Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Os trabalhadores da Repsol Polímeros aceitaram ontem a proposta da empresa para as condições do lay-off, em que os trabalhadores irão receber apenas 80% do salário e dos subsídios.

A Repsol é uma empresa que ao longo dos anos teve milhões de contos de lucros em vendas de gasolinas e derivados e agora como os lucros baixaram devido a "crise" que não foi provocada pelos trabalhadores vai implementar o lay-off para manter os lucros.

Um trabalhador médio deste sector não ganha mais que de 200 contos/mês e depende da categoria profissional e com menos 20% no salário vai fazer muita falta no orçamento familiar.

As empresas que ao longo dos anos exploraram o trabalhador com baixos salários agora adoptaram outra estratégia para explorar o trabalhador ainda mais em tempo de crise com a velha história se não moderam os salários a empresa pode fechar.

Enquanto isto os administradores também dão o exemplo e vão ter um corte no salário de 20 % mas o ordenado do administrador não é igual ao do operário, os 20 % não fazem falta ao administrador mas muito ao operário.



publicado por uon às 15:40 | link do post

8 de julio: Protesta Nacional 
www.uslperu.blogspot.com



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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

 

Más de dos años de conflicto, despidos, sanciones, manifestaciones, una huelga de hambre y las cosas siguen igual. La lucha esta igual de vigente que al principio, en la foto se ve como un trabajador de STV Gestión mandado por el ayuntamiento arrancan nuestros carteles pidiendo la readmisión de José Antonio, mientras dejan intactos los carteles pidiendo el voto al PSOE. Todo ello aderezado por una nueva denuncia de CC.OO que nos acusa de amenazar de muerte a uno de sus representantes.
STV Gestion
Desde la Sección Sindical de CNT en la Empresa STV Gestión, es largo el conflicto que llevamos con la empresa desde que entró a prestar sus servicios allá por el 20 de marzo de 2006, pero el conflicto se intensificó desde que en agosto de 2008 un nutrido grupo de trabajadores decidimos crear la Sección Sindical dentro de la Empresa.
Hartos del trato servil y de menosprecio mostrado por CCOO nos decidimos a dar el paso y desde entonces la represión ha sido brutal para los que crearon la Sección o para sus simpatizantes, con sanciones de todo tipo, como la del miembro de la Sección Sindical Carlos Villamar que por llevar a su hijo de urgencias y no poder asistir al trabajo por esa causa le sancionaron con “UN MES”  de empleo y sueldo, pero el mas grave es el despido de nuestro compañero José Antonio que por ponerse unas vacunas en la seguridad social en lugar de ponérselas en la empresa, esta decidió suspenderle con diez días de empleo y sueldo y ante la presunta reacción “airada” de nuestro compañero al ser recibida la sanción, decidieron despedirlo después de 14 años de servicio sin dar mas problemas que el peor de todos para una empresa y es el ser un luchador, no permitir que te pisen y reclamar lo que es tuyo por derecho. Hace poco nos hemos enterado que CC.OO ha denunciado al representante de nuestra Sección Sindical y a toda la CNT por amenazas de muerte.
Desde Federación Comarcal de Cartagena y Vega Baja queremos dar las gracias a todos/as los miembros de CNT por el apoyo mostrado durante este tiempo y sobre todo desde el despido de José Antonio, acudiendo en masa a interesarse por la salud de nuestro compañero durante la huelga de hambre que realizó durante 26 días.
El trato recibido por el partido “Socialista” que mal gobierna nuestro pueblo ha sido vergonzoso ya que prefiere estar junto a la empresa antes que con un padre de tres hijos despedido injustamente. En la pasada campaña a las elecciones europeas se dedicaban a pegar su asquerosa propaganda electoral encima de los carteles de CNT que pedían la readmisión de José Antonio y si no mandaban directamente a la empresa STV Gestión a arrancarla.
Desde la manifestación en su apoyo realizada el pasado 25 de Abril y el abandono de la huelga de hambre después de 26 días, sufriendo un desvanecimiento y posterior traslado al hospital, son muchas las cosas que han acontecido, tras la recuperación de nuestro compañero, decidimos continuar con las concentraciones diarias en su apoyo a las puertas del Ayuntamiento de Pilar de la Horadada y en las del Ayuntamiento de Torre Pacheco donde también presta sus servicios STV Gestión, nuestro compañero continúa adelante con su lucha, a pesar de ser muy dura y complicada, pues , después de tanta espera nos enteramos que el juicio está previsto para el día 9 de Septiembre, una larga espera y un largo camino por recorrer, ya que no percibe prestación económica alguna y su mujer no trabaja.
Desde CNT se le ha prestado ayuda económica y gracias a esto y a familiares y amigos continuará aguantando pese a todos y frente a todos, luchando por recuperar su puesto de trabajo día a día y hora tras hora, concentrándonos en protesta ante las sedes de una empresa que maltrata a sus trabajadores y ante los ayuntamientos “infames” que ante este despotismo realizado por empresas a la que se les paga con dinero de todos deciden mirar para otro lado dejando que la empresa haga a su antojo.
El juicio de nuestro compañero Carlos Villamar lo teníamos previsto para el pasado día 9 de junio, pero por una treta de la empresa se tuvo que aplazar y no tenemos conocimiento de cuando será la próxima fecha, así están las cosas, lo único cierto y verdadero es el apoyo y la solidaridad de la gente que formamos CNT, y es que los que decidimos estar en este “incomodo” sindicato para las clases burguesas, sabíamos que la lucha sería titánica y que todo nos costaría el doble de conseguir, pero estamos seguros que al final, el sabor de la victoria será mucho mas dulce.
SALUD.
CNT de Cartagena
 
STV Gestión
STV Gestión


publicado por uon às 17:00 | link do post

Cerca de 2 mil processos de contra-ordenação podem prescrever que estão na dependência da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) devido à falta de juristas para os analisar.

