Sábado, 30 de Maio de 2015

Foi enviado para os partidos representados em S. Bento uma petição  sobre o combate ao desemprego mas que julgamos muito gente concordará que era descer o

horário de trabalho para 30 horas semanais sem cortes;

e descer para os 40 anos de trabalho sem cortes para conseguir a reforma.

De todos os únicos que mandaram resposta automática só o Bloco e CDS o fizeram.

O PCP, PS e PSD não responderam.

Sabemos que os directórios dos partidos não são intelectualmente inteligentes e também que o seu sentido é repressivo para mudar o seu programas e a sua atitudes de modo a que as coisas funcionem nos diversos sectores e que os desempregados possam conseguir trabalho/emprego e os trabalhadores do activo que possam reformar-se  dando o lugar a outros depois de longos 40 anos de serviço.

Também sabemos que o modo de conseguir as nossas reivindicações não será no parlamento, mas sim nas ruas, bairros, praças deste nosso mundo e como tal é por aí que vamos.

 



publicado por uon às 15:37 | link do post

http://ait-sp.blogspot.pt/2015/05/solidariedade-com-os-patrulheiros.html

 



publicado por uon às 15:34 | link do post

Sexta-feira, 29 de Maio de 2015

Governo promete ao policias reforma aos 55 anos sem cortes, enquanto que os outros trabalhadores do publico e do privado tem de amargar até aos 66 anos.

O que é os policias são mais que os outros trabalhadores.

O governo sabe que a policia pode ser sua bóia de salvação e do seu regime, por isso á que dar as condições à corporação que tem por missão reprimir o povo.

Com estas medidas o governo não resolve o problema do desemprego que sobe todos os dias e obriga à imigração de muitos milhares de trabalhadores.

30 horas trabalho semanais.

Reforma aos 40 anos de serviço sem cortes para dar oportunidade de trabalhar a quem não tem.

 

 



publicado por uon às 10:36 | link do post

Quinta-feira, 28 de Maio de 2015

Caras e caros trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa

Foi hoje publicada em Diário da República (https://dre.pt/application/file/67271427) a nova estrutura orgânica dos serviços municipais, que entra em vigor no próximo dia 5 de junho.

Para que os serviços continuem a funcionar com toda a normalidade, nesse mesmo dia será igualmente publicada a lista de afetação dos trabalhadores às várias unidades orgânicas municipais e serão nomeados os respetivos dirigentes.

Este é um processo simples, pois os trabalhadores permanecerão nas unidades orgânicas nas quais se encontrem ou transitarão entre unidades orgânicas em função das competências organizacionais às quais estejam associados. Apenas em situações em que seja necessário equilibrar a distribuição de trabalhadores em determinadas funções entre os serviços este princípio será excecionado.

Mas este é também um processo participado, pois embora seja conduzido pela Direção Municipal de Recursos Humanos, conta com a colaboração de todas as unidades orgânicas, que clarificarão as funções que cada trabalhador desempenha, para que cada pessoa possa ser afeta à unidade orgânica correta.

O processo de elaboração da lista está em curso e será validado pelo executivo antes da publicação do despacho do senhor presidente que definirá a afetação de cada trabalhador.

É, assim, tempo de vos dar uma palavra de tranquilidade e de reiterar a mensagem já transmitida pelo senhor presidente: todos os postos de trabalho estão salvaguardados e nenhum trabalhador verá alterado o seu vínculo contratual, decorrendo a afetação dos trabalhadores com total garantia dos seus direitos.

Recordo que a Direção Municipal de Recursos Humanos está disponível para esclarecer as vossas dúvidas através dos contactos: rh.atendimento@cm-lisboa e 21 798 82 05.

Certo que juntos garantiremos um cada vez melhor serviço à cidade, envio a todos um abraço.

O Vereador dos Recursos Humanos

João Paulo Saraiva

Para mais informações contactE

DMRH | Departamento de Gestão de Recursos Humanos

21 798 82 05

rh.atendimento@cm-lisboa.pt

 

Esperemos que assim seja, já nos basta termos um governo que desgoverna e desrepeita os direitos dos trabalhadores.

Mas isto em politica é tudo muito relativo o que é hoje verdade amanhã pode ser mentira.

Trabalhador vigilante vale por dois.



publicado por uon às 17:40 | link do post

Quarta-feira, 27 de Maio de 2015
José Sócrates saiu da prisão para ser ouvido no Ministério Público

Ex-primeiro ministro saiu da cadeia de Évora às 13h00 de hoje dia 27/05/15 e tinha inquirição marcada para as 14h30 no Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

Muito provavelmente Sócrates será libertado (senão for hoje) proximamente, mas Sócrates tem de ser condenado pela sua governação contra os trabalhadores do público e do privado principais visados do seu desgoverno e como tal vai visitar a Coreia do Norte como condenação em hotel de cinco estrelas.

