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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Homens e mulheres e presos agredidos

28.05.08, uon

(Sob o título “Alegações de maus tratos pela polícia e subsequente impunidade”, o relatório dá conta do caso Albino Libânio, um recluso do Estabelecimento Prisional de Lisboa que teria sido alegadamente espancado por sete guardas prisionais em 2003. Os guardas foram, porém, absolvidos em tribunal, em Maio de 2007 - quatro anos depois dos factos - por ausência de prova em julgamento.

No que toca à violência contra mulheres, o relatório reproduz os números apresentados pelo Governo, em Julho do ano passado, que indicavam que, durante 2006, 39 mulheres foram mortas pelos maridos. O relatório indica ainda o arranque do terceiro Plano Nacional contra a Violência Doméstica, em Junho, que previu o acesso gratuito a tratamentos médicos por parte das vítimas.) Público

 

O relatório da Aministia Internacional mostra mais uma vez a impunidade que as nossas policias e guardas prisionais merecem na nossa sociedade.

Quantos presos sociais são espancados e mortos nas cadeias pelas guardas.Muitos.

Acontece que a estes casos são passados esponjas para que nada se note e não haja provas e mesmo que haja as autoridades são coniventes com estes estado de coisas e só passados muitos anos é que são resolvidos em tribunal e depois o mesmo dá como absolvidos os suspeitos por falta de provas.

A (in)justiça apesar de ser lenta burocrática e difícil é injusta.

Estes casos são cobertamente passados um "pano branco" para a opinião pública que os presos eram perigosos que eram isto e eram aquilo, para que ninguém use defender um criminoso e as pessoas dizerem que não "faziam cá falta nenhuma".

As cadeias hoje são autênticos centros de exterminio semellhantes ao holocausto nazi que só acabam com uma nova sociedade.

 

As mulheres/homens também são notícia pelo facto de serem agredidas/os pelos companheiros/as maridos/mulheres, namorados/as etc.

Este tipo de agressão é tipicamente um problema das sociedades modernas, em que não há solidariedade entre as pessoas e também devido a problemas económicos e sociais próprios dos Estados capitalistas e em que o Estado quer-se arvoram em defensor.