Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Trabalhadores dos STCP (transportes colectivos do Porto) fizeram hoje uma greve a 95 %  de adesão.

Os trabalhadores dos STCP têm um património de luta muito antigo, pena é que os sindicatos não ajudem estes trabalhadores sejam eles ligados à CGTP/UGT ou independentes como é o caso dos Motoristas.

A desunião sindical em que estão filiados os trabalhadores, levou que muitos trabalhadores outrora andassem a fazer greve e outros a furassem.

Hoje os sindicatos estão unidos, mas isso não quer dizer que os trabalhadores consigam o pretendido, porque esses sindicatos sofrem todos do mesmo mal que é o reformismo sindical e depois os ditos sindicalistas estão nos sindicatos fechados e actuam burocraticamente e são pagos não como trabalhadores mas sim como burocratas sindicais e isso para a empresa é meio caminho andado para que as lutas não saiam vitoriosas e os STCP  tem sido vitimas dessa estratégia.

Seria bom que aparecesse um novo sindicalismo de classe e revolucionário na (s) empresa (s) que rompesse com o passado e actuasse com os trabalhadores e não contra eles em assembleia e autogerido e fosse decidido por todos, mas falta realizar esse trabalho.



publicado por uon às 15:17 | link do post

Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Continua a roubalheira com os juros da casa própria os bancos cobram conforme as indicações do BCE e qualquer dia os prestadores vão ter de entregar as casas aos bancos porque não tem dinheiro para pagar as mensalidades e acontece o mesmo que nos Estados Unidos com a crise do subprime.

O governo de Sócrates que fez uma jura que havia de pôr o povo português a pão-e-água não faz nada, continua impávido e sereno perante este golpe bancário.

Se este governo não tem capacidade para apresentar medidas para fazer valer os interesses dos "financiadores dos bancos" era melhor era fazer as malas e ir para o Árctico.

Devia de haver um plafond médio em que os bancos a partir daí não pudessem cobrar mais, porque assim os ordenados dos trabalhadores a cair que estão, não podem valer os constantes aumentos do preço do dinheiro.

Enquanto os juros aumentam diversas vezes ao ano os ordenados aumentam uma vez e são uma quantia irrisória, e os juros estão a comer os aumentos e os ordenados aos poucos.



publicado por uon às 16:11 | link do post

“A máquina [retroescavadora] chegou de manhã, por volta das 08h30. Tocaram à porta das pessoas, há pessoas que não estavam em casa, tinham saído para o trabalho, deram a volta à casa e, sem mais nem menos, entraram e começaram a demolir mesmo com pessoas em casa. Eu próprio tive que gritar porque a minha mulher estava dentro da construção que eles iam começar a demolir”, contou.

 

As Estradas de Portugal está a demolir as construções do bairro histórico de Stª Cruz de Benfica, em Lisboa, sem qualquer critério conforme declaração ao jornal "Público" de Jorge Alves da Comissão de Moradores, ele próprio vitima deste atentado por parte das Estradas de Portugal.

Este é o critério das autoridades estatais que não olham a meios para atingir os fins, e não houvem ninguém, nas as partes interessada dos moradores que até apresentaram cenários alternativos para a construção da CRIL, mas não foram atendidos.

Esta estranha forma de democracia faz parte da actual governação, e nem Salazar, que era fascista, chega aos calcanhares da clique de Sócrates.



publicado por uon às 15:46 | link do post

Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

A Auto-Europa vai parar a sua produção durante três dias, na próxima semana devido à quebra de vendas dos automóveis que produz.

Por toda a Europa as grandes fábricas estão a fazer despedimentos de pessoal e a crise também já chegou ao Brasil na fábrica da Fiat que vai despedir mais de um milhar de trabalhadores.

Em Portugal,  milhares de trabalhadores não receberam o subsídio de ferias das pequenas e médias empresas onde trabalham e o subsídio de natal pode estar em risco de também não receberem.

A crise entrou no dia-a-dia dos países e esta crise já vem de longe, começou com uma ponta do novelo e agora a ponta novelo começou a desenrolar.

A crise do petróleo e do subprime nos Estados Unidos ditou que a mesma crise vai aumentar de dia para dia  e cada vez vai ser pior.

Os bancos começaram a falir, os Estados já tiveram que salvar alguns bancos do Capital e quem fez a crise permanente e diária ninguém lhe toca.

No fundo que vai sofrer com a crise são mesmo mesmo de sempre, os trabalhadores, os reformados os estudantes, os homens e as mulheres.

Está visto que o Capitalismo está falido, foi vítima de si próprio, naõ tem soluções e está preso por arames, mas enquanto o Capital agoniza os seus sustentáculo o Estado vai manter esse mesmo capitalismo pela força, mesmo que ele esteja a morrer.

