Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


JERÓNIMO NÃO TEM NADA A VER COM O CASO, COMO É EVIDENTE, MAS A CÂMARA DE LOURES (PCP)TEM. NÃO SEI SE OUVE OU NÃO FAVORITISMO PARA COM O GENRO DO JERÓNIMO, MAS O CASO É GRAVE. OS DINHEIROS DA CÂMARA DEVIAM DE SER MAIS BEM EMPREGUES. POR QUE É QUE A CÂMARA NÃO MANDA O SEUS TRABALHADORES FAZER ESSE TRABALHO, PARA NÃO DAR A EMPREITEIROS.NÃO É NECESSÁRIO GRANDE CIÊNCIA PARA LIMPAR AS PARAGENS DE AUTOCARRO E MUDAR UM LÂMPADA DE VEZ EM QUANDO. AS CÂMARA DÃO A GANHAR DINHEIRO A EMPRESAS POR SERVIÇOS QUE PODIAM SER FEITOS POR TRABALHADORES DA MESMA.PCP SEMPRE A FAVOR DAS NACIONALIZAÇÕES E DA INTERVENÇÃO DO ESTADO, MAS NESTE CASO A CÂMARA DE LOURES PROCEDEU MAL ENTREGOU UM SERVIÇO A PRIVADOS, TAL COMO A MAIORIA DAS CÂMARAS DESTE PAÍS QUE ENTREGAM AS OBRAS E OS SERVIÇOS A PRIVADOS. É CLARO QUE TEM DE HAVER CRISE FINANCEIRA NO ESTADO.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:29

É grave uma deputada do PS, ex. Ministra votada pelos eleitores para o parlamento europeu estar a ter tiques autoritários de patroa perante os seus trabalhadores. Esta deputada é acusada de assédio laboral e de telefonar para a trabalhadora fora do horário, reduzir o salário da mesma entre outras coisas, o que quer dizer que a deputada é uma patroa que se faz de patroa com os dinheiros dos contribuintes. Esta deputada no mínimo não devia figurar nas listas do PS as próximas eleições. Quantos aos assessores da deputada que vieram seu socorro, como se costuma dizer "e tão ladrão aquele que vai a quinta como aquele que fica a porta" e nesta situação aplica-se plenamente.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:15

Para comemorar o 18 de janeiro de 1934, comunicado aparecido https://1969revolucaoressaca.blogspot.com/2019/01/1974-01-18-o-que-foi-em-1934-o-18-de.html#more

O QUE FOI EM 1934 O “18 de JANEIRO”?

 

Panfleto dedicado à memória do Mário Castelhano e Arnaldo Simões Januário, dois destacados militantes anarquistas, assassinados no Campo do Concentração do Tarrafal por terem cometido o "crime" do organizar a greve revolucionária de 18 DE JANEIRO 1934

A nova Direcção da liga do ensino e da Cultura Portuguesa de Londres, motto - para, uma cultura popular - decidiu, e 

O QUE FOI EM 1934 O “18 de JANEIRO”?

A nova Direcção da liga do ensino e da Cultura Portuguesa de Londres, motto - para, uma cultura popular - decidiu, e 

A nova Direcção da liga do ensino e da Cultura Portuguesa de Londres, motto - para, uma cultura popular - decidiu, e acertadamente, comemorar a data do 18 de Janeiro, talvez porque, segundo um panfleto distribuído pelo correio aos sócios da liga; "Esta data que é das mais gloriosas da História do Movimento Operário em Portugal é infelizmente pouco conhecida da grande massa do povo português".

No entanto, esse panfleto, que é um extracto da descrição de José Gregório, antigo militante do Partido Comunista Português que tomou parte nesses acontecimentos, nada faz para aliviar a ignorância da grande massa do povo português, visto nele poder-se somente ler em termos poucos factuais o que aconteceu no dia 17 do Janeiro, deitando José Gregório as culpas do fracasso deste levantamento popular em Portugal, que foi esmagado pelo ataque das forças militares do Regimento de Infantaria 7, Artilharia, da P.S.P., da G.N.R. e da P.I.D.E. vindo de Leiria, "no ataque inesperado que foi possível porque se fizera o erro de não cortar imediatamente, uma das linhas telefónicas que ligavam a estação dos correios a Leiria".

