Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2015

Hoje a imprensa debata-se com enorme dificuldades para garantir em banca os jornais.

Bastantes jornais burgueses tem suspendido a publicação por não se aguentam na praça.

Até o "acção socialista"  o "povo livre" já não se encontram nas bancas por que ninguém lhe pegava só o "avante" resiste.

Os leitores não tem dinheiro para comprar jornais por que estão a ser espoliados nos seus salários pelos governos e patrões e isso reflecte-se na compra de jornais.

Os grandes jornais são concessionários de grandes grupos económicos capitalistas que promovem a política do regime de caos instalado em Portugal.

Estes grupos tem subsídios atribuídos pelo estado conforme a tiragem e claro está tem defender acerrimamente este regime podre e caduco.

O jornal "A Batalha " outrora porta-voz da CGT-Confederação Geral do Trabalho hoje dirigido pelo CEL-Centro de Estudos Libertários não recebe subsídios do estado ou de grupos económicos é vendido em algumas bancas de Lisboa e outras localidades, por que não tem uma rede profissional nem dinheiro para estar em todas as bancas do país.

Também não tem redactores profissionais, mas tem colaboradores que escrevem não recebendo um único centavo.

Quem quer manter o status quo do sistema tem de pagar a profissionais que intoxiquem a população com notícias de...

 

 



publicado por uon às 15:51 | link do post

http://www.pt.indymedia.org/conteudo/newswire/30041

por trabalhadora abusada

Os hipermercados são um lugar horrível: cínico, falso, cruel. À entrada, os consumidores limpam a sua má consciência reciclando rolhas e pilhas velhas, ou doando qualquer coisa ao sos hepatite, ao banco alimentar ou ao pirilampo mágico. Dentro da área de consumo, cai a máscara de humanidade do hipermercado: entra-se no coração do capitalismo selvagem. O consumidor, totalmente abandonado a si próprio (é mais fácil de encontrar uma agulha num palheiro do que um funcionário que lhe saiba dar 2 ou 3 informações sobre um mesmo produto), raramente tem à disposição mercadorias que, apesar do encanto do seu embrulho, não dependam da exploração laboral, da contaminação dos ecossistemas ou de paisagens inutilmente destruídas. Fora do hipermercado, os produtores são barbaramente abusados pelo Continente (basta que não pertençam a uma multinacional da agro-indústria), que os asfixia até à morte e, quando há um produtor que deixa de suportar as impossíveis exigências que lhe são impostas, aparece outro que definhará igualmente, até encontrar o mesmo fim. Finalmente, nas caixas do hipermercado, para servir o consumidor como escravos idênticos aos que fabricaram os artigos comprados, estamos nós.

O hipermercado está portanto no centro da miséria que se vive hoje no mundo. O consumidor, o produtor e nós temos uma missão comum: contribuir para que os homens mais ricos do planeta fiquem cada vez mais ricos – contribuir para que a riqueza se concentre como nunca antes na história. Se somos todos diariamente roubados e abusados, é por este mesmo e único motivo.

Vou-vos relatar apenas a minha banal experiência diária (sem pontos de exclamação já que o escândalo é comum a qualquer um dos tópicos que irei descrever). Espero que sirva de alguma coisa, apesar de saber que ninguém se incomodará muito com ela. Afinal, é a mesma selva que está já em todo o lado.

1 – salário
Trabalho 20h semanais em troca de 260€ mensais, o que dá pouco mais de 3€ por hora. Que isto se possa pagar a alguém em 2015 devia ser motivo de vergonha para um país inteiro. Que seja um milionário a pagar-me esta esmola devia dar pena de prisão efectiva.

2 – precariedade
Já vou no terceiro ‘contrato’ de seis meses e ainda não passei a efectiva. Quando chegar a altura em que poderei finalmente entrar para o quadro, serei dispensada como tantas outras. A explicação para a quebra brutal na natalidade está encontrada: afinal, alguém consegue ter filhos nestas condições?

