Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

O governo PSD/CDS prepara-se para criar um imposto extraordinário de 50% que incidirá sobre o subsídio de Natal.

O governo precisa de como "pão para a boca" de reduzir o défice e não encontra outro caminho do que o imposto sobre os salário dos trabalhadores a partir dos 400 euros.

Os ditames do FMI/CEE são para cumprir à risca senão não vem os empréstimos destas organizações e para isso as classes mais baixas é que vão sofrer na carne as reduções nos magros salários.

O governo tinha margem de manobra para reduzir o défice que era sacar um imposto sobre os grandes rendimentos e sobre as grandes empresas e bancos.

Mas não, estas empresas são intocáveis e o  governo faz o mesmo que os anteriores governos fizeram taxar nas classes baixas e nas classes médias, que irão ter ainda mais dificuldades em fazer face à vida.

Quando há dificuldades financeiras as classes baixas são sempre as prejudicadas do costume, até um dia.



publicado por uon às 16:17 | link do post

http://www.cnt.es/noticias/hacia-la-huelga-general



publicado por uon às 15:13 | link do post

Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

O programa de governo da coligação PSD/CDS compõe um conjunto de medidas e privatizações que vão afectar os trabalhadores portugueses.

Aumento dos impostos IVA/IRS aumentos de bens e serviços essenciais e uma onda privatizados de empresas como a TAP e empresas de transportes, energia, saúde e tudo o mais que dê lucro pode ficar na mão de privados.

A legislação laboral também vai ficar mais restritiva para os trabalhadores, ficando o patronato com grande capacidade para explorar os trabalhadores e torna-los escravos e despedi-los como quiserem.

Para o funcionários públicos vem aí os acordos mútuos que não se sabe bem como vão funcionar.

O governo deverá querer galinha gorda por pouco dinheiro e os funcionários não deverão ir na onda por qualquer preço.

O TGV e o aeroporto também vão ficar suspensos.

Com este programa de governo o país e os trabalhadores vão ficar cada vez mais a mercê da FMI/CEE.

Como não temos praticamente sindicatos (CGTP/UGT) em Portugal, que defendam os trabalhadores, os mesmos ficam sozinhos e cada por sí o que é muito mau para as classes exploradas.

Se os trabalhadores não reagirem e ficarem submissos e nada fizerem para quebrar a hegemonia do capital e do governo a toada atacante vai ser cada vez maior.

 

 



publicado por uon às 16:15 | link do post

Terça-feira, 28 de Junho de 2011

Bernardo Bairrão ficou de fora do Governo de Passos por que fez criticas sobre a privatização da RTP.

Passos como quer privatizar a RTP não gostou e meteu Bairrão fora do Governo.

Antes um Bairrão fora do governo do que uma RTP privatizada.

É evidente que a televisão  tem muitos programas da treta.

Muitos programas folclóricos de manha e de tarde de duvidosa cultura e para encher o tempo e com comentadores e apresentadores encartados e muito caros a falar dos crimes do padre amaro que já cheiram mal.

Estão constantemente a alterar os cenários e isso custa muitos milhares.

Os "prós e contras" só lá vão sempre as mesmas figuras e para falar do estado a que foi votado este país e com uma assistência ensonada e que não intervêm.

Até Cavaco e o Cardeal se a televisão for privatizada as suas celebres alocuções no Natal vão ter de ser pagas aos privados.

A RTP tem de levar uma grande volta, melhorar a programação, acabar com os programas pimba.

A televisão pública virou um feudo do PS e do PSD que se alternam no poder e fazem dela fonte da sua campanha eleitoral permanente.

Há muito futebol pago a peso de ouro com os impostos de todos nós.

A RTP 2 consegue ter uma programação mais cultural, mas precisa ser melhorada.

Precisamos de uma programação cultural que promova o bem estar social das populações e não uma televisão ao serviço dos partidos que (se) governam este país e exploram os trabalhadores.

 



publicado por uon às 10:37 | link do post

Segunda-feira, 27 de Junho de 2011

http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/portugal2011/article684291.ece

 

Os beneficiários do rendimento mínimo e desemprego vão ser obrigados a trabalhar no Estado e na solidariedade social.

Esta é uma medida do novo governo.

O estado e na solidariedade social o governo vai acabar por explorar estes trabalhadores por que vão fazer muitas horas e vão ter como beneficio o rendimento mínimo que é uma miséria.

O Estado em vez de dar esse rendimento criava postos de trabalho com um salário digno em vez de andar a explorar esta mão-de-obra que nem sequer pediu nada, antes foi, uma medida eleitoral à qual o povão menos esclarecido não está de acordo.

