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LIBERDADE E BEM ESTAR

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1º Maio:novo sindicalismo é urgente

01.05.08, uon

Hoje o sindicalismo em Portugal encontra-se desvirtuado e está controlado por partidos políticos que defendem em primero lugar os Partidos e só muito depois o trabalhador.

Os "sindicalistas" da UGT/CGTP dessignadamente preocupa-se mais em fazer carreira política para novos voos: juntas de freguesia, câmaras municipais e deputados, etc, etc.

É mais que urgente neste 1º de Maio voltar a fazer um sindicalismo militante como houve em tempos com a antiga UON (União Operária Nacional) e com a velha CGT  Confederação Geral do Trabalho) em que o sindicalismo não tinha nada a haver com partidos e era de facto independente face ao subsídios e subvenções  do Estado.

 

Comeñtário retirado de um blog.

 

Isto está assim porque é tudo uma fantochada! Os dirigentes sindicais são todos a mesma coisa, defendem acima de tudo os seus interesses pessoais, não tendo pejo algum em vender a alma ao diabo, se fôr preciso, só para levar avante os seus intentos e, quem assim não fizer, está a mais no sistema, não tardando muito a adquirir um par de patins para ir pregar para outra freguesia. As desigualdades cada vez são mais no tecido empresarial português, no entanto não se vê nenhum dirigente sindical á porta duma empresa que paga apenas o salário mínimo ou pouco mais e sem condições mínimas de trabalho, vemo-los nas grandes empresas, que geralmente têm boas regalias sociais, boas condições de trabalho, pagam salários acima da média, mas é aí que eles têm mais visibilidade, é aí que vão os órgaos da comunicação social e, é aí que eles se sentem como peixe na água, onde podem fazer a sua propaganda de acordo com os interesses pessoais e políticos que defendem. Daí que 34 anos após o 25 de Abril, o leque salarial disparou tanto, que uns ganham o suficiente para levarem uma vida de lordes, a maioria cada vez sente mais dificuladades, pois que nos tempos que correm, salários da ordem dos 500,00€ mensais para que dão? Não hajam dúvidas, que isto anda a precisar duma grande volta, não é por acaso que a grande maioria dos trabalhadores não estão sindicalizados! Dos que estão, a maioria não participa em nada, limitam-se a pagar as quotas, deixando que os outros decidam por eles. Assim é fácil atribuir culpas a outros que geralmente são os menos culpados.