Felizmente que existe nos anais do Movimento Operário em Portugal uma outra versão menos obscurantista dos acontecimentos de 18 de Janeiro, esta escrita por Edgar Rodrigues, militante anarquista que hoje vive no Brasil.

A fim de ajudar a nova Direcção da Liga do Ensino e da Cultura Portuguesa a desenvolver, de uma maneira não adulterada, o seu programa "Para uma Cultura Popular", transcrevemos a seguir na sua totalidade, a versão do nosso companheiro Edgar Rodrigues, que em termos claros o concisos, desmistifica as forças políticas do Stalinismo em Portugal, que por razões sectárias e demagógicas fizeram que os factos sobre o "18 de Janeiro" "data que é das mais gloriosas da História do Movimento Operário em Portugal sejam infelizmente pouco conhecidos da grande massa do Povo Português".

 

*****************

 

AS LUTAS SUBTERRÂNEAS DOS SINDICALISTAS E ANARQUISTAS E O TRABALHO NEGATIVO DOS BOLCHEVISTAS PORTUGUESES (1926-1934)"

  1. l)  A ditadura suspende o diário "A BATALHA", órgão da C.G.T. e ordena o assalto e encerramento dos Sindicatos Operários.

Com a vitória de um grupo de militares insurrectos, e cumplicidade do Governo-Relâmpago de Mendes Cabeçadas, foi implantada a ferro e a fogo o actual regime fascista português.

O atentado contra Luiz Dorouet, por um gaseado da guerra a quem havia demitido como funcionário da Biblioteca Nacional, foi o pretexto para a Polícia, assaltar e encerrar a publicação do "A Batalha", órgão diário da Confederação Geral do Trabalho (CGT), isto é, dos trabalhadores apolíticos. Os sindicatos foram também fechados, assim como a sede da CGT, porém, graças a um movimento de protesto, conseguiram reabrir, embora sob a mira policial. Era o começo do fim do sindicalismo livre. Fracassada a revolução do 3 do Fevereiro de 1927 contra a situação criada pela revolução do 28 de Maio do 1926, o aliado o chefe desta, General Gomes da Costa, o governo investe-se de poderes totalitários e principia a prender, deportar e espancar liberais de todas as correntes.

Cresce a revolta popular, e os novos mandatários aumentam os quadros da Policia Política através da ralé, dos assassinos e ladrões que haviam servido a polícia por ocasião da efémera Monarquia do Norte. Apesar de tudo isso, os anarquistas e sindicalistas tiveram ainda liberdade para publicar alguns jornais, como "Vanguarda Operaria", "Germinal" (no Porto), "A Batalha" (em Lisboa), além de milhares de panfletos. Em Setembro de 1929, no Porto, o grupo anarquista que havia publicado "A Vida", depois "Aurora", e, mais tarde, "A Comuna" apresentava agora a "Aurora" em revista mensal, dirigida por Abílio Ribeiro.

2) De 1932 a Janeiro de 1934, os trabalhadores sofrem os mais duros ataque da nova ditadura.

SALAZAR, que já ocupara o cargo de Ministro da Fazenda na ditadura implantada em 1926, assim como na própria República, não tardou a ser imposto como ditador, tomando posse deste cargo em 5 de Julho de 1932.

O seu primeiro "milagre" para equilibrar as finanças, foi o assalto à bolsa do trabalhador português, na forma de imposto, a título provisório, o desconto de 2% sobre os salários dos operários, com a designação de Fundo de Desemprego. Num dos artigos do decreto respectivo, formula-se esta "garantia" salazarista: "Os trabalhadores obterão auxílio ou trabalho, seis meses após sua inscrição no Comissariado do Desemprego. Ora, qual é o operário que logra manter-se seis meses desempregado? Morreria de fome antes de ser socorrido! Por tal motivo nunca se escreve. Depois, dificílimo, senão impossível, e para o salariado, descobrir onde fica a sede do Comissariado do Desemprego. Assim o dinheiro escamoteado ao proletário serve apenas para construir as obras de fechada.

