Sábado, 31 de Outubro de 2009

La CNT de Tarragona se suma a las decenas de acciones realizadas en supermercados Día de innumerables localidades, con motivo del despido del representante de la sección sindical en el centro logístico de Cádiz por ejercer sus funciones sindicales. De esta manera, el jueves 29 de octubre y a partir de las 18H, la CNT de Tarragona organizó en esta ciudad un piquete en solidaridad con dicho conflicto laboral.

En el céntrico supermercado Día de la calle Gasómetre de Tarragona se desplegó una pancarta y se repartieron 300 octavillas entre clientes y vecines. La encargada del establecimiento llamó a un supervisor y a la policía autonómica.

La CNT de Tarragona quiere hacer saber tanto a les compañeres de dicha sección sindical y de la CNT de Cádiz, como a la dirección de la empresa Día, que la solidaridad en Tarragona continuará hasta que cese la represión sindical en Día y se readmita al delegado de la sección sindical.

CNT Tarragona



publicado por uon às 19:36 | link do post

Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Solidariedade com a Federação Anarquista Gaúcha - FAG
5ª, 29 de outubro de 2009, a partir das 16 hs
Neste exato momento a Polícia Civil do RS sob o comando da governadora
Yeda Crusius promove diligência na sede da Federação Anarquista Gaúcha
(FAG). O mandado de segurança do governo busca apreender material de
propaganda política contra o governo acusado de corrupção. Os cartazes
abordam o empréstimo junto ao Banco Mundial e o assassinato do sem-terra
Eltom Brum. Este ato é pura provocação do Executivo gaúcho, atravessado
por atos de corrupção e situações até hoje sem explicação, como a morte de
Marcelo Cavalcante em fevereiro desse ano. Conclamamos as forças vivas da
esquerda gaúcha para reagirmos de forma unificada contra mais esse
desmando.
Solidariamente,

Federação Anarquista Gaúcha
http://www.vermelhoenegro.org/fag



publicado por uon às 18:01 | link do post

A administração do grupo Aerosoles (calçado) declarou que não vai pagar os salários de Outubro, aos seus 600 trabalhadores que laboram nas suas instalações.

A administração declara falta de liquidez para pagar os salários.

Os trabalhadores são sempre os prejudicados do costume, por que quando há problemas são sempre a ficar sem o magro salário, no desemprego, etc.

A empresa até pode estar em dificuldades financeiras, mas as empresas também deviam ter adoptado planos de crise antes da crise aparecer.

Quando há "vacas gordas" os administradores compram bons carros para eles e para os directores e outros gastos e quando chega a crise ficam com uma mão à frente e outra atrás e não pagam os salários a quem trabalha.

 

 



publicado por uon às 15:47 | link do post

Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Segundo notícias os partidos representados no parlamento não vão rejeitar o programa de governo apresentado pelo PS.

Nem o próprio PCP que costuma ser muito critico em relação ao governo não vai apresentar moção de rejeição.

Apenas o BE diz que é um direito que lhe assiste.

O programa está em banho-maria e não se sabe o consta.

Mas se nós analisarmos o passado logo ficamos a saber o que consta no programa de governo do PS.

Mais ataques aos trabalhadores, mais impostos, mais repressão, mais desemprego, mais crise para quem trabalha, salários baixos, mais gastos desnecessários, mais gastos com a defesa e com a segurança, mais ataques á função publica, mais isto, mais aquilo.

Os partidos parece que estão com medo de perder votos, mas as eleições só se realizam daqui a quatro anos?

Nós como não temos votos a perder ou ganhar dizemos REJEITAMOS este governo ou qualquer outro, por que são todos iguais.



publicado por uon às 16:40 | link do post

Quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Saúde companheiros,
Faz alguns dias, em 17 de outubro, estava programada a apresentação de meu
livro (?A Traição da Foice e do Martelo?) em um centro social de Madri,
"La Gotera", sob a responsabilidade de um companheiro barcelonês que
viajou especificamente até Madri para este evento. Anexo mais abaixo o
comunicado deste Centro Social diante das agressões sofridas por aqueles
que foram a este local com a intenção expressa de tirar meu livro de
circulação, confiscando o material que estavam distribuindo vários
companheiros e depois ainda pelo cancelamento do lançamento do livro pela
ameaça que um grupo de pessoas fez expressamente contra os editores de meu
livro na Espanha.