 



publicado por uon às 17:17 | link do post



publicado por uon às 15:44 | link do post

http://www.cnt.es/noticias/acto-de-insumisi%C3%B3n-la-mesa-electoral-del-24-de-mayo-de-un-miembro-de-cnt-vall-dalbaida

Un compañero de este sindicato de la CNT-Vall d'Albaida, fue elegido como presidente de este circo electoral para el 24 de mayo y, por cuestión de principios y con las ganas de ser consecuente con el que un mismo cree, ha decidido no participar, enviando dentro del plazo de 7 días después de recibir la notificación una respuesta con los motivos por los cuales no quiere asistir. Bien, la respuesta ha estado con la negativa y bajo amenaza de prisión o multa de seis a veinticuatro meses.

Si nos paramos a pensar, en la que está cayendo y con tanta gente en el paro y que cree en este sistema, sin ninguna prestación económica y que le gustaría participar como presidente o miembro de la mesa electoral. ¿Por qué una convicción política no es suficiente para no participar? Obligando en contra de su propia voluntad y bajo amenazas. Pues sólo nos queda la DESOBEDIENCIA.

 Por lo tanto aquí dejamos la carta de nuestro compañero a la Junta Electoral de Zona, donde compartimos los motivos y las argumentaciones por la cual ha decidido no participar en la mesa electoral:

A la Junta Electoral de Zona, Juzgados de Ontinyent.Hace unos días recibí la notificación por la cual se me informa que formo parte, como presidente, de la mesa electoral --______ Uno, situada en el Centro Cultural “______” Sala A (Parte izquierda) de Albaida. Según el documento y el manual que se adjunta, tengo que comparecer el 24 de Mayo, con motivo de las elecciones municipales y autonómicas del 2015. Todo esto con la amenaza de “pena de prisión de tres meses a un año o multa de seis a veinticuatro meses” si decido no presentarme.Sin embargo, también se abre un periodo para poder alegar y exponer los motivos que impiden la aceptación del cargo que a continuación expongo: No quiero declararme como objetor de conciencia, ni nada por el estilo, puesto que lo veo mucho más sencillo, esto quiere decir, que me declaro ideológicamente como anarquista, por lo tanto, por cuestión de principios debo de de ser consecuente con mis finalidades. Mi intención no es otra que dirigirme de persona a persona; es decir, de igual a igual a quien lee este documento y, así, poder explicarlos los motivos que me traen a tomar tal decisión. Por supuesto, espero que los tengan en cuenta a la hora de decidir su respuesta.

 

Podría enumerar los motivos que me traen a obrar de este modo, para que lo podáis entender mejor, no quedarse con un “-ista”, o con una etiqueta suelta. La lista podría ser muy larga, pero creo que no debo de de dejar de exponer algunas por las cuales no quiero participar: La desviación de dinero público a finalidades privadas, la desigualdad social, las ingentes cantidades de euros a la represión y la muerte, la manera ejecutiva e individualista de afrontar tanto los problemas sociales como las resoluciones que afectan a nuestras vidas en general desde las administraciones, totalmente lejanas de la realidad social del día a día, sin dar opción de afrontarlo de manera colectiva, entre todos y todas, privándonos de nuestra responsabilidad y del apoderamiento mutuo para reconducir nuestras vidas, tanto en lo social, lo laboral y económico. Así mismo, la corrupción del sistema no afecta a sus accidentes, sino a su misma; es decir, es intrínseca a él.Mi concepto de democracia, puede ser, sueno muy utópico o puede ser que no se tome con la seriedad que merece, pero yo creo con la democracia directa, federativa y asamblearia, no con esta democracia que en realidad es un sistema parlamentario y presidencialista, donde obliga a delegar nuestra responsabilidad en unos pocos, que cómo ya digo, no tienen nada que ver ni con nosotros (la gente de a pie), ni con nuestra realidad social, y a la vista está, que toman decisiones a nuestras espaldas donde favorecen antes en los bancos y a la persistencia de este régimen económico y de consumo llamado capitalismo, que a las personas. Por lo tanto es mucho más injusto del que se imaginamos.

