Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009

Não faz qualquer sentido que os Estados Unidos tenha uma base naval em Cuba, ainda por cima a servir de campo de concentração de presos de origem islâmica, presos sem qualquer acusação e por isso, Castro quer que Obama devolva Guantânamo a Cuba.

Os Estados detém aquela pedaço de terra em Cuba, que data dos tempos anteriores a Castro, ainda na vigência de Fulgêncio Batista ditador cubano grande amigo dos imperialistas americanos.

Como é evidente não apoiamos o regime dos irmãos Castro, porque simplesmente é uma ditadura de origem vermelha, onde o povo não tem liberdade e os anarquistas cubanos são reprimidos e tem de exilar para não serem presos ou mortos.

Mas,  também não podemos apoiar uma ocupação ilegal dum país sobre outro e ainda por cima, um país que se gaba de ser o "campeão das liberdades", mas a pretexto dessa pretensa liberdade invade outros países e explora-os ainda por cima apoia Israel um regime nazi declarado  que massacrou milhares de pessoas e destruiu a Faixa de Gaza recentemente.

 



publicado por uon às 15:26 | link do post

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Nunca tive dúvidas em relação aos seu trabalho no ministério do ambiente e a sua obstinação doentia em relação à co-incineração e por isso a sua política teve a oposição de organizações ecologistas, partidos e populações inteiras das diversas regiões onde queria implantar a co-incineração.

Agora com o caso Freport  as suspeitas são mais que muitas que houve favorecimento e uma "ajudinha" para que o mesmo fosse construído.

Essa de aprovar um decreto-lei a três dias de acabar o "reinado" é que não não lembrava a ninguém.

Pena é  que Cavaco seja muito apagado  por que o senhor já devia ter sido demitido à muito tempo, não pelo caso freport, mas por aquilo que o seu governo e a sua maioria PS tem feito ao povo português, nestes anos todos que o que temos aturado a sua arrogância a sua prepotência e o seu autoritarismo e as sua medidas contrárias à nossa existência como pessoas.

Desde o trabalho à saúde passado pela justiça e pela educação e com repressão e impunidade policial mais que muita, e agora a crise que o seu governo também é muito responsável pelo o desemprego que se abateu sobre os trabalhadores portugueses.

 

Pois nós também sabemos fazer decretos-lei à pressão, por isso:

 

Nos termos da constituição em vigor, decreta-se o seguinte:

 

Artº único: Está demitido o primeiro-ministro José Sócrates e todo o seu governo a partir de hoje.

 

Assinado: A União Operária Nacional

 



publicado por uon às 11:01 | link do post

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009

Mais uma empresa da região de Lisboa-Abobóda a Euronadel pertencente aos grupo alemão Groz-Beckert que se dedica a manufactura de agulhas, vai despedir cerca de 182 trabalhadores.

A empresa argumenta que para o fecho "contribuiu a deterioração dos diversos factores de produção na industria textil.

A empresa vai agora pagar as respectivas indemnizações superiores ao exigido por Lei.

É caso para perguntar se há dinheiro para indemnizações muito superiores ao exigido, por que não deixam a fábrica aberta e os trabalhadores ficam ocupados?

O que esta empresa quer fazer é deslocalizar mais uma vez a sua produção para uma país com mão-de-obra escrava na Ásia ou outra região qualquer, onde a lei seja feita pelos próprios patrões, por que a Lei em vigor em Portugal é boa para o patrão e má para o trabalhador, mas ainda não serve os interesses dos patrões e por isso, a sua deslocalização.

 

 



publicado por uon às 16:41 | link do post


 

 
CONTRA LA CRISIS
ANARCOSINDICALISMO
 
 

La crisis actual del capitalismo financiero internacional perjudicará sobretodo a los asalariados, que desde hace tiempo sufren nocivas estrategias productivas y financieras del capitalismo. Avaladas por el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial y la Organización Mundial del Comercio.

Estas estrategias van erosionando la situación de los asalariados, que ven mermar año tras año sus salarios debido, fundamentalmente, a la “contención salarial” y a la constante alza de los precios de los productos de consumo básicos, mientras que las retribuciones de los altos ejecutivos son cada año más astronómicas.

El desplazamiento de la producción a lugares de mano de obra barata, la flexibilidad del mercado laboral marcada por el trabajo temporal, hacen cada día más dificultosa la de vida de la clase trabajadora, que es la que crea la riqueza, la cual es expropiada por los que imponen las condiciones de trabajo y la especulación financiera.