A ACT é a entidade que fiscaliza as condições de trabalho no capítulo da segurança e higiene e nas relações entre patrões e trabalhadores  nas empresas e tem a recibos verdes dezenas de juristas que tratam das multas aplicadas por falta de condições.

Se por um lado o presidente do ACT diz que estes trabalhadores juristas fazem o trabalho fora das horas normais do serviço, os juristas afirmam que estão ao serviço em permanência e tem horário de trabalho e hierarquia.

Como é obvio nós acreditamos mais nos trabalhadores do que no presidente do ACT.

Esta situação de falsos recibos verdes é muito comum no Estado, os trabalhadores entram encapotadamente como "independentes" mas é tudo um jogo ilegal para não porem os trabalhadores no quadro e quando o próprio Estado não cumpre nas empresas é a lei da selva.



publicado por uon às 15:04 | link do post

Domingo, 28 de Junho de 2009

Na sexta-feira passada, dia 19, Leonard Peltier teve um mal súbito, até suspeitaram que tivesse sofrido um infarto. Porém, informações recentes afirmam que ele aparentemente está melhor e recebendo atenção da junta médica e fazendo alguns exames. Até o momento, o principal problema de saúde de Leonard refere-se ao coração, relacionada ao extremo estresse que passa dentro da prisão. Leonard agradece a todos e todas pelas cartas, chamadas de apoio, manifestações, reclamações à direção do presídio, entre outras iniciativas levadas a cabo nesses últimos dias.

Nova audiência é marcada

Depois de passar mais de 33 anos na prisão, o julgamento final de sua audiência para conceder a liberdade condicional foi mudado de data, e agora acontecerá no dia 28 de julho. Nesse dia, sua família, amigos e amigas estarão na entrada da prisão Lewisburg no estado da Pensilvânia a partir das 7 da manhã se manifestando pela sua libertação.

Por outro lado, novamente o FBI estará pressionando o Conselho de Liberdade Condicional para mantê-lo preso, de acordo com sua campanha de ódio e repressão durante todos esses 33 anos em que Leonard está preso, apesar de que o FBI sabe muito bem que ele não matou os agentes em 1976. Por isso, qualquer manifestação de apoio internacional antes de 28 de julho é de muita importância. Em suas cartas, Leonard sugeriu atividades pacíficas, como eventos culturais, projeções de vídeo, cozinhas coletivas, maratonas informativas etc. para pressionar as autoridades e órgãos diplomáticos daquele país.

As cartas e abaixo assinados em seu apoio devem chegar ao Conselho de Liberdade Condicional antes de 14 de julho.

Se você ainda não assinou a petição on-line, ainda não é tarde!

Assine aqui: http://www.ipetitions.com/petition/parole2008/

Também há outras petições on-line que você pode assinar.

Para a sua clemência: http://www.whoisleonardpeltier.info/clemency.htm

Para pressionar o Congresso a investigar a má conduta do FBI em Pine Ridge e o “reino de terror” contra a população indígena entre 1973 e 1976: http://www.ipetitions.com/petition/Pine_Ridge/

Para a obtenção de milhares de documentos que o FBI se nega a entregar a equipe de defesa: http://www.ipetitions.com/petition/Docs2008/

A seguir uma carta modelo para ser enviada ao Conselho de Liberdade Condicional, mas pode ser também com outro texto, de apoio à liberdade de Leonard. Envie ao seguinte endereço:

United States Parole Commission

5550 Friendship Blvd

Ste 420

Chevy Chase, MD  20815-7286

Re: Leonard Peltier

Dear Parole Commission:

I am contacting you to express my views and support of Leonard Peltier and his upcoming review for parole.  I am a concerned citizen, and feel that based upon our countries morals, integrity, and support of humanitarianism, the matter of Leonard Peltier’s parole and release is of paramount significance.

I feel that it is relevant to point out that Leonard Peltier has been incarcerated 33 years based upon what our very own courts have admitted was fabricated evidence, both withheld, and then later discovered to be tampered and questionable.  These very courts have admitted that Leonard Peltier did not commit the murders of the FBI agents at the Pine Ridge Reservation in 1976. It is clear Leonard Peltier was persecuted based upon his beliefs and refusal to accept the injustices imposed upon the peoples at pine ridge during that time.

Because of these facts, I feel that our system has failed, and the continued incarceration of Leonard Peltier is a sad commentary of our government and the humanitarian values we profess to have for each other.

I express a deep hope that your commission will grant parole and release to Leonard Peltier.  Thank you for your time.