Há que fazer uma campanha para desacreditar os Estados e os seus esbirros repressivos que pela força das armas quer manter um regime que está morto, mas para isso só a nossa UNIÃO pode pode fazer uma alternativa ao capitalismo e aos Estados selvagens.

 



publicado por uon às 11:54 | link do post

Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

 

mais informação em: www.cnt.es



publicado por uon às 14:50 | link do post

Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008


 

 

www.luta-social.org
 

CRISE DA ECONOMIA AMERICANA, O SUBPRIME...
Explicada da forma mais didáctica

Paul comprou um apartamento, no começo dos anos 90, por 300.000 dólares financiado em 30 anos. Em 2006 o apartamento do Paul passou a valer 1,1 milhão de dólares. Nessa altura, um banco perguntou ao Paul se ele não queria uma quantia em dinheiro emprestada, algo como 800.000 dólares, dando o seu apartamento como garantia. Ele aceitou o empréstimo, fez uma nova hipoteca e recebeu os 800.000 dólares. Com os 800.000 dólares. Paul, vendo que imóveis não paravam de valorizar, comprou 3 casas em construção dando como entrada algo como 400.000 dólares. Com a diferença (400.000 dólares que Paul recebera do banco) ele fez o seguinte: comprou carro novo (alemão) para ele, deu um carro (japonês) para cada filho e com o resto do dinheiro comprou tv de plasma de 63 polegadas, 43 notebooks, 1634 cuecas. Tudo financiado, tudo a crédito. A esposa do Paul, sentindo-se rica, passou a usar o cartão de crédito à vontade. Em Agosto de 2007 começaram a correr boatos que os preços dos imóveis estavam a cair. O preço das casas para as quais Paul tinha dado entrada e que estavam em construção caíu vertiginosamente... O negócio era refinanciar a própria casa, usar o dinheiro para comprar outras casas e revender com lucro. Fácil....parecia fácil. Só que todo o mundo teve a mesma idéia ao mesmo tempo. As taxas de juro que o Paul pagava começaram a subir (as taxas eram pós-fixadas) e o Paul percebeu que o seu investimento em imóveis se transformara num desastre. Milhões tiveram a mesma ideia do Paul. Havia casas para vender como nunca. Paul foi aguentando as prestações da sua casa refinanciada, mais as das 3 casas que comprou - como milhões de compatriotas, para revender - mais as prestações dos carros, as das cuecas, dos notebooks, da tv de plasma e do cartão de crédito. Então as casas que o Paul comprou para revender ficaram prontas e ele tinha que pagar uma grande parcela do empréstimo. Só que neste momento Paul achava que já teria revendido as 3 casas mas, ou não havia compradores ou os que havia só pagariam um preço muito mais baixo do que aquele que o Paul havia pago. Paul ficou enervado. Começou a não pagar aos bancos as hipotecas da casa onde ele morava e das 3 casas que ele havia comprado como investimento. Os bancos ficaram sem receber de milhões de especuladores iguais a Paul. Paul optou pela sobrevivência da família e tentou renegociar com os bancos mas estes não quiseram acordo. Paul entregou aos bancos as 3 casas que comprou como investimento, perdendo tudo o que tinha investido. Paul ficou falido. Ele e a sua família pararam o consumo... Milhões de Pauls deixaram de pagar aos bancos os empréstimos que haviam feito com base nos preços dos imóveis. Os bancos haviam transformado os empréstimos de milhões de Pauls em títulos negociáveis. Esses títulos passaram a ser negociados com valor facial. Com a falta de pagamento dos Pauls, esses títulos começaram a não valer um tostão. Biliões e biliões em títulos passaram a nada valer e esses títulos estavam espalhados por todo o mercado, principalmente nos bancos americanos, mas também em bancos europeus e asiáticos. Os imóveis eram as garantias dos empréstimos, mas esses empréstimos foram feitos baseados num preço de mercado desses imóveis... preço esse que caíra vertiginosamente. Um empréstimo feito para um imóvel avaliado em 500.000 dólares de repente passou a valer 300.000 dólares e mesmo pelos 300.000 não havia compradores. Os preços dos imóveis eram uma bolha, um ciclo que não se sustentava, como os esquemas de pirâmide, especulação pura. A falta de pagamento dos milhões de Pauls atingiu fortemente os bancos americanos que perderam centenas de biliões de dólares. A festa do crédito fácil havia acabado. Com a falta de pagamento dos milhões de Pauls, os bancos pararam de emprestar com medo de não receber. Os Pauls pararam de consumir porque não tinham crédito. Mesmo quem não devia dinheiro não conseguia crédito nos bancos e quem tinha crédito não queria dinheiro emprestado. O medo de perder o emprego fez a economia travar. Recessão é sentimento, é medo. Mesmo quem pode, pára de consumir. O FED começou a trabalhar de forma árdua, reduzindo fortemente as taxas de juros e as taxas de empréstimo interbancários. O FED também começou a injectar biliões de dólares no mercado, provendo liquidez. O governo Bush lançou um plano de ajuda à economia sob a forma de devolução de parte do imposto de rendimento pago, visando incrementar o consumo, porém essas acções levam meses para surtir efeitos práticos. Essas acções foram correctas e até agora não é possível afirmar que os EUA estão tecnicamente em recessão. O FED trabalhava. O mercado ficava atento e as famílias esperançosas. Até que na semana passada o impensável aconteceu. O pior pesadelo para uma economia aconteceu: a crise bancária, pessoas com contas bancárias correndo para levantar assuas economias, boataria geral, pânico. Um dos grandes bancos da América, o Bear Stearns, amanheceu, na segunda feira última, falido, insolvente. No domingo o FED, de forma inédita, fez um empréstimo ao Bear, apoiado pelo JP Morgan Chase, para que o banco não falisse. Depois disso o Bear foi vendido para o JP Morgan por 2 dólares por ação. Há um ano elas valiam 160 dólares. Durante esta semana dezenas de boatos voltaram a acontecer sobre falência de bancos. Desta vez seria o Lehman Brothers, um banco gigante. O mercado e as pessoas seguem sem saber o que nos espera na próxima segunda-feira. O que começou com o Paul hoje afecta o mundo inteiro. A coisa pode estar apenas no início. Só o tempo dirá.