Diante destes atos, digo a estes que procederam de dita forma, que eu
escrevi um livro, não lhes fui metralhar sua casa. Se o conteúdo do livro
lhes incomoda, simples e sinceramente, refutem-no. Por que quando se
acabam os argumentos começa a violência, como a que foi exercida contra os
assistentes em dito Centro Social. Além do mais, não inventei nem uma
vírgula do que escrevi: muito da informação contida no livro é tirada dos
mesmos livros marxistas: O Capital, O Manifesto do Partido Comunista, O
Anti-Duhring, As Teses de Abril, O Estado e a Revolução, e de muitos
jornais, periódicos marxistas espanhóis da época: Mundo Obrero, Treball
etc.


A censura que fizeram do livro, não ofende a mim, ofende a todos os que
lutam pela livre expressão das idéias. Se temos de censurar todo aquele
que não venha conosco, já podemos então censurar também vários (não um,
como o meu) livros marxistas onde se ataca, com os argumentos mais
escrotos ao anarquismo, como O ABC do Comunismo de Bukharin, onde falam
dos anarquistas como lixo (literalmente o diz Bukharin), O Manifesto do
Partido Comunista, onde colocam Proudhon como um "pequeno burguês", O
Estado e a Revolução, onde Lênin se afunda em ofensas, insultos e calúnias
aos anarquistas. Temos de proceder assim? Não, porque os métodos de
censura pertencem ao Estado e seus meios de comunicação manipulados por
conveniências.
O livro foi também editado no México, e aqui, na apresentação do livro
compareceram pessoas de várias tendências, inclusive marxistas, com as
quais foi realizado um amplo debate.
Quero dizer-lhes que há 11anos milito nas fileiras do anarquismo no
México, esclareço, para que não se pense que a análise do marxismo feita
no livro se faz desde uma postura reacionária. É feita desde uma ótica
libertária, anarquista, com uma firme recusa da conquista do poder
político e dos métodos eleitorais, que só tem levado o povo a novos
regimes autoritários, o que creio demonstrar suficientemente no livro.
Um livro como o que escrevi, não ?faz o jogo do capitalismo? porque deixo
bem claro que, como anarquistas, devemos não só combater o Estado
(protetor do capital), mas também a todos esses movimentos que têm como
finalidade a conquista do poder político. Em poucas palavras, que têm como
objetivo cimentar um novo governo, não importando o nome que este adote. O
que tem isto de mal? São os princípios anarquistas defendidos desde
sempre. Mas é consensual que aqueles que sintam que seus avós, ou em
último caso, suas idéias, tenham cometido as piores barbaridades contra o
povo, aspirem a tratar de ocultar a história, de negá-la? tal como fazem
os meios de comunicação à serviço do Estado.
Vocês leram o livro? Se o fizeram, com sua atitude não fazem mais que
confirmar a idéia ali exposta: a análise em vocês foi eliminada, se trata
de um dogma, de uma igreja, pela qual não tem dúvidas em usar a violência
contra o próprio povo (uma garota com pontos na cabeça, outro dois com os
olhos roxos, vários contundidos, lábios partidos? do próprio povo, do povo
trabalhador e antifascista pelo que dizem vocês que lutam); suas idéias,
como digo no livro confirmam os feitos, não fazem mais que reproduzir os
mesmos caminhos que os piores regimes autoritários. A Igreja marchava em
outros tempos com a Bíblia em uma mão e a espada na outra; vocês marcham
igualmente: com O Manifesto do Partido Comunista em uma mão e os bastões
na outra. Procedem vocês igualmente como o Santo Oficio, que queimava
livros para impedir que fossem questionados. Por acaso a impotência em
poder refutar o livro lhes leva a esses caminhos violentos? Pois então...
vocês mesmos, senhores.
Eu fiz uma análise de uma ideologia, se não estão de acordo com ela,
porque não procedem a refutar o livro, antes de recorrer à censura e a
métodos violentos? Porque não foram à apresentação do livro e COM
ARGUMENTOS, demonstrarem o que pensam? Ah! Porque é muito mais fácil atuar
com violência que utilizar o cérebro.
No século XIX, seu mestre Karl Marx fez até o impossível para acabar com
os anarquistas (leiam em meu livro as provas disso) e com Bakunin, em
especial: não fez mais do que reforçar no povo suas idéias
anti-estatistas, inimigas de todo governo. Com os atos de vandalismo que
cometeram contra os companheiros presentes ao Centro Social Okupado La
Gotera para impedir que se difundisse o livro, não fizeram mais que
?tornar ferozes anarquistas radicais a mais de cem pessoas? (como dizia um
comentário de um site de internet referente a estes fatos), não fizeram