Sincerely,

[seu nome e endereço]

 

História: O caso Leonard Peltier

 

Desde 1977, Leonard Peltier, índio da tribo Sioux, está preso nos Estados Unidos. Com 65 anos, cumpre dupla pena perpétua, acusado pelo assassinato de dois agentes do FBI. Há 33 anos, proclama sua inocência. Não existe prova alguma de sua culpa.

Falar dos índios norte-americanos equivale, muitas vezes, a falar em estereótipos: penas, bisões, tendas etc... Vivem nos Estados Unidos cerca de três milhões de índios, sobreviventes do genocídio cometido pelos colonos e militares norte-americanos no século XIX. A realidade de sua vida quotidiana está muito longe de todos esses clichês folclóricos. A maioria desses povos passa por dificuldades econômicas e problemas sociais decorrentes da perda de referências de identidade; o que leva a uma alta incidência de alcoolismo em muitas tribos. Apesar desses aspectos negativos, os índios continuam sendo sobreviventes da história. Nos últimos 30 anos, uma renovação cultural, social e econômica surgiu nas diferentes tribos e reservas. Em conseqüência de suas lutas permanentes, esses esquecidos das Américas conseguiram uma certa melhoria em seu destino.

Essas lutas se travam no dia-a-dia dos centros comunitários das grandes cidades ou nas reservas, longe do noticiário, o que contribui para o esquecimento de sua causa. Lutam pelo reconhecimento de suas culturas, de suas línguas, de sua identidade. Essas lutas se deram, por diversas vezes, de forma violenta.

Nasce o Movimento Indígena

A luta dos índios norte-americanos trava-se no dia-a-dia, nos centros das grandes cidades, ou no esquecimento das reservas, para onde foram confinados.

Inicialmente, é lógico, no século XIX, quando tentaram preservar seus territórios. Foi esse o caso dos Sioux, em especial, um dos povos mais poderosos da América do Norte, que fez contato com os europeus, a partir de 1760, por intermédio dos caçadores de peles franceses. Estes eram tão numerosos que deixaram herdeiros: isso explica o grande número de sobrenomes franceses entre os índios, tais como Leonard Peltier.

A partir de 1854, os Sioux entraram em guerra com o exército norte-americano, tentando deter o avanço dos colonos. Durante 25 anos, conduzidos por chefes lendários como Sitting Bull (Touro Sentado), Red Cloud (Nuvem Vermelha) e Crazy Horse (Cavalo Doido), resistiriam ao exército, infligindo-lhe a famosa derrota de Little Big Horn, em 1876, na qual morreu o general Custer. Após a morte de Crazy Horse, em 1877, a rendição definitiva de Red Cloud e o assassinato de Sitting Bull, em 1890, o massacre de Wounded Knee, ocorrido em dezembro do mesmo ano, pôs fim à resistência dos Sioux.

Confinados em reservas nos Estados de Dakota do Sul e do Norte, os Sioux passariam pela humilhação, miséria, aculturação e expropriação. Mas o espírito de resistência não os abandonou. Em 1934, uma nova lei – apresentada como mais favorável – criou “governos tribais” eleitos pelos índios. Na verdade, esses “governos” não representavam as verdadeiras aspirações do povo Sioux. Na década de 50, muitos índios foram obrigados a partir para as cidades. Principalmente os jovens, que se inspiraram na contestação política daquela época (Panteras Negras, porto-riquenhos, chicanos, opositores à guerra do Vietnã...) e criaram, em 1968, seu próprio movimento de reivindicação, o American Indian Movement (AIM, Movimento dos Indígenas Norte-americanos). Tomando por modelo o movimento dos direitos civis dos negros, o AIM ganhou rapidamente um impulso considerável.

Contra-espionagem de Nixon

Em meados do século XIX, a nação dos índios Sioux, por exemplo, um dos povos mais poderosos da América do Norte, lutava para preservar seus territórios

Leonard Peltier aderiu ao movimento logo no início. Como militante, participou da luta contra o alcoolismo, da distribuição de alimentação e de ajuda, da criação de programas de auto-suficiência, da restauração das atividades religiosas tradicionais e em apoio ao renascimento das línguas autóctones.

O AIM pretendia chamar a atenção para as condições de vida dramáticas dos índios com ações espetaculares, mas não-violentas. Peltier participou, em 1970, da ocupação do Forte Lawton, onde conheceu os principais dirigentes do movimento: Dennis Banks e Russel Means. Em 1972, organizou a Marcha dos Tratados Violados, que terminou com a ocupação da Secretaria de Assuntos Indígenas, em Washington, e uma espetacular repercussão na imprensa. A partir de então, o AIM seria considerado pelo FBI como uma organização “subversiva” e seus líderes, como “inimigos”.

O governo do presidente Richard Nixon criou então o programa de contra-espionagem interna Cointelpro, para infiltrar e desestabilizar as chamadas organizações “subversivas”, entre as quais, o AIM. Em novembro de 1972, acusado de agredir agentes do FBI, Leonard Peltier ficou preso durante cinco meses, antes de ser absolvido, já que o caso fora forjado para comprometê-lo. Foi o início.