Ante os rumores do primeiro assalto planejado por Salazar a magra economia popular para "equilibrar as finanças", os trabalhadores organizados fizeram deflagrar uma greve que, apesar da paralisação (especialmente no Norte de Portugal) de algumas fábricas, resultou na prisão de muitos trabalhadores, e finalmente fracassou. A ditadura venceu pelas armas o trabalhador desarmado. Os bolchevistas não tomaram parte nesse movimento, aceitando com a sua indiferença, o roubo salazarista.

Na luta contra a ditadura, a CGT, já na clandestinidade, imprime e distribui, por intermédio dos seus sindicatos federados, folhetos de protesto. Em 1932 aparece um destes contra as arbitrariedades praticadas nas minas de São Pedro da Cova (Porto) com o título “Vozes do Subsolo, que vem a superfície da terra a reclamar Justiça".

Para fazer fronte as violências governamentais a CGT e a FARP (Federação Anarquista da Região Portuguesa) prepara, em suas fileiras, homens capazes de enfrentar o ataque final do ditador, apesar de já enfraquecidos pelo desfalque da grande quantidade de militantes que haviam sido deportados. Esperava-se que Salazar vibrasse o golpe final contra os trabalhadores, dado os rumores de que novas leis, segundo se dizia trazidas da Itália fascista, iam ser postas em prática.

Ainda no desastroso ano de 1933, promulga o ditador a nova Constituição, a reforma do exército, da aviação, da Justiça (Estatuto Judiciária, Código do Processo Penal, Código de Falências, Reforma Prisional), reaparelha-se a Polícia e aumentam-se os seus efectivos, constitui-se a "União Nacional" (Partido Único), a Legião Portuguesa (de cujas fileiras saíram os tristemente célebres "Viriatos, que em 1936 invadiram a Espanha para ajudar a implantar naquele país fascismo franquista), a Mocidade Portuguesa (arremedo dos “balilas” italianos) e aumentam-se os quadros do funcionalismo, especialmente militar (oficiais superiores); procede-se à depuração em todos os quadros do funcionalismo nos postos chaves do governo e entra em vigor a lei da rolha ou do silêncio, a lei de censura prévia à imprensa.

Estas foram as medidas preliminares, que vieram aplainar o terror e garantir a publicação das leis ns. 23.048 e 23.050 de 23 de Dezembro de 1933, a primeira criando o Estatuto do Trabalho e o seu órgão director, o Instituto Nacional do Trabalho, que regularia toda a actividade das classes trabalhadoras, e a segunda que permitia o assalto aos sindicatos livres, tornando-os, como hoje são, joguetes do Estado. A 18 do Janeiro de 1934, entraria em vigor a lei que desfecha a o "tiro de misericórdia" nos organismos operários, já praticamente controlados pelo Estado totalitário.

A Federação Anarquista da Região Portuguesa (FARP), aderente à Federação Anarquista Ibérica (FAI), prestando inteiro apoio à CGT, reafirma em milhares de manifestos a sua decisão de lutar contra o fascismo. A Federação Operária Portuguesa (socialista) e a Comissão Inter-Sindical (comunista) tinham-se comprometido a lutar ao lado da CGT, a mais poderosa Central dos Sindicatos livres. Acertados todos os meios de combate, foi escolhida a madrugada de 18 de Janeiro de 1934 para o desfecho da greve geral revolucionária em que participariam todas as forças do proletariado. O Comité revolucionário enviou a todas as organizações comprometidas a senha combinada na véspera. Mas tal não aconteceu! Por sua vez os políticos divididos pelas ambições em torno da escolha de pastas, ficaram na cama, à espera que a ditadura caísse por si. É assim o movimento fracassou, porém a mais importante causa do fracasso deve-se, ao traiçoeiro golpe dos bolchevistas, que, sempre hábeis nessas manobras, fizeram explodir, na véspera, uma bomba, no Poço do Bispo, populoso bairro de Lisboa. Foi o autor desse desastrado acto, Ernesto José Ribeiro, operário poceiro, membro do Partido Comunista, que veio a morrer no Tarrafal. Na Povoa de Santa Iria, também na véspera do dia marcado para a eclosão da greve geral, foram provocados descarrilamentos pelos bolchevistas. Estes acontecimentos serviram para alertar a polícia, que imediatamente ocupou militarmente a capital. Como estava decidido, o movimento eclodiu às 4 horas da madrugada do dia 18, simultaneamente em diversos lugares do país, tomando características mais violentas na Marinha Grande e em Coimbra. Em Lisboa, em "estado de sítio" desde a véspera, devido à traição dos bolchevistas, o proletariado nada pode fazer. Os ferroviários e os operários da imprensa diária de Lisboa, comprometidos no movimento, não poderam manifestar-se em consequência da ocupação militar da cidade.

