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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

UMA NOVA POLITÍCA DE HABITAÇÃO

09.02.07, uon

Com o 25 de Abril as pessoas que não tinham habitação e viviam em barracas na periferia das grande cidades, ocupavam as casas do estado salazarista, que mantinha livres enquanto milhares de pessoas viviam em barracas sem condições de habitabilidade: água, luz ou esgotos. As câmaras municipais da Amadora, Cascais e Loures têm despejado famílias pobres emigrantes e portuguesas das barracas onde viviam sem terem alternativa. Estas câmaras tem destruído centenas de barracas com auxílio da polícia de choque armados até aos dentes, sem que as câmaras arranjem alternativas para homens mulheres e crianças, muitos deles desempregados e com carências económicas. O estado em vez de cumprir a constituição da República que diz que “todo o cidadão tem direito a uma habitação condigna”, faz o papel dos privados; retirou o regime bonificado de aquisição de casa própria; aumenta o juros; aumenta as rendas; não constroi habitações sociais; não recupera as nossas cidades; incentiva a construção em solos naturais e dá de mão beijada essa tarefa aos construtores privados e bancos que lucram milhões de contos todos os anos.

AFINAL PARA QUE SERVE A CONSTITUIÇÃO?

 Por isso temos de nos unir, por uma nova politica de habitação de rendas económicas e sociais.

Casas sim barracas não!

Pelo realojamento de todos os moradores despejados!

Pela recuperação das nossas cidades!

Por uma política de habitação social!

Pela reintrodução do regime bonificado!

Não ao aumento das rendas!

Fim à construção em solos naturais!

Não aos chorudos lucros dos bancos!

Melhores condições de vida reduzem aborto

06.02.07, uon
Em primeiro lugar deve-se criar condições economicas e sociais para as pessoas terem filhos. Em segundo lugar se houvesse condições os abortos desciam e seriam residuais.
Em terceiro lugar o aborto passava a ser uma mera consulta de cirurgia.
Mas como isso não acontecesse nem vai acontecer por que a barriga dos ricos e dos poderosos é maior que a do povo, resta às mulheres descuidadas abortarem em clinicas, no estrangeiro e em casas sem condições.
Os senhores do Não mais reticentes em aceitar o aborto devem dizer aos seus chefes dos partidos da direita, para criarem melhores condições de vida para os trabalhadores, por que assim o aborto de certeza que vai descer.
O aborto até às dez semanas não resolve o problema, então e quem aborta fora das dez semanas vai para a cadeia.
O prazo deve ser alargado sem restrições e penalizações e anónimo e deve ser livre.

Votar para ficar tudo na mesma

05.02.07, uon

A estratégia do "Sim" e do "Não" está resultar ambos querem votos,os do Sim dizem que querem uma lei que acabe com o aborto clandestino, certo, mas o que é que fizeram designadamente o PS para acabar com o aborto clandestino? Nada. Cada vez mais o povo português vive pior com as politicas economicas e sociais cada vez mais restrivas, fecho de hospitais, maternidades, centros de saúde, aumentos de medicamentos, taxas, salários cada vez mais baixos,retirada de benefícios sociais, reformas cada vez mais ao fundo túnel, enfim um rol de contradições que fazem com que o aborto suba em flecha porque as mulheres não têm condições para criar os filhos.
Os do Não sempre com aquela lógica do amor "à vida" mas a vida para eles é a exploração de homens, mulheres, crianças e velhos para disporem deles para carne para canhão para o exército, para guerras que os senhores do poder produzem, nas divisões de populações.
A lógica salazarenta obscurantista de médicos advogados politicos e "meninas e senhoras de bem " que são contra o aborto mas também têm descuidos e depois lá vão abortar em clínicas privadas.
O aborto deve ser levantado sem restrições e criminalizações por que o pior crime é deste Estado e deste sistema social injusto.

NATO REUNE-SE EM SEVILHA

05.02.07, uon

Organizações sociais e sindicais preparam a recepção aos ministros da Defesa da Nato, que vão reunir-se em Sevilha nos dias 8 e 9.

Estão programadas diversas acções de denuncia desta organização belicista a soldo de organizações capitalistas mundiais, que mais não fazem do que lançar o terror em populações indefesas como é o caso do Iraque e do Afeganistão e em outras regiões do mundo.

Esta organização em que o estado português está inserido, possui diversas bases em territorio nacional, Oeiras, Trafaria, Lajes, etc participa em accões no âmbito da NATO e é obrigado a renovar as armas mortiferas, se quer figurar nessa aliança, estando o povo português obrigado a alimentar com enormes somas de dinheiro uma casta militarista e os seus ditames em detrimento da saúde educação, agricultura.

A NATO é uma organização de defesa estratégica, criada depois da 2ª Guerra Mundial em oposição ao Pacto de Varsóvia, entretanto dissolvida, depois da queda do muro de Berlim.