O tiroteio de Oglala

Na década de 50, muitos índios, principalmente os jovens, inspiraram-se na contestação política da época e criaram o American Indian Movement (AIM)

Ao mesmo tempo, o FBI manipulou a eleição para a presidência do conselho tribal de Pine Ridge (a principal reserva dos Sioux) de Richard “Dick” Wilson, um “entreguista” que foi eleito com os votos de menos de 20% dos eleitores.. Este teria por missão restaurar a ordem na reserva, considerada o ninho dos “agitadores”. Com fundos secretos, Wilson criou uma milícia, os Goon Squads (Guardians Of Oglala Nation – GOON, ou Guardiães da Nação Oglala). Para protestar contra a brutalidade dos Goon Squads, os Sioux, com a ajuda de militantes do AIM, ocuparam, em fevereiro de 1973, a histórica aldeia de Wounded Knee. Leonard Peltier participou dessa ação. As autoridades sitiaram a aldeia durante três meses, hesitando em invadi-la, e acabaram por matar dois Sioux. Em maio de 1973, os sitiados se renderam após exigir a abertura de negociações sobre os tratados violados e sobre as condições de vida dos índios. Nos meses que se seguiram, “Dick” Wilson e seus Goons tiveram carta branca para atacar os adversários. Uma onda de terror abateu-se sobre Pine Ridge: 80 militantes foram assassinados entre novembro de 1973 e o final de 1975... Diante dos crimes das milícias, os anciãos da tribo pediram ajuda ao AIM. Os militantes – entre eles, Leonard Peltier – intervieram, conseguindo reduzir consideravelmente a repressão dos Goons. Instalaram-se na propriedade de uma família amiga, perto da aldeia de Oglala, na reserva de Pine Ridge.

Numa manhã de junho de 1975, a propriedade foi cercada por Goons, agentes do FBI e uma tropa de policiais. Por volta de 11h30, dois agentes federais, Ronald William e Jack Cooler, penetraram na propriedade perseguindo um jovem Sioux, Jimmy Eagle. A partir desse momento, os depoimentos tornam-se confusos. Ao que parece, os agentes atiraram no veículo dirigido por Eagle. Acreditando se tratar de uma ação dos Goons, os militantes revidaram. As forças policiais e os Goons passaram ao ataque. Houve tiroteio de todos os lados. Dois militantes do AIM tentaram se aproximar de William e Cooler para desarmá-los. Encontraram-nos já mortos...

Campanha de desinformação

Em 1972, o AIM organizou a Marcha dos Tratados Violados: foi considerado pelo FBI como uma organização “subversiva” e seus líderes, como “inimigos”

Os militantes do AIM decidiram fugir e, contra toda expectativa, conseguiram. Só um jovem Sioux, Joe Suntz Killsright, foi morto. Leonard Peltier sempre sustentou ter ficado perto da casa e ter disparado, sem, no entanto, ter mirado William ou Cooler.

Após o tiroteio, uma gigantesca campanha da imprensa tentou incriminar o movimento indígena. A repressão abateu-se sobre todas as reservas. Quatro ordens de prisão foram emitidas contra Jimmy Eagle, Dino Butler, Bob Robideau e Leonard Peltier. Butler e Robideau foram rapidamente presos. Temendo por sua vida, Peltier fugiu para o Canadá.

Butler e Robideau foram julgados no Estado de Iowa. Um júri popular os absolveu, provocando a fúria das autoridades que passaram, então, a centrar seus esforços contra Leonard Peltier, único acusado de duplo homicídio e cuja extradição do Canadá o FBI conseguiria.

Seu processo correu na cidade de Fargo (Dakota do Norte), região de criadores de gado, hostis aos índios. Aliás, o júri foi inteiramente composto por representantes dessa categoria social. Uma campanha de desinformação foi lançada. Falava-se de ameaças de atentados e de ações armadas de militantes do AIM para libertar Peltier... Expostos a essa paranóia geral, os membros do júri foram transportados em furgões blindados e isolados em lugares seguros...

Julgamento sob medida

O FBI manipulou a eleição para a presidência do conselho tribal da reserva de um “entreguista”, eleito com os votos de menos de 20% dos eleitores...

O juiz decidiu não aceitar depoimentos da defesa em relação ao clima de terror da época, bem como os que pudessem questionar o FBI ou os Goons. Não queria que se voltasse a mencionar fatores que haviam permitido a absolvição de Butler e Robideau.

Em compensação, não recusou os depoimentos de agentes que diziam ter visto Peltier atirar com um fuzil AR15 em William e Cooler. Um outro agente afirmou ter identificado Peltier graças à lente de seu fuzil. Os advogados de Peltier demonstraram que era impossível identificar quem quer que fosse do lugar onde aquele agente se encontrava. O juiz não aceitou objeção alguma por parte da defesa. E, com base em dados pouco nítidos e contraditórios, condenou Leonard Peltier a uma dupla prisão perpétua. Peltier recorreu, mas o tribunal confirmou a sentença.

Em 1981, a obtenção de novos documentos iria permitir uma nova série de recursos. Um perito em armas confirmou perante o tribunal que o fuzil AR15 que servira para acusar Peltier não podia ser a arma que havia matado os agentes, pois as cápsulas das balas não conferiam...

Em seu julgamento de 22 de setembro de 1986, o Tribunal de Recursos concluiu que o relatório de balística fornecido na época do processo era “suspeito”, declarando que a nova prova criava apenas a “possibilidade”, e não a “probabilidade” de que Peltier tivesse matado os agentes, admitindo ainda que este fato “poderia ter mudado a sentença do primeiro processo”. No entanto, confirmou-a!