mais que dar toda a razão ao livro quando digo que vocês são uns
dogmáticos, capazes de atacar aos próprios revolucionários, ao próprio
povo, com a missão de salvar o dogma marxista, justo como aconteceu na
Rússia, na Espanha e em vários locais do mundo.
Quero mostrar desde estas linhas minha mais sincera solidariedade para com
o CSO La Gotera pelos fatos ocorridos no passado dia17 de outubro. Assim
como a todos os companheiros que tiveram que passar por este penoso ato,
sobretudo aos feridos por estes herdeiros da Inquisição. Se de algo
servir, estou a inteira disposição dos companheiros do CSO La Gotera e
demais companheiros para o que possam requerer de mim.
Por último, recebam todos vocês uma fraternal saudação desde este lado do
charco (México), de um companheiro com o qual podem contar todos vocês.
Saúde companheiros...
Fraternalmente...
Erick Benítez Martínez
Sobre as agressões sofridas em 17 de outubro no CSO La Gotera
No passado sábado, 17 de outubro, se apresentaram em torno de umas 10
pessoas de diferentes coletivos de caráter antifascista, irrompendo
durante o transcurso de uma palestra, fazendo uma revista de todo o
material das distribuidoras buscando o livro intitulado ?A Traição da
Foice e do Martelo? com atitude censora e autoritária, e apreendendo o
material para que este não fosse vendido (tudo isto ocorreu após uma etapa
prévia em que algumas pessoas chegaram a assembléia do CSO La Gotera,
avisando das possíveis conseqüências da apresentação do livro e com a
clara ameaça física ao coletivo editor deste, ante a qual a assembléia
decidiu suspender dita apresentação).
Diante da queixa de algumas pessoas ali presentes, começaram as ameaças
físicas contra aqueles que se encontravam ali e, especialmente, ao
coletivo editor do livro e todas aquelas distribuidoras que o vendem. Tudo
isto desembocou em uma série de agressões físicas e insultos depreciativos
contra aqueles que questionavam sua atitude autoritária, dando como
resultado várias pessoas feridas, as quais haviam ido às jornadas como
meros espectadores.
Diversas pessoas que estavam ali presentes foram testemunhas da atitude
repressora e prepotente desta gente, e decidimos reunir-nos diante da
necessidade de enfrentar a este tipo de atitudes. Nos posicionamos contra
a censura, especialmente dentro de nossos espaços. Ontem era uma canção,
hoje é um livro, amanhã pode ser uma camiseta ou um adesivo. A ameaça a
que estão expostas as pessoas do coletivo editor evidencia que quem se
atreva a fazer uma crítica a certas ideologias ou simplesmente pretendam
gerar debates, estão pondo em perigo sua integridade física. Este fato nos
parece intolerável dentro de um centro e um movimento que pretende,
precisamente, lutar contra este tipo de imposição e coações contra a
liberdade de pensamento.
Ante isto pedimos a solidariedade e o apoio a esta rejeição, seja por
parte dos centros sociais, coletivos, distribuidoras, editoras,
individualidades, grupos de música... não só de Madri, senão de todo o
Estado e inclusive fora deste, para por um ponto final a este tipo de
prática, não só condenando-lhes, senão atuando conseqüentemente com ele,
não dando nenhum tipo de cobertura a este tipo de gente e a aqueles que
compreendem, permitem e apóiam para que isto ocorra.
Alem disso pedimos o posicionamento claro e sem ambigüidades dos coletivos
aos que pertencem os agressores que no sábado, dia 17, foram a La Gotera,
para saber se estes respaldam e dão cobertura a estas formas de atuação.
Quem repudie os fatos sucedidos e, sobretudo, a atitude e imposição
autoritária por parte de uns poucos, esteja convidado a assinar este
manifesto ou expressar sua discordância de uma forma visível.
Basta de censuras!
Contra toda autoridade!
?Durante muito tempo acreditastes na existência dos tiranos.E bem, não há
tiranos, senão escravos. Porque ninguém manda ali onde ninguém obedece.?
Grupo Anarquista Pensamento Ingovernável
Crônica dos eventos no CSO La Gotera
Em Madri, na quarta-feira, dia 14, um grupo de pessoas foi a assembléia do
CSO La Gotera para protestar contra a apresentação do livro ?A Traição da
Foice e do Martelo? alegando que neste se insultava gratuitamente as
idéias comunistas, afirmando que se a palestra fosse realizada haveriam
pessoas que invadiriam o centro social com o objetivo de agredir ao
palestrante.
Diante disto e da resposta negativa por parte destas pessoas em assistir
ao debate para dar sua opinião sobre o assunto, a assembléia do centro
social decidiu anular a palestra.
Não contentes com isto, na noite de sexta-feira, dia 16, um grupo de umas