Em Coimbra, os sindicalistas tomaram a Central Eléctrica, o que forçou a paralização de todas as indústrias; e na Marinha Grande os revoltosos travaram combate com a força da Guarda Republicana, apoderando-se do quartel.

Fracassada a tentativa de greve geral revolucionária, os bolchevistas ainda tiveram a covardia e a desvergonha de vir a público negar a sua participação no movimento, declarando que o seu partido comunista preferia esmagar a CGT e os militantes libertários (como tentaram fazer na guerra civil de Espanha, onde foram os principais factores da derrota) do que combater a ditadura. E a ilustrar o seu gesto repugnante, classificaram o movimento de "ANARQUEIRADA TERRORISTA", precisamente eles, que haviam sido os autores dos actos do terror atrás relatados.

Se outras provas não tivéssemos, estas, que vieram a público através de panfletos e das colunas do "Avante" (órgão moscovita), bastariam para por a nu a sua, política de ziguezagues, o seu cacoete jesuítico.

Nos dias agitados que sucederam ao 18 de Janeiro, com espancamentos e prisões em massa de anarquistas e sindicalistas, os bolchevistas intensificaram, de acordo com as ordens recebidas de Moscou, os ataques contra os libertários, para mais os comprometerem. O "Avante", em artigo intitulado "Salazar", proclamava: "Os comunistas não pretendem atentar contra a vida de Salazar. Isso só poderá ser obra dos anarquistas", palavras igualmente repetidas quando do atentado a Salazar. Os bolchevistas, dirigidos então por Bento Gonçalves, ao se    lançarem contra os anarquistas a quem tinham jurado fidelidade no movimento, não faziam mais que cumprir as consignias de Lenine (*), que sentenciara de morte as organizações livres, (*) Lenine ditara esta sentença de morte ao movimento operário: "A missão da forma não é convencer, mas dispersar as filas dos adversários, não melhorar os seus defeitos mas aniquilar a sua organização e a sua actividade, extirpa-las da Terra. A forma deve ser tal que incite aos piores pensamentos e à suspeita, e leve o caos e a desorientação às fileiras do Proletariado".

Cabe salientar aqui a coragem e a firmeza ideológica de ARNALDO SIMÕES JANUÁRIO, militante anarquista de Coimbra, que, diante dos algozes da PIDE reclamou para si a inteira responsabilidade pelo acontecimento da greve revolucionária de 18 de Janeiro de 1934. O gosto do operário barbeiro de Coimbra veio a público por intermédio da imprensa burguesa, que não sabendo, ou não querendo distinguir anarquistas dos bolchevistas, ignorância e leviandade caracteriza, apresento-o como "comunista". Em verdade, Arnaldo Simões Januário, que veio a morrer no Tarra­fal, foi um dos principais organizadores daquele movimento, para cuja eclosão trabalhara com outros destacados militantes libertários num velho moinho de Caneças - arredores de Lisboa, - onde funcionava uma tipografia clandestina da Federação Anarquista da Região Portuguesa, que imprimiu os boletins de propaganda que então apareceram a público e, mais tarde descoberta e apreendida pela polícia.

Januário, valente e dinâmico militante anarquista, foi um dos que mais trabalhara para derrubar a tirania que ainda hoje pesa sobre o povo português e que os sequazes de Moscou tem, tanto ou mais do que a Igreja e a própria polícia, ajudado a manter.