Também em relação aos detentores do crimes violentos etc vai ser apreciada a retirada ou não deste subsídio.

Mas o que é que não violento nesta sociedade e faz as pessoas serem violentas por que são violentadas diariamente e estas medidas são uma forma de violência dos poderosos sobre os mais pobres.



publicado por uon às 17:24 | link do post

Marcelo Rebelo de Sousa disse que Passos "entrou com o pé direito".

Até agora ainda não se viu nada.

Pode continuar assim Sr. Passos Coelho e não antecipe a austeridade para combater o défice.

Já o seu antesucessor Sócrates fez o mesmo e viu-se onde isto chegou.

Os governantes não sabem governar doutra maneira senão com aumentos ou cortes e com repressão economica e social sobre os trabalhadores.

Tire aos ricos e não aos pobres.

Os ricos tem margem de manobra, os pobres estão tão apertados que já não tem margem para tanto sacrificio.

É no mínimo injusto e pouco cristão retirar salários a quem ganha pouco.

Também não sabemos se é pouco cristão ou muito e se Cristo viveu ou não e se praticou aquilo que dizem dele.

No final do comentário (ver video) em www.tvi.pt  disse uma coisa que agora não lembra mas que é um verdadeiro embuste.

 

 

 



publicado por uon às 10:12 | link do post

Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

 

 

 [aplebe_005.jpg] 

Entendemos como sindicato a aquella organización de trabajadores/as
que se organizan para la defensa de sus intereses sociales, económicos
y profesionales dentro del entorno laboral y la actividad de
producción. En la CNT somos los/as trabajadores/as quienes nos
organizamos por ramos de producción formando sindicatos y estos
sindicatos se federan entre sí en Federaciones Locales, estas a su vez
en Federaciones Regionales y estas a su vez se confederan entre sí.
Pero esto tiene un problema, y somos las personas que por
circunstancias sociales y económicas propiciadas por el estado y el
capital, aun siendo trabajadores/as en activo, nos encontramos en
situación de desempleo. Situación delicada para cualquier persona, que
si se amplia en el tiempo puede acarrear terribles y dramáticas
consecuencias tanto personales, como familiares y sociales
desembocando en un terrible sock y en la exclusión social.

Como se esta viendo actualmente en este contexto en el cual los
capitalistas tienen sometido a la clase obrera a una crisis sin
precedentes en la triste historia del estado Español, mientras los
políticos solo se dedican a seguir parasitando, chupando, robando del
bote y los banqueros siguen engordando cada vez más. La protección
social que garantiza el Estado (Estado del Bienestar) es pésima e
insuficiente: Familias enteras con todos sus miembros en paro sin
ningún tipo de subsidios, desestructuración, desahucios etc. El estado
del bienestar tiene su raíz en evitar el malestar social que llevó a
Europa a la Segunda Guerra Mundial. Es un pacto social que establece
un reparte equitativo de los beneficios y de la riqueza entre la
población. Actualmente, la miseria a la que estamos condenados los
trabajadores/as es gestionado por ONG's y asociaciones formadas por
buitres carroñeros, más que por personas con inquietudes sociales. El
estado del bienestar, mandatado por el neoliberalismo, esta siendo
desmantelado y privatizando. Las ONG's, asociaciones y otras empresas
se lucran a costa de subvenciones y concesiones que reciben de los
estados a costa de mantener la miseria bajo mínimos y ejercer
actividades que para nada acaba con la miseria, sino que la aumenta y
la mantiene. Por lo tanto hasta los pobres somos rentables aunque no
produzcamos.

Como trabajadores/as que somos organizados en CNT, es deber nuestro el
fomentar entre los compañeros/as pertenecientes al sindicato en
situaciones tan delicadas como la de encontrarse en paro, la
autoorganización de los mismos para su autoprotección social, el
fomento y la exigencia entre la clase obrera de las reivindicaciones
de la CNT para acabar con esta lacra que nos atormenta como
trabajadores/as:

*
Jornada Laboral de 30 horas semanales sin reducción del salario.
*
Reducción de la edad de jubilación a los 55 años sin reducción
del salario.
*
No a los destajos
*
No a las horas extra
*
No al trabajo temporal
*
Control por parte de los sindicatos de las bolsas de trabajo

Por tanto, la actividad de la asamblea de parados de CNT de Madrid
consistirá en:

* Creación de comisiones para hablar con las empresas.
* Concienciación de otros trabajadores/as en INEM`s, ETT`s y otros
lugares donde existan obreros/as en búsqueda de empleo
* Impedir desahucios de nuestros/as compañeros/as
* Apoyo mutuo entre los/as parados/as y todos los trabajadores/as
en activo de la Federación Local para asegurar las necesidades básicas
de todos nuestros compañeros/as mediante la autogestión.