3 – trabalho não remunerado fora do horário de trabalho
Se o futuro é uma incógnita, o presente é sempre igual: todos os dias, sem excepção, trabalho horas extra grátis que me são impostas. O meu horário de saída é às 15h mas, depois dessa hora, ainda tenho para executar várias tarefas obrigatórias, que me levam entre 15 a 20 minutos diários, como arrumar os cestos das compras e os artigos que os clientes deixam ficar na caixa ou guardar o dinheiro no cofre. No quase ano e meio que levo a trabalhar no Continente, devo ter saído uns 5 dias, no total, à hora certa. E já cheguei a sair uma hora e meia depois das 15h, apesar de os meus superiores saberem muito bem que dali ainda vou para outro trabalho e de, por isso, eu ter sempre imensa pressa para não me atrasar.

4 – trabalho em dias de folga
Para perpetuar a falta de funcionários na loja, obriga-se aqueles que lá estão a trabalharem pelos que fazem falta, oferecendo assim todos os meses algumas horas do seu tempo de vida e de descanso ao patrão, que deste modo poupa no número de salários a pagar. Mais absurdo: num dia em que esteja de folga, posso ser convocada para ir à loja para fazer inventário. Sou obrigada a ir, apesar de estar na minha folga, e apenas posso faltar mediante justificação médica. E, como se não bastasse, até já aconteceu eu ser avisada no próprio dia da folga.

5 – cada segundo de exploração conta
Neste ano e meio, cheguei uma única vez 5 minutos atrasada e a minha superior foi logo bruta e agressiva comigo, tendo-me gritado e agarrado pelo braço, apesar de supostamente haver uma tolerância para se chegar até 15 minutos atrasada. Nunca mais voltei a atrasar-me. Nem 10 segundos. (Já sair pelo menos 15 minutos mais tarde do que a hora prevista, isso é todos os dias.)

6 – formatação do corpo
Relativamente à aparência física, devemos formatá-la meticulosamente, ao gosto sexista do patrão. Na loja onde trabalho, várias colegas tiveram por isso de eliminar os seus pírcingues, apagar também a cor das unhas (lá só é admitido o vermelho) e uma até teve de mudar de penteado. O patrão quer que nos apresentemos como autênticas bonecas. Faz lembrar os escravos que eram levados para as Américas, a quem se retiravam as suas marcas corporais para serem explorados sem outra identidade que a de escravos (seres humanos transformados em mercadorias).

7 – pausa para comer/urinar/descansar é crime
Mas o pior de tudo é mesmo o que acontece durante o tempo de trabalho. Os meus superiores querem que eu esteja as 4 horas sentada a render o máximo que é humanamente possível, por isso, dificultam ao máximo as minhas pausas – que são legais e demoraram séculos a conquistar – para ir comer qualquer coisa ou ir simplesmente à casa de banho. A única coisa que me autorizam a levar para junto de mim, no meu posto de trabalho na caixa, é uma garrafinha de água previamente selada e nada mais. De resto, o que levar para comer e beber (sumos e iogurtes líquidos não podem ir comigo para a caixa) tenho que deixar no Posto de Informações e só tenho acesso quando da caixa telefono para lá. Normalmente, no Posto, fazem que se esquecem desses pedidos, passando uma eternidade até eu finalmente conseguir ir comer. E, quando a muito custo lá consigo obter autorização para ir comer, sou pressionada para ser ultra rápida, pelo que em vez de mastigar estou mais habituada a engasgar-me. O mesmo acontece com as idas à casa de banho, sempre altamente dificultadas.

8 – gerem-nos como se fôssemos animais
Há uns tempos, uma colega sentiu-se mal quando estava na caixa, fartou-se de pedir licença para ir à casa de banho, mas foi obrigada como de costume a esperar tanto, tanto que lá se vomitou, quase em cima de um cliente.

Não se calem e denunciem todos os abusos nas redes sociais e nos blogs.