O crime de lutar pelos direitos

O verdadeiro crime de Leonard Peltier é o de ser indígena e ter cometido o erro de lutar pelos direitos essenciais dos índios. E desde então grupos, organizações, milhares de pessoas no mundo inteiro lutam pela revisão do seu processo e pela sua libertação, que é a da dignidade roubada a um homem devido ao seu engajamento político e à sua origem étnica.

Mais infos: www.whoisleonardpeltier.info

Tradução > Palomilla Negra

agência de notícias anarquistas-ana

Para enviar uma carta ou postal a Leonard Peltier:

Leonard Peltier #89637-132

USP-Lewisburg

U.S. Penitentiary

PO Box 1000

Lewisburg, PA 17837 - EUA

 


publicado por uon às 15:36 | link do post

Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

A Pioneer, fábrica de auto-rádios, decidiu encerrar a sua fábrica no Seixal, atirando para o desemprego 127 trabalhadores, de um total de 136.

A Mateus e Mendes, fábrica de confecções, em Castelo Branco, encerrou despedindo as suas 150 trabalhadoras.

.Mais duas empresas que foram apanhadas pela "crise" e de certeza que os trabalhadores não são os culpados da situação foram no passado  rentáveis e tinham centenas de trabalhadores, hoje vão fechar e deixar no desemprego mais de 250 trabalhadores que vão ficar num situação financeira difícil, já que provavelmente tem casas para pagar, escolas dos filhos e outras despesas fixas que não vão poder pagar.

Qualquer trabalhador que fosse apanhado no desemprego devia de ficar isento de pagamento do crédito à  habitação enquanto estivesse no desemprego.

 

 

 

 



publicado por uon às 14:19 | link do post

Afonso Henriques que lutou contra os espanhois e contra os mouros e tornou Portugal independente em 1143 se fosse vivo hoje de certeza que ficava envergonhado de Portugal  rechado de corruptos e de profundas desigualdades sociais maus políticos e más politicas.

Afonso Henriques que lutou pela indepêndencia nacional como fazem hoje o povo basco  que estão sobre o domínio castelhano, teve de usar a sua imensa espada para se libertar do jugo tirano que oprimia os povos da peninsula.

Afonso Henriques foi objecto de uma homenagem passado 900 anos por aqueles que nos escravizam, exploram reprimem nos vendem ao estrangeiro diariamente.

Muito provavelmente se fosse hoje Afonso Henriques levantaria a sua espada contra a corja burguesa que nos governa  e nos massacra no dia-dia nos domínios da saúde, da educação e do trabalho e nos impostos que somos roubados todos os dias.

Não está Afonso Henriques mas estão muitos afonsos henriques que desejam uma efectiva mudança de sociedade nos dominios da liberdade igualdade e fratenidade entre todos os povos da peninsula e por uma Ibéria unida.

 

 



publicado por uon às 09:24 | link do post

El Sindicato de Oficios Varios de Badajoz de la CNT, denuncia a las empresas "MITRAH PRIME S. L." dedicada a la producción de electricidad con sede social en Vitoria-Gasteiz (Álava), que está edificando una planta termo-solar en Torre de Miguel Sesmero, Badajoz, y a la ETT  CIFOR Multiservicios S.L., por haber despedido a un trabajador que se negó a hacer un trabajo peligroso.

En efecto, el trabajador J.M. fue contratado, por segundo año consecutivo, para realizar labores como carretillero, comunicándosele de forma verbal a las dos semanas de estar trabajando para CIFOR que, además de las labores de carretillero, deberá trabajar en el montaje de las placas de silicio, como le obligaron a hacer el año pasado.

El montaje de estas placas es una actividad de riesgo que ocasiona muchos accidentes laborales, por lo que contesta a la empresa que no quiere hacer ese trabajo y lo comunica a su Sindicato porque le han amenazado.

Al día siguiente, el secretario del SOV de Badajoz le acompaña a hablar con la empresa y aclararles que J.M. ni tiene el contrato ni la formación en prevención de riesgos laborales para hacer ese trabajo.

Al reincorporarse J.M. a su puesto de trabajo, algunos empleados le dicen que se vaya a su casa, que ya no trabaja allí, a lo que contesta que como no tiene notificación escrita de eso no va a abandonar su puesto de trabajo. Al día
siguiente por la mañana recibió en su casa un burofax donde se le informa de su despido, que CIFOR reconoce como improcedente.

Así es como está el mercado de trabajo, así es como la siniestralidad laboral está disparada. Los derechos laborales son pura ficción porque la amenaza del despido está ahí, como una espada de Damocles, en la que basta que pidas que se respete el contrato de trabajo que has firmado con la empresa para que te caiga encima en forma de despido.

Así funciona la ETT CIFOR Multiservicios S.L., perteneciente a CIETT (Capacitación e Integración ETT, SL* y así genera su energía limpia MITRAH PRIME S. L., con mano de obra barata, con trabajadores contratados para una cosa y haciendo otras −generalmente más cualificadas, pero también más peligrosas− y que ni tan siquiera son remuneradas.