Já em 1931 aparecia na "Vanguarda Operária", do Porto, pela pena do seu director, José Augusto de Castro, um artigo em que este tratava de "cavalgaduras" os bolchevistas, porque estas "asnos" haviam arremessado sapatos velhos sobre o conhecido militante anarquista Manuel Joaquim de Sousa (por vários anos director de ”A Batalha” e secretario geral da CGT, quando o mesmo pronunciava uma conferencia no Porto, com o objectivo de interrompe-lo.

Outro testemunho da colaboração dos bolchevistas para consolidar e até implantar a actual ditadura, encontra-se em nota elucidativa ao livro do escritor francês Pierre Bernard "Os sindicatos e a Revolução Social tradução de Francisco Quintal, onda se lê; "em 28 de Maio de 1926, com o advento da ditadura militar, para terem o prazer de derrubar um adversário político ("o comunismo libertário a Esquerda Democrática, os Partidos "Comunistas" e "Socialistas", tentando abusivamente o apoio da organização operária, não tiveram pejo em aliar-se com a reacção e o militarismo. Só a Confederação Geral do Trabalho (CGT) e a União Anarquista Portuguesa lutaram desde o início contra, a nascente ditadura."

Haja vista nos nossos dias, os bolchevistas sempre aliados à reacção e aos ditadores só pelo prazer de derrotar os seus opositores mais esclarecidos. Os bolchevistas do Brasil têm dado exemplos espectaculares neste sentido, como o apoio do decadente Prestes a Getúlio Vergas, logo que o líder bolchevista saiu da prisão.

Como exemplo típico dessa nefanda do bolchevismo temos o caso de Cuba, nesse país inicialmente apoiando a Ditadura de Batista e posteriormente a de Fidel de Castro.

 

EDGAR RODRIGUES

"O RETRACTO DA DITADURA PORTUGUESA" Editora Mundo Livre Rio de Janeiro - 1960.

Do mesmo autor:

NA INQUISIÇÃO DE SALAZAR - Rio de Janeiro 1957 - Esgotado

A FOME EM PORTUGAL - Rio de Janeiro 1959

HISTÓRIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO NO BRASIL.

NACIONALISMO E CULTURA SOCIAL.

 

NEM DEUS,

NEM MESTRE,

NEM PARTIDO!

 

Se estás interessado em literatura anarquista escreve para O CLARÃO (Publicação de textos anarquistas)

84 - B Whitechapel High Street - Angel Alley LONDON E1 England

 

18/1/74

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:26

ATÉ OUTUBRO A COISA É CAPAZ DE FICAR POR AQUI, MAS SE O PSD PERDER COMO DEVE PERDER, COMEÇA A LUTA PARA CORRER COM O RUI RIO.QUANDO ESTÃO FORA DO TACHO COMEÇA A LUTA PELA ASCENSÃO AO PODER. OS LOBBIS, OS PATRÕES OS BARÕES COMEÇAM LOGO A FAZER PRESSÃO SOBRE OS CHEFES.QUEREMOS PODER.TEMOS CLIENTELAS PARA SUSTENTAR.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:18

Anarquia é somente um nome e uma ideia.Depois há formas de governo que é a autogestão autorganização, assembleia, etc. Houve formas de autogestão fundamentado em Espanha entes e depois da guerra civil espanhola e noutras parte do mundo. Só funciona se todo o mundo funcionar do mesmo modo. Para isso terá de haver uma revolução social a escala mundial para implementar anarquia. É difícil implantar anarquia quando tudo ao lado está contra e funciona de modo capitalista.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 11:32

estados.png

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:57

Os estados todos eles tem exércitos, marinhas, poder aéreo, policias todos eles armados até aos dentes prontos actuar contra o povo que se levante contra a sua pobreza e contra o sistema que esses exércitos sustentam. Só que o povo não tem armas para se defender das atrocidades dos governos do capital e perdem pela força das armas ou dos cassetetes. Para se mudar uma sociedade seja de esquerda para a direita ou contrário só pode ser através de golpe de estado e em guerra aberta contra o regime. Veja-se o caso dos "coletes amarelos" em França. A policias tem armas, canhões de água etc, os coletes não. Estão numa luta desigual.Quem vence é o governo. O governo recorre a violência quando as coisas saem do seu controle, recorrendo aos mais diversos meios. Se o povo quer mudar qualquer coisa tem de recorrer a formas de defesa, armando-se também. A revolução russa/espanhola.etc foram armadas.Está bem que não estamos no sec. 18/19 que as guerras eram feitas em campo aberto e morriam milhares de soldados de ambos os lados.Na Colômbia há guerrilha contra o estado e o imperialismo americano.No norte da Síria também há guerrilha armada dos kurdos contra o Assad /daesh, etc.Se os estados fossem favor dos trabalhadores e dos povos ninguém se levantava contra eles.Mas não é assim.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:31