cinco pessoas, entraram no centro social e ficaram andando pelas
distribuidoras que nesse momento permaneciam no centro. Ao não encontrarem
o livro, e depois de permanecerem durante um longo tempo no local onde se
encontrava o suposto palestrante, se foram. Na noite de sábado, dia 17,
voltaram novamente a aparecer, desta vez com mais ?respaldo?. Umas quinze
pessoas andavam pelo centro observando de maneira desafiante, uma por uma,
todas as distribuidoras colocadas ao longo do corredor.
Quando encontraram o livro, o apanharam e o tentaram levar, algumas
pessoas reagiram dizendo que ao menos o pagassem, e então começaram a
gritar ?de quem é esta merda de livro?!?, seguido de insultos e ameaças
dirigidos as pessoas presentes, em especial ao coletivo editor do livro
citado e de todas aquelas distribuidoras que o vendem.
Depois da tentativa infrutífera de acalmar a situação, o grupo de
indivíduos atirou um dos livros na cara de um companheiro que manifestou
sua discordância diante de ditas ameaças. Outro dos livros foi também
atirado nas pessoas que até o momento se mantinham a margem do conflito,
agredindo na cara a um deles. Ante isto, algumas pessoas reagiram em
defesa dos implicados, ao que o grupo de indivíduos respondeu com socos,
insultos e ameaças.
Tentando novamente se acalmar a situação, se pediu aos indivíduos que
abandonassem o centro. E no exterior se deu novamente uma situação de
tensão, onde ?o grupo de indivíduos? se dedicou a provocar algumas das
pessoas ali presentes, faltando-lhes com o respeito, com um tom de abuso
contínuo. Ante os comentários de alguns de nossos companheiros que
criticavam a atitude autoritária com a que haviam ?assaltado? o Centro
Social, voltaram a responder com agressões. Ao menos 8 companheiros foram
agredidos no transcurso do conflito, inclusive uma companheira que tentou
separar aos implicados, teve que ir ao hospital com um corte na
sobrancelha, ocasionada por um soco recebido por parte dos agressores.
Faz tempo que algo assim não acontecia em um de nossos espaços,
supostamente liberados de censuras e atitudes autoritárias. Por isso nós,
uns numerosos grupos de pessoas ali presentes, decidimos publicar o que
ocorreu, da forma mais objetiva possível, para que todo mundo possa ter
conhecimento em primeira mão do ocorrido. Deixar claro que neste texto não
se tenta criminalizar uma ideologia concreta, senão rejeitar as atitudes
autoritárias daquelas pessoas, que seja onde quer que seja, utilizam de
sua ?superioridade física? por cima de qualquer argumento ou raciocínio
exposto. Nada mais que dizer, os fatos falam por si só.
Ajuntamos a informação do livro para quem lhe possa interessar.
Assinam os companheiro e companheiras ali presentes e afetados e afetadas
pelos fatos
Livro: ?A Traição da Foice e do Martelo?
Erick Benítez Martínez
Assim como é interessante para a luta libertária cultivar-se nos valores
que tem defendido e defendem anarquistas ao longo de todos estes anos de
infatigável luta, também é importante conhecer ideologias, autores e
pensadores que se opõe ou que diferem dos valores pessoais, pois a
complacência não deve nos bastar, com análises que não são propriamente
libertárias, se adquirem conhecimentos e raciocínios que nos podem
enriquecer ideologicamente.
O presente livro não pretende ser um escrito filosófico nem puramente
ideológico, senão, mas especificamente, uma análise do marxismo, de
realidades do ponto de vista militante e ativista. Tão pouco quer explicar
o que é o anarquismo, pois para isso já há outros autores que o têm
tentado definir e analisar desde sua perspectiva pessoal.
Assim o presente livro pretende fazer desaparecer mitos e desvendar o
oportunismo e a inexistência de razão daqueles que, desprestigiando a
idéia do verdadeiro comunismo, tem utilizado esta palavra e a tem
tergiversado até torná-la desprestigiada, pode deixar pontos de análises
abertas, mas aí fica escrita uma parte da análise que o autor quis dar
mais importância.
Nunca devemos esquecer tanta traição e tanta desfaçatez, não podemos nunca
deixar respirar o autoritarismo, vestido da cor que se vista, porque a
unidade deve ser com quem a mereça.
El Grillo Libertario - Sentimiento Kontra el Poder - 2009
430 págs. Rústica 19x12 cm
ISBN 978-84-612-9370-4
Podes baixá-lo aqui:
http://www.archive.org/download/LaTraicionDeLaHozYElMartillo/LaTraicionDeLaHozYElMartillo.pdf
Centro Social Okupado La Gotera: http://csoalagotera.nuevaradio.org/
Tradução > Juvei
agência de notícias anarquistas-ana