Desde CNT instamos a denunciar estas prácticas chantajistas, mafiosas, que convierten en papel mojado todos y cada uno de los supuestos derechos laborales y sindicales que las leyes nos reconocen y que deberían hacer intervenir al Ministerio Fiscal de oficio para salvaguardarlos y, sobre todo, para evitar que el ir a trabajar sea jugarse la vida por la rapiña y avaricia de unas personas carentes de escrúpulos.

Animamos a todas las personas a que muestren su rechazo a los métodos que utilizan estas empresas en sus relaciones laborales enviando faxes o correos electrónicos con el siguiente texto:

Readmisión de Javier Milán
Basta de inseguridad en el puesto de trabajo
Respeten los derechos laborales de los trabajadores

A las siguientes direcciones:

CIFOR Multiservicios Extremadura
C/Felipe Checa 28
06002 Badajoz
924 20 03 77
Fax 924 24 72 87

Capacitación e Integración ETT, SL Oficina Central
* Madrid
cimadrid@ciett.com
C/ Francisco Silvela 71
28028 Madrid
91 782 45 41
Fax 91 563 93 30
* Madrid
C/ General Díaz Porlier 90
28006 Madrid
91 782 45 40
* Cataluña
C/ Consejo de Ciento 265
08011 Barcelona
93 452 98 23
* San Sebastián
C/ Portuetxe 51 2ª Edif. ABC
20018 San Sebastián
943 22 40 10
* Vizcaya
C/Paulino Mendivil 5, 1ºC Drch
48930 Las Arenas, Vizcaya
944 64 05 52
* Extremadura
C/Felipe Checa 28
06002 Badajoz
924 20 03 77
Fax 924 24 72 87
* Tenerife
Edif. Valdes Center, Local A12
38650 Los Cristinos, Arona
922 788 087
* Andalucía
C/Martín Villa,3.3º Edif. Biarritz
41001 Sevilla
954 21 82 69



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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

A entrevista a seguir, realizada pelo portal anarquista espanhol de notícias A Las Barricadas, com apoio de José Antonio Gutiérrez (colaborador de anarkismo.net), foi realizada com Payman Piedar, militante anarquista e exilado iraniano, que participou de numerosas iniciativas libertárias tanto nos Estados Unidos como no Peru. Além disso, foi o editor da revista anarquista Nakhdar, editada em inglês e em farsi (pode se consultar mais sobre sua trajetória política e sua análise geral sobre a situação iraniana na seguinte entrevista realizada pelos companheiros do NEFAC¹). Na entrevista que se segue, tentamos elucidar, em meio às distorções da mídia ocidental e da censura dos meios de comunicação iranianos, as chaves para compreender o que realmente está se passando nestes dias no Irã. Ainda que não estejamos ante uma sublevação de caráter revolucionário, no calor da agitação social sempre crescem as probabilidades de subversão popular.

 

A Las Barricadas > Se diz que estas são as manifestações mais importantes desde a Revolução de 1979... Você vê alguma continuidade entre estes protestos e aquelas? Payman Piedar < Sim, é verdade que estas mobilizações ou manifestações são as maiores e mais importantes desde a revolução de 1979. Na realidade, desta forma começou a revolução de 1979. O Shah, ditador e marionete do imperialismo yankee, cometeu o erro de não aceitar nenhuma crítica a seu poder máximo e o povo, que já estava farto de seu reinado de tantos anos de repressão, por fim se levantou, e lhe mandou ao lixo da história. E claro que há uma continuidade na revolução, ou melhor, na insurreição de 1979, porque na realidade não houve revolução social, mas uma revolução política, uma mudança do controle político de um regime monárquico a um religioso-teocrático, foi seqüestrada pelos mulahs (sacerdotes), com o Aiatolá Ali Khamenei como chefe máximo, e na realidade iniciou outra era de sistema ditatorial. Então, o povo anseia e se mata pela liberdade como pelo pão e a água. Especialmente os jovens, já que 65% da sociedade iraniana têm menos de 30 anos e já estão fartos de ser humilhados e reprimidos. Mais ainda, este movimento que já aparece como outra revolução a qual espero que continue nestes momentos, e a continuação da revolução constitucional de 1905 que não chegou a seu fim. A liberdade, ainda assim sendo de tipo burguês e limitada, é algo que a sociedade iraniana não teve até hoje. Olha só, o governo democrático da burguesia nacional do Dr Mosadegh não durou mais de 2 anos, de 1951 a agosto de 1953, porque os yankees e a CIA fizeram seu primeiro experimento com a derrota de seu governo, ainda antes de derrotar a Arbenz na Guatemala, em 1954.

