Terça-feira, 31 de Março de 2009

A Câmara de Lisboa vai fazer (está a fazer) uma campanha pela limpeza na cidade Lisboa.

Para além do dinheiro sem retorno que vai ser gasto na campnha publicitária na rádio, televisão e rádio esta campanha cheira a campanha eleitoral antecipada da parte do executivo camarário liderado pelo PS/António Costa.

A sensibilização dos lisboetas pela limpeza não se faz antes das eleições. mas sim deve ser permanente.

A varridela deve começar pela propria câmara por que gasta dinheiro mal gasto em obras de fachada, marchas saloias (sem ofensas aos saloios que fazem um excelente trabalho de dar de comer a Lisboa) do tempo da outra senhora e casamentos santo antónio,.etc.etc...

Mas se os lisboetas não deitassem papeis para o chão não graffitassem as paredes os nossos varredores eram despedidos, por que a Câmara de Lisboa dizia: a cidade está limpa não precisamos de voçes.

As paredes sempre falaram foi assim antes do 25 de Abril nem mais um "soldado para as colónias" e depois  "americanos só debaixo das lajes" e uma boa graffitagem "sócrates rua" fala por si.

De facto, Lisboa precisa de uma boa varridela alí para os lados de S. Bent;  mais acima também necessita de uma lavagem e uma consequente varridela por está um nojo.

Em Belém, também está a necessitar de uma varridela idêntica e o ar muito poluido.

Agora é mandar lá os varredores para varrer a trampa senão ela começa a cheirar mal.

 



publicado por uon às 16:22 | link do post

Nasce o  Fórum (Virtual) Libertário Mário Castelhano.

Na falta de um espaço físico próprio, em Lisboa, para fazer actividades e debates por que as rendas hoje são muito caras só podemos optar por este fórum.

O nome de Mário Castelhano é uma homenagem a este combatente pela liberdade e pelo bem-estar dos trabalhadores na época.

Secretário-geral da velha CGT/AIT portuguesa morreu no campo de concentração salazarista do Tarrafal.

Mário Castelhano foi um daqueles homens que já não fabricam.

Homem de convicções anarquista  revolucionário e solidário  consequente e digno deu vida para que outros homens como ele fossem dignos.

Como ele houve outros Manuel Joaquim de Sousa, Alexandre Vieira, Emídio Santana, Neno Vasco, Pinto Quartim, Manuel Buiça e Alfredo Costa, etc etc e todos os trabalhadores e militantes anarquistas, socialistas do velho Partido Socialista Português e anarco-sindicalistas anónimos e também alguns comunistas sinceros que lutaram contra a monarquia e depois contra a República burguesa.

 

 



publicado por uon às 14:35 | link do post

Segunda-feira, 30 de Março de 2009

O PS convocou os seus deputados para as Jornadas parlamentares, em Guimarâes.

Este partido tem a lata de ir fazer uma festa dos seus deputados para uma região que tem sido das mais fustigadas pela politica do governo PS.

Ao longo de quatro anos na região do Cávado, Ave, Norte e Centro tem sido das regiões onde porventura a política reaccionária do PS mais se fez notar.

Estas regiões tem sido flageladas por uma guerra do governo PS e dos patrões que despediram e encerraram e deslocalizaram empresas, onde neste momento os trabalhadores estão a pão e água.

O desemprego nesta região atingiu um número astronómico e muitas trabalhadores deambulam pelas ruas sem nada fazer e está a provocar fome,  miséria  nas casas dos trabalhadores.

Os trabalhadores deviam-se juntar-se e pedir responsabilidades aos deputados do PS que nestes quatro anos tem tido uma política de fome e miséria para esta região e não só.

Pedir responsabilidades porque é que a crise atinge sempre os mesmos de sempre os trabalhadores que vêm fechar as fábricas  e empresas e nunca há soluções para estas situações.

Se o governo arranjou soluções para os bancos, por que não toma as mesmas medidas para não deixar fechar mais empresas.

A Quimonda é um facto evidente que fechou e não mais vai abrir.

O governo andou a enganar os trabalhadores com um investidor mas o destino já estava traçado - o fecho.

Por que é o deus Estado não nacionalizou a Quimonda e na Alemanha o seu governo podia ter feito o mesmo, por que a luta de classes na privatização ou na nacionalização continua e para os trabalhadores o patrão é indiferente.

