Segunda-feira, 31 de Março de 2014

"Não sei", disse Passos Coelho, quando interrogado sobre se a história o absolverá, numa entrevista publicada esta segunda-feira pelo diário “O País”, de Maputo. Acresce o facto que "não gostou das medidas difíceis" do seu Governo.

 

Sim, se houver "inferno" tudo indica que Passos entrará nele.

Por tudo o que feito ao povo aos reformados aos trabalhadores com cortes, impostos e taxas e quem o defende também não lhes espera ou cenário.

Tal como A.G. diz em baixo:

 

O senhor Passos Coelho não sabe se a História o absolverá como não sabe muitas outras coisas. Não sabe o que é trabalhar durante 46 anos em Portugal e no estrangeiro; estudar sempre durante toda a vida útil; integrar e dirigir equipas multi-disciplinares; criar uma família que agora vê separada e distante porque a isso foi obrigado pelas suas políticas de saque permanente; sentir a dignidade ultrajada; ser colocado na situação ultrajante de culpado por culpas alheias; confrontado com a hostilidade dos jovens que o senhor instigou contra mim. Se a História o absolver é certamente porque a História é sempre escrita pelos vencedores, mas eu e muitos, muitos portugueses não só não lhe concederão a absolvição como não lhe perdoarão a morte (permatura?) de muitos dos velhos deste país e a destruição de pelo menos duas gerações de jovens forçados e aconselhados por si a abandonar o país. De mim, mesmo longe de Portugal, o senhor e a sua pérfida equipa nunca terão perdão.



publicado por uon às 17:02 | link do post

Várias estruturas sindicais da intersindical e da UGT vão promover um encontro no dia 5 de Abril para defender a Segurança Social.

Além de inédito no movimento sindical reformista é uma autentica sublevação sobre o domínio dos partidos nos sindicatos.

Esta reunião pode ser o inicio de uma terceira central sindical, já que as que existem estão esgotadas e sem reacção para poderem enfrentar o governo já que estão demasiados integradas no sistema.

Isto não significa que a "nova" central não trilhe o mesmo caminho do reformismo sindical de concertação social.

Primeiro os sindicatos que a integram alguns são demasiados corporativos o caso dos médicos e dos professores e são mestres a puxar para eles, e por isso ao chegamos resultado a que chegamos com trabalhadores a serem explorados e ofendidos pelos patrões e pelo Estado que fazem o que querem.

Sem dúvida que uma nova central sindical faz falta e de preferência revolucionária/anarco-sindicalista como antiga CGT para defender os trabalhadores com uma nova forma de fazer sindicalismo no âmbito da Associação Internacional dos Trabalhadores.

 

 

 



publicado por uon às 10:45 | link do post

Sábado, 29 de Março de 2014

STML recorre aos tribunais para reverter transição do vínculo dos trabalhadores para as Juntas de Freguesia.le-tribunal-de-paris-estime-que-facebook-n-est-pas-une-zone-de-non-droits 40539 w250

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa interpôs, hoje dia 21 de Março, uma ação administrativa especial junto do tribunal administrativo do círculo de Lisboa pedindo a anulação da deliberação da Assembleia Municipal que aprovou a definição dos critérios de transição dos recursos humanos do mapa de pessoal do Município de Lisboa para as Juntas de Freguesia, na parte em que determina a transição definitiva dos trabalhadores para as freguesias.

Com este passo dá-se continuidade ao processo de luta, iniciado há mais de um ano, que tem mobilizado sindicato e trabalhadores contra um processo que para alem de afrontar os direitos e a estabilidade de emprego dos trabalhadores, afronta também os interesses dos cidadãos de Lisboa e a qualidade dos serviços públicos municipais assumidos até esta parte pela Camara Municipal de Lisboa.

Lisboa, 21 de Março de 2014

A Direção do STML



publicado por uon às 15:35 | link do post

Sexta-feira, 28 de Março de 2014

 

 

Hó pra ele a fazer-se ao piso a Belém.

Ainda nem saiu da CEE, já está a tentar-se meter-se noutro lado.

Não quer ficar desempregado, custa muito.

Só se o PS for burro.



publicado por uon às 18:09 | link do post

Cartel Mani represión-1

 

http://antirrepresion.noblogs.org/



publicado por uon às 18:03 | link do post

Acordo com FMI desbloqueia até 19,5 mil milhões de euros em ajudas e evita a falência do país, mas impõe duras condições aos ucranianos.