ALB > De que forma acreditas que as atuais mobilizações possam fazer erodir o regime teocrático? Payman < A resposta a esta pergunta não é fácil. Tudo depende de até que ponto continuem estas mobilizações. Felizmente a aura, a "dignidade", dos Mulahs, especialmente a de Khamenei, que é o chefe religioso máximo, a continuação de Khamenei, foi fraturada. Já temos escutado o slogan "morte a Khamenei" e ontem queimaram sua imagem nas ruas Zanjan em Teerã. Este sinal é muito importante. Já não existe medo de nada. Já é quase o momento revolucionário em que "os de baixo já não suportam mais", como dizia Lênin, mas falta um pouco para que "os de cima já não possam governar". Hoje escutei que começou a ruptura entre os altos dirigentes Mulahs em Qom, algo assim como o Vaticano dos xiítas. Uma facção deu a ordem de prisão a filha maior do Aiatolá Rafsanjani, um dos Aiatolás mais poderosos, ricos e corruptos; foi presidente durante 8 anos entre 1989-1997, e no dia seguinte, ou seja hoje, o deixaram livre. Bom, Rafsanjani têm duas posições importantes na hierarquia do poder, uma delas é a de chefe máximo da "Assembléia dos Expertos", que são uns 80, onde têm o poder de eleger ou destituir ao chefe máximo religioso, neste caso Khamenei. Assim, se os acontecimentos e mobilizações continuarem por uns dias ou semanas mais, é possível que esta assembléia vote a destituição de Khamenei. Quem ficará em seu lugar? Pode ser que ponham um grupo de 8 (já há um rumor sobre esta possibilidade) em lugar de um ditador máximo. Ou, na melhor das hipóteses, pode ser que o movimento não pare até a derrota total do regime teocrático. Não esqueçam que estamos nesta tessitura porque Khamenei cometeu o erro fatal de aprovar a eleição fraudulenta em seu sermão religioso de sexta-feira passada. Por isso é muito difícil que retroceda ou que o povo aceite sua desculpa. Mas a última palavra ainda não está dita. A burguesia e os chefes religiosos podem chegar a um acordo de costas ao povo e tratar de acalmar a situação. Mas vejo isso difícil.

ALB > Que papel tem jogado os trabalhadores até o momento nestas mobilizações? Há alguma possibilidade de que o protesto se alastre segundo os interesses das classes populares? Payman < Sem dúvida que dentro destas mobilizações há trabalhadores de diferentes setores: Comércio, Serviços, Autônomo, Informal, Subemprego, marginal e os desempregados. Temos que recordar que existe 25-35% da população que está sem emprego. O setor ausente, por hora, é o setor mais importante, que são o petroleiro e o petroquímico, majoritariamente localizado no sul do país, próximo da zona do Golfo Pérsico. No dia em que eles parem e votem uma greve geral será o momento do êxito da revolução ou, melhor dito, a derrota completa do regime teocrático. Para capitalizar este movimento a favor dos interesses das classes populares, tudo depende de que este setor tão importante entre e tome a iniciativa nesta mobilização.

 

ALB > Se insiste constantemente na mobilização da oposição, mas certamente os partidários de Ahmadinejad têm se mobilizado em importante número, quem sabe em números maiores que a mesma oposição (o que é por razões óbvias ignorado pela imprensa ocidental), qual é o fator que mobiliza aos partidários do regime do Irã? Payman < Em primeiro lugar, os partidários do regime de Ahmadinejad não são mais que os da oposição. Na realidade o resultado verdadeiro da votação presidencial foi o seguinte: Mousavi 19 milhões e pouco; Karrobi, outro "reformista" 13 milhões e pouco; Rezaie, do mesmo lado de Ahmadinejad, um pouco "moderado", com 3 milhões e pouco e Ahmadinejad com 5 milhões e pouco dos votos, e os votos anulados foram 1 milhão e meio. Os partidários de Ahmadinejad majoritariamente vêm dos setores populares, que receberam um abono extra de $50 e sacos de batatas. Também um setor de aposentados que justo uns dias antes da votação receberam um alto reajuste de suas pensões: antes recebiam $200 e agora recebem $600. Não nos esqueçamos que este regime tem uns 3-5 milhões de Jovens Basij, uma milícia paramilitar, como as falanges de Franco na Espanha, que são de setores populares. Assim que suas famílias são basicamente pró-regime porque recebem salários. Mas há também um setor minoritário de estudantes de institutos e universitários que também receberam este abono de $50 durante a campanha eleitoral. Suponho que há um setor de classe média baixa feliz porque Ahmadinejad, durante sua campanha, expôs o que todo mundo já sabia, alguns nomes dos corruptos que têm suas próprias máfias econômico-políticas, como o mesmo Rafsanjani. Por isto que este setor também o apoiou.

 

ALB > Há alguma diferença de classes entre um e o outro lado? Fazemos esta pergunta já que na ausência de uma alternativa revolucionária consolidada e clara, a classe trabalhadora e os pobres em geral freqüentemente mobilizam-se por causas conservadoras... Payman < Não há muita diferença entre os grupos de poder. Todos são parte do poder burguês em geral. Nenhum "representa" a classe média em geral, ou ao seu setor sob o das classes populares. Todos estão economicamente a favor das políticas neoliberais, privatizações, a favor da OMC (Organização Mundial do Comércio), com diferenças mínimas sobre subsídios. Uns querem dar um pouco mais de dinheiro aos pobres, mensalmente, e outros querem dar esses subsídios via os preços do pão, do transporte público e dos seguros. Politicamente, sem dúvida, a oposição quer dar uma imagem democrática: tolerar a liberdade de expressão e não censurar ou fechar os jornais da oposição; não aplicar a pena de morte para os menores; dar mais oportunidades as mulheres no setor público; não aplicar penas de prisão para os estudantes universitários radicais; dar "mais" poder as mulheres em assuntos de divórcio etc.

