Sexta-feira, 28 de Abril de 2017


Foto de Sindicato Arousano Libertario.





publicado por uon às 16:27 | link do post

http://madrid.cnt.es/noticia/manifestacion-1-mayo-2017-40-anos-paz-social-ni-dia-mas



publicado por uon às 16:20 | link do post

Quinta-feira, 27 de Abril de 2017

http://150anos.dn.pt/2014/08/04/como-foram-mortos-o-rei-d-carlos-e-o-filho/

Nas dezenas de páginas que o DN produziu relacionadas com o atentado que vitimou o rei D. Carlos e o príncipe herdeiro Luís Filipe não existe a assinatura de um único jornalista, editor ou diretor do jornal. Percebe-se que todo o trabalho foi fruto de uma equipa que não se poupou a esforços para dar diariamente ao leitor o que acontecia nas principais cidades e nas pequenas cidades de província de onde chegavam a Lisboa milhares de telegramas de condolências e onde foram rezadas missas em memória de D. Carlos e do príncipe. Além disso, os redatores do DN responderam positivamente ao pedido de informações de jornais da Europa e do Japão que “queriam saber o que se estava a passar em Lisboa”

 

 

A morte da família real dava conta no DN.



publicado por uon às 14:55 | link do post

Quarta-feira, 26 de Abril de 2017

Ontem dia 25 de Abril esteve a "Iniciativa Libertária" em Lisboa a distribuir cerca de 60 panfletos dum comunicado já publicado aqui.

Depois integrou-se no bloco libertário pela avenida abaixo.

Este ano havia mais gente na avenida a ver passar o desfile que demorou várias horas.

Com o anterior governo PSD/CDS a repressão económica política e social era tanta que as pessoas tinham medo regressar as ruas.

Isto não quer dizer que o governo do PS apoiado nalgumas coisas pelo Bloco e PCP esteja a governar para o povo e para o trabalhador, muito longe disso.

Este governo está a governar com a esquerda (BE/PCP) e com a direita (PSD/CDS).

Como sabemos a esquerda e a direita as duas faces da moeda.

O trabalhador e o povo só pode tomar em mãos o seu destino e não por nas mãos dos partidos e dos políticos esse mesmo destino através da sua autorganização e da autogestão das empresas, dos serviços estado e das terras,  fora disso é meio caminho para ser enganado e ser reprimido pelas forças de segurança seja num governo de esquerda ou de direita como está acontecer na Venezuela ou em França.

A nossa liberdade esta confinada à Avenida da Liberdade no resto do país não existe liberdade.

 



publicado por uon às 11:26 | link do post

Sexta-feira, 21 de Abril de 2017

Melanchon era até há dois meses não era tido nem achado nas presidenciais francesas.

Agora, conquistado o eleitorado jovem e com ideias à “Robin dos Bosques” que assustam o poder estabelecido, o candidato até já ultrapassou Le Pen numa sondagem.

É tido pelo jornalismo como sendo de extrema-esquerda e já assusta o poder instituído ou seja os que sempre estiveram no poder em Paris.

Ainda ontem os comentadores Grilo e Nobre Guedes na 3 à noite disseram que era o fim do mundo se Melanchon chegasse à 2ª volta e ganhasse.

Pode ganhar porque  também é candidato e anda em campanha como os outros e faz comícios com holograma em tantos locais ao mesmo tempo.

Melanchon é um candidato do sistema que não o mete em causa tal como os outros.

Uns mais radicais que outros prometem acabar com o terrorismo duma assentada expulsando os muçulmanos.

Esquecem-se que os franceses estão a pagar pelo terrorismo de estado que fizeram e continuam a fazer em África. 

 

 

 



publicado por uon às 16:19 | link do post



Foto de CNT Barcelona.





publicado por uon às 15:11 | link do post

Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

Um Estado forte protege as suas crianças, diz o PNR.

Isto a proposito do sarampo.

Mas já temos um estado forte.