publicado por uon às 14:50 | link do post

Segundo informação a (in) justiça do Estado deduziu acusação a três activistas que destruíram um pequeno campo de milho transgénico no Algarve, a três anos atrás.

O milho transgénico é prejudicial à saúde e pode ser responsável por inúmeras doenças, mas os proprietários achas que semeando este milho lhes dará muito rendimento nas colheitas e muito muito dinheiro ganho neste tipo de cultura.

O próprio Estado através do ministério da agricultura está agindo contra a saúde dos cidadãos e pode ser responsável por inúmeras doenças que os cidadãos possam contrair com esta cultura de milho transgénico que está provado ser contra a saúde pessoal e pública das pessoas.

O ministério da agricultura devia de ser o primeiro a não permitir o cultivo deste milho e não estar a processar cidadãos que fizeram aquilo que o ministério não foi capaz de fazer.

 

 

 



publicado por uon às 14:21 | link do post

Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

A Delfhi anda outra vez na boca dos mundo com despedimentos à vista de várias centenas de trabalhadores, onde a administração se permite tudo em falar em números de trabalhadores a despedir.

A Delfhi tem instalações em Lisboa, Seixal, Ponte Sor e Guarda é uma empresa de fabricação de componentes automóveis para diversas marcas entrou em crise devido à crise financeira por acrescento.

Os trabalhadores das instalações da Guarda estão clima de gelo que prevêem que muitas centenas de trabalhadores vaiam para olho da rua sem dar a cara a luta.

O sindicato dos metalúrgicos anda em negociações com a administração para ver se consegue pôr uma cunha para ver se menos trabalhadores vão para o desemprego.

Em vez de dar o corpo ao manifesto e mobilizar os trabalhadores para a luta com greves e manifestações encontra-se em negociações onde a administração põe e dispõe e avança e recua.