Ante el absolutismo de la dictadura económica del capital, decimos:

Reducción de la jornada laboral, derecho real a la vivienda digna, a la educación de calidad, aumentos salariales suficientes que entorpezcan la realización de las magnas plusvalías con lo que nos expropian y que causan el aumento de los precios y dificultan el acceso a derechos básicos, carencias de todo tipo y terribles hambrunas.

Ante la codicia sin fin, ante el festín de los salteadores de riquezas, decimos:

Trabajadores unidos y autoorganizados
Abolición del capital y sus instituciones
Por una sociedad igualitaria
Abolición de la sociedad de clases


 

MANIFESTACIÓN EN L´HOSPITALET 31 ENERO 2009, 17h
AV. TORRENT GORNAL esq. Av. CATALUNYA
(METRO TORRASSA L1)



publicado por uon às 09:33 | link do post

Terça-feira, 27 de Janeiro de 2009

177 trabalhadores da empresa Ecolet em Vila da Feira vão ficar sem o trabalho em duas fases, uma em Março outra em Outubro.

A Ecolet é uma empresa dinamarquesa do ramo do calçado e a mesma está a aproveitar a "crise" para se desfazer do fardo que são os trabalhadores.

Segundo o Sindicato do Calçado a empresa quer deslocalizar para outras paragens em que a mão-de-obra é mais barata.

O sindicato em vez de lutar pelos postos de trabalho com uma greve geral na fábrica limita-se a apelar ao governo a intervenção, mas toda a gente sabe que Sócrates é responsável por esta crise que está a apanhar os trabalhadores desprevenidos e os burocratas sindicais fazem parte do ramalhete.

 

 



publicado por uon às 15:10 | link do post

O Bastonário da Ordem dos Advogados diz que à "terrorismo de Estado" isto a propósito das buscas polícias a um escritório de advogados no âmbito do caso Freeport.

Marinho Pinto diz que há promiscuidade entre as policias e o mau jornalismo  e o Estado dizemos nós.

Toda a gente sabe que o jornalismo que se faz hoje em Portugal, está muito longe de ser independente, por que está ligado a grandes grupos económicos que tem grandes afinidades com o poder político instalado.

Qualquer jornal rádio ou televisão anda sempre a "cheirar o rabo"  do governo que está no governo e são subsidiados pelo Estado e fazem campanha do partido através das visitas que o ministro A ou B faz aqui ou ali.

Quando há uma visita de Estado a outros países, o jornalista vai no mesmo avião que o ministro e à borla.

Por muito que digam que são independentes, não são, a comunicação está feita com o poder até à medula, por isso é que, os principais partidos se sucedem no governo e não dão hipóteses a outros de sabermos se são melhores ou piores.

Em relação à cobertura da oposição é muito deficiente e não demora mais que um ou dois minutos na televisão e rádio e uma pequena noticia nos jornais.

E depois quando se trata de grupos alternativos os mesmos são tratados como se fossem "terroristas" e não tem direito a expor as suas opiniões por que os jornalistas só aparecem para denegrir a imagem dos visados. 

A comunicação social deviam de gerida pelos próprios jornalistas e trabalhadores e não estar ligados a grupos económicos que visam atingir o poder e os seus objectivos através dos meios que dominam.

Enquanto existir este estado de coisas a tal promiscuidade que Marinho Pinto diz haver irá sempre existir.

 

 



publicado por uon às 09:59 | link do post

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Cerca de 2 mil trabalhadores da Quimonda Portugal sedeada em Vila do Conde estão à beira de irem engrossar o exército de desempregados.

Esta empresa considerada "modelo" de alto rendimento e produtividade produz componentes electrónicos para computadores foi várias vezes apoiada pelo Estado alemão e Portugal devido à crise económica e financeira.

A empresa mãe sedeada em Munique abriu falência devido à dificuldades e a empresa portuguesa vai pelo mesmo caminho.

Os trabalhadores são uns autênticos "mouros de trabalho" laboram cerca de 12 horas por dia.

A empresa pedia mais horas de trabalho a pretexto da produtividade e para manter o emprego e os trabalhadores aceitavam e de nada serviu por que a empresa está com a corda na garganta.