Um estado que aumenta impostos, rouba os salários aos trabalhadores, que dá porrada no povo e nos trabalhadores quando necessita para levar-a-água ao moinho é um estado forte.

Antes do 25 de Abril também tínhamos um estado ainda mais forte.

Tínhamos a policia política (PIDE/DGS), que matava torturava e mandava para o Tarrafal muitos antifascistas.

Fica por saber o que é um estado forte para o PNR este ou do antes do 25 de Abril.

Expliquem lá.



publicado por uon às 15:55 | link do post

Quarta-feira, 19 de Abril de 2017

O PESADELO DO FUTURO : 

 

UMA BELA PÁTRIA POPULISTA, SOBERANA E PROTECIONISTA, PARA ACOLHER NOS BRAÇOS O EX-CAPITALISMO GLOBAL DE REGRESSO A CASA

 

1 - O ATALHO DO POPULISMO


O 2016 foi o ano das revoltas populistas. O Brexit, a vitória de Trump, as sondagens favoráveis para a direita xenófoba e racista em toda a  Europa, a onda soberanista, a lógica nacionalista anti-europeia de alguma da dita esquerda esquecida do capitalismo, tudo isso são forças pretendem encontrar no povo a unção para legitimar um governo para as novas pátrias do futuro.

 

Nada disso se mostra suficiente, para transformar as nações humilhadas pelo FMI ou pela política de dívida da UE, em países e povos soberanos.


Voltar a cunhar moeda e a taxas alfandegárias nas fronteiras não protegerá as economias nacionais, hoje sem autonomia, devido à sua grande inserção na economia global; e causaria inflação e repressão salarial cujos efeitos na vida dos trabalhadores não são muito distintos da actual desvalorização interna.


Rejeitar imigrantes, não favorece o santificado crescimento do PIB mas, desenvolve a xenofobia e o espírito do fascismo.


Repatriar as atividades das multinacionais, como pretende Trump, significa importar os salários in primis  e as condições de trabalho degradadas, para vigorarem dentro das fronteiras.


A subordinação aos interesses dos respetivos capitalismos por sindicatos reformistas, continua na Europa e nos países com capitalismo amadurecido, transformando-os, com a concertação, em simples órgãos da burocracia estatal.


2 - MENOS LUCRO,  MENOS GLOBALIZAÇÃO?


Este processo iniciou-se antes da onda populista. Nos últimos cinco anos os lucros das multinacionais caíram 25%. Se há dez anos a quota dos lucros globais das multinacionais era de 35%, hoje é de 30%.

 

A crise financeira e a lógica própria do neoliberalismo para o esmagamento dos rendimentos do trabalho não o desviou da atração de ganhar dinheiro com a bolha especulativa, com a compra e venda de empresas, com os downsizings; o capital tende a concentrar-se na área financeira, sem grandes compromissos com ativos fixos.

 

Devido às baixas taxas de juro, verifica-se um aumento enorme da dívida global - em 2016 era $215 000 000 000, tendo aumentado $ 70 000 000 000 em dez anos. E esse dinheiro fictício é aplicado na compra de títulos e partes de empresas, em dívida pública que vai acorrentar os povos a volumes insustentáveis de impostos, com a intermediação dos governos nacionais e das classes políticas que tentam convencer a população de que, com um esforço mais voltará a vida boa. Há poucos anos falava-se nas diferenças face à China: agora que os salários chineses se equiparam aos gregos ou portugueses, terão os governos a pouca vergonha de falar em belos arco-íris no céu?


Da Alemanha à Indonésia tornaram-se mais rigorosas quanto às regras sobre as compras de empresas locais por multinacionais. Em 2016, a UE e os EUA tiveram duros confrontos sobre quem tinha direito aos US$ 33000 milhões que a Apple e Pfizer pagam anualmente. O que testemunha as maiores rivalidades que se vão criando.