Os trabalhadores olham uns para os outros para ver quem vai envergar a camisola de despedido em vez de lutarem todos pelos posto de trabalho e é neste quadro que as relações de trabalho entre o patrão sindicato e trabalhadores estão.

É bem possível que muitas famílias na cidade da Guarda comecem a passar fome e a ficar sem casas para viver e carros para passear.

A Igreja católica local já disse que ninguém passará fome e haverá dinheiro para tudo através da Caritas, mas palavras leva-as o vento e quando os trabalhadores forem pedir esmola são capazes de levar coices.

 



publicado por uon às 16:14 | link do post

En el actual contexto de crisis económica del sistema, el Estado ha iniciado una oleada represiva que afecta a todos los niveles de la sociedad. El Estado desempeña el papel represor para mantener el orden establecido, y para ello, trata de extender su control a todos los sectores de la sociedad. Las calles están cada vez más llenas de cuerpos policiales, cámaras de video-vigilancia y seguridad privada entre otros medios de coacción. Muchos ejemplos (demasiados para incluir todos en un panfleto) podemos encontrar de esta oleada represiva: las brutales cargas y detenciones ejercidas por la policía en la manifestación antifascista de Vallekas, o las agresiones policiales en el juicio de Núria Pòrtulas, la detención de dos miembros de este mismo grupo y otro militante anticapitalista en Vallekas a los cuales se les acusa falsamente de haber atacado un establecimiento de comida basura… este clima represivo no solo se limita a Madrid si no que se extiende a todos los lugares de la geografía del Estado español.

La represión afecta también al ámbito sindical; aquelles trabajadores que deciden auto-organizarse y plantar cara a los abusos de la patronal, saliéndose fuera del sindicalismo de Estado, se ven expuestos al despido, al acoso y a innumerables ataques. La juventud recibe su buena dosis represiva, como no podía ser menos, ya sea mediante la violencia pura y dura, como podemos observar en la brutal represión ejercida contra les estudiantes en las manifestaciones contra el Plan Bolonia, o de una manera más sutil mediante su adoctrinamiento en las escuelas y facultades, o mediante el ocio dirigido.

Tampoco podemos obviar la represión que sufren nuestres compañeres preses, siendo el caso más notable (que no el único) la situación de Amadeu Casellas. Y como no podía ser de otra manera, el Estado no puede prescindir de los sectores de la extrema derecha y la Iglesia: el aumento de las agresiones de grupos fascistas, o las campañas de adoctrinamiento moral con la que la iglesia nos machaca día tras día. La violación de derechos fundamentales bajo la excusa de la “seguridad” y la “lucha antiterrorista”, los decretos municipales que impiden la difusión de propaganda a los movimientos sociales, las de sobra conocidas (y silenciadas) torturas en comisarías y cárceles, les detenides en las manifestaciones por la vivienda digna, aún en espera de juicio, o les procesades por el caso de Sant Pere Més Baix (4F), les detenides en la manifestación de apoyo a la revuelta griega en Madrid…

Esta labor de persecución a les disidentes está respaldada por uno de los pilares básicos del sistema: los medios de comunicación. Mediante la difusión de mentiras y de criminalización, las empresas de “comunicación de masas” se encargan de distorsionar la verdad y manipular a la “opinión pública”.

 

Ante esto, tanto a la juventud como a todo la clase trabajadora en general, solo nos queda auto-organizarnos y luchar, recuperar la solidaridad y el apoyo mutuo para resistir los ataques del capital, y pasar de una vez por todas de meras acciones de defensa contra la represión a acciones ofensivas contra el sistema, cuna de toda la injusticia. Solo mediante la destrucción del Estado, y la instauración de una sociedad sin clases, y sin ningún tipo de jerarquías, podremos convivir en un régimen de libertad y sin ningún tipo de coacción.

Grupo Anarquista Bandera Negra
Federación Iberica de Juventudes Anarquistas (Madrid)
bandera_ngra@hotmail.com

http://grupobanderanegra.blogspot.com

http://grupobanderanegra.blogspot.com/2009/10/represion-y-recorte-de-lib...



publicado por uon às 09:55 | link do post

Segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Sábado 10, a la hora del mediodía.