 

ALB > Chama a atenção a moderação das palavras de Obama ante as mobilizações, moderação que contrasta com os urras e vivas lançados por Bush e cia. quando das manifestações de Beirute e de Kiev já faz um par de anos... A que se deve esta atitude de cautela? Payman < A posição de Obama é muito diplomática. O imperialismo yankee sabe muito bem que o Irã não é o Iraque, Afeganistão ou Paquistão; nem é Beirute nem Kiev. Não há nenhuma possibilidade de que possam invadir o Irã, nem sequer durante o governo Bush não houve planos de atuar tal como no Iraque, menos ainda agora que as coisas andam fervendo. Não podem correr riscos com a situação interna do Irã. Não querem que as coisas piorem porque no fim das contas é melhor ter alguém que não interrompa a saída de petróleo da região... Ele sabe que os Mulahs já estão falando de que "Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha estão intervindo no Irã..." para distrair não somente a opinião pública iraniana, mas a do mundo inteiro, por isso Obama disse que não quer que se interprete que os Estados Unidos estejam se metendo nos assuntos internos do Irã. Mas já ontem, para satisfazer aos conservadores, adiantou a seguinte nota: "que o governo iraniano não reprima aos opositores, que não seja tão violento..." Além do mais os Mulahs têm ajudado um montão aos yankees na tarefa de "estabilizar" a situação no Iraque e Afeganistão. Em outras palavras, eles, os Mulahs, sutilmente, têm estado em sintonia com os interesses geopolíticos dos yankees. Melhor não botar em risco esta situação muito delicada. A estas alturas, para o interesse hegemônico do imperialismo yankee, Obama é a melhor carta que possuem. Bush e sua política já são história, é passado. Em sua última viajem ao Oriente Médio, Obama deu uma palestra na Universidade do Cairo, capital do Egito, tratando de dar uma imagem pró islâmica, não tão inimiga do mundo árabe; também visitou ao rei da Arábia Saudita e seu aliado eterno, os sionistas/fascistas israelenses. Tudo indica que está tratando de passar uma imagem de consenso e não tão confrontacional. Ainda que esta política, em geral, é uma tática inteligente por sua parte, estrategicamente não vai funcionar na região em função do conflito israelense-palestino, pois, como sempre, não se oferece nada tangível aos palestinos.

 

ALB > Qual será o provável desenlace desta conjuntura? Podem os setores progressistas fazer alguma ilusão com a oposição ou é necessário forjar uma alternativa própria? Payman < Os setores progressistas não podem nem devem se iludir com a oposição existente. Em primeiro lugar, a oposição não é laica; é islâmica e pró-constituição islâmica. Não estão contra a figura de "Velayate Faghie", ou seja, do ditador máximo religioso. Só querem ter a possibilidade de manobrar politicamente dentro do marco da constituição da República Islâmica, nada mais. E como o movimento dos trabalhadores não é forte para nada, pois não temos sindicatos livres, todos são controlados pelo Estado, são amarelos, os progressistas só podem usar esta oportunidade para criar um ambiente menos repressivo, um pouco mais livre para respirar, organizar e desenvolver suas metas anticapitalistas e planos de luta a longo prazo. Os trabalhadores, os jovens, as mulheres, os marginais, os desempregados têm que forjar sua aliança pouco a pouco; criar suas afinidades, organizações, assembléias, conselhos, e logo trabalhar seus planos para sua libertação final: destruindo o Estado, erradicando o capital e limpando sua mente de todas as religiões e superstições. Esse será o dia para celebrar.

[1] http://ainfos.ca/05/oct/ainfos00384.html

Entrevista realizada em 21 de junho de 2009 Tradução > Juvei

agência de notícias anarquistas-ana



publicado por uon às 11:49 | link do post

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

De nuevo la Federación Comarcal Sur de Villaverde y la Sección Sindical en el O.A. Madrid 112 salieron a la calle a informar sobre las “estrategias” de acoso laboral y represión sindical llevadas a cabo tanto por la gerencia de dicho organismo como por el comité de empresa.

Ni el calor más asfixiante ni las dificultades que planteaban una Puerta del Sol en obras amilanaron a lxs compañerxs, familiares, amigxs y militantes de la Federación Comarcal Sur y de la Federación Local de Madrid a la hora de acercarse a dar todo su apoyo y solidaridad. Durante dos horas, lxs allí presentes estuvimos denunciando las numerosas irregularidades, ilegalidades e injusticias a la que es sometida nuestra compañera Noemí y el resto de madres trabajadoras por el simple hecho de querer cuidar a sus hijxs, conciliándolo con su vida laboral.

Durante el tiempo que estuvimos concentradxs cientos de panfletos fueron repartidos y numerosxs viandantes se acercaron a interesarse por el conflicto y a mostrar todo su apoyo a Noemí.

Esta concentración no es el fin de las acciones y movilizaciones en la lucha que mantenemos por hacer efectivos los derechos de las madres trabajadoras.

Que nadie se lleve a engaño, seguiremos luchando a brazo partido hasta que nuestras reivindicaciones sean satisfechas, contra la gerencia, contra el comité de empresa o contra quien mercadee con los derechos de las madres trabajadoras y/o de la CNT.



publicado por uon às 17:00 | link do post

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