(gostava imenso de assinar, mas os 260€ do salário fazem-me tanta falta)

retirado de https://obeissancemorte.wordpress.com

Se isto é verdade o que a trabalhadora relata é muito grave, é caso para perguntar onde está a autoridade do estado para fiscalizar estas situações.

Por isso é que o Belmiro está podre de rico a explorar os trabalhadores desta maneira.

 

 



publicado por uon às 11:19 | link do post

Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2015

Alfredo Barroso explica assim a sua saída do PS: "Já chega! Nunca me passou pela cabeça que um secretário-geral do PS se atrevesse a prestar vassalagem à ditadura comunista e neoliberal da República Popular da China, e se atrevesse a declarar, sem o menor respeito por centenas de milhares de desempregados e cerca de dois milhões de portugueses no limiar da pobreza, que Portugal está hoje melhor do que há quatro anos. A declaração de António Costa é uma vergonha!".

Quando os negócios estão à frente dos direitos humanos na China então está tudo dito.

O estado português consegue ainda ser mais papista que o papa ao vender gato por lebre, casas caras aos chineses que agora querem a devolução do dinheiro.

O Ps está a colaborar com a ditadura chinesa que mata pessoas para depois vender os seus órgãos e fazer deles negócio e com o governo português que tem maltratado o povo protuguês na saúde, educação, no trabalho, e na função pública, etc.

Este PS é igual ao PSD e ao CDS quer a todo o custo o poder para depois fazer o mesmo.



publicado por uon às 18:08 | link do post

http://ait-sp.blogspot.pt/2015/02/a-proposito-da-grecia-para-alem.html#more

A propósito da GRÉCIA …

                        

PARA ALÉM DO DESESPERO:  A INDIGNAÇÃO, A REVOLTA E A AUTO-ORGANIZAÇÃO POPULAR   (o papel do ANARQUISMO e do ANARCO-SINDICALISMO)

 

As dívidas que os governos e o Estado português contraíram em nome do povo – mesmo daquela parte que não votou em nenhum deles – serviram e continuam a servir  sobretudo para salvar da “crise” os BANCOS que a criaram e para garantir a continuação dos privilégios, luxos e  tachos para governantes, políticos profissionais e demais “representantes” .

 E o que tem a grande maioria da população?... Tem mais POBREZA, mais DESEMPREGO, menos DIREITOS, PIOR SAÚDE, PIOR “SEGURANÇA SOCIAL”, mais (IN)”Justiça”, MAIS CORTES nos “apoios sociais”( subsídios de desemprego, reformas, RSI, e os salários mais baixos da Europa…

 E o que têm tido as cáfilas de governantes, de candidatos a governos, de “secretários de Estado” a diretores dos vários serviços do Estado e grandes gestores privados, de presidentes da república a presidentes de várias instituições privadas e “públicas”?... A ESSES NÃO CHEGA A AUSTERIDADE nem reduções nas suas contas bancárias chorudas, nos bancos daqui …ou da Suíça…

 

Perante estas atuais e bem visíveis DESIGUALDADES aqui, o facto de na Grécia um pequeno partido como o Syriza - que acabou por ser votado pela grande maioria do povo grego - se propor dar a volta ao texto na situação das “dívidas” do Estado grego ao FMI, ao Banco europeu e às imposições da 1ª ministra alemã Merkel, não pode deixar de gerar a nossa simpatia pelo povo grego .

E pelo governo do Syriza?...  Nisto não deveremos esquecer que na origem da vitória do Syriza está sobretudo, o grande movimento popular –social, laboral, ecológico -  que nos últimos 10 anos não tem parado de se desenvolver nos bairros populares, em locais de trabalho (incluindo HOSPITAIS, alguns deles AUTOGERIDOS e com apoio ativo de anarquistas gregos). Podemos dizer que o voto no Syriza pela maioria da população grega explorada e farta da “austeridade” imposta pela Troika e pelos vários governos,  foi uma última aposta em políticos “representativos” mas que ousaram ir além dos anteriores e se apoiaram nas aspirações de todo um movimento popular de base. O que se seguirá …a ver vamos!