Decidimos cambiar el orden de las visitas empezando, esta vez, por la franquicia del centro Vialia, que es el local en el que trabajaba habitualmente nuestra compañera.

Llegamos y nos pusimos todxs en fila con nuestras revistas ante el negocio propiedad de Socipinchos S.L. y perteneciente al grupo Restalia, formando una cadena humana entre compañerxs. El local presentaba una buena afluencia de clientes, y tanto éstos, como los de los negocios de los alrededores y viandantes del centro, clavaron sus miradas en nosotrxs. Se veía cómo leían el mensaje, que está muy claro además: “100 Montaditos, paga lo que debes”, y muchos se acercaban a preguntarnos, con lo que les explicábamos el porqué de aquello y les hacíamos entrega de panfletos informativos. Algunos nos daban su apoyo y, conforme iba pasando el tiempo, se apreciaba que 100 Montaditos se iba vaciando hasta quedarse con apenas tres mesas ocupadas en la hora punta del almuerzo, cosa bastante inusual en un sábado. Hasta hubo clientes que nada más abandonar el sitio, se acercaron a nosotrxs diciendo que de haberlo sabido antes no hubiesen ni entrado. En vista del éxito que estaba teniendo nuestra acción, decidimos quedarnos todo el tiempo en esta franquicia, sin visitar la otra.

Como estábamos haciendo mella, la responsable, Carolina, llamó a la policía, que es algo que les gusta mucho hacer en este lugar, porque prefieren hacerse con el escándalo que supone la presencia policial en un lugar así, antes que pagarle a la compañera la deuda que con ella tienen. Pasaron varios cuerpos de nacionales, pero sin llegar a intervenir y marchándose al ver que nuestra actuación era pacífica, hasta que, a las dos horas de estar allí, aparecieron dos agentes que intentaron convencernos de que no podíamos estar allí, cosa que sabemos que no es así, después de tantas visitas. Eso indica que estábamos haciendo bastante pupa ese día en la recaudación y en la reputación de tan ‘acreditado’ negocio.

Sábado 17, a la misma hora.

Tras la acertada acción que realizamos el sábado anterior, éste, volvimos a repetir lo de hacer una única visita al mismo sitio, Vialia, excluyendo la del centro Larios. En esta ocasión, el local estaba casi vacío cuando llegamos. Nosotrxs hicimos lo de costumbre: colocarnos, desplegar las revistas… Al poco rato se acercó una pareja de la policía nacional, que intentó lo que la última, la vez anterior: que nos marchásemos o cambiásemos nuestra forma de actuar. Éstas no son más que tretas para que desistamos, pero nosotrxs sabemos por lo que estamos allí y conocemos cuáles son nuestros derechos, como sindicalistas que somos. Sabemos que existe la libertad de expresión y el derecho a la reivindicación y a la sindicación, y hacemos uso de ello. Como no pudieron hacer nada, ante nuestra legal acción, se marcharon sin más.

Avanzaba el tiempo, y se iba llenando el local, pero no del mismo modo como se veía en los de los alrededores, que son de la misma categoría a los 100 Montaditos, ¿sería por nuestra presencia?

Cabe señalar un último apunte, y es que, a la hora de irnos, repartimos panfletos a lxs clientes y esto no le agradó mucho a la encargada, por lo que mandó a una de sus subordinadas a hacer el trabajo sucio: agarrar con violencia y despotismo a la compañera, mientras intentaba arrancarle de las manos los panfletos restantes. Pero se les olvida que la compañera no está precisamente sola y tuvo que soltarla enseguida. Ni que mencionar tiene el espectáculo tan poco atractivo para lxs clientes, y ‘ejemplar’ para futuras y posibles candidatas a ocupar su puesto, que estaba dando. Esa es la imagen que da la empresa 100 Montaditos, y esa es la clase de empleadas que quieren para su negocio.

