Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

A Coreia do Norte anunciou que a sua politica vai continuar na mesma mesma.

Esta notícia não é novidade para ninguém.

A Coreia só muda quando os outros países também mudarem de politica.

Enquanto o arrivista do Sarkozi e a D. Merkel, o Obama, o Cameron, e companhia e  não mudarem de política, também a Coreia não tem razões para mudarem.

Qualquer deste países possuem armas nucleares que aterrorizam o mundo inteiro com o seu potencial bélico, mas não querem que a Coreia o Irão as tenha isto é um verdadeiro embuste.

Qualquer destes países tem fome, miséria, desemprego e os povos são tratados a baixo de cão pelos capitalistas e pelos patrões e vem estes senhores armados em moralistas a quererem moralizar os outros.

Só a luta dos povos pode fazer mudar e acabar com a política canibal dos Estados.

 

 

 



publicado por uon às 11:41 | link do post

Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
En el día de ayer en los Astilleros de Nalantia en Port Royal se ha flotado un buque tipo BVI  (Buque de Vigilancia Ideológica) llamado CNT en reconocimiento por parte de la ciudadanía de la Bahía de Cadiz a esta organización sindical por la defensa del astillero y sus trabajadores ante el ataque  gubernamental  del  PSOE en todo el proceso de Reconversión Naval .
Al acto asistieron todos los miembros de la sección sindical, trabajadores y ciudadanos en general, la banda de musica del municipio entonó  “a las barricadas” siendo correspondida dicha banda por todos los asistentes con el canto de dicho himno.
Después se repartieron panfletos con duras críticas a los demás sindicatos y al comité de empresa por su escasa actuación y participación en las movilizaciones para el rechazo de dicha Reconversión, siendo bien recibido por todos. Este barco se encargará expresamente de que no se traicionen más los derechos de los trabajadores y las conquistas sociales conseguidas en muchos años de lucha.
Al final se desplegó una pancarta en la que se podía leer “Salud, Anarquía y Revolución Social”
La noticia fue recogida por todos los medios de comunicación presentes, no asistiendo ningúna representación política ni sindicatos vendeobreros.


publicado por uon às 10:36 | link do post

A familia real espanhola nem precisa de jogar no euromilhões, por que lhes sai todos os meses.

Enquanto na Espanha existem 5 milhões desempregados a familia real recebem um chorudo ordenado sem nada fazerem para receberem tamanha honraria. 

Em Portugal, um quantos monarquicos querem trazer de volta a monarquia.

Vejam bem, quanto o povo tinha de trabalhar para sustentar a realeza.

É que para nós, já nos chega termos cá uns republicanos traidores que sugam o povo com a crise.

Monarquicos tenham juízo!

 

 

 

Notícia (DE)

 

A Casa Real espanhola revelou ontem, pela primeira vez em 32 anos, que recebeu 8,4 milhões de euros do Orçamento Geral do Estado em 2011.

Dentro da família real, o rei Juan Carlos tem um salário bruto anual de 292,7 mil euros (uma média de 24,3 mil euros por mês), sujeito a tributação de 40%. Deste valor, 152,2 mil euros correspondem a despesas de representação, informou ontem o secretário-geral da Casa Real, Alfonso Sanz Portolés.

Já o salário do príncipe das Astúrias, Felipe de Borbón, herdeiro da Coroa, foi de 146,3 mil euros. Sem detalhar por pessoa, em conjunto, a rainha Sofia, a princesa Letizia - mulher de Felipe - e as infantas Elena e Cristina, receberam em 2011 despesas de representação no valor de 375 mil euros.

De acordo com o jornal espanhol "Cinco Dias", o monarca espanhol, recebe assim cerca de quatro vezes mais por ano do que o presidente do governo, Mariano Rajoy, que aufere 78.185 euros, enquanto o presidente do Tribunal Constitucional tem um salário de 129,2 mil euros e o presidente do Tribunal de Contas recebe 112,2 mil euros.

 



publicado por uon às 10:09 | link do post

Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2011

As revoltas que eclodiram em várias geografias do mundo árabe fizeram renascer o sonho Ocidental da exportação da democracia.

O Ocidente sempre teve a mania de serem os campeões da democracia e por isso a querem exportar para todo o mundo.

