anarquistas presos nunca serão reconhecidos como “presos políticos” pelas organizações formais de Direitos Humanos, porque seu senso de justiça social é estritamente limitado às leis capitalistas, que são projetadas para defender o Estado e impedir qualquer mudança social real; ao mesmo tempo, inclusive dentro de nossas comunidades individuais, sabemos muito pouco sobre a repressão que existe em outros países, para não mencionar os nomes e os casos de m uitos de nossos companheiros presos.

É por isso que decidimos introduzir uma Semana Anual para os Presos Anarquistas, de 23 a 30 de agosto de 2016. Escolhemos o 23 de agosto como ponto de partida, porque nesse mesmo dia, em 1927, os anarquistas italianos Nicola Sacco e Bartolomeo Vanzetti foram executados na prisão. Foram condenados pelo assassinato de dois homens, durante um assalto à mão armada em uma fábrica de sapatos em South Braintree, Massachusetts. As prisões foram parte de uma campanha mais ampla antirradicais liderada pelo governo dos EUA. As provas do Estado contra os dois foram quase que completamente inexistentes e muitas pessoas até hoje acreditam que eles foram punidos por suas fortes crenças anarquistas.

Dada a natureza e a diversidade dos grupos anarquistas em todo o mundo, propomos uma semana de ação comum, em vez de uma única campanha em um dia específico, tornando mais fácil para os grupos poder organizar um evento dentro deste período.

Por isso, chamamos a todos para divulgar a Semana Internacional dos Presos Anarquistas entre outros grupos e comunidades, bem como a pensar sobre a organização de eventos em sua cidade ou região. As atividades podem variar em rodas de informações, projeções de filmes, concertos de solidariedade até ações diretas. Deixe sua imaginação correr livre.

Até que todos estejam livres!

325 (Grupo anarquista de contrainformação); CNA Bielorússia; CNA Brighton; CNA Bristol; CNA Cardiff; CNA Finlândia; CNA Kiev; CNA República Tcheca; CNA Letônia; CNA Leeds; CNA Londres; CNA México; CNA Moscou; Nizhny Novgorod (Grupo Antirrepressão); CNA São Petersburgo.

via agência de notícias anarquistas-ana



publicado por uon às 17:18 | link do post

Quarta-feira, 17.08.16

O Governo ainda não decidiu se em 2017 vai manter os duodécimos no pagamento do subsídio de Natal aos funcionários públicos e pensionistas e admite manter o regime por mais um ano.

Se calhar a grande maioria dos trabalhadores e reformados são a favor do subsídio de natal pago por junto, ou seja pago em Novembro como sempre foi até o o governo do PSD/CDS mudar as regras arbitrariamente e ser pago mensalmente.

Uma coisa é receber mensalmente junto com o ordenado e nem se dá por ele por que é gasto ao longo do mês.

E quando os ordenados são curtos que é o caso da maioria dos trabalhadores ainda é mais difícil.

Outra coisa é receber-se na totalidade no final do ano.

Os trabalhadores sabem que no final do ano está lá aquela quantia certa.

Os trabalhadores deviam poder optar por ter duas modalidades à escolha:quem quiser receber no final do ano recebe e quem quiser receber no final do mês também.

A escolha é de cada um.

 



publicado por uon às 15:46 | link do post

eco-libertário

…/ do Programa Prévio constará:
– Introdução à história da aldeia e ao passado e presente da vida comunitária local (modo de produção comunitário, assembleias do povo, cultura comunitária,…), encontros com actuais e antigos habitantes
-HISTÓRIA e ESTÓRIAS de Rio de Honor e zona envolvente durante a Guerra Civil de Espanha e a Revolução espanhola , na parte portuguesa e na parte espanhola
-TRILHA PEDESTRE através e em volta das duas aldeias (de preferência numa manhã…)
-DEBATE : situação das sensibilidades e movimentações libertárias actuais dos dois lados da fronteira (c/apresentação das pessoas e colectivos presentes) PERSPECTIVAS ANTI-CAPITALISTAS
-DEBATE : movimentos populares e ecologia social libertária – como se complementam?
-Atelier de reconhecimento e utilização de plantas silvestres comestíveis e medicinais,(uma manhã)
-Bancas de literatura /informação libertária,(durante todo o tempo do acampamento)
-Banhos no rio
-Canto Libertário de hoje e de sempre

…/ pela organização prévia do acampamento/encontro
TERRA VIVA! Assoc. Ecologia Social e do SOV Porto /AIT-SP

Contacta para sovaitporto@gmail.com

aqui



publicado por uon às 10:14 | link do post

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