Com trabalhadores assim os próprios trabalhadores haverão de ser escravos do trabalho toda a vida por que são explorados e nada fazem para acabar com esta situação.

 

 

 



publicado por uon às 10:06 | link do post

Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

 

O capitalismo é um sistema sem lei, que alimenta e serve os interesses dos grandes grupos económicos e de todos os que lhe seguem o modelo. Um sistema norteado por valores cujos princípios básicos potenciam o crescimento da injustiça e desigualdade sociais, da alienação e expropriação dos direitos fundamentais dos indivíduos, da exclusão, da exploração desenfreada de pessoas, animais e natureza, do fomento de necessidades de consumo, hábitos e procedimentos desnecessários que causam ciclos de guerra, sofrimento e miséria. As democracias “representativas” inculcam massivamente no imaginário dos cidadãos que os resultados dos actos eleitorais significam procuração irrevogável para o Estado agir, em seu nome, de forma omnipotente e omnipresente.
A democracia resume-se assim a isso mesmo: de tanto em tanto tempo fazer variar nos assentos do Poder aqueles que apenas estão lá não para nos representar como proclamam, mas para fazer cumprir todas as políticas decididas algures nos centros financeiros internacionais. Desta forma, a vontade dos povos e dos indivíduos não tem qualquer poder decisório. No entanto, são chamados sazonalmente ao cumprimento do seu “dever”, a horas e nos lugares certos, sendo-lhes outorgado um falso carácter determinante, vendendo-se assim a ilusão de que mandar representa, apenas, obedecer ao sentimento maioritário.
Para a prossecução deste embuste arenga-se que as eleições projectam um sublime acto de escolha. Com maior ou menor propaganda e manipulação, com mais ou menos promessas demagógicas que não colhem apenas os incautos, o sistema capitalista desce à terra de quatro em quatro anos, submetendo-se estoicamente à prova das feiras, dos comícios em terras inóspitas, dos beijos e abraços à saída das missas. Tem o seu banho democrático, diz-se orgulhoso por isso e afirma-se posteriormente encartado para decidir o que quiser decidir. São, depois, as regras da democracia “representativa” a gerarem a rotatividade na protecção do aparelho de Estado e na defesa das políticas rigidamente definidas que, a nível super-estrutural, o capitalismo impõe para prosperar e garantir a sua ditadura. São as terapias impostas para que o pulmão não se debilite, seja qual for o corpo (partido ou agrupamento político) que lhe dá abrigo.
O sistema capitalista tem sabido lutar bem por este seu paradigma, exigindo a quem dele vive o respeito e aceitação do Estado como entidade reguladora das relações sociais. Os jogos de alianças, a necessidade de apresentar alternativas e soluções como sinal de afirmação construtiva fizeram encostar a "extrema-esquerda" e a "esquerda" à "direita" e parte da "direita" à "esquerda" e ao "centro", juntando-se todos no Parque das Nações a comerem um caldo de maioridade e sensatez. Por isso, nenhuma, mas mesmo nenhuma, força partidária equaciona, hoje, a legitimidade dos cidadãos se sentirem defraudados com o que fazem do seu voto. Outra coisa, aliás, não poderia acontecer: por muito que possa doer a muita gente boa que palmilha caminhos de insubmissão, certo é que a participação nos órgãos de poder institucional significa a aceitação cordata das suas regras de funcionamento e a reverencial simpatia pelo Estado e pelo sistema que o mantém. Há que assumir sem rodeios que nas sociedades modernas a exploração violenta, desumana, arcaica e irracional que o sistema capitalista exerce legalmente vem resultando da "carta branca" fornecida pelos plebiscitos eleitorais. Percebendo a importância que as eleições dão ao sistema capitalista, ao longo das últimas três décadas várias foram as mobilizações em torno da defesa política da abstenção. Não havendo campanhas públicas sistematizadas nem qualquer sector a emergir colectivamente, o poder foi-se aproveitando disso para atribuir os resultados incomodativos à "preguiça", ao "tempo de praia", à "chuva diluviana", à "abstenção técnica", à não "limpeza dos cadernos eleitorais", à "mobilidade dos cidadãos".
Como se "ir à praia" em dia de eleições não devesse ser enquadrado numa atitude política assumida, denunciadora da rejeição do circo da sociedade do espectáculo; como se o "direito ao não voto" fosse menos legítimo que o "direito ao voto". Reduzir a participação eleitoral aos que alimentam e se alimentam do sistema, transformá-los em criadores, actores e espectadores da sua própria encenação poderá ser uma interessante tarefa revolucionária geradora de ataques localizados aos órgãos vitais desta sociedade dominante. Nesta lógica de combate deverá ser claro que uma plataforma de entendimento e acção em defesa da abstenção, que se almeja poder funcionar sem qualquer mecanismo reprodutor dos poderes conhecidos, nunca deverá ser entendida como um fim em si mas antes como um meio para reforçar o ataque sistémico ao capitalismo. Ao longo da história a sociedade humana foi sendo encaminhada para sistemas de funcionamento autocrático e dirigista ao arrepio das normas de relação fraternas, solidárias e horizontais. A introdução das regras mercantilistas, do desempenho individual, da competição e do orgulho na propriedade privada adulteraram a lógica comunal, transformando o ser humano num produto que deve mais do que tem a haver! A desumanização das sociedades dos novos tempos transformou as pessoas em números prontos para o massacre.
Isto não é inevitável! Sabemos de múltiplas lutas de resistência que foram capazes de mostrar que outro mundo é sempre possível ainda que o devir nos tenha acrescentado frustrações. Todos esses processos históricos encontram-se catalogados nos protótipos da utopia, tendo, alguns deles, sido concretizados. Este parece ser o grande combate de quem enjeita o poder institucional e não quer agir sozinho. A luta pela felicidade e pelo mundo harmonioso também passa por aqui sem aqui se esgotar! Liberdade não é poder escolher os tiranos, mas sim não querer nenhum.
Todas as rebeliões começam por uma recusa. Para justificar a tirania, virão pedir-nos o nosso voto.
OLHOS NOS OLHOS, DIR-LHES-EMOS QUE NÃO!