Só que o Ocidente enferma em graves distorções e existem graves problemas sociais que são encapotados pelos rendimentos mínimos que os Estados presenteiam os pobres da Europa e USA.

Na América e Europa existe milhões  de desempregados que não conseguem trabalho e agora com a crise ainda é mais difícil.

Na justiça, saúde e educação existem os mesmos problemas nos vários Estados.

No trabalho além de encerramentos deslocalizações de empresas para paragens de mão-de-obra barata, existe exploração dos trabalhadores e repressão laboral e despedimentos.

A corrupção é o prato do dia, todos dias vemos novos casos e a justiça burguesa não actua por que está ao seu serviço.

Os ricos tornaram-se mais ricos mesmo com a crise e os pobres mais pobres.

As manifestações árabes pela mudança ainda não sabe muito como vão acabar.

No passado houve também manifestações no Irão que levou a queda do Xá e depois aquilo descambou numa ditadura do lideres religiosos.

Há desejo de mudança, mas as burguesias reaccionárias árabes muitas vezes controladas pelo Ocidente descambam em fundamentalismo islâmico que pode acontecer.

Uma mudança de pessoas não significa que as coisas mudem para mais liberdade e mais justiça para as populações árabes tão martirizadas pelos seus próprios governantes e pelos campeões da liberdade do Ocidente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por uon às 10:18 | link do post

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

Indignados, ‘à rasca', sindicalistas e funcionários públicos manifestações, greves, sectoriais ou gerais, e demais protestos marcaram a agenda política, mas, politólogos duvidam do seu impacto na política e na condução da governação.

Portugal tirando o período 74/75 em que as condições eram favoráveis para se realizar manifestações e tinham algum impacto na governação, mas as coisas fora-se perdendo e volveu tudo para casa à espera que chovesse.

Para ter algum impacto tem de haver solidariedade politica entre as pessoas e isso também se perdeu ao longo do tempo.

Há outro género de "solidariedade" com os pobrezinhos tipo banco alimentar que não resolve coisa nenhuma  e só serve para alguns se orientarem.

As manifestações da Inter/UGT foram e são quase uma romaria e não tem impacto. O Carvalho da Silva e o Proença falam e não dizem nada por que estão comprometidos com o sistema.

Os indignados os trabalhadores explorados e ofendidos só tem de se unir fora do quadro dos partidos que são teia onde se caie e não se sai.

O povo também tem a arma do voto, não votando, fazendo greve as eleições por que elas não mudam nada e fica tudo pior do que está.

Também não podemos enfrentar as forças de segurança que eles não tem pejo nenhum em disparar sobre as pessoas para defenderem a sua dama, como fazem na Síria.

A nossa indignação com este sistema há-de dar frutos é preciso e dar tempo-ao-tempo e par disso, força,  solidariedade e apoio-mútuo.

 

 

 



publicado por uon às 10:53 | link do post


No dia 20 de Dezembro último alguns membros do SOV da AIT-SP Porto concentram-se em frente ao Consulado do Brasil, no Porto, com uma faixa e procederam à distribuição de panfletos para denunciar a situação dos trabalhadores na empresa têxtil FF Mercantil, assim como o processo movido pela mesma contra companheiros da COB-AIT



publicado por uon às 10:11 | link do post

http://ait-sp.blogspot.com/2011/12/solidariedade-com-os-trabalhadores-da.html#more

 

Desde 28 de Novembro, os trabalhadores da empresa de trabalho temporário EULEN (Flexiplan, em Portugal) contratados pela empresa ABB, permanecem em greve e acampados à porta da fábrica. Estes trabalhadores lutam contra a substituição nos seus postos de trabalho, após a ABB ter decidido transferir o contrato de outsourcing com a empresa EULEN para a empresa EUROCEN, uma filial da ADECCO. Desta forma, a ABB pretende ver-se livre de trabalhadores incómodos, que durante dois anos não têm cessado de lutar pelos seus direitos.

Comunicado da CNT-AIT (Confederação Nacional do Trabalho, secção da AIT em Espanha):

A CNT de Córdova mantém há mais de 2 anos uma secção sindical organizada na empresa EULEN, especialmente activa no centro de trabalho da multinacional Asea Crown Bovery (ABB).

