Sexta-feira, 28 de Fevereiro de 2014



publicado por uon às 17:13 | link do post

Cavaco não mandou para fiscalização o CES (Contribuição Especial de "Solidariedade") para o Tribunal Constitucional que prevê que os reformados da CGA que ganhem mais de 1000 euros sejam penalizados com mais um imposto.

Entretanto a oposição PS/PC/BE/Verdes já disse que vai recorrer ao TC.

O tribunal constitucional é o único órgão que está a fazer frente ao governo, embora nalgumas coisas esteja também conivente com o governo.

A oposição também não quer entrar (ou não pode) em negociação com o governo, para as medidas serem menos gravosas para visados.

Existe radicalismo exacerbardo de quem se diz moderado.

Temos um país a beira da miséria ou duma guerra social.

Se não morrermos numa guerra contra o sistema, a morte na miséria também é certa.

 

 



publicado por uon às 14:57 | link do post

Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2014

anarcho-syndicalism-photoshop2

Um pouco por todo o mundo veem-se os velhos modelos do capitalismo entrar em colapso. De crise em crise, até à derrota final.

Da Ucrânia, o segundo maior país europeu, à Bósnia, do Brasil à Venezuela, dos Estados Unidos à Turquia, da França à Grécia, de Espanha às capitais do Norte de África os tempos são de indignação e de revolta. Por todo o lado milhares de jovens, estudantes e trabalhadores, ocupam as ruas e tacteiam novos modelos. Nada está seguro: por todo o lado, apenas, um breve conjunto de palavras de ordem: – todo o poder às Assembleias, autogestão económica, democracia directa e reconstrução do sistema representativo a partir do zero.

A velha sociedade, desde sempre apoiada pelos grupúsculos autoritários do faz de conta marxista, agita-se e contorce-se sabendo iminente o colapso. Tenta resistir e passar a ideia de que o tempo corre a seu favor. É mentira. Na enxurrada, que tudo leva à sua frente, a força da torrente levará consigo toda esta sociedade autoritária e todos os seus porta-vozes.

É um outro mundo que está a nascer das cinzas do capitalismo (seja qual a forma que tenha adoptado – de comércio “livre” ou de capitalismo de estado) e que, por certo, vai levar ainda anos a estar consolidado e que terá muitos combates pela frente, mas que parece já irreversível.

Em Portugal, entretanto, parece que o tempo parou. O movimento sindical, controlado e gerador de fundos para a velha esquerda monopolizada pelo PCP, tenta a todo o custo que essa fonte de rendimento e de apoio lhe não falte. Sem o movimento sindical, que tomou de assalto em conjunto com o regime fascista ao anarco-sindicalismo, o PCP hoje seria mais um pequeno Bloco de Esquerda, inútil e onanista. Assim, ainda resiste e aprisiona o movimento sindical.

Construir outras possibilidades de intervenção – que estão aí, já na rua e que a periferia de Portugal relativamente ao continente europeu apenas atrasa, mas não impede – colocando o PCP e o seu movimento sindical, lado a lado com as outras estruturas do capital, como o CDS, PSD ou PS no caixote de lixo da história, é uma prioridade.

Sem partidos, com todo o poder às Assembleias, sem dirigentes nem dirigidos, todos a uma só voz, múltipla e abrangente, saberemos estar de acordo com os tempos que correm: os da construção de outro mundo, horizontal, autogestionário, sem amos nem lacaios de qualquer espécie. Um mundo verdadeiramente novo, sem exploração nem opressão. Um mundo igualitário, de homens e mulheres livres.

António (via email)



publicado por uon às 11:22 | link do post

Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2014

O ministro do Interior interino ucraniano, Arsen Avakov, anunciou esta quarta-feira a dissolução do corpo da polícia antimotim "Berkut" (Águia), utilizado na repressão dos protestos populares que provocaram a queda do regime de Viktor Ianukovich.

O caricato da questão é que é o Partido da Liberdade (fascista) ucraniano que seja o mentor desta proposta.

O Partido da Liberdade vai dissolver este corpo de policia para iniciar uma policia ainda mais repressiva tipo nazi?

Também aqui em Portugal o governo vai dissolver os corpos policiais repressivos (choques, GOES e especiais da GNR) que fazem tanta falta como a fome.

Mas o mais importante da questão é como existe pessoas com cabeça, tronco e membros prontos a reprimir e a matar outras pessoas que nem armas têm a troco de meia dúzia de euros e ao serviço do sistema.

Ucrânia anuncia dissolução da polícia de choque
Reuters

 

 

 



publicado por uon às 10:47 | link do post

(DE)

 

Belém dá luz verde a lei que implica vários cortes nas pensões da CGA. Há pontos do diploma por adaptar.

Nos próximos dias, a idade de reforma aumentará para os funcionários públicos já que, segundo apurou o Diário Económico, o Presidente da República promulgou o diploma da convergência das pensões. Com a aprovação de Belém, além do aumento da idade de reforma, de 65 para 66 anos, as novas pensões da CGA também sofrerão cortes significativos. Mas há pontos da nova lei que ainda ficam por resolver - é o caso dos militares, da GNR e dos polícias, abrangidos por regras especiais.