AS TV É SÓ COMENTADORES DE POLÍTICA QUE BENEFICIAM O REGIME E DENTRO DO REGIME. NÃO HÁ NINGUÉM A FALAR QUE HÁ ALTERNATIVAS AO REGIME DEMOCRÁTICO, QUE É A AUTOGESTÃO E AUTORGANIZAÇÃO E ANARQUIA.ISSO NÃO DÁ PUBLICIDADE. SÓ TEMOS COMENTADORES E POLÍTICOS QUE VÃO AS TELEVISÕES FAZER CAMPANHA ELEITORAL PERMANENTE E DIZER MAL DO VIZINHO DO LADO E FUTEBOL COM COMENTADORES QUE NÃO DÃO UMA PARA A CAIXA QUE NEM FALAR SABEM. TAMBÉM TEMOS COMENTADORES DE CRIMINOLOGIA EX. POLICIAS ADVOGADOS, ETC. QUE MAIS PARECEM JUSTICEIROS E FAZER O JOGO DA JUSTIÇA PARA RICOS E OUTRA PARA POBRES E A APOIAR OS POLICIAIS NAS SUAS ACÇÕES.É UM CASO EVIDENTE QUE AS TELEVISÕES ESTÃO-SE A TORNAR PIMBA E POPULISTAS DE EXTREMA DIREITA.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 14:36

AGORA NENHUM DEPUTADO VAI PARA A GUERRA. OS REPUBLICANOS METERAM-SE NESSA GUERRA INGENUAMENTE. NESSA ALTURA A GUERRA ERA FEITA PELO IMPERIALISMO ALEMÃO/INGLESES/FRANCÊS E NÃO HAVIA MEDO DE MORRER.MORRER ERA QUASE UM ACTO HERÓICO PARA MUITOS SOLDADOS.MUITOS IAM PARA A GUERRA SEM SABER PORQUE E CONTRA QUEM.ERAM RECRUTADOS A FORÇA E SEM TREINO IAM PARA FRENTE DE GUERRA.QUANTO AOS ANARQUISTAS ALGUNS FORAM A FAVOR DOS ALIADOS E OUTROS CONTRA A GUERRA AGORA HÁ MEDO DE MORRER MESMO QUE A GUERRA SEJA PAGA A PESO DE OURO. SÓ SE VIVE UMA VEZ. AGORA OS DEPUTADOS ESTÃO TODOS REPINPADOS NOS CALDEIRÕES DA ASSEMBLEIA E MANDAM OUTROS PARA A GUERRA E FICAM A VER PASSAR O CORTEJO. A GUERRA DELES É OUTRA É CONTRA O POVO.FAZEM LEIS ATRÁS DE LEIS E NADA FUNCIONA.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Manifesto_dos_Dezesseis

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:32

O PS está muito subido.

por uon, em 14.01.19

 Custa acreditar que o PS esteja nos 40%. Com o faz de conta no governo e todas corporações contra ele como é que consegue ter 40%.O povo deve andar todo cego ou embebedado. O PSD digamos que está no ponto, ou seja, ainda pode descer mais um bocadinho que não faz mal nenhum. Também se pode dar o caso dos votos saírem destes dois partidos e irem para a extrema direita o que seria muito mau para o povo. É que depois não há volta dar são mais 48 anos do pior que pode acontecer. Digamos que o Bloco e o PCP serão o mal menor no meio deste lamaçal. Se é que se pode dizer isso. Também não queremos dar falsas expectativas. O Bom seria que povo não confiasse nos partidos, mas em si. Mas o povo está muito arreigado aos partidos e aos votos e é enganado pelo políticos e pelos partidos. Muito boa sorte a quem vota e quem não vota.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:42



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2007
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2006
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D