Estes companheiros lutam há mais de 2 anos pela melhoria das suas condições de trabalho, reivindicando sobretudo a aplicação do convénio colectivo a que têm direito e o reconhecimento da relação laboral que os une à empresa ABB.

Perante esta situação, a ABB decidiu não renovar o contrato da EULEN, recorrendo a uma nova empresa para cumprir as funções que até agora eram levadas a cabo pelos trabalhadores da EULEN. Esta empresa é a EUROCEN, uma filial do grupo ADECCO, especializada na subcontratação de processos de logística.

Face a tudo isto, os trabalhadores e a CNT convocaram uma greve por tempo indefinido, desde o dia 28 de Novembro, com o objectivo de pôr fim à situação de despedimento ilegal, assegurar a estabilidade do quadro e, em último caso, a passagem de todos os trabalhadores para a nova empresa contratada. Esta é uma luta dos trabalhadores pela manutenção dos seus trabalhos.

A ABB está a recorrer a várias ilegalidades para tentar minimizar a greve, impedindo o acesso do comité de greve às instalações, recorrendo a outras subcontratações para sabotar a greve, utilizando o pretexto da segurança para tentar recomeçar o trabalho, etc., tentando ganhar tempo até ao dia 1 de Janeiro de 2012 (data em que cessará o contrato com a EULEN).

A greve está a ser bastante dura para os trabalhadores, que permanecem acampados às portas da fábrica desde o dia 28 de Novembro. Têm sido realizadas mobilizações e acções tanto na cidade de Córdova como noutras cidades de Espanha onde há delegações da ABB e da ADECCO.

Apelamos às secções da AIT para que alarguem esta campanha de solidariedade às sedes e delegações da ABB e da ADECCO em todo o mundo. Conhecemos o impacto nas empresas que este tipo de acções pode ter.

CNT-AIT de Córdova



Mais informação em http://cordoba.cnt.es

Formulário para envio de e-mails de protesto:
http://www.priamaakcia.sk/index.php?action=soliMail&soliMail_id=21&lan=en

Endereços das empresas:
ABB: http://www.abb.es/cawp/essup501/4449f2e400529786c1257195004e300c.aspx
EUROCEN – ADECCO: http://www.adecco.com/en-US/Pages/Worldwide.aspx


Foi aberta uma conta para a Caixa de Resistência dos trabalhadores em greve. Para transferências internacionais, os dados são os seguintes:

Conta: 2103 0833 36 0030001848
IBAN (Formato impresso): IBAN ES65 2103 0833 3600 3000 1848
IBAN (Formato electrónico): ES6521030833360030001848



publicado por uon às 10:09 | link do post

Um grupo de punks e anarquistas organizou neste domingo (25 de dezembro), ao meio-dia, um protesto em repúdio à prisão de 65 punks na província de Aceh em frente ao Consulado da Indonésia em Istambul.

Com faixas e gritando slogans eles pediam a libertação dos punks detidos em Aceh sem acusações formais. Na ocasião os manifestantes também atacaram alguns carros de luxo e picharam a fachada do Consulado, que está localizado num bairro de elite.

Na noite anterior, sábado (24 de dezembro), ainda em Istambul, foi realizada num bar local uma gig punk/hardcore de solidariedade aos jovens punks detidos em Aceh e contra o terrorismo policial-estatal.

Galeria de imagens:

http://imgur.com/a/EVwrC#6

Vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=4dXrG0Rlrwg&feature=youtu.be

Notícia relacionada:

http://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2011/12/23/acoes-de-solidari...



publicado por uon às 09:42 | link do post

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

artigo recebido de email

 

Corrupções e Anarquias

A corrupção está em oposição a uma eficaz governação, ao desenvolvimento dum projecto. Assiste-se a um crescendo de denúncia de casos de corrupção, mas nem por isso ouvimos falar de medidas que efectivamente resolvam o problema. Considerando que a corrupção é uma coisa socialmente má, teremos portanto reflectir sobre essa realidade e procurar ver mais além.

A Corrupção é um acidente ou um desvio e pode ser eliminada; ou um aspecto intrínseco às sociedades, descontrolando-se quando as sociedades em si, se descontrolam, e como tal tem de ser aceite; ou é uma realidade mediática, que sempre ocorreu, mas que agora ganha visibilidade, uma ilusão?