 

E  EM PORTUGAL?...

Aqui, nem existe o Syriza, nem o BE é o Syriza – nem sequer o “Podemos” espanhol – nem há QUALQUER PARTIDO que possa desempenhar aquele papel… No fundo o medo dos governantes como Passos Coelho, Portas, Cavaco e outros é que aquilo que serviu de base ao Syriza – o forte movimento popular de base – se venha a reproduzir por “contágio” também aqui!...

 

E mais do que qualquer partido ou partidinho o que falta aqui é exatamente ACÇÃO E (auto-)ORGANIZAÇÃO POPULAR, iniciativas dos próprios atingidos pelas “austeridades” – trabalhadores, desempregados, utentes da segurança social, moradores pobres – que possam constituir um verdadeiro CONTRA-PODER a opor às medidas antipopulares do atual e de qualquer governo .

Para isso é importante que as pessoas mais atingidas pelos problemas se juntem, no seu bairro, no seu lugar de trabalho, na sua associação, que promovam assembleias populares locais onde se DISCUTA e DECIDA o que podemos fazer ao nível local, regional, nacional (e até internacional) para mudar a atual  situação de miséria, “austeridade” e  mafiozice dos senhores do poder económico e político. E às vezes, tudo isto começa por três ou quatro pessoas que já tenham percebido que é a ACÇÃO DIRETA E AUTO-ORGANIZAÇÃO POPULAR e que decidam tornar-se ativas e ajudar as demais a sê-lo também. A solução não está EM QUALQUER PARTIDO que apareça por aí numa manhã de nevoeiro, armado em “salvador do povo”… Não é isso que 40 anos de REPRESENTOCRACIA nos mostram? Apenas mudam as moscas!...

 

Aqui, a responsabilidade de quem se sinta identificado com as ideias anarquistas e anarco-sindicalistas poderá ser grande, agindo como animadoras e catalisadoras deste necessário movimento popular e laboral.  Dizer, como o diziam alguns, nas movimentações de 2012, que a DEMOCRACIA DIRETA  das assembleias populares que surgiam na altura era “complementada” pela “democracia representativa” parlamentar dos vários partidos, foi e continua a ser apenas uma forma de SABOTAR E IMPEDIR a DEMOCRACIA DIRETA entregando aos nossos pretensos “representantes” a resolução dos vários problemas sociais - que só poderão ser os próprios atingidos, auto-organizados, a enfrentar com algum êxito!

 

Por isso é importante INFORMARMO-NOS do que tem sido o movimento popular grego de inspiração libertária nos últimos anos – bem como recordarmos e  passar às novas gerações a informação do que foi realmente o tão caluniado PREC (Processo revolucionário em curso) aqui em 1974 e 1975. A História não se repete,  mas dela podemos tirar lições para as lutas de hoje!

 

UNIDOS e AUTO-ORGANIZADOS NÓS DAMOS-LHE$ A CRISE!   SOLIDARIEDADE ACTIVA COM AS LUTAS DO POVO GREGO!

 

   S.O.V.-Sindicato de Ofícios Vários- PORTO /AIT.SP

Fev. 2015



publicado por uon às 17:03 | link do post

http://www.cnt.es/noticias/cnt-ait-alicante-pide-solidaridad-para-que-se-ejerza-presi%C3%B3n-sobre-cruz-roja-y-cnt-elche-0

DSCN0293

 



publicado por uon às 16:51 | link do post

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/02/26/solidariedade-com-os-detidos-na-operacao-policial-desta-manha/

Cada vez mais o estado português se parece com o estado islâmico.
Se uns raptam e matam outros raptam e prendem só para manter seu poder discricionário de exploração e malvadez.
 

anonymous



publicado por uon às 16:29 | link do post

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2015

Os 150 cristãos assírios foram raptados em aldeias dos arredores da cidade de Tal Tamer, no nordeste da Síria, na passada terça-feira estão agora ameaçados de morte senão se reconverterem ao islão e/ou não pagarem um imposto.