 

 



publicado por uon às 10:32 | link do post

mani madrid cnt

Apesar do frio, a intensa chúvia e do prolífico dia de movilizacións que houbo onte, sábado 28 de Marzo en Madrid, por volta de 2.500 persoas marcharon en manifestación de Atocha a Sol convocadas pola CNT, marcha na que houbounha nutrida participación da Rexional Galaica.  Chamou-se á defensa operária, frente aos ataques que está a sofrer a clase traballadora (EREs, despedimentos, paro, medo…)  por parte do capitalismo e o estado, a conta da crise económica.

Ás 18.15h daba comezo a manifestación cunha faixa na que se podia ler “Contra a crise do capital: organización e luita” como cabeceira. Tras ela, entre bandeiras anarco-sindicalistas podian ler-se multitude de faixas con diversas mensaxes: “Ante a crise: a revolución. ¡Organiza-te e luita!”, “Crise económica: se nos dividimos eles gaan. É o noso momento, seccións sindicais”, “Culpabeis: BBVA, Telefónica, Repsol, Santander, Macdonald´s…”, “Iguais na crise, iguais na luita”, “Á merda a crise” e “ABC despide a 238 traballadores" portada por un nutrido grupo traballadores de ABC. A faixa de cabeceira foi substituida a metade do percurso, por unha de enormes dimensións cun debuxo de traballadores/as en atitude de luita onde se lia “Non hai trégua”.

As consignas máis coreadas, durante o percurso da marcha, foron “A crise que a paguen os capitalistas”, “frente ao paro, luita obreira”, “obreiro despedido, patrón colgao”, “obreiro se non luitas, ninguén te escuita”, “Fai falla unha folga xeral”, “Unión, acción, Autoxestión”, “Morte ao Estado, viva a anarquia”…

A manifestación trascorreu sen incidentes chegando à porta do Sol cara ás 19.30h onde, nunha intensa chúvia, comezaron os oradores a intervir. Primeiramente falaron uns compañeiros da sección sindical de CNT-Jaén na empresa Séneca-EDM explicando a folga que están a levar a cabo pola actitud explotadora dos empresários en muitos frentes. Dixeron cousas como: “aos poucos, co exemplo diário e o bo facer, a plantilla respaldou à CNT, única organización sindical que lles ten prantado cara, tanto à direción, como ao comité de empresa, cúmplice en todo momento da situación”. Remataron animando a tomar as rendas da nosa vida constitiendo seccións sindicais nos centros de traballo para rematar coa inxustiza.

A seguir interviu José Manuel Sanz, compañeiro do Sindicato asturiano de Candás, que destapou à perfeción a hipocrisia do sistema capitalista e o Estado, criticando duramente a bancos, Estado e patroal. “Eles nunca están en crise, e nós sempre estamos. Esto é a explotación de toda a vida. Á merda a crise”, afirmou o orador, que destacou a vixéncia da sociedade de clases, anque nos queiran inculcar o contrário,  e lamentou a desunión do proletariado, do que asinalou como responsabeis "aos Partidos Políticos que quixeron ser de clase operária, a maioria dos sindicatos que xogaron a burocratizar-se, conseguir liberados e participar na xestión das empresas”. Afirmou que “é hora de que o proletariado se reorganice”. Non deixou de se lembrar das persoas presas, nen de criticar a triste labor que fan as forzas represivas, en muitos casos “fillos de obreiros que para garantizar-se garbanzos de por vida se venden à clase inimiga”.

Posteriormente, Daniel, Secretário Xeral da Federación Local de Madrid lembrou que facia poucas horas se producira unha movilización anti-fascista en Vallecas con motivo dun acto que os nazis organizaran neste bairro legalizado pola delegación de governo. Criticou à policía que defende aos neo-nazis en todo momento, golpeando e ferindo a decenas de anti-fascistas que foron defender os bairros operários das bandas fascistas. Muitos deles, lembrou, compañeiros de CNT. Informou, asimesmo, das detencións que tiveran lugar (até vintecinco, todas de anti-fascistas) e a brutalidade das cárregas policiales. Mostrou a sua solidariedade coas vítimas desta represión afirmando que “CNT sempre estará con eles”.