Esta organização criminosa a soldo Estados Unidos e dos países Ocidentais, não foi dissolvida, após a dissolução do Pacto de Varsóvia e continua em actividade com cada vez mais importancia a nivel militar.

Portugal é um dos países que fundou a NATO, no tempo de Salazar, com o 25 de Abril, o povo português não foi capaz de de sair da NATO e foi muito passivo em relação aos seus inimigos e agora será muito difícil com esta situação politíca libertar-se...

PROPOSTA REIVINDICATIVA LABORAL IMEDIATA

05.02.07, uon

 

-Aumento geral anual igualitário de 10.000$00/50 Euros;
-Semana de 30 horas de trabalho;
-Segurança social e saúde ao serviço do trabalho;
-Prevenção higiene e segurança no trabalho;
-Redução dos impostos sobre o trabalho;
-Jubilação aos 45 anos de idade para profissões de grande desgaste
-50 as outras profissões;
-Não a leis anti-laborais;
-Não à carestia de vida;
-Não terrorismo e à exploração patronal;
-Apoio a desempregados;
-Apoio a trabalhadores emigrantes;
-Direito à sesta;
-Não à burocracia sindical;

-Por um sindicalismo livre e independente dos partidos políticos;
-Por uma sociedade livre e digna.

Sócrates na China

02.02.07, uon

O governo de Sócrates/PS está de visita à China, para fazer negócios com o regime dito comunista, que não passa de uma ditadura sangrenta, que tem a pena de morte e não respeita os direitos humanos dos seus cidadãos.

A China que outrora era governada por Mao Tse Tung grande obreiro da "revolução cultural"  nos anos 50.

Este país conseguiu unir a classe operária e trabalhadora da China,através do Partido "Comunista," mas logo que conseguiu o poder começaram as purgas no Partido com alguns milhares de mortos de dirigentes e operários que se bateram por um ideal, para derrubar um governo semi-feudal de Chan-Kha-Shek.

Após a morte de Mao uma clique chefiada por Deng Tse Ping tomou conta do partido, e fez dele um país sanguinária pronto a concorrer com o Ocidente e Estados Unidos no domínio económico.

Hoje a China é uma pais que tem um desenvolvimento económico superior à dos pais industrializados do Ocidente, mas a sua população vive abaixo do limiar de pobreza, sendo o partido "comunista" o grande dono e senhor da economia.

Os países do Ocidente perderam a vergonha e vão China negociar inventimentos internos e externos não se importando com as contínuas violações dos direitos dos trabalhadores e do povo com enormes cargas laborais de muitas horas de trabalho.

Até o Ministro da Economia fez uma declaração que Portugal é um país onde se pode investir porque os trabalhadores ganham pouco, ficando as "centrais sindicais" UGT/CGTP muito nervosas, mas isso faz parte do ramalhete, porque os trabalhadores portugueses "sabem" que estas organizações estão feitas com o governo. 

 

 

Portugal-Comité revela violações dos direitos humanos

01.02.07, uon
Portugal: Comité revela sérias violações de direitos humanos em 2003 Um relatório do Comité Europeu para a Prevenção da Tortura, Aplicação de Penas e Tratamentos Desumanos ou Degradantes publicou um relatório na passada quinta-feira, dia 25 de Janeiro, onde responsabiliza as autoridades portuguesas por diversas violações dos direitos humanos. O documento baseia-se a várias visitas elaboradas por membros do Comité no ano de 2003, tendo sido avaliados diversos comandos distritais da PSP, estabelecimentos prisionais, ou o centro de detenção para imigrantes no aeroporto de Lisboa.

O relatório refere que o ano de 2003 registou um aumento de suspeitas de agressões cometidas por agentes da polícia, concluindo que as garantias fundamentais contra os abusos de autoridade “estão ainda longe de serem plenamente aplicadas”. A exposição alerta igualmente para a precária situação vivida nos cárceres portugueses, sendo mencionado diversos casos de espancamento, bem como a existência de elevadas taxas de sobrelotação e de insuficientes condições de vida (o centro de detenção para imigrantes é referenciado por negar aos detidos o acesso ao ar livre).

Apesar do abismo temporal entre os factos descritos e a data da sua publicação, o documento não deixa de ser marcado por uma triste actualidade. O relatório da Amnistia Internacional para o ano de 2005 (1)/(2) menciona vários casos de violência policial, nomeadamente o assassinatos de José Reis e João Martins por parte de agentes da PSP. No ano de 2006, o fenómeno perpetua-se, sendo de destacar a ocorrência, num espaço de cinco dias, de duas situações que envolveram disparos efectuados por militares da GNR, e que provocaram a morte de um jovem

De referir igualmente um caso de tortura infligida a um imigrante egípcio por parte de agentes da PSP da esquadra de