E hoje, dia 15 de Setembro/2008, o Lehman Brothers pediu falência, desempregando mais de 26 mil pessoas e provocando uma queda de mais de 500 (quinhentos ) pontos no Indice Dow Jones, que mede o valor ponderado das acções das 30 maiores empresas negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque - a maior queda em um único dia, desde a crise de 1929 ...O dia de hoje, certamente, será lembrado para sempre na historia do capitalismo.


publicado por uon às 13:59 | link do post

Jerónimo de Sousa

 

Jerónimo de Sousa lançou o repto ás forças de esquerda para uma convergência.

Provavelmente Jerónimo de Sousa está a referir-se ao Bloco de Esquerda como única força de esquerda para essa convergência.Não estamos a ver outra.

Em relação a esta questão não temos nada a obstar, por que nós não votamos?! e qualquer arranjo entre forças de esquerda  desde que seja para apear o Sócrates do poleiro, ajudamos e até dá-mos o empurrão final.

A ideia não seria má por que analisando O PC e o Bloco de Esquerda separados à luz das anteriores eleições tem 20 deputados e segundo as últimas sondagens o Bloco e o PC tem cerca de 23 % dos votos.

Ora, se esta convergência se realizasse em termos eleitorais o PCP e o Bloco podiam ter parai uns 30 % dos votos, o que seria muito bom para as forças de esquerda representadas em S. Bento.

Não quer dizer que chegassem à desejada área do poder. por que provavelmente o PS o PSD e CDS fariam uma frente única para fazer um novo governo.

As condições em termos numéricos seria muito mais equilibrados

Esperamos que essa "convergência eleitoral" fosse na base de um programa de classe  que fossem revistas as leis laborais a favor dos trabalhadores, mais saúde, mais educação e menos repressão policial, aumento geral de salários para os debaixo, e congelamento para quem ganhe mais de 1500 euros, reformas aos 30 anos de trabalho, salário mínimo elevado para o dobro, saída de Nato e da CEE, congelamento da compra de armas e corte de relações com todos os países que promovam as guerras contra outros povos, julgamentos dos actuais e anteriores que passaram pelo governo e meteram o povo português na miséria.

 

 

 

 



publicado por uon às 10:29 | link do post

Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

(lusa)

 

O desemprego aumentou 3,77 por cento em Espanha entre Agosto e Setembro, com mais 95.367 pessoas a elevarem o total de desempregados para cerca de 2,63 milhões, o valor mais alto desde Maio de 1997.

Desde Setembro do ano passado (mês em que o desemprego tinha caído), a taxa de desemprego aumentou 30,14 por cento, ou mais 608 mil desempregados, segundo dados do Ministério do Trabalho e Imigração.

Todos os sectores de actividades foram afectados pelo aumento de desemprego que cresceu 3,89 por cento no sector de serviços, 3,32 por cento na construção, 2,17 por cento na indústria e 2,47 por cento na agricultura.

A taxa de crescimento do desemprego é particularmente elevada entre os homens (aumento de 54,79) por cento, representando mais de 70 por cento dos desempregados inscritos nos centros de emprego no último ano.

Com o impacto a sentir-se em todas as faixas etárias, foram os menores de 25 anos que registaram o maior aumento, especificamente de 10,4 por cento.