¡¡¡ 100 MONTADITOS, PAGA LO QUE DEBES!!! ¡¡¡ CAROLINA ABELLA MEDINA, HAZ QUE SOCIPINCHOS PAGUE!!!

100 MONTADITOS, LA VERGÜENZA DEL GRUPO RESTALIA

CNT-AIT en lucha!



publicado por uon às 18:07 | link do post

Sábado, 24 de Outubro de 2009
Comunicado del Sindicato de Servicios Públicos ante la dimisión del Alcalde de San Juan de Aznalfarache, Juan Ramón Troncoso.
 
LOS ERRORES DEL TRAMPOSO.
 


 

Vivía el señor don Juan Ramón Tramposo feliz en su castillo, cuando una trabajadora decidió denunciar sus contratos en fraude de Ley y aprovechar para dar a conocer la existencia de una Sección Sindical de CNT AIT al Ayuntamiento y al CEMAC . Inmediatamente le quitó 142,60 € mensuales de su nómina, y cuando la compañera protestó, le prepararon una encerrona con la PrimeraTeniente Alcalde Delegada de Personal y de la Mujer en la “Gran Sala del Trono” y la amenazó con echarla de todas todas. Soy un alcalde con mayoría absoluta y con tres años de legislatura por delante. ¿Qué te habías creído?.

Mira por donde, la compañera le salió rana, y comenzaron las movilizaciones. Exaltado de los nervios, cuando la trabajadora repartía panfletos contra el nefasto convenio colectivo que CCOO y UGT iban a firmar, instigado por estos, le prohibió a la trabajadora pisar cualquier dependencia que no fuera la suya, pisar el Ayuntamiento fuera de su horario de trabajo y salir a la calle a trabajar, ya que la calle es donde trabaja principalmente. Así no podría repartir nada. Atada a una silla.

A la par, la compañera, conocedora de que el Alcalde había decidido tirar las casas históricas del pueblo para especular con el suelo, lo informó a CNT y organizamos un movimiento ciudadano, ahora con entidad propia, que es la PLATAFORMA DE VECINOS CONTRA EL PGOU. En ese momento, al borde de la histeria colectiva, el señor Tramposo decide expedientarla por informar sobre un documento en INFORMACIÓN PÚBLICA. Panfletea ESOS ANARQUISTAS.... como si fuera un insulto.

Unos vecinos, molestos por el ruido que hace el metro que va en superficie y pegado a sus ventanas, acuden a la Plataforma de Vecinos contra el PGOU y a la Asociación para la Defensa del Territorio del Aljarafe, que CNT había avisado como experta en estos temas, y a CNT para que les ayuden también a organizarse, y constituyen su propia plataforma: LA PLATAFORMA CONTRA EL RUIDO de San Juan de Aznalfarache, con autonomía propia y eficiente modo de trabajar.

Llega la sentencia por represión sindical contra nuestra delegada, se acobardan y deciden dejar prescribir el expediente pero decide meter su plaza, siendo por sentencia ya trabajadora indefinida, en la oferta de empleo pública del 2.007.- Por lo que comenzamos una campaña contra las mentiras del Alcalde, pero, por si fuera poco con CNT, la Plataforma de Vecinos contra el PGOU, Plataforma de Vecinos contra el Ruido, Asociación para la Defensa del Territorio del Aljarafe, se mete en conflictos laborales con el Sindicato de Policías Locales y lo arregla a su manera, con expedientes disciplinarios.

El Defensor del Pueblo comienza a hacer preguntas sobre el ruido, sobre el PGOU… Vamos, sobre todo lo que está pasando.

En resumen, Un Alcalde, DON JUAN RAMÓN TRONCOSO PARDO y una Primera Teniente Alcalde DOÑA MARÍA DOLORES MOGOLLO, del PSOE con mayoría absoluta, han presentado su dimisión con fecha 19 de octubre.

FELICIDADES A TODOS LOS VECINOS Y TRABAJADORES DE SAN JUAN DE AZNALFARACHE.
 

Pero no por ello debemos de bajar la guardia, porque son los mismos Tramposos los que siguen en el poder.


publicado por uon às 19:12 | link do post

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