Os deputados ucranianos foram ontem chamado duas vezes a votar o pacote de austeridade, exigido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), para libertar a ajuda internacional. Na primeira leitura, o parlamento (Rada) tinha chumbado a dureza das medidas mas, perante o discurso em desespero do primeiro-ministro Arseni Yatseniuk, o acordo acabou por ter o ‘sim' de 246 deputados. "Este acordo é um grande passo em frente para estabilizar a economia ucraniana", reagiu o presidente norte-americano, Barack Obama. (DE)

 

É evidente que o FMI mete lá o dinheiro (investimento) na Ucrânia mas quer o dinheiro de volta e com juros.

Tal como cá. Vamos ter de trabalhar para pagar o "investimento".

E depois temos um governo vendido ao estrangeiro que não dá uma para a caixa.

O FMI não dá ponto sem nó.

Os ucranianos vão ver o que é a austeridade com o governo nazi/FMI/CEE.

Os ucranianos ficam sem metade o território para os russos e com uma divida ao estrangeiro.

 

 

 

 

 



publicado por uon às 17:27 | link do post

Quinta-feira, 27 de Março de 2014

A Alemanha pretende expulsar os imigrantes provenientes da União Europeia que não encontrem trabalho após três a seis meses da sua chegada ao país. O governo da chanceler Angela Merkel quer assim acabar com a "imigração da pobreza", protagonizada, na maioria, pelos cidadãos romenos e búlgaros que se candidatam às prestações sociais alemãs.

Merkel comporta-se como o novo fuhrer.

 



publicado por uon às 18:18 | link do post

Otelo Saraiva de Carvalho reconhece que excedeu “largamente” as suas funções quando, após o 25 de Abril de 1974, tomou decisões como a ocupação de terras ou o despejo dos “senhores doutores” das casas de pescadores.

Sr. Otelo não venha com essa conversa 40 anos depois que isso até lhe fica mal.

Então as terras no AAlentejo não foram bem ocupadas pelos trabalhadores. Claro que foram!

Trabalhadores sem trabalho a terem que emigrar a passar fome, aliás como hoje, e as terras alí em estado selvagem. 

Foi pena que isto tivesse dado a volta com o 25Novembro e tivesse voltado ao antigamente, trabalhadores sem terra e sem trabalho.

Então, e as casas não foram bem ocupadas. Casas feitas para os pescadores e os doutores e viviam nelas. Não podia ser.

É preciso que houvesse uma reviravolta para que isto voltasse tudo ao normal, mas os militares não tem tomates.

E já agora foi pena que não tivesse limpado o sebo a um cento "deles".

Que violência, meu deus!



publicado por uon às 13:50 | link do post

 

Cuba abre-se assim ao investimento estrangeiro, com excepção para os serviços de saúde, educação e todas as instituições das forças armadas.

A imprensa oficial cubana adiantou alguns dos detalhes do projecto, que promete isenção de impostos e "plena protecção e segurança jurídica".

Cuba como todos os regimes comunistas autoritários tem resvaldo para abrir as portas ao capitalismo estrangeiro como forma de economia.

A nivel de turismo já praticamente quem manda em Cuba é o investimento estrangeiro, norte americano e europeu.

Agora vem os outros sectores por acrescento.

Já não bastava que o regime capitalista de estado cubano e capitalista globalizado explorassem os trabalhadores, agora vem ainda com mais força.

Só a saúde e educação não são contempladas com a privatização assim como as forças armadas e policial que são o garante do sistema cubano.



publicado por uon às 11:47 | link do post

Quarta-feira, 26 de Março de 2014

O Governo vai "fazer tudo" para reunir os cinco filhos de um casal de emigrantes portugueses, retirados pela justiça britânica por suspeita de maus-tratos, disse o secretário de Estado das Comunidades, José Cesário.

A retirada de crianças aos pais por alegados maus tratos existe em todos os países.

Os grandes culpados deste flagelo social são os governo, senão vejamos:

Temos agora o caso dos cortes nos salários dos trabalhadores o que origina que as famílias tenham mais dificuldade em criar dos filhos e também do resto do agregado familiar.

Esta família tinha 5 filhos se calhar apanhada pela crise em Portugal e em Inglaterra, dai a que as crianças sejam pior tratadas que no inicio é um passo.

Depois os vizinhos começa a dizer que os pais na lavam os filhos, não lhes dão de comer, não os vestem e chega aos ouvidos da insegurança social da policia, etc e é claro que a primeira coisa a fazer é retirar os filhos aos país por maus tratos.

Isto não é mais que raptos na sua forma legal.

 

 

 



publicado por uon às 15:54 | link do post

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