Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015

O irrevogável e sinistro Portas vai deixar a liderança politica do CDS, partido que chefiava com mão de ferro.

Digamos que Portas vai fazer uma férias e depois regressará de novo à ribalta politica mais recauchutado que nunca.

Portas no governo de Barroso e Passos foi uma nódoa.

O chamado partido do contribuinte era tudo fachada.

Fez tudo para empobrecer o povo e os trabalhadores e enriquecer os ricos e banqueiros.

Comprou submarinos que não faziam falta e arrecadou um milhares.

O CDS sem Portas fica órfão e corre o risco de acabar e não deixa saudades.

A figura seguinte que se segue é Nuno Melo, fascista de extrema direita que pelas suas declarações não fica atrás de Portas.

 



publicado por uon às 11:39 | link do post

http://cdn-ondemand.rtp.pt/podcasts/at1/1512/882335_195053-1512211240.mp3
 

“Entre 2008 e 2014 foram concedidos apoios públicos ao sector financeiro cujos fluxos líquidos atingiram no final do período € -11.822 M.” (Tribunal de Contas)
 
1 – No caso do sistema financeiro, provavelmente, vão seguir-se ao Banif ( > € 3800 M), o Montepio (€ 62.5 M já em 2013) e a CGD, com envolvimentos enormes de fundos públicos, numa escala até agora não vista. A título de exemplo, na Grécia já atingiu € 47000 M.
 
2 – Essa situação significará a extinção de bancos com centros de decisão em Portugal e as poupanças e créditos concedidos a serem integrados em redes financeiras para as quais os portugueses contarão como 10 milhões de seres periféricos, empobrecidos e ignorantes; isto é, um “mercado” pouco interessante.
 
3 – É evidente e consensual a exigência popular pelo conhecimento das contas e locais para onde se escoou o dinheiro confiado aos bancos, reforçado pelas entregas de fundos públicos, bem como os nomes dos responsáveis pelas facilidades dadas para esse escoamento criminoso.
 
4 – Esse conhecimento só pode conseguir-se através de uma auditoria aprofundada jamais suscetível de ser executada decentemente por elementos pertencentes à classe política, ao sistema financeiro ou destes dependentes.
 
5 – Criação de um tribunal especial e plenos poderes de acesso e investigação, constituído por elementos nas condições expressas em 4. para a análise dos comportamentos e responsabilidades dos envolvidos nas burlas bancárias desde o BPN e, avaliação dos danos causados na população, vítima da austeridade e perda de direitos nos últimos já longos anos.
 
6 – Repúdio pelo afunilamento da reação aos descalabros bancários através de atuações mediáticas inconsequentes, incompetentes, coniventes com os actos praticados ou, dirigidas a um ou outro elemento (ex. o governador do BdP) bode expiatório de todos os males, para alívio das responsabilidades da maioria dos políticos e dos banqueiros.
 
7 – Realista consideração de que o sistema financeiro é global, integrado, desnacionalizado, com regras definidas pelo próprio sistema financeiro e aceites, pacificamente e de modo conivente, pela grande maioria dos governos e classes políticas mundiais.
 
8 – Apelar, no contexto vigente definido em 7., por um controlo público nacional da banca é totalmente irrealista, no atual modelo concentracionário e globalizado do chamado “mercado de capitais”, que vai muito para além da UE.
 
9 - Na prática, esse controlo é o que vem acontecendo, com a nacionalização do BPN, as injeções de capitais públicos com evidentes perdas em nome da quimérica salvação de riscos sistémicas, com a partidarização dos processos e da gestão, a ausência de informação; e, com o bem presente financiamento desses desmandos através do aumento de impostos sobre trabalhadores e reformados, perda de direitos para quase todos, o que vulgarmente se chama austeridade.
 
10 – Um sistema financeiro isento dos desmandos a que vamos assistindo nos últimos sete anos terá de ter caraterísticas completamente distintas do actual, desconetado da especulação, do branqueamento de capitais, baseado nas poupanças realmente existentes e em créditos de proximidade; uma banca ética.
 
11 – Sair da situação actual exige uma estratégia sobre os objetivos da sociedade portuguesa, na sua Inter-relação com outros povos, mormente do estado espanhol, a consideração de uma economia baseada nas necessidades e não na histeria do aumento do PIB, uma democracia em que todos possam ser decisores e executores, eleitores e eleitos, sem exclusões como assistimos na chamada “democracia representativa”.
 
12 – Nenhuma estratégia – somente foguetório à hora do telejornal – pode sair da classe política, corrupta ou acomodada que, nem a isso se sente obrigada por um empresariato culturalmente indigente e viciado no subsídio público, na fraude e no favor.
 


