Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011

O texto abaixo relata de como um simples agente técnico no Banco Pinto de Magalhães se torna um dos homens mais ricos de Portugal.

A maioria das pessoas pensa que a fortuna de Belmiro de Azevedo veio de heranças ou coisa no género.

Segundo o relato Belmiro de Azevedo fora militante da UDP (União Democratica Popular)  e e era uma especie de coordenador da CT (comissão de trabalhadores) que controlava o banco.

Foi assim que muitos espertalhões no calor do verão quente de 74/75 se tornaram donos e senhores de muitas empresas sem mexerem uma palha e enquanto os trabalhadores andavam na luta nas ruasa defender o seus direitos, os mesmos manobravam na sombra e por isso é que o 25 de Abril que foi uma esperança para o povo e para os trabalhadores deu no que deu e chegamos ao último reduto dos tesos.

 

 

Como o Belmiro começou a enriquecer...

...Nadava nas águas da UDP...

 

Quando, em 14 de Março de 1975, o governo de Vasco Gonçalves nacionalizou a banca com o apoio de todos os partidos que nele participavam (PS, PPD e PCP), todo o património dos bancos passou a propriedade pública. O Banco Pinto de Magalhães (BPM) detinha a SONAE, a única produtora de termolaminados, material muito usado na indústria de móveis e como revestimento na construção civil. Dada a sua posição monopolista, a SONAE constituía a verdadeira tesouraria do BPM, pois as encomendas eram pagas a pronto e, por vezes, entregues 60, 90 e até 180 dias depois. Belmiro de Azevedo trabalhava lá como agente técnico (agora engenheiro técnico) e, nessa altura, vogava nas águas da UDP. Em plenário, pôs os trabalhadores em greve com a reclamação de a propriedade da empresa reverter a favor destes. A União dos Sindicatos do Porto e a Comissão Sindical do BPM (ainda não havia CTs na banca) procuraram intervir junto dos trabalhadores alertando-os para a situação política delicada e para a necessidade de se garantir o fornecimento dos termolaminados às actividades produtoras. Eram recebidas por Belmiro que se intitulava “chefe da comissão de trabalhadores”, mas a greve só parou mais de uma semana depois quando o governo tomou a decisão de distribuir as acções da SONAE aos trabalhadores proporcionalmente à antiguidade de cada um.

É fácil imaginar o panorama. A bolsa estava encerrada e o pessoal da SONAE detinha uns papéis que, de tão feios, não serviam sequer para forrar as paredes de casa… Meses depois, aparece um salvador na figura do chefe da CT que se dispõe a trocar por dinheiro aqueles horrorosos papéis.

Assim se torna Belmiro de Azevedo dono da SONAE. E leva a mesma técnica de tesouraria para a rede de supermercados Continente depois criada onde recebe a pronto e paga a 90, 120 e 180 dias…

Há meia dúzia de anos, no edifício da Alfândega do Porto, tive oportunidade de intervir num daqueles debates promovidos pelo Rui Rio com antigos primeiros-ministros e fiz este relato. Vasco Gonçalves não tinha ideia desta decisão do seu governo, mas não a refutou, claro. Com o salão pleno de gente e de jornalistas, nenhum órgão da comunicação social noticiou a minha intervenção.

Este relato foi-me feito por colegas do então BPM entre eles um membro da comissão sindical (Manuel Pires Duque) que por várias vezes se deslocou na altura à SONAE para falar aos trabalhadores. Enviei-o para os jornais e, salvo o já extinto “Tal & Qual”, nenhum o publicou…

 

Gaspar Martins, bancário reformado, ex-deputado



publicado por uon às 16:04 | link do post

Quinta-feira, 25 de Agosto de 2011

Sónia Fertuzinhos disse a pretextos dos aumentos em plenos pulmões no parlamento que "Se não queremos tumultos sociais, é bom que as medidas sejam explicadas em bom momento".

O povo português não come explicações ao pequeno almoço. Todos nós sabemos que os transportes públicos (carris metro, cp, Transtejo, e comboio na ponte andam cheios de gente, a electricidade é produzida em barragens com águas naturais, a água que bebemos é da chuva, os ordenados são os mais baixos da Europa, as rendas idem aspas, os empréstimos são pagos a peso de ouro aos bancos, as propinas nas universidades e secundárias são caras e aonde é que está o nosso dinheiro que a gente paga todos os meses.

Os governantes são os mais bem pagos das Europa, mas também são os piores da Europa. Os deputados pagos a peso de ouro e só servem para levantar o braço e fazer barulho.Temos um Estado roto.

