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LIBERDADE E BEM ESTAR

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Precaridade:Uma verdadeira praga laboral

10.04.08, uon

A precaridade laboral atingiu contornos de verdadeira praga laboral

O Estado e as empresas "arranjaram" uma maneira de escravizar os trabalhadores mais jovens, ou não.

Há trabalhadores que têm um estatuto de trabalhador subordinado, horário de trabalho,  férias, etc  tudo igual aos restantes trabalhadores efectivos,  e não tem benefícios socais e estão a recibo verde.

Isto é uma verdadeira farsa e até no Estado: ministérios, autarquias, etc,  esta praga é prática corrente.

O Estado e muitas empresas argumentam que os trabalhadores tem de dar provas que são capazes de gerar riqueza, e então submetem estes trabalhadores longos anos nesta escravatura, mas esta conversa é mais que falaciosa.

Depoimentos retirados de imprensa oficiail

Rui Santos Lisboa

A situação dos "falsos recibos verdes" é uma vergonha! Vejam o caso da Escola Profissional Gustave Eiffel, onde várias dezenas de professores trabalham a recibos verdes, alguns há mais de 5 anos, e sistematicamente com horários completos. Para agravar esta situação, os professores estão a confrontar-se com um cenário em que a escola está a comunicar que no próximo ano lectivo o valor-hora será reduzido em mais de 30%. Esta situação tem que acabar de uma vez por todas!

Anónimo, Lisboa

Trabalho à 10 anos a recibos verdes num organismo do estado a desempenhar funções de técnico superior com horário, chefia, férias. Tudo igualzinho a um trabalhador dos quadros, só que tenho mais trabalho, não tenho ADSE, não me pagam a segurança social e não tive qualquer tipo de aumento nestes 10 anos. Como eu, precários, existem neste organismo 60 pessoas, quase todas licenciadas. É uma verdadeira vergonha.

 

Tiago, Matosinhos

Tanto eu como todos os meus colegas de faculdade, que entraram agora no mercado de trabalho sentem na pele a precariedade do emprego. Somos todos contratados ou a 'falsos recibos verdes', ou a contratos de termo certo ou incerto, sendo este o único modo de sobrevivência actual.

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