--
GRAZIA  TANTA



publicado por uon às 10:24 | link do post

Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2015

 

 António Victorino d'Almeida compositor, pianista e maestro não tem dúvidas: "Os políticos são uma classe muito ignorante".Vive com uma reforma de 288 euros e é obrigado a sair de casa para "caçar".

REALMENTE 288 EUROS DÁ PARA (NÃO) MORRER DE FOME.
SER MÚSICO É UMA PROFISSÃO QUE DÁ MUITAS ALEGRIAS A QUEM VAI VER, MAS SE NÃO HOUVER DESCONTOS E POUPANÇAS CAIE-SE NA MISÉRIA, COMO É O CASO.
POR ISSO É QUE DEVIA HAVER UMA REFORMA MÍNIMA DE PELO MENOS 1000 EUROS E UM ORDENADO MÍNIMO IGUAL E NÃO ESTA MISÉRIA DE 630 EUROS A QUE OS PATRÕES NÃO QUERIAM DAR.
POR QUE É QUE O AMIGO MAESTRO NÃO VAI PARA A PORTA DO PARLAMENTO PROTESTAR CONTRA A MISÉRIA DE REFORMA QUE RECEBE.

QUANTOS VITORINOS É QUE NÃO HÁ POR AÍ A RECEBER 288 EUROS.



publicado por uon às 16:07 | link do post

Afinal não é só nos países árabes que existe fundamentalismo.

A nossa democracia também tem a sua dose de fundamentalismo.

Os árabes querem sair do fundamentalismo para uma vida mais saudável  e menos áspera e os europeus querem ir para lá.

Os partidos desde da Merkel de esquerda ao CDS todos eles tocam todos o mesmo instrumento da repressão legalizada.

Entende-se perfeitamente que os partidos procurem coisas laterais por que não tem capacidade para resolver os problemas dos trabalhadores e do povo e mete-se nestas fantochadas.

Não está provada que 100% das mulheres/homens sejam contra os piropos.

Um piropo até é uma forma de elogiar outra pessoa.

Há mulheres/homens que se sentem enaltecidos com um elogio tão grande.

O estado não pode ficar indiferente a esta forma de liberdade individual e tudo que o saia das marcas é criminalizado.

Qualquer dia vamos todos andar muito direitinhos nas ruas.

Neste sentido vai entrar em acção o "policia da moda" que faz concorrência á PSP que vai ter um papel importante de dizer como as mulheres se devem vestir sem dar azo a piropos por que isso tem muito a ver com os piropos do sexo masculino.

A repressão do piropo vai ter repercussões na convivência entre homens e mulheres.

Era preferível que quem se sentisse incomodada/o sem entendesse com o visado e não recorresse à via judicial já tão sobrecarregados com trabalho.


publicado por uon às 10:42 | link do post

Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2015

Luís Cunha Ribeiro sobre o caso do jovem que morreu devido a falta de neurocirurgião no Hospital S. José. em Lisboa "Neste caso, o Serviço Nacional de Saúde [SNS] falhou".  "Nos últimos anos, por cortes que tivemos na área da saúde, estivemos impossibilitados de ter recursos humanos para dar respostas a situações de doentes como este". Justificou.

Devido a este caso demitiram-se vários chefes de equipa de diversos hospitais de Lisboa.

Para quem ainda tinha dúvidas aqui está mais um caso de morte de doente por falta de médicos especialistas devido a cortes efectuados nos últimos anos.

Com o caso Banif os cortes vão continuar e mais casos como este surgirão.

Os responsáveis do anterior governo deviam ser chamados à justiça por este crime, mas como a justiça está feita com os criminosos da politica, nada será feito.

 



publicado por uon às 10:13 | link do post

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/12/22/bancos-sempre-sempre-o-contribuinte-a-pagar-e-ja-vai-em-13-mil-milhoes-de-euros/


banif

“Resgate” ao #Banif podia suplementar orçamento do #SNS em 50%, mas é mais importante salvar banqueiros e investidores.

Mais uma vez, um #banco afunda-se misteriosamente sem que ninguém tivesse previsto tal coisa. O Estado chegou a ter 61% do Banif mas nomeou apenas em 2014 dois responsáveis representantes do Estado Português (um deles o turbo-gestor Issuf Ahmad) enquanto o Banco de Portugal, suposto orgão supervisor, olhou continuamente para o lado. Tem uma das 4 grandes consultoras a fazer auditoria e revisão de contas, a PricewaterhouseCoopers & Associados, a mesma consultora que trabalhou a auditoria inicial e acompanha como Revisor Oficial de Contas Efectivo o Novo Banco.