O diploma da convergência estabelece que as novas regras entram em vigor "no dia seguinte ao da sua publicação". Isto significa que a idade exigida para a reforma na Função Pública irá aumentar muito em breve, agravando a penalização em 6% nas novas pensões antecipadas. Na prática, quem vir o seu pedido de reforma ser aceite nos próximos dias pela CGA, antes da entrada em vigor da convergência, conseguirá escapar ao agravamento. A penalização das reformas antecipadas é de 0,5% por cada mês (6% ao ano) de antecipação face à idade exigida.

 

 

Esta medida visa reprimir os funcionários públicos à beira da reforma.

Não faz qualquer sentido o aumento da idade de reforma quando há milhares de trabalhadores à espera de um posto de trabalho no desemprego.

Esta teoria visa reprimir três vezes aumentar a idade de reforma, diminuir o valor da reforma, e aumentar o desemprego.

É de lamentar que o sr. Cavaco seja cúmplice desta ideia tola.

 

 

 



publicado por uon às 10:32 | link do post

Terça-feira, 25 de Fevereiro de 2014

As despesas que as famílias apresentam no IRS para baixar a factura fiscal vão ser alvo de análise pela futura comissão de reforma do imposto, que o Governo está prestes a nomear.

A par disso a dedução para IRS das habitações hipotecadas que era na totalidade dos juros e amortizações foi alterada.

Agora a dedução é só pelos juros a amortização já não conta para o IRS.

É mais um roubo a que a pessoas que tem emprestimos ao banco foram sujeitos.

 

 



publicado por uon às 17:26 | link do post

http://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2014/02/25/a-bosnia-e-o-nosso-futuro/#more-4842

 

sarajevo

A intensificação da revolta social nos Balcãs é uma das fracturas que se estão a verificar no sistema global capitalista.

Há alguns anos atrás, começou na Grécia uma nova fase de conflito entre os trabalhadores e a classe dominante – revoltas em massa, protestos e greves gerais. A classe operária da Eslovénia foi a seguinte a sair às ruas. Seguiu-se o povo da Turquia , com protestos de mais de um milhão de manifestantes. Depois, os protestos dos trabalhadores da Bulgária e da Roménia ameaçaram os sistemas desses países. Mais recentemente, uma revolta explodiu na Bósnia Herzegovina , a área dos Balcãs em que as fracturas no sistema e a sua podridão são mais visíveis.

 

A actual  BósniaHerzegovina (BH) – o local onde se deu o capítulo mais sangrento na dissolução da Iugoslávia – é uma criação colonial monstruosa, formada de maneira a melhor servir os interesses das forças imperialistas e dos criminosos nacionalistas locais. Este Estado foi criado com o objectivo de servir os interesses dos ricos e a única coisa que o povo tem garantida é a contínua catástrofe – o despedimento de trabalhadores, de todas as nacionalidades, e o roubo dos seus bens. Durante anos eles estiveram cegos pelo nacionalismo alimentado pelos imperialistas, pelos capitalistas, e pelos clérigos de todos os credos, pelos magnatas, pelos seus meios de comunicação e pelos seus apaniguados. Não é surpresa que essas longas e escuras décadas de repressão tenham produzido esta resposta excepcionalmente feroz. Agora não resta qualquer dúvida de que as classes trabalhadoras da BH perceberam, mais uma vez, quem é que é o verdadeiro inimigo.

Protestos pacíficos contra o desemprego e a pobreza causados pelo roubo das privatizações em curso irromperam espontaneamente no dia 4 de Fevereiro. A cidade de Tuzla, um dos maiores centros industriais da ex-Jugoslávia, tem passado por um violento processo de privatizações na última década e as reivindicações dos manifestantes rinham um carácter meramente social. Os protestos cresceram e multiplicaram-se rapidamente e, devido à brutalidade da polícia e à indiferença arrogante do Governo, transformaram-se num confronto aberto, físico, com o actual sistema e com aqueles que o pretendem manter.

 Os trabalhadores – que se sentem enganados e roubados – e os jovens que enfrentam um futuro sombrio se esse processo não for travado, insurgiram-se em mais de 20 cidades. Enfrentaram a polícia, puseram fogo e incendiaram vários edifícios governamentais (símbolos da sua miséria) e chegaram a sequestrar temporariamente o presidente de Câmara de Brčko. Estas acções conseguiram pôr o sistema de joelhos, num curto espaço de tempo, e levaram à intervenção ameaçadora de terceiros. Valentin Inzko, diplomata austríaco/senhor colonial (ele ocupa o cargo de “representante especial da UE” para a BH) sugeriu publicamente que se utilizasse a NATO para fazer com que o país regressasse aos negócios, ou seja, para pôr o capitalismo a funcionar.

Estes protestos evoluíram de uma forma orgânica e nalgumas cidades levaram à criação de Assembleias (“Plenums”), estruturas autogestionadas de democracia directa e de tomada de decisões. Tal é o nível interesse por estas Assembleias que nenhum edifício público é suficientemente grande para acolhê-las, o que demonstra o carácter democrático e a abrangência libertária destes protestos.