La finalidad es la inserción en el mercado laboral con un puesto fijo,
estable, bien remunerado que satisfaga las necesidades de nuestros/as
compañeros/as para acabar con esta situación. Todo ello, claro está,
coordinado con la lucha del anarcosindicalismo para las mejoras de las
condiciones de los/as trabajadores/as y seguir impulsando a nuestra
organización como herramienta lucha para la totalidad de la clase
obrera y seguir construyendo el cambio social hacia el comunismo
libertario.

http://asambleadeparadoscntmadrid.blogspot.com/



publicado por uon às 11:03 | link do post

Quarta-feira, 22 de Junho de 2011

Passos Coelho não vai dar posse aos governadores civis que assim se extinguem.

Os governos civis de distrito é um organismo estatal que data do tempo da outra senhora (24 de Abri) e chegou aos nossos dias.

Este organismo é um cargo politico que detinha quem ganhava as eleições e esteve na mãos do PS/PSD/CDS  desde o 25A de 74.

Geralmente era um cargo não muito apetecível para as primeiras linhas dos partidos.

Só desconhecidos é que eram nomeados, como ex.presidentes de Câmara.

As competências do GC eram nos domínios das corporações:passagem de passaportes, tinham ligações às autarquias, bombeiros, protecção civil e competências policiais:legalizações de manifestações, jurisdição na área da intervenção repressiva policial.

Os governos civis acabam, mas as suas competências são transferidas para outros organismos do Estado, porque descalços eles não ficam.

O "Estado" até podia funcionar desde que fosse abolido os seus organismos repressivos (exércitos policias, tribunais, impostos, etc) por o problema está aí.

Desde que os organismos repressivos sejam abolidos a máquina estatal e governativa não funciona.

As Assembleias de pessoas passavam elas próprias a organizar-se e a decidir o seu destino não necessitando de representantes eleitos pelos partidos.

 

 



publicado por uon às 14:50 | link do post

Terça-feira, 21 de Junho de 2011

Rui Tavares deputado do BE no Parlamento Europeu abandonou o partido e passou a independente.

Desde a moção de censura que o Bloco começou a definhar.

Já antes o apoio ao candidato perdedor do PS a Belém Manuel Alegre foi o começo para começar a descer na escala partidária.

Depois foi não terem ido negociar com o FMI.

As eleições ditaram a perda de metade dos deputados.

O Bloco atracou-se demasiado ao PS, no principio teve algum sucesso, devido a má governação de Sócrates.

Depois começou a fazer oposição declarada ao PS e isso foi fatal.

Depois colou-se aos PCP e os resultados estão à vista.

A politica do Bloco resumia-se a temas laterais:Aborto, homossexuais e esses temas acabaram e agora temos uma crise económica e social.

O Bloco ficou esvaziado, não tem assunto.

O Bloco tinha um sonho ser governo a breve trecho e a todo o custo.

O Bloco está ainda mais à direita que o PCP o espaço está ocupado por outros.

Dentro do reformismo reinante e conciliador já basta o PCP.

Serem "revolucionários" como no tempo da UDP/PCR/PSR também está fora de moda.

A alternativa única só pode ser libertária anarcosindicalista e anarquista e fora dos partidos assim queira o pessoal desta área construir alguma coisa.

 



publicado por uon às 16:41 | link do post

O anterior governo de Sócrates na agonia do seu reinado ainda teve tempo de dar o seu aval para o despedimento de metade dos trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

Esta empresa estatal dependente do Ministério da Defesa é a única que ainda resiste no âmbito da construção naval, mas muito aquem das suas capacidades.

Esta empresa é bastante importante localmente por que dá trabalho a muitos operários da região, mas também por que constroi navios de pequena e média dimensão do ponto de vista económico nacional.

Por seu turno a Comissão de Trabalhadores está contra por um lado, mas é a favor por outro por que apoia o despedimento de trabalhadores, mas não tantos como o governo.

Governo e CT entende-se que deve haver despedimentos mas discordam no número, o que não deixa de ser sintomático que os representantes dos trabalhadores traiem os trabalhadores na hora H.

Também o nouvel governo de Passos Coelho terá culpas no cartório se permitir tal despedimento e não fizer nada para impedir os despedimentos totais ou parciais nos Estaleiros Navais de Viana.



publicado por uon às 15:26 | link do post

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