Tem membros de partidos nos orgãos sociais, como o Presidente do Conselho da Administração Luís Filipe Marques Amado do PS e o vogal Fernando Mário Teixeira de Almeida do PSD, para além de turbo-gestores como Teresa Sofia Teixeira dos Santos Duarte ligada à Sociedade de Garantia Mútua “Norgarante” participada pelo Estado Português bem como pelos principais grupos bancários nacionais (BPI, BES, Millenium BCP, CGD, Santander Totta, CCCAM) e o já mencionado Issuf Ahmad, dos orgãos sociais da Transtejo, Centro Hospital Lisboa Norte E.P.E., Comboios de Portugal e InfraEstruturas de Portugal. No entanto, nenhum destes génios multidisciplinares da gestão soube precaver os problemas.

O Santander pega agora nas boas partes do Banif por 150 milhões de euros depois deste ter recebido um total de 2.255 milhões de euros em apoios públicos, sejam eles directamente do Estado (1.766 milhões de euros) ou do Fundo de Resolução (489 milhões de euros). Segundo Bruxelas, destes 2.255 milhões de euros investidos no reequilíbrio de capitais, o Governo português vai também gastar 422 milhões de euros na “transferência de ativos comprometidos para um veículo de gestão de ativos”.

A ajuda do Estado ao Banif poderá mesmo chegar aos 3.825 milhões de euros no pior dos cenários (até ver), mais do que o anunciado no dia 21/12 pelo Banco de Portugal, devido à separação dos ativos ‘tóxicos’ do restante património, que passará a ser detido pelo Santander. As participações ‘tóxicas’ vão ser geridas pelo Fundo de Resolução, que será responsável pela venda destes ativos avaliados (provavelmente de forma inflacionada/optimista) em cerca de 2.200 milhões de euros. Mais uma vez, o lucro é privatizado e as perdas socializadas, à semelhança do que aconteceu com a divisão do BES em banco bom e banco mau.

Quem gere o Fundo de Resolução? A comissão diretiva é composta por três membros, sendo o presidente um elemento do conselho de administração do Banco de Portugal, por este designado. Um segundo membro é designado pelo membro do governo responsável pela área das finanças e o terceiro membro é designado por acordo entre o Banco de Portugal e o membro do governo responsável pela área das finanças. O Fundo de Resolução presta contas da sua atividade ao Conselho de Auditoria do Banco de Portugal, Ministro de Estado e das Finanças e ao Tribunal de Contas

O Governo decidiu resolver já o problema, provavelmente para fazer um último favor aos accionistas, investidores e depositantes do Banif, uma vez que pelas novas regras europeias de resolução bancária que entram em vigor em 2016, os seus activos no banco seriam usados para saldar contas antes de finalmente serem chamados ao cadafalso os depósitos acima dos 100.000€.

Fica também suspeito o timing do interesse da TVI pelo Banif na semana passada, levando a uma queda abrupta do seu valor em bolsa, quando a TVI é propriedade do grupo espanhol Prisa, que tem como accionista de referência o Banco Santander, o mesmo que ontem adquiriu, pelo habitual preço de saldo, a posição do Estado no Banif.

Os trabalhadores portugueses já sofreram extorsão de 13 mil milhões para ajudar os bancos. Desde 2007 a ajuda pública ao sector financeiro equivale a 7,3% do PIB e a um ano de receita do IVA.

aqui:https://www.facebook.com/guilhotina.info/photos/np.1450807220791827.1407050341/858785660904578/?type=3&theater&notif_t=notify_me_page 

rede anrquista

 



publicado por uon às 10:01 | link do post

Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015

O PP de Rajoy ganhou as eleições de domingo, em Espanha seguido do PS de Sanches e pelo Podemos de Inglesias e por os Cidadãos de Rivera.

Os partidos emergentes Podemos (esquerda) e Cidadãos (Liberal) foram os vencedores por retiraram a maioria a Rajoy e muitos votos e deputados ao PP e PSOE.

Agora Espanha fica num impasse, ou Rajoy governa com Sanches ou este governa com o Podemos e mais os partidos regionais.

A questão é saber que tipo de política vai ser encetada pelos partidos num futuro governo.

O desemprego é galopante em Espanha com quase 25 % desempregados.

As reformas laborais tal como em Portugal sempre a a ser alteradas como em Portugal é para pior para os trabalhadores.

O novo governo vai ser confrontado com a independência da Catalunha.

A Espanha corre o risco de ser uma Jugoslávia com os respectivos países a saírem do dominio de Madrid.

Os países da península Ibérica como alternativa podiam transforma-se numa federação de povos ibéricos (Portugal Incluído)  na Ibéria e não estarem de costas voltadas como estão.

Com esta união podiam mandar Bruxelas às malvas.

Hoje os povos estão a ser mandados por Bruxelas numa aliança contranatura onde quem ganha são os alemães.