Logo, deu paso, a Viki, compañeiro anarco-sindicalista de Lebrija, quen explicou como un pobo se levantou, xunto à CNT, para denunciar os trapicheos do concello, criticar o paro e a precariedade que se vive na localidade. Narrou como convocaron unha folga xeral, secundada por todo un pobo, e criticada por IU, PSOE, CCOO e UGT, que intentaron frea-la de mil maneiras, sen conseguí-lo. Afirmou que en Lebrija “se puxo en práctica con éxito todo o discurso anarco-sindicalista”. Temos demostrado que frente às demáis organizacións, que din representar ao pobo, cando en realidade van contra del, para que se enriquezan uns poucos, a CNT é honesta, honrada e justa”. Declarou “vamos rematar con tanta pobreza e miséria, vamos rematar cos sinvergonzas que a xeran e vamos construir un mundo máis xusto”.

Para rematar interviu o compañeiro madrileño José Luis Velasco, que dixo: “venden-nos as crises como algo natural, case relixioso, sen responsabeis”. Sinalou como culpabeis da crise “aos bancos, os militares, a igrexa, os partidos políticos e as burocracias sindicais”. “A avarícia dos que o teñen todo, frente aos que non teñen nada. Dos explotadores frente aos explotados. As guerras por intereses económicos. Esas son as causas das crise”.  Rematou o mitin asegurando que “a emancipación dos traballadores será dos traballadores mesmos, ou non será”.

Ás 20h, disolvia-se a manifestación, entre cánticos e consignas libertárias.

Fotos da manifestación



publicado por uon às 10:26 | link do post

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

A pretexto de falta de condições e duma assentada a CP encerrou a Linha do Corgo e do Tâmega, linhas essas que serviam as populações locais e eram bastante frequentadas.

A CP não avisou ninguém e em particular as populações visadas que ficaram revoltadas com a situação.

Agora a CP pôs em funcionamento autocarros para fazer o serviço que faziam os comboios.

Se for como outras linhas que encerraram para manutenção e nunca mais abriram, estas linhas vão ficar inactivas e além de fazerem falta à populações locais para a sua vida diária desde trabalhadores, estudantes e turistas que utilizavam diariamente as linhas.

A politica de transportes do governo só vê a TGV e vai gastar milhões e milhões de contos para para rasgar o país com o TGV e as populações locais de norte a sul vêem as suas linhas centenárias desaparecerem aos poucos.

 



publicado por uon às 16:56 | link do post

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Os agricultores esperam que o protesto "resolva alguma coisa", declarou uma manifestante à televisão SIC, adiantando que têm "passado fome e sede de justiça. Não podemos pagar água, luz nem a hipoteca da casa".

Cerca de 5 mil agricultores do Norte e Centro do país vieram a  Lisboa manifestar-se contra o governo que apoia os sectores automóvel e a banca. etc. e a agricultura que dá de comer a toda a gente não têm direito a nada.

Se há um sector que devia ser apoiado é a agricultura, porque se a produção agrícola parar de produzir muita gente que vive nas cidades deste país e que trabalha noutros sectores de actividade não poderá alimentar-se.

As cidades são alimentadas através das redes de agricultores que produzem hortícolas e frutícolas e que todos os dias se dirigem às cidades carregados de produtos para vendas dos mesmos.

Os agricultores são tratados como os parentes pobres do país, o trabalho é duro e mal pago, porque toda a gente quer bom e barato, mas para os produtos chegarem às cidades tiveram de passar por várias etapas até chegar aos prato do consumidor, desde o arranjo da terra, sementes, água, luz, transportes, empréstimos bancários e seguros e o desgraçado do produtor farta-se de trabalhar e é o que recebe menos e como diz o produtor tem muitas despesas e poucos proveitos, porque ninguém se interessa pelo o trabalho dos agricultores.

 

 



publicado por uon às 15:46 | link do post

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

Depois de estar em obras vários meses o novo parlamento abre hoje com pompa e circunstância.

Foram gastos mais de um milhão de euros na modernização do parlamento.

Todos os deputados vão ter um computador pessoal, foram diversas inovações ao nível do mobiliário, nível do som e da imagem e ao nível da luz e da concepção e podem projectar em actividades nos écrans instalados.

Os deputados vão ficar bem instalados no seus cadeirões do poder.

Pena que estes cadeirões do poder só sirvam para lixar o próprio povo que os elegeu e só se lembrem do povo de 4 em 4 anos, por altura das eleições, o que não deixa de ser uma ingratidão.

Se os deputados eleitos por partidos não fazem o que deviam de fazer a quem os elegeu, por quê elege-los?

Por que não substituir esta assembleia de representantes por nós próprios onde todos possam a sua opinião sobre as coisas que precisam ou não  precisam ser feitas, em pequenas assembleias locais ou de afinidade que decidam todos e não uns decidirem por todos.

