Terça-feira, 31 de Maio de 2011

Colunista do Wall Street Journal diz que, em tempos de crise, os portugueses mostraram preferência por um líder ou governo autoritários.

Não está está provado que assim seja.

Salazar apareceu no golpe de Estado chefiado por Gomes da Costa, e este golpe de Estado não foi votado por ninguém.

Salazar apareceu após o golpe como ministro da finanças de um governo que tornou autoritário e fascista com a entrada em cena de Salazar.

As finanças em baixa, as crises permanentes dos tempos da 1ª República e um operariado consciente revolucionário e anarquista e activo e com uma CGT/AIT forte apesar de todas as vicissitudes e manobras do PCP ditaram que o regime tivesse de ter uma metamerfose.

Salazar instituiu os sindicatos nacionais como forma de sabotar o movimento operário anarquista e tornar mansas as reivindicações populares.

Repressão dos sindicalistas revolucionários exemplo disso foi a greve geral de 1934 decretada pela CGT.

Depois foi o surgimento da PVDE com repressão politica económica e social com prisões de toda a gente que era contra o regime vigente.

O povo esse passava as passas do algarve, vivia mal, mal alimentado, passou a venerar Salazar como um Deus.

Salazar teve alguns problemas com Humberto Delgado um homem do regime, mas profundamente anti-salazarista, mas depressa montou uma cilada e tirou Delgado de cena.

Salazar além de ditador comecou a ter problemas com movimentos de libertação surgidos em Angola, Moçambique e Guiné e aí foi o pincipio do fim de Salazar com a queda da cadeira.

O povo português é devoto de Fátima e dos milagres que nunca aconteceram, passivo e está cansado de sofrer, está habituado a ir a casa de banho de automóvel, é comodista e quem tem olho é rei, é pouco solídário com o vizinho, mas tem bom coração com o Banco Alimentar, por causa dos pobrezinhos, não está habituado a ter de pensar como sair dos problemas, e outros pegam nisso e pensam por ele e lixa-no.

E assim temos o bom povo português.

 



publicado por uon às 15:21 | link do post

Cerca de uma dezena de pessoas ao Ritmo de Resistência percorreram ontem o Rossio e a Praça do Comércio para protestar contra o "dia da defesa nacional" que obriga os jovens a irem aos quartéis manejar armas e fazer provas com risco de vida.

Na semana passada morreu uma jovem no Porto em consequencia desse facto.

A arruada desceu a rua Augusta, em Lisboa e a meio e no fim da mesma foi lido o comunicado da PAGAN e depois seguiu até ao ministério da defesa na praça do Comércio e foi dito alto e bom som para os militares fazerem um novo "25 Abril " em vez de andarem a brincar ao dia da defesa nacional para pôr isto na ordem que está um caos politico e social.

Pelo meio os transeuntes foram convidados a ir ao Rossio a Assembleia Popular que se realizava ontem.

Depois a arruada seguiu o mesmo trajecto até ao Rossio.



publicado por uon às 09:53 | link do post

Segunda-feira, 30 de Maio de 2011

http://ait-sp.blogspot.com/2011/05/boicote-lotto-e-finta.html

 

 

Os nossos irmãos brasileiros da COB estão em luta em empresa Lotto e Finta.



publicado por uon às 16:47 | link do post

A campanha do PNR na televisão pauta-se por autêntico revanchismo pró-salazarento.

Primeiro o PNR faz campanha contra os emigrantes que cá trabalham e dão o seu suor por este país a troco de quase nada.

O PNR era para estar agradecido, mas ele pensa que os emigrantes tiram o emprego aos portugueses e cometem crimes.

Por essa ordem de ideais os emigrantes portugueses que estão em França na Alemanha e Suíça também seriam expulsos pelos PNR lá do sítio e certamente este partido estava a favor.

Esta teoria além xenofoba é estupida estes fachos ainda estão na idade da pedra.

Também lá aparece um velha que deixou de ser portuguesa por causa do 25 A, mas felizmente tinha o PNR.