A senhora deputada está a antever já tumultos nas ruas do país por isto já não vai lá com conversa, é preciso é actos que forcem o sistema a mudar o rumo.

Os rebeldes líbios apesar de estarem a ser levados pelas mentiras da Nato, por questões petroleiras estão contra Kadhafi e o que é que fizeram revoltaram-se mas agora tem descalçar a bota da Nato e dos novos senhores que se vão instalar.

Aqui em Portugal a situação é a mesma ou nos revoltamos e é legitimo por que sempre desde os primórdios da humanidade houve conflitos e quando não se resolvem pela via pacífica e com sindicatos, passou-se à segunda fase da porrada ou vamos andar a ser explorados diariamente.

 



publicado por uon às 10:35 | link do post

Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

Joe Berardo, que é o número onze na lista dos portugueses mais abastados, considera que “temos que nos ajudar uns aos outros” e está disposto a pagar mais impostos.

Parece que a moda está a pegar e de se benemérito e pagar mais impostos. A onda começou nos states e já se estendeu até à Europa.

Fica bem esses sentimentos, mas a questão não é pagar mais imposto por não se sabe para onde vão, se para armas ou para festas ou coisas do género, por favor não meta dinheiro não mãos dos esbanjadores.

Sr. Berardo não se deixe ir na onda das benfeitorias de entregar impostos ao Estado, quando pode fazer essa benfeitoria para quem trabalha para si e distribuir melhor a riqueza produzida equitativamente por si e pelos seus trabalhadores que devem ganham muita mal.

 

 



publicado por uon às 14:50 | link do post

O número de pessoas que procura ajuda para comer aumentou entre 20 a 30 por cento em Portugal desde 2008, altura em que a situação económica piorou, disse à Lusa o vice-presidente do Centro de Apoio aos Sem-Abrigo (CASA).

Os governos fizeram o impossível criar mais 20 a 30%  de sem abrigo. Enquanto que os ricos conseguiram amealhar mais uns tostões para o seu pecúlio, os pobres cresceram muito à custa do desemprego verificado nos últimos anos em Portugal.

Qualquer um de nós trabalhadores pode ser um candidato a engrossar as listas desempregados e daí até sem-abrigo é um passo.

Mais um crime que os governantes do PS/PSD e agora do CDS que tem passado pelo governo tem cometido crimes humanitários contra as pessoas e tem transformado trabalhadores em sem-abrigo.

Crimes humanitários não é só os crimes de guerra, mas também os crimes que os governos caseiros cometem com a sua politica de terra queimada.



publicado por uon às 10:19 | link do post

Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

 

Comentário do (Sol)

 

É a NATO que faz todo o trabalho militar, não os rebeldes, afirma o jornalista Thierry Meyssan
Soubemos que a NATO trouxe um barco até as proximidades de Tripoli, do qual foram desembarcadas armas e forças especiais. Desde então as coisas vão cada vez pior. […] São franceses e britânicos! Desde o início que são eles que fazem tudo. […] A NATO bombardeia de maneira aleatória para aterrorizar sempre mais. É difícil dizer se o perigo é tão importante quanto parece. As ruas da cidade estão vazias. Toda a gente permanece encerrada em sua casa.
[…] Viu-se com efeito bandos que se agitam e que não são formados militarmente. É pura encenação, não é realidade. A realidade é que todos os combates são travados pela NATO. E quando o objectivo é atingido, as tropas da NATO retiram-se. Então chegam pequenos grupos – vê-se de cada vez uma vintena de pessoas – mas na realidade nunca são vistos em acção. Em acção estão as forças da NATO. […] São as forças da NATO que chegam em helicópteros Apaches e metralham todo o mundo. Ninguém pode resistir, no terreno, face a helicópteros Apaches que bombardeiam. É impossível. Portanto não são os rebeldes que fazem o trabalho militar. Isso é anedota! É a NATO que faz tudo. Depois de eles se retirarem, então vêm "os rebeldes" fazer a figuração. É isso que você vê difundido nas cadeias de TV.
[…] As pessoas estão paralisadas pelo medo. Atira-se de toda a parte. E além disso bombardeia-se. [...] Já fui ameaçado por jornalistas norte-americanos, que disserem querer matar-me. Mas depois apresentaram desculpas... Não tenho dúvida nenhuma sobre suas intenções.
O original encontra-se em http://www.silviacattori.net/article1829.html



publicado por uon às 15:04 | link do post

ISTO AINDA VAI ACABAR POR PROVOCAR UMA REVOLUÇÃO E O PIOR É QUE EM VEZ DE SER UM 25 DE ABRIL

 ATÉ PODE SER UM 28 DE MAIO.


 

Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE

É uma golpada com muita classe, e os golpeados somos nós....

Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente
de uma coisa chamada ERSE, ou seja, Entidade Reguladora dos Serviços
Energéticos, organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem,
poucos devem saber para o que serve.
 
Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo
porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem
maiores. Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e
risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregadora, quaisquer reparos,
subsídios ou outros quaisquer benefícios.
 
Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa
com 12 mil euros por mês durante o máximo de dois
anos, até encontrar um novo emprego.
Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas
você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».

 
E eu respondo: «Pois disse. Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade
própria!».
 
E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais
12 000 por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador
que se despede e fica a receber seja o que for?
».
 
Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já
respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração
da ERSE foi aprovado pela própria ERSE
». E que, «de acordo com artigo 28 dos
Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao
estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
 
Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE forem mais vantajosos para os seus
gestores, o estatuto de gestor público não se aplica.
 
Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde
a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a benção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.


Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. 
Mas, voltemos à nossa história...

O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 
 
Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE? A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o
sector energético.

E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?». Parece que não.

A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço.
 
Ou seja, a ERSE não serve para nada.
Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores. Aliás, antes da questão dos
aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte, estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.



publicado por uon às 11:27 | link do post

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=93&did=169649

 

Afinal os rebeldes líbios não ocuparam Tripoli. Este grupo terrorista apoiado pela Nato não tem tido sorte no confronto com Kadhafi.

A Nato e as suas bombas é que provocado milhares de mortos nas cidades líbias.

Não fosse a Líbia um grande fornecedor de petróleo a Nato e os Ocidentais não ligavam nenhuma.

Para Kadhafi ser julgado também os Generais da Nato, Sarkhozi, Cameron, Portas e Passos, Berlusconi são os principais protagonistas nesta guerra injusta, deviam ser julgados pelo Tribunal Penal de Haia, que é uma prisão de ricos.

Até em Portugal temos um governo que nos vai ao bolso para satisfazer os ditames da troika.

Se isto não é um crime contra a humanidade retirar o rendimento mínimo a pessoas necessitadas e desempregadas, enquanto os membros do governo e o aparelho que lhe dá apoio vivem na abastança.

 



publicado por uon às 10:19 | link do post

Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

O Ministério da Educação reúne hoje e amanhã com os sindicatos para negociar o novo modelo de avaliação.

A guerra entre governo e sindicatos continua.Governo quer uma coisa e sindicatos outra.Estamos num impasse e não saímos daqui.

Admiti-se que esta avaliação não serve os professores os principais protagonistas.Este governo como anterior quer remar contra a maré.

Também o funcionalismo público, ministérios e autarquias tem uma avaliação anual que serve os seus interesses e ainda para mais com os cortes e aumentos zero, que tem havido.Só que o sindicatos do Estado são permissivos dizem que não e lá no fundo aceitam tudo.

Funcionários públicos, professores, médicos, enfermeiros etc. tem todos o mesmo patrão o governo, então façam-se uma avaliação simples e adequada a estas classes, e não uma avaliação para cada classe o que é embirração.

Não se percebe o porquê das avaliações e qual o seu objectivo.Não aumente o governo a inflação e também não será necessário aumentos salariais, uma coisa sem a outra é que não se entende.

 



publicado por uon às 17:15 | link do post

Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011

Después de importunar en otras ciudades del estado español, ahora el "tour" papal pisa Madrid, y lo hace nada menos que bajo el nombre de "Jornada Mundial de la Juventud". Curioso nombre para un acto promovido por un señor de más de 80 años y su geriátrica cohorte.

La iglesia católica ve reducirse poco a poco su imperio ideológico, algo de esperar, dado el descrédito provocado por ella misma tras casi dos mil años de mentiras, asesinatos y oscurantismo, de manera que se ve en la necesidad de intentar pescar seguidores allá donde pueda. Y, claro, sus mentes pensantes no pueden dejar escapar el "filón" que para ellos supone la gente joven. Así, esta vetusta y rancia institución trata de mostrar su cara más "desenfadada" e "informal": jóvenes del mundo, all together now, por el "camino de la fe", y todo ese sobado y estúpido discurso que ya conocemos de sobra. Toda una campaña de marketing destinada a lavar el mayor número de jóvenes cerebros posible.

Pero quienes todavía poseemos un mínimo de capacidad crítica y de raciocinio ya les vemos venir de lejos, y sabemos bien cuál es el auténtico mensaje que está detrás de ese inútil intento de lavado de cara: la cultura del miedo, la sumisión, la manipulación de las mentes y los sentimientos de la gente, la obediencia ciega, la hipocresía y la doble moral. Pues, en realidad, está bastante claro qué es lo que buscan: la idiotización general de la sociedad a través de impedir el pensamiento crítico y racional. Eso que llaman "fe" no es sino la ausencia de cualquier análisis lógico de la realidad, peor que las drogas más destructivas, una suerte de alucinación colectiva que impide a lxs individuxs pensar por sí mismxs y encontrar su propia verdad y su propio camino a seguir.