Eu defendo que não podemos falar de corrupção, sem falar do sistema onde ela ocorre, e como há vários sistemas económico-sociais, também temos de falar de várias corrupções.

Assim se gostamos do Sistema, achamos que sua corrupção é má, e vice-versa se não gostamos do sistema, achamos que a sua corrupção é boa.

Ora desde o neolítico, com a emergência de estados, decorrente das inovações tecnológicas que possibilitavam grandes excedentes sociais, e a possibilidade de sua apropriação por uma elite, que temos Aristocracias Autoritárias, que se servem dum aparelho estatal repressivo e fiscal, que permita a opressão das populações e extracção de seus excedentes. Basicamente a estrutura social, política e económica era privada, uma Aristocracia, e servia-se do Aparelho de Estado como Instrumento Predador.

A grande maioria da população tinha assim de tentar corromper esta estrutura, conseguindo subtrair-lhe parte de que lhe tinha sido tirado. Era um processo tanto mais democratizante quantos mais conseguissem obter mais por esse modo, uma melhor distribuição dos excedentes, e se todos o fizessem de igual modo e por igual montante era a sociedade justa ambicionada. Essa era o sonho e o projecto dos Liberais do Sec XVIII, que nesse contexto tinha a sua justificação democratizante. A revolução Nor-Americana foi nesse sentido garantindo a todos um seu quinhão de rendimento, e sob uma estrutura governativa que garantisse a liberdade e possibilidade de o concretizar.

Com a Revolução Francesa, esse projecto dum Estado Democrático, Universal e público, ganhou forma, arredando a Aristocracia e os interesses particulares das preocupações da governação, mudando radicalmente a sua natureza.

Mas a Aristocracia e os seus interesses não foram eliminados, simplesmente se modificaram os termos de sua existência. Perdeu o controlo total do aparelho repressivo e fiscal, mas não deixou de ter vantagens de propriedades, rendimentos e sobretudo de saberes e poderes, e usando-os em seu benefício. A estratégia passou agora para usar as suas competências para infiltrar e retomar o controlo do Aparelho de Estado que agora se via ampliado para corresponder ao interesse comum público, tanto nos sectores produtivos, como financeiros e sobretudo de providência ( educação, saúde segurança social, e governação urbanística do espaço público) e assim um “bolo” ainda mais apetecido.

Por essa infiltração, a Aristocracia conseguiu por dentro ir tomando medidas que enfraqueciam o Estado que se lhe devia opor, e assim novamente aumentavam o seu poder. Foi permitido que mantivesse a posse de importantes meios de produção, e sobretudo dos Bancos e os meios financeiros. Ao mesmo tempo que limitava a acção pública nestes sectores de produção e distribuição de bens, decorrentes da posse pública de meios de produção. Conseguiu que o ensino público não fosse universal, mantendo o seu sistema de formação e reprodução de elites, mas sobretudo impedindo que este ensino público fosse de qualidade, em especial nas áreas de interesse político e de governação, desviando-o para uma formação profissional que já os escravos tinham, e de forma a que, trabalhadores e técnicos submissos não ponham em causa a sua ascensão. Por manter a sua fortuna, e competências governativas, conseguiu mesmo ir infiltrando o Aparelho de Estado, como uma neo-aristocracia colocada em especial nos lugares de topo, até o conseguir capturar, de modo a voltar a ser um instrumento ao seu serviço, e novamente um Estado Predador.

Assim neste Estado Democrático que se foi instalando desde as Revoluções Republicanas do Sec. XVIII, surge uma corrupção, mas agora de sentido contrário, aristocratizante, mais no topo da estrutura Pública, e de desvio de importantes somas, de reforço da Aristocracia, de fragilização do interesse público. O sentido Liberal agora já não é pelo reforço das iniciativas populares generalizadas, mas do enfraquecimento do interesse público e comum, e do direito e liberdade dos mais fortes, a aristocracia, de esmagar os mais fracos. Chama-se a esta forma de liberalismo instalada num sistema de sentido oposto porque de interesse público, que corrompe, de neo-liberalismo, portanto de sentido oposto ao liberalismo.