Claro nós estamos a favor do 25 A e o que trouxe de bom: liberdade e a revolução que se seguiu:ocupações de casas, terras e empresas e melhoria do nível de vida da população muito com a luta dos trabalhadores e do povo.

Mas estamos contra o 25 de Novembro que é a dona desta sociedade que retornou aos poucos para um 24 de Abril ainda que encapotado.

Este regime não é o do 25A mas sim do 25N e por isso estamos todos a sofrer a repressão politica económica e social onde a palavra de ordem é retirar tudo aos trabalhadores na saúde, educação, liberdade, salário , exploração, etc, pela mão dos fascistas do PSócrates e dos seus companheiros de jornada o PSD e CDS.

Este Portugal está entregue aos fachos que chupam o tutano ao povo, mas se é assim é por que o povo quer.

 

 



publicado por uon às 16:10 | link do post

Sábado, 28 de Maio de 2011

En el Teatro Verdi colgaban las banderas rojinegras que engalanaban los palcos y el medio millar de personas que abarrotaba la sala ubicada en el corazón de La Boca. Podía remitir a una imagen sacada de otra época en la que los congresos obreros eran frecuentes en el barrio porteño. Sin embargo, el aniversario de la Federación Obrera Regional Argentina, que el pasado 25 de mayo cumplió 110 años de existencia, lejos de convertirse en un acto de evocación nostálgica de tiempos gloriosos, supuso un acto de reivindicación del resurgir del sindicalismo revolucionario.

Durante más de cuatro horas, los más de 500 trabajadores llegados desde diferentes puntos del país, repasaron la historia de la organización y analizaron la perspectiva de lucha actual. En esta época las prácticas foristas encuentran vigencia y legitimidad a causa de la dictadura sindical de la CGT, corporativista y servil a los intereses de la patronal,  que cada vez se alejada más de ser la respuesta que esperan los obreros.

Por el escenario del teatro fueron pasando diferentes actores del pasado y presente de la FORA quienes desgranaron desde diferentes posiciones las claves que llevaron a esta organización centenaria a escribir las páginas más brillantes del movimiento obrero argentino. Además, se realizó un análisis de las perspectivas de acción que se abren tras el importante proceso de reestructuración llevado a cabo por las nuevas generaciones que han logrado situar nuevamente a la FORA como una herramienta firme que tienen los trabajadores para lograr su emancipación.

El acto, que también contó con la presencia de Carlos Martín, militante de CNT (España) y delegado de la Asociación Internacional de los Trabajadores (AIT), congregó a miembros de todas las Sociedades de Resistencia de la Federación además de colectivos anarquistas afines que mostraron su respaldo a una organización gremial, que no sólo puede presumir de ser la única que se mantiene fiel a su ideario, sino que con firmeza empieza a renacer en Argentina.

Secretaría de Prensa, Consejo Federal
FORA (foracf@fora-ait.com.ar)
26 de mayo de 2011


publicado por uon às 16:56 | link do post

O tribunal decretou a prisão preventiva para a jovem que pontapeou com a ajuda de outra e para quem filmou o acto.

A agressão foi grave, mas isto é muito (a)normal entre jovens daquelas idades, e com a onda de fazer (in)justiça só por que pode (criar alarme social), por parte do Estado e dos seus agentes diríamos que foram mais papista que o cardeal.

O Estado tenta criminalizar tudo o possa horrorizar a população e criar um clima de medo, para as pessoas não lutarem contra as injustiças que vimos todos os dias na sociedade.

Os agentes do Estado foram muito lestos em encontrar os jovens para fazer a tal justiça estatal, mas não são lestos a identificar os agentes da PSP, que agrediram e disparam gratuitamente sobre os manifestantes do 1º Maio em Setúbal, na festa universitária, e em outras ocasiões, mas aí a justiça estatal parece que não vê ou não quer ver.

Nunca o Estado fará uma verdadeira justiça enquanto existir tanta desigualdade social e houver uma justiça para ricos e outra para pobres.