Plataforma Abstencionista
Novembro 2008
 

www.plataforma-abstencionista.blogspot.com
 

 


publicado por uon às 17:26 | link do post

Para terceira vez consecutiva um projecto do CDS que suspendia esta avaliação dos professores foi chumbado pela maioria PS no Parlamento.

Por uma unha negra o projecto do CDS não aprovado, já cinco deputados do Ps votaram contra o próprio.

Esta questão da avaliação dos professores que já dura tempo de mais, só denota que o PS, não está a sensível a luta dos professores que não desejam esta avaliação que avaliam que é burocrática e não resolve os problemas do ensino.

O objectivo do governo com esta avaliação é pôr os professores a passo de caracol nas suas carreiras e poupar dinheiro com os mesmos.

O governo quer que em vez de todos os professores sejam promovidos, seja só uma parte muito pequena da classe tenha acesso à promoção.

Mas com esta avaliação pode dar lugar a compadrios e é meio caminho andado para haver corrupção entre colegas de trabalho.

Como é vai ser a avaliação, quem vai avaliar e o que vai avaliar.

Como é que se pode avaliar pessoas diferentes se uma sabe uma coisa e outra sabe outra, por que as pessoas não são todas iguais.

A não ser que os próprios professores façam um teste ou exame e quem tiver melhor nota passa.

Como é possível avaliar as aulas. A única avaliação possível é avaliar o professor no ingresso da profissão por fora disso é muito difícil avaliar e portanto a avaliação não tem pés nem cabeça.

Na função pública foi aplicada semelhante avaliação com percentagens por cada trabalhador que tem de apresentar, mas mesmo esta avaliação é muito relativa e difícil/fácil para quem avalia por pode melhor uns e pior outros e justamente ou injustamente.

Cabe perguntar o que é que a educação vai ganhar com esta avaliação? O país vai funcionar melhor, parece que não e com este governo ao leme do barco de certeza que o barco vai naufragar.

 

 

 

 



publicado por uon às 15:09 | link do post

Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

Anarquistas gregos criaram uma conta solidária de apoio a uma senhora já com alguma idade que explorava um quiosque na cidade Salónica e juntaram cerca de 13 euros e entregaram o respectivo dinheiro para reconstruir o quisque incendiado nos acontecimentos ocorridos em Dezembro.

Os militantes anarquistas salientaram que tinham o dever de ajudar a senhora que provalvelmente já não conseguia recuperar o quiosque.

A senhora por seu lado disse que o quiosque fora incendiado um mês antes dos disturbios que causaram diversos danos na cidade.

 

www.alasbarricadas.org

 



publicado por uon às 15:30 | link do post

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