A realidade não é no entanto pura, duma Aristocracia ou duma Democracia. Em cada situação existe a acção e o potencial da oposta retomar o poder. Há uma luta interna nas estruturas governativas, entre o interesse comum, concretizado numa República e num regime Democrático, e o interesse particular, concretizado num regime Aristocrático. Na situação actual a Democracia é parcial, e frágil, e existem fortes acções aristocratizantes, a resultante depende da forma como cada movimento se afirma, ou pelo aprofundamento da Democracia com mais Igualdade e Justiça, ou pelo regresso à Aristocracia, com mais desigualdade e força dos interesses Plutocráticos. O Aparelho de Estado é um instrumento, e no seu seio defrontam-se os dois projectos.

Igual análise se pode fazer dos movimentos anarquistas, que valorizam o interesse individual, contra as forças opressivas. Numa estrutura Aristocrática de poder privado, apoiada num Aparelho de Estado Repressivo e de Predação Fiscal, é de valorizar todo o empoderamento do indivíduo, e tudo o que se faça para enfraquecer o poder central, e assim um movimento anarquista e acrata. Mas numa sociedade que atingiu uma forma mais avançada de democracia, Republicana, mesmo que infiltrada por neo-aristocracias e fortemente capturado e desviado num sentido neo-aristocratizante, a luta já não pode ser contra o poder republicano, contra o Aparelho de Estado em geral, mas discriminativa contra as neo-aristocracias que o infiltram, e por outro lado pelo reforço das formas de governação local, assembleárias e que tornem efectiva uma Democracia Deliberativa, promovendo a descentralização do poder.

Uma intervenção neo-anarquista cega e contra o aparelho republicano, sobretudo que não constrói alternativas, seja nos sectores de Governação Local, seja nos Produtivos e de Distribuição, objectivamente permite o reforço da iniciativas aristocráticas, permite uma ainda maior destruição do Estado Republicano, que apesar de tudo ainda tem restos de democracia. Esse ataque de forma cega e contra todas as suas estruturas, justifica o reforço das medidas de poder central, e assim, de ainda maior infiltração aristocrática, passando ainda mais poder para estruturas sem qualquer representatividade ou prestação de contas, e assim o total regresso às formas históricas de governação aristocrática pura.

Sejamos cão que morde, que impede a aproximação dos inimigos, e que constrói o Estado Democrático e Republicano, desenvolve todas as formas de governação deliberativa democrática, republicana e de base, e não cão que ladra, mas que de forma ineficaz, não impede que a caravana aristocrática e plutocrática passe.

Porque o Estado ainda é República e Democracia, mesmo débil e capturado em muito de seu espaço e mecanismos, é errado falar de construir alternativas, considero-o essa atitude mesmo profundamente reaccionária, de 5º coluna, que isso é colocar-nos de fora, abandonar todo o ouro aos bandidos, quando ainda podemos lutar por ele, e considerar como batalha totalmente perdida, retirando-nos da luta efectiva que ocorre dentro do Aparelho do Estado.

 

Saudações, boas leituras e reflexões para o ano que renasce .

EBM



publicado por uon às 14:53 | link do post

Passos Coelho na mensagem  de natal "temos muitos compromissos para honrar, muitos objectivos orçamentais e financeiros para cumprir” e acima de tudo “muitas reformas estruturais para executar”.

Passado estes meses de governo do PSD/Passos muitos foram os aumentos na saúde nos impostos sobre os trabalhadores para que a troika ficasse satisfeita e mandasse para cá os fundos.

Se esses fundos não viessem também não ficávamos endividados até aos tutano como estamos agora e de certeza que ninguém morria.

A troika agora não sai enquanto não pagarmos com juros, por é assim que funcionam as instituições financeiras de ajuda.

Em linguagem popular a troika dá-nos um chouriço em troca de um porco.

Passos falou também nas reformas estruturais.

Quantas reformas na justiça, na saúde, no trabalho, na função pública já foram feitas ao longo destes anos todos e nada funcionou.

As coisas são mexidas mas, nada muda, fica tudo na mesma ou pior, o povo que pague, este parece ser o lema dos governantes.

Este é panorama de um país adiado à beira do abismo.

 

 



 



publicado por uon às 14:26 | link do post

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