Entre os estrangeiros o desemprego aumentou 6,63 por cento, entre Agosto e Setembro.

Estes dados levaram a que o aumentou da despesa com o fundo de desemprego tenha aumentado 35,4 por cento no último ano, atingindo os 1.793 milhões de euros.

O gasto médio mensal em cada desempregado foi de 1.019,3 euros.

Dados da União Europeia tinham indicado que Espanha registou em Agosto o maior aumento de desemprego de todos os países da UE-27.

 

Comentário;

 

Tal como em Portugal, em Espanha o desemprego está a aumentar nos sectores dos serviços, na construção, na industria, e na agricultura.

Por caso os partidos que estão no poder são ambos "socialistas" e praticam ambos políticas neo-liberais e não socialistas, que promovem o desemprego, e os lucros tenham decrescido nestes sectores, devido ao aumento do custo de vida, o consumo tem caído, por que os ordenados não dão para tudo. 

A política neoliberal atingiu o auge, cresceu cresceu e agora entrou em contagem descrecente, embora o desemprego tenha crescido, mas vamos beneficiar o planeta terra tão maltratado tem sido pela ganância do homem, que só pensa em produzir em excesso provocando uma super-produção anti-ambiental.

A única maneira de resolver o problema do desemprego era diminuir as horas de trabalho para metade, para todos terem o direito a trabalhar e terem direito à subsistência, mas o capital e o governo prefere manter o actual regime de horário de trabalho.

 

 



publicado por uon às 15:37 | link do post

Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Segundo notícia publicada no Correio da Manhâ o PNR colou um cartaz anti-emigração na Rotunda de Entre-Campos.

Não é a primeira vez que o PNR cola cartezes anti-emigração, já anteriormente tinha posto outro no Marquês de Pombal o que não deixou de criar polémica e alguma indignação e alguns apoios.

O PNR esquece-se que Portugal sempre foi um país de emigrantes e que no governo do Dr. Salazar que o PNR abençoa, como sua referência política, os emigrantes tiveram de sair de Portugal, porque a miséria era tanta ou tampouca que os nossos país tiveram de abandonar Portugal por caminhos e montanhas e sacrificar a sua vida, para ter uma vida menos má.

A vida de emigrante em França, era pior do que é agora, viviam amontoados em barracas, sujeitava-se aos piores trabalhos, e era explorados até ao tutano, coisa que os emigrantes hoje Portugal não passam, apesar de haver alguns casos de exploração laboral sem contrato e à mercê de patrões sem escrupulos e com salários minimos.

Se Portugal expulsasse os emigrantes ficava-mos praticamente sem trabalhadores na construção civil, na hotelaria, etc e não os emigrantes os culpados do que se passa em Portugal, em matéria de criminalidade, mas sim, o governo deste país que tem feito um politica de meter na miséria os trabalhadores portugueses e por acrescento os emigrantes.

A culpa deste estado de coisas não é dos emigrantes, mas sim,  do sistema social  vigente cada vez mais reaccionário e racista, que o PNR quer aproveitar para capitalizar votos na urna.

Daqui vai o nosso apoio incondicional e solidário a todos os emigrantes e trabalhadores portugueses que trabalham neste país e que fazem riqueza em prol de todos, mas que só uns quantos auferem dessa mesma riqueza.

O nossos inimigos não são os emigrantes mas sim o Estado e Capital e o seu governo e todos os exploradores do povo.



publicado por uon às 16:54 | link do post

 

 O facto de Sócrates ter vindo a lume e ter soltado um soprô e dizer que "os portugueses podem estar tranquilos quanto ás suas poupanças", esta declaração vindo donde vem é melhor não a levar-mos muito á sério.

 Quem nos diz a nós que os bancos vão á falência de um para o outro e que o nosso rico dinheirinho que nos custou muito suor e lágrimas e muita dor se consome dum momento para o outro e ficamos sem nada e depois vamos pedir responsabilidades a Sócrates ele tem de nos pagar o que os bancos nos devem.
O senhor Sócrates não é muito credível nas afirmações que faz, por que diz uma coisa e faz outra e quem  nos diz a nós que os parcos haveres que existem no bancos não irão para os bolsos de alguns, por que nestas confusões à muita gente que está a espera de dar o golpe do baú e desviar o nosso dinheiro e fugir com ele.

A bancarrota está aproximar-se a passos largos os Estados estão a nacionalizar os prejuízos dos golpes que foram dados pelos grandes chefões, com reformas e indemnizações, milionárias e quem vai pagar isto tudo são os mesmos de sempre, o povo os trabalhadores, mas depois também não podemos deixar que os mesmos que meteram a mão na massa e deu no que deu voltem aos mesmos lugares.

A revolução é necessária e urgente senão vamos ser o capacho dos mesmos de sempre.

 


 



publicado por uon às 11:21 | link do post

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