Os media burgueses têm feito o seu melhor para ajudar os patrões, relatando histórias inventadas e falsificando ‘factos’, com a intenção de desacreditar os manifestantes e justificar a brutal repressão desencadeada sobre eles desde os primeiros dias de protesto. Um exemplo notável de uma mentira flagrante é o suposto armamento dos manifestantes que teriam a intenção de lançar um ataque à Republika Srpska , a outra entidade política no interior deste país , que é parcialmente independente da principal federação da BH . Muitos dos manifestantes foram agredidos ou ameaçados com violência; centenas foram presos. Parece que esses presos já foram libertados , devido à pressão contínua daqueles do lado de fora e às manifestações de solidariedade a pedirem a sua libertação. No entanto, a polícia continua a prender aqueles que ainda estão activos nas ruas e o Estado tem colocado toda a sua força a tentar esmagar a rebelião .

Os políticos da região estão em pânico. O primeiro-ministro da Croácia visitou a cidade de Mostar ( Mostar é na BH , mas tem uma grande população croata ), um dos lugares onde os protestos primeiro se espalharam. Milorad Dodik (o Presidente da Republika Srpska ) teve uma reunião urgente com Vučić ( o primeiro-ministro, de facto, da Sérvia). Todas as bocas proferem a mesma mensagem: dizem que não há perigo de protestos semelhantes começarem nos seus próprios países, mas se isso acontecer, serão esmagados, e que o melhor é silenciar qualquer notícia acerca do que está a acontecer noutros lugares. Os seus medos são evidentes e dizem-nos quão assustados estão, quão vulneráveis ​​são e quão frágil é a sua permanência no poder.

Durante os últimos meses, a BH tem sido mencionada frequentemente devido à discussão à volta do próximo centenário do início da Primeira Guerra Mundial. Muitas vezes, esses comentaristas têm algum tipo de perspectiva nacionalista e /ou imperialista. As classes trabalhadoras da Bósnia moderna tiveram êxito ao colocarem a sua própria marca nestas discussões e encontraram uma maneira original de comemorarem o aniversário do assassinato do governante feudal da Bósnia , Franz Ferdinand. Ao contrário de o fazerem através de actos de terror individual, responderam em massa fazendo frente à repressão destes dias, de uma forma que os ‘Jovens bósnios’ (*) só poderiam ter sonhado há um século atrás.

Agora que a primeira onda de protestos terminou é evidente que os sonhos e a esperança das massas rebeldes não foram tão bem enunciados quanto o poderiam ter sido se existisse alguma infra-estrutura organizacional ou movimento. As Assembleias são um bom primeiro passo. Seguramente vão ser evenenadas pelo remanescente das antigas ideologias , propostas soluções utópicas , como a de “políticos honestos”,  especialistas” ,  etc . No entanto, essas pequenas aberrações na consciência de classe não nos deve desmoralizar – fora das Assembleias é possível criar um movimento que alargue os princípios de democracia directa e da acção directa para todos os segmentos da sociedade. Isso poderia ajudar o movimento a alcançar com sucesso o objectivo de transferir o poder de decisão para as massas, criando as bases para uma melhor –  e mais livre – sociedade. O objectivo é que os trabalhadores tenham mais a dizer sobre todos os aspectos das suas vidas, com Assembleias em todos os sectores e tipo de local de trabalho , começando por aquelas que fornecem e mantém as infra-estruturas essenciais , tais como água, electricidade, telecomunicações , etc. Uma das primeiras tarefas dos revolucionários bósnios de hoje é criarem o tipo de organização necessária que possa assumir o controle das necessidades correntes e opor-se  - de forma disciplinada e bem planeada – às forças repressivas do Estado.

Este é um chamamento! Para as classes trabalhadoras da Sérvia e para o resto dos Balcãs seguirem o caminho que nos foi iluminado pelos trabalhadores da BH. Se, no futuro, quisermos criar uma sociedade sem classes , sem Estado, de democracia directa , genuinamente auto-gerida precisamos construir já os nossos movimentos. Se usarmos, agora, o tempo disponível seria possível construirmos um movimento da classe trabalhadora dos Balcãs, contra o nacionalismo , contra o imperialismo  e pelo futuro que todos nós temos interesse em partilhar, assente na propriedade colectiva e na liberdade para todos .

Iniciativa Anarco-Sindicalista /secção sérvia da Associação Internacional dos Trabalhadores



publicado por uon às 16:43 | link do post

Mulher deixou recém-nascida no Hospital de Viseu e deixou carta a dizer que não tinha condições económicas para criar a criança.

Era a prova que faltava para significar que o povo português está a passar as passas do Algarve.

A mulher como não condições para criar a criança deixou à guarda do hospital, que em principio estará em boas mãos.

Isto é a prova provada que o governo é o responsável máximo pelo que está acontecer aos trabalhadores e suas famílias.

Quem devia de ser preso não é a mulher mas os membros do governo que são um bando de malfeitores.

 

 

 



publicado por uon às 14:08 | link do post

Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014

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publicado por uon às 17:37 | link do post

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publicado por uon às 15:47 | link do post

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