Os Estados Unidos andaram atacar os islamitas, no Iraque, Afeganistão em defesa da doutrina judaico-cristâ agora aturem-nos.

Que diferença é que há entre o estado islâmico e o estado português. Nenhuma.

O estado português rouba os seus trabalhadores se recusarem pagar impostos são penhorados ou presos por fuga ao fisco.

O estado português rouba os FP nas reformas mais 13%, segundo o Correio da Manhã.

Também o CM diz que um homem foi morto em Setúbal, vitima de repressão policial ao serviço do estado.

Por enquanto o estado português não mata por não aderirmos ao catolicismo mas para lá caminhamos.

Qualquer que seja o estado islâmico, português. inglês,  francês, grego todos os estados tem uma estrutura repressiva montada para nos reprimir a todos.

 

 

 

 



publicado por uon às 11:03 | link do post

Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=179391

Numa avaliação geral as medidas não parecem nada de especial.

Em relação à pequena corrupção um país que próxima de uma economia de guerra as pessoas não podem ter dinheiro para corromper um Médico por causa de uma cirurgia quando na realidade passam fome.

É que se corrompem o médico não comem e quem diz no médico diz em outros sectores.

Por exemplo a Grécia tem cerca de 25 % desempregados, mas não baixa a idade de reforma, nem baixa a jornada laboral para baixar o desemprego.

O desemprego pode-se baixar através de mais empresas, mas também pode-se baixar baixando a jornada laboral e a idade de reforma e reduzindo as horas extra.

A Grécia quer racionalizar as regalias extra-salariais.

Por exemplo a Grécia pode aumentar os salários retirando as regalias extra-salariais como as horas extraordinárias e até aumentar o emprego com as redução das horas extra.

O governo do siriza também não fala das desigualdades salariais que existem na sociedade grega.

No essencial o governo do siriza não vai ao fulcro da questão fica-se pelas intenções.



publicado por uon às 17:18 | link do post

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

Actual Governo diminui férias dos trabalhadores do estado, para 22 dias úteis, mantendo 1 dia por cada 10 anos de trabalho.

As férias em função da idade deixa de existir.

Para quem é contra os funcionários do estado e a suas regalias tem aqui um bom motivo para votar neste governo e vai ficar de certeza satisfeito.

Este governo tirado a papel-químico do governo PSócrates tem tirado tudo à função pública o que pode e o que não pode só resta agradecer o bom trabalho feito até aqui.

Este governo deve deixar alguma coisa para o próximo governo do PS/Costa que depois não tem trabalho para fazer.

 

FÉRIAS:

- O período normal de férias passa de 25 para 22 dias úteis.

- Deixam de existir as férias em função da idade.

- Deixa também de existir a possibilidade do gozo de meio dia de férias.

- Mantém-se o acréscimo de 1 dia de férias por cada módulo de 10 anos de serviço efetivamente prestado.

- Tem de ser gozado um período mínimo de 10 dias úteis consecutivos de férias  (anteriormente 11).

- As férias acumuladas podem ser gozadas até 30 de Abril do ano civil seguinte.

 

FALTAS POR CONTA DO PERIODO DE FÉRIAS:

- Pode faltar-se até 2 dias por mês por conta do período de férias até ao máximo de 13 dias por ano.

- Estas faltas podem ser gozadas em meios-dias.

- As faltas aqui previstas descontam, segundo opção do interessado, no período de férias do próprio ano ou do seguinte.

 

Legislação : Lei 35/2014, de 20 de Junho e Lei 7/2009, de 12 de Fevereiro.



publicado por uon às 16:46 | link do post

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/02/23/ha-96-anos-nascia-o-diario-anarco-sindicalista-a-batalha-porta-voz-da-organizacao-operaria/

A-BATALHA



publicado por uon às 16:41 | link do post

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