A mensagem de Trump agrada a todos os soberanistas, populistas e protecionistas que pretendem entrar na posse dos valores produzidos pelas multinacionais para financiar as suas políticas patrióticas de fortalecimento e reinvenção de um capitalismo nacional. Este "regresso a casa" das multinacionais, porém, incluirá condições; as mesmas que estiveram na origem da crise das últimas décadas e da atual depressão  económica europeia. Será que vão voltar a casa ou é só um desejo populista de Trump que não se concretizará?


3 - E EM PORTUGAL?


A Democracia: trata-se de uma noção desprovida de significado, considerando a prevalência da lógica do elitismo partidário e a progressiva afirmação de todos os conceitos hierárquicos e autoritários, em prejuízo dos assembleários e da autogestão. Tudo se reduz, portanto, a uma louca corrida tendo como objetivo a validação eleitoral que dá acesso "ao pote" e à transformação do cidadão num mero eleitor-espectador.


A Regionalização: mesmo que conste da Constituição há mais de 40 anos só volta agora aos media como instrumento de propaganda eleitoral. A classe política é avessa a um instrumento de democratização como a regionalização; só a aceitará se permitir aumentar a burocracia e der mais cargos para membros de partidos, como aconteceu com as comunidades intermunicipais ou as áreas metropolitanas.


A Dívida Pública portuguesa: falar no seu pagamento é como indicar um caminho sem destino, dado que na prática, e matematicamente, se apresenta impossível de realizar. Na classe política ninguém fala das muitas parcelas ilegítimas da dívida; e se apresentam como possível uma renegociação isolada, nacional, contra um sistema financeiro global é como um acto de propaganda. Reedição de David contra Golias?

 

A Precariedade laboral: será possível combatê-la sem abolir as empresas de trabalho temporário, que empregam 84000 pessoas? Sem acabar com recibos verdes passados falsos "empresários em nome individual"? Sem considerar como fora da lei os “contratos zero”? A geringonça não dará para tanto…

 

Os Impostos; os seus aumentos recaem sobre o trabalho e vêm servindo para salvar os bancos.

 

A Saúde; mantém-se a privatização disfarçada dos serviços, pagos, de facto, com dinheiro dos impostos.

 

Os Sistemas Judicial e Tributário; são severos com os pobres, utilizam a prescrição para isentar os ricos e os corruptos com tudo embrulhado em enorme burocracia para esse efeito.

 


COMBATER O CAPITALISMO, SEMPRE -  GLOBALIZADO OU DOMÉSTICO


Esta é a principal tarefa dos explorados do mundo inteiro, desde sempre e entre eles, de todos os anarquistas.

 

              

  INICIATIVA LIBERTÁRIA                                                       Lisboa, 25 de Abril de 2017 



publicado por uon às 16:23 | link do post

A manchete do "Correio da Manhâ" diz que os trabalhadores do estado não terão aumentos até 2021.

O governo o ano passado disse que não dava aumentos em 2017, mas em 2018.

Afinal em que ficamos é 2018 ou 2021.

Diz agora que vai descongelar os escalões.

Se calhar quando lá chegarmos volta adiar. 

É a conversa fiada do costume.

Um governo muito "poupadinho" que não gasta nada tem que obviamente recuperar as finanças públicas.

E será que esta a recuperar as finanças públicas ou é conversa para adormecer.

 

 

 



publicado por uon às 11:04 | link do post

Terça-feira, 18 de Abril de 2017

O CDS admitiu hoje que o seu projeto de resolução para levar a votos, no parlamento, os Programas de Estabilidade (PE) e Nacional de Reformas (PN/Reformas) será um momento para comprometer PCP e BE com o Governo PS.

Quantas reformas já foram feitas neste país e cada vez o resultado é mais desastroso.

A avaliar pelo processo de empobrecimento do povo e dos trabalhadores  nos últimos 4 anos e nos anteriores meteram o povo a pão-e-água.

Se os partidos não são capazes de governar então está na altura de zarpar.

Há condições para governar esta m... pela autogestão e pôr isto a funcionar.



publicado por uon às 14:31 | link do post

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