 

 

 

 

 



publicado por uon às 10:08 | link do post

Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2015

Neste texto escrito em janeiro de 2009, no rescaldo das burlas bancárias BPN e BPP os indicadores bancários mostravam a insustentabilidade do sistema bancário português. Os dados estavam publicados mas, para a governação e arredores tudo corria sem problemas de maior. Aqui:

O sistema bancário português - bancos com pernas de barro

http://www.slideshare.net/durgarrai/o-sistema-bancrio-portugus-bancos-com-pernas-de-barro

Nessa altura os tolinhos nas bandas da chamada esquerda gritavam por nacionalização, num copy/paste de 1975 ou da revolução russa de 1917. Sócrates nacionalizou o BPN e mostrou-se - mais uma vez - que nacionalizar é, em regra, colocar capitais públicos ao serviço do capital privado global. Aqui:

Nacionalização da banca piada ou mistificação


http://www.slideshare.net/durgarrai/nacionalizao-da-banca-piada-ou-mistificao

Entretanto veio o resgate encomendado pela banca à troika com o apoio público à banca, financiado pela troika e de que se aproveitaram BPI, BCP, Banif. O BES recusou e veio a estoirar, o Banif aceitou e rebentou, no Montepio a coisa estará preta mas, nem pio e, pouco se fala da CGD, a grande bomba-relógio tic-tac, tic-tac...

Já ninguém se atreve a falar abertamente de nacionalização mas ela ocorreu, de facto no Banif ; e em 2013 a Caixa Económica / Montepio Geral recebia 62.5 milhões de subvenção pública;

No Novo Banco entraram 3500 M (não se sabe quantos voltarão mas pelo volume das ofertas de compra... o reembolso promete ficar muito aquém). Logo em agosto de 2014 houve quem se mostrasse contrário a este compromisso de dinheiro público. Aqui:

O BES bom, o BES mau e a má gestão dos dinheiros públicos


http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/08/o-bes-bom-o-bes-mau-e-ma-gestao-dos.html

Resta a CGD que tinha em junho uma falta de liquidez de uns € 300 milhões. Pergunta-se porque é que Passos ordenou o empréstimo de 3500 M da CGD à Parvaloren, a gestora dos salvados BPN sabendo que isso nunca será recuperado e devolvido à CGD; como e quando irá a CGD registar o prejuizo
(segundo o Trib de Contas há cerca de ano e meio só haviam sido reembolsados uns 500 M)

Ficam a perceber porque é possível haver um segundo resgate? Para além de uma economia estagnada e dos deficits público e das contas externas, há que assumir o descalabro da banca, que em breve ficará integralmente apenas com instituições estrangeiras para manipularem os nossos cobres

Pensem e organizem-se !

--
GRAZIA  TANTA

Documentos e textos em:    
 


publicado por uon às 13:48 | link do post

Governo vendeu o BANIF ao Grupo Santander por um preço abaixo do seu valor investido.

Ou seja vai ser um mau negócio.

O governo de Costa  apoiado pelo PCP e BE  opta por criar mais austeridade para os trabalhadores, força de trabalho que mais uma vez vai pagar a factura da má governação do anterior governo PSD/CDS.

O BE e o PCP que tanto gritaram contra a austeridade agora vão ter de engolir mais austeridade.

O governo podia ter evitado que os pagadores de impostos sofressem mais este revês, nacionalizando o banco e gerindo o banco de forma criteriosa.

Um governo que não sabe gerir uma empresa não pode saber gerir um povo de 10 milhões de pessoas.

Os problemas financeiros já passaram por toda a banca, restando o banco de Ulrich não se sabendo como está este banco na prática.

Será que vamos ter mais uma surpresa no futuro.

Está provado que os governos só querem gerir os impostos roubados aos trabalhadores e gastar a seu bel-prazer em obras de fachada e mordomias e gerir o estado de forma a que status quo do sistema capitalista continue a vigorar como tem vindo a ser gerido até aqui.


publicado por uon às 11:06 | link do post

Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2015

 

Desde 13 de Novembro, a França está em "estado de emergência", durante o qual os protestos foram criminalizados e muitas pessoas foram detidas e sujeitas a prisão domiciliária. Uma deles é o nosso companheiro Ali da CNT- AIT, que foi colocado sob prisão domiciliar às 3:30 da madrugada de 28 de Novembro.

A partir da Associação Internacional dos Trabalhadores, nós denunciamos fortemente as acções do Estado. Lembramos que são diferentes estados e fanáticos religiosos que estão lutando uns contra os outros para ganhar o controlo sobre as pessoas e dividi-las. Todos nós somos potenciais vítimas. Devemos unir-nos e derrubar os tiranos - todos os existentes e todos aqueles que o desejam ser.

Abaixo o estado de emergência e viva a revolta internacional!

Secretariado da Associação Internacional dos Trabalhadores



publicado por uon às 18:07 | link do post

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