O sistema democrático de representação proporcional ou outro modelo eleitoral está esgotado e não representa ninguém a não ser que está nesse lugar e se encontra desligado do povo que o próprio  povo não conhece e que não tem afinidades locais ou regionais.

 

 

 



publicado por uon às 10:50 | link do post

Terça-feira, 24 de Março de 2009

Numa altura em que o povo português se debate com dificuldades económicas e sociais devido às crises, António Vitorino factura cerca 1.000 contos por reunião na qualidade de Presidente da Assembleia Geral da Brisa.

Enquanto o povo e os trabalhadores se debatem com o desemprego cada vez maior, e está difícil arranjar emprego, porque as empresas querem descartar os seus trabalhadores para obterem mais lucros, ex. ministros arrecadam milhares de contos em empresas que foram do Estado, mas agora estão nas mãos de privados e pagam a peso de ouro os ex. ministros dos governos que privatizaram essas mesmas empresas.

Um governante que saia do governo têm logo um bom tacho numa empresa pública ou privada ou banco a ganhar um chorudo ordenado.

 

Um leitor do CM perante esta situação diz que:" os portugueses são invejosos e deviam era estudar para ter um salário destes".

Mas, quantos empregos a ganhar salários chorudos é que existem?

Em cada empresa seja grande ou pequena só poucos é que auferem salários do outro mundo e todos os outros recebem salários baixos, porque se não fosse assim a empresa fechava.

Por uma questão de justiça seja A ou B deviam ter um salário médio que desse para viver e não uns serem uns privilegiados e outros os escravos do trabalho.

Mas nesta sociedade os patrões investem e depois metem empregados e depois todos os empregos dão um certo lucro que vai direitinho para os bolsos do patrão, enquanto o trabalhador dá a sua força de trabalho recebe uma miséria e depois o trabalhador revolta-se e vai aos sindicato e faz greve porque trabalha muitas horas e recebe uma ninharia,  o patrão chama a policia, e a polícia bate no trabalhador, por isso a policia não defende o trabalhador mas defende o explorador, isto é que se chama luta de classes.

 

 

 

 



publicado por uon às 14:23 | link do post

A Multinacional PSA Citroen com sede em Mangualde quer despedir por mútuo-acordo mais uns quantos trabalhadores.

A aceitar os trabalahdores receberiam a indemnização e não tem direito a súbsídio desemprego, por já esgotaram todos os despedimentos legais que poderiam fazer.

Esta empresa já despediu cerca de 500 trabalhadores em regime de contrato a termo e recebeu ajudas do Estado por causa da baixa procura de automóveis.

Se os trabalhadores aceitarem têm como a idade uma indemnização de acordo com as normas da empresa.

Numa altura em que o desemprego aumenta os trabalhadores não devem aceitar presentes envenenados das empresas com chorudas indemnizações por que o dinheiro gasta-se e a indemnização não dá para toda a vida ainda por cima sem direito a subsídio desemprego.

A Comissão de Trabalhadores serve apenas de intermediário entre os trabalhadores e o patrão e muitas vezes a comissão em vez de defender os trabalhadores está do lado do patrão, porque aceita os despedimentos abertamente ou encapotados.

 

 

 

 

 



publicado por uon às 11:34 | link do post

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

A guerra por causa do lugar de provedor de justiça entre PS e PSD está a deixar o país em suspense.

O actual provedor já terminou o mandato à cerca de oito meses e os respectivos partidos nunca mais chegam a uma conclusão em relação a um nome para o lugar.

O PS como tem maioria quer agora o lugar, mas o PSD também quer o feudo só para si.

Este lugar tem sido ultimamente preenchido por gente do PSD nos dois últimos mandatos. mas também já passaram por lá o PS e o CDS.

Convinha saber qual o balanço deste cargo, se porventura as pessoas que recorrem ao serviço tem visto satisfeitas as suas aspirações em relação aos serviços dos Estado. ,e isso nunca foi feito.

Os partidos que se tem sucedido no poder quando se apanham no poder agarram todos os cargos de responsabilidade, onde metem os seus militantes e fazem desse lugar uma ilha em seu próprio beneficio.

Cabe ao povo português acabar com estas situações. mas como através do voto está provado que não se consegue, se calhar é melhor fazer greve as eleições?



publicado por uon às 18:04 | link do post

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