Frente a las elecciones promovidas por el Estado, propongo la autogestión y el asamblearismo, la toma de decisiones por consenso que promueve la reflexión en común y el mutuo esclarecimiento, que sin el cual no puede existir tal democracia. Solamente así, podremos hacer frente al desinterés y la apatía por el público que caracteriza a un sistema que coacciona a la gente porque formo parte de sus mesas electorales. Finalmente, quisiera aclarar brevemente algunas cosas. No pretendo buscar trampas ni trucos que me eximan de acatar esta orden; por supuesto, tampoco tengo la intención de causar ningún trastorno a quien decida votar. Es un simple acto de denuncia de una situación injusta y, como tal, anda por la misma senda que transitaron y transitarán aquellos que tomaron decisiones similares y aquellos que lo harán en el futuro. Es una simple decisión que me hace rechazar participar en aquello que asfixia algunas de las expresiones más privadas y profundas de mi humanidad: mi conciencia y mi libertad.Con la intención que tengamos en cuenta mis consideraciones, los pido, insisto que de igual a igual, que REVOCAN mi nombramiento como presidente de la mesa electoral 01 002 Uno.Espero su respuesta. Atentamente y con afecto, VST. Para que así consto, lo firmo en Albaida el 5-5-2015.

Més info: http://valldalbaidacnt.blogspot.com.es/



publicado por uon às 13:37 | link do post

Terça-feira, 26 de Maio de 2015

Ganhamos alguma coisa com as privatizações? Nada.

Quando uma família/governo começa a  vender os seus bens é sinal que falta dinheiro.

Com a venda faz-se dinheiro mas as "jóias da coroa" vão embora e jamais voltarão.

É evidente que o estado ganha impostos. Mas também os ganhava se tivesse as empresas.

Tanto mais que é um bocadinho do território que vai para mãos estrangeiras que qualquer dia chegam e tomam o poder e passamos a pertencer a outro estado.

Para os nacionalistas de esquerda e direita é uma derrota.

Para os liberais o tudo é vendável, só não vendem a mãe por que não podem.

O estado só quer ficar com a defesa/segurança/justiça tudo o resto (hospitais. escolas transportes, prisões, serviços básicos) tudo pode ser privatizado.

Também teremos um mau serviço e pago a peso de ouro.

 

 

 

 



publicado por uon às 14:05 | link do post


reforma agrária

Desde sempre uma das palavras de ordem dos anarquistas tem sido ” A terra a quem a trabalha”. Na revolução mexicana, depois na revolução russa, sobretudo nos campos da Ucrânia, sob a influência da guerrilha de Nestor Makhno, depois na revolução espanhola, em que a vontade revolucionária do povo colectivizou terras e fábricas, sempre os anarquistas estiveram na linha da frente para acabar com a propriedade privada ou estatal da terra, o salariato ou a submissão dos trabalhadores do campo aos de outros sectores produtivos.

Em Portugal, grande parte das ocupações de terras em 1975 foi feita à margem das estruturas partidárias, embora o PCP, com o oportunismo que sempre o caracterizou, tenha feito toda a propaganda possível para passar a ideia de que a ocupação de terras em Portugal terá sido, apenas e só, obra sua. Não é verdade. Houve em todo esse movimento que envolveu dezenas de milhar de operários agrícolas muita gente sem partido, muitos trabalhadores sérios e empenhados em mudar a vida e o mundo, outros militantes de outros partidos, gente do PCP também, claro, mas reduzir esse vasto movimento, como os comunistas pretenderam fazê-lo, a uma obra apenas sua, para além de ridículo é uma mentira pegada.

Esta evocação dos 40 anos da Reforma Agrária (foto) apareceu recentemente escrita junto à rotunda que vai para Alcáçovas, em Évora, assinada com o A dos libertários e é mais uma homenagem aos homens e às mulheres que, à margem dos partidos, souberam sonhar e pôr no terreno, entre muitas traições e muitos compromissos político-partidários, esse velho sonho libertário de que a terra deve pertencer a quem a trabalha!

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/05/25/evora-quando-as-paredes-falam-5/



publicado por uon às 13:49 | link do post

Segunda-feira, 25 de Maio de 2015

Sampaio da Nóvoa confessava que a a sua principal referência era Eanes "pela sua independência e despojamento".

Olha que rico exemplo o de Eanes chefe do 25 de Novembro de 1975 que nos conduziu a governos com politicas de direita PS/PSD/CDS e a um Portugal ligado à máquina, que nem morre nem melhora.

É bastante apreensivo o que fará este professor em Belém que mais não seja andar a passear a conta dos nossos impostos com um batalhão de empresários e jornalistas a visitar países e eles a nós como fez o renegado de Boliqueime.

Esperamos que nóvoa não se transforme numa nódoa.

 

 

 

 



publicado por uon às 15:21 | link do post

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