A justiça estatal é encerrar as pessoas em campos de concentração e maltrata-las e priva-las da liberdade.

 



publicado por uon às 16:09 | link do post

Sexta-feira, 27 de Maio de 2011

16 mil e 92 trabalhadores tinham salários em atraso, em 2010, no valor de 28,4 milhões de euros.

Segundo dados da Autoridade para as Condições do Trabalho (ATC), este número representa mais 3800 trabalhadores do que em 2009.

Os sectores afectados são o comércio, industria hoteleira e construção.

Os trabalhadores são grandes as vitimas desta situação.

Os patrões aproveita-se da crise para não pagar, mesmo que não estejam em dificuldades financeiras.

As entidades de fiscalização do Estado também são parte do problema por que não actuam e a impunidade acentua-se e também os sindicatos estão de pés e mãos atadas.

Os trabalhadores estão sozinhos nesta selva.

 



publicado por uon às 13:52 | link do post

Quinta-feira, 26 de Maio de 2011

El compañero Raúl F., representante de la sección sindical de la CNT de Sagunto, en la empresa VAERSA, ha recibido la sentencia de despido que adjuntamos, al recibir la sentencia, consecuencia de su demanda de fijeza a esta empresa pública dependiente de la Generalitat valenciana.

(El compañero Raúl era mantenido por la empresa como fijo-discontinuo, cuando era fijo.

El compañero interpuso demanda a VAERSA, para que esta reconociera su demanda como fijo y de esa manera sentar precedente y reclamar la del resto de los compañeros.

 La empresa ha actuado en el mismo instante en el compañero recibe la sentencia, que vamos a recurrir, intentando con ello castigar a la sección sindical a fin de evitar demandas posteriores.

Con ello que se atenta contra la libertad sindical y los derechos fundamentales. Pedimos a todos los compañeros que ACTUEN, enviando faxes y correos electrónicos con el siguiente escrito:

VAERSA: BASTA DE REPRESIÓN SINDICAL, READMISIÓN COMPAÑERO RAÚL YA.

vaersa@vaersa.com Fax: 96 197 19 83

alicante@vaersa.com Fax: 96 593 68 60

castellon@vaersa.com Fax: 96 423 69 82



publicado por uon às 15:28 | link do post



publicado por uon às 14:30 | link do post

Passos Coelho quer reavaliar a Lei do Aborto.

Passos esteve ao lado da actual Lei do Aborto mas agora quer reavalia-la.

O signatário não é nem contra nem a favor do aborto, isso é uma opção pessoal da mulher,  porque ela é que o faz.

Qualquer um de nós é contra o aborto, mas as pessoas fazem abortos não por desporto, mas por necessidade de não ter condições para criar um filho.

Sócrates é um digno defensor do aborto, por que ele sabia que ia conduzir o país a esta miséria, e também conduziu milhares ou milhões de pessoas à portas da miséria.

Sócrates sabia que tinha que haver abortos, e até continuou com o rendimento mínimo e agora até tirou uma parte ao rendimento mínimo.

Mas os abortos também custam dinheiro a todos nós que sai dos impostos dos trabalhadores.

Se Passos Coelho quiser reavalia-lo para cima ou para baixo muito bem.

Se quiser reavalia-lo para cima ou seja aumentar o número de semanas é por quer conduzir o país a mais miséria para haver mais abortos.

Se quiser para baixo é só aumentar o nível de vida dos trabalhadores que automaticamente baixa.

Também o número de semanas é relativo uma vida é sempre uma vida com uma semana ou com 30 semanas.

Também os fundamentalistas anti-aborto sempre preocupados com o aborto e nada dizem sobre as milhares de crianças, jovens, adultos e velhos que vivem abaixo de cão.

Os fundamentalistas anti-aborto pró-católicos também nada dizem as bombas da Nato que destroem e matam  na Líbia e Afeganistão e mataram no Iraque nas guerras por eles provocadas.

 



publicado por uon às 13:48 | link do post

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