Al contrario de lo que pretende hacer creer, la iglesia católica no respeta a la juventud, al tratar de engañarla e infantilizarla, siempre desde el más vomitivo paternalismo. Con la imposición de su absurda "moral" basada en la hipocresía, convierte a personas vivas, inteligentes y en la flor de la vida en fanáticos seres irracionales incapaces de tener una relación sana consigo mismos y con los demás, al demonizar las emociones naturales, la sexualidad y cualquier libre expresión de los sentimientos humanos. El machismo, la homofobia, la represión, el miedo y el autoritarismo son la auténtica "senda" por la que pretenden conducirnos.

A todo esto hay que añadir otro dato que resulta obvio pero que mucha gente parece olvidar: la iglesia –al igual que el resto de las religiones- siempre ha estado del lado de lxs ricxs y poderosxs, que han aprovechado su capacidad alienante para evitar que la gente se dé cuenta de sus verdaderos problemas y se rebele contra sus causantes. Esto no ha cambiado en absoluto. No en vano, el estado le sigue regalando un buen pellizco del dinero público, al tiempo que facilita y promueve pantomimas como la JMJ, y las mayores empresas del ámbito ibérico participan en su financiación.

En este sentido, no nos sorprende en absoluto que el gobierno haya declarado la JMJ como "evento de interés especial", lo que supone exenciones fiscales a las empresas que lo financian de hasta el 80% de lo invertido (unos 50 millones de euros, en plena "crisis"). Empresas como El Corte Inglés, OHL, Telefónica (que, recordemos, está a punto de despedir a 6.500 trabajadorxs), Banco Santander, FCC, Iberia y una larga lista van a hacer un pingüe negocio con todo esto. Además, también van a participar activamente instituciones públicas como el Ayuntamiento de Madrid (el más endeudado del estado español) o el Museo del Prado… ¿Crisis? ¿Quién dijo Crisis?.

Y, cómo no podía ser de otra manera, lo rancio va ligado a lo rancio y el ejército participará activamente en los actos previstos: por ejemplo, la Legión concurrirá a una procesión que colapsará el paseo de Recoletos, y se cederá el aeródromo de Cuatro Vientos para una multitudinaria misa. Una vez más, la cruz y la espada (en este caso el fusil) van de la mano.

Desde los Grupos de Madrid adheridos a la Federación Ibérica de Juventudes Anarquistas, hacemos un llamamiento a todxs lxs jóvenes para que no se dejen engañar por estas estratagemas de la mafia eclesiástica, se atrevan a pensar por sí mismxs sin seguir los dictados de nadie y se rebelen contra la alienación de la religión, que no es más que un cuento para mantener ocupadas y sometidas las mentes de lxs oprimidxs.

No somos borregxs ni necesitamos a ningún "pastor" deseoso de meternos en el redil de la ignorancia y el miedo.

NI DIOS NI AMX. CONTRA TODA AUTORIDAD. POR LA ANARQUÍA.

Federación de Juventudes Anarquistas de Madrid

F. I. J. A.

www.nodo50.org/juventudesanarquistas



publicado por uon às 14:45 | link do post

Segundo estudo houve menos 10% de adesões à Universidade.

Claro, dantes toda a gente estudava para tirar um curso que servia para ganhar muito dinheiro e havia tachos para todos e exploravam que não tinha curso.

Chegou a crise e os tachos no Estado e nas empresas acabaram e a teta secou.

Agora se as pessoas quiserem comer tem de cultivar a batata a cenoura e o tomate para fazer a sopa.

Só havia de haver três cursos com características especiais:medicina e engenharia/arquitectura professores primários e claro uma universidade de Medicina para curar os males do corpo.

Engenharia e arquitectura para as obras não caírem que são fundamentais.
O profissionalismo é inimigo de classe, por isso, funcionários públicos, deputados, ministros, militares, policias, juízes, advogados, jornalistas, economistas, jogador de futebol, etc. são profissões que nasceram com o capital e para  defender o poder politico e fazem tanta falta como a fome, como dizia Brecht.

Só ficavam as autarquias por razões óbvias, por que o país tem de ser gerido localmente, e não centralmente.

Para julgar qualquer crime ou tratar qualquer problema reunia a assembleia geral local e saía melhor das soluções.

Tão simples.



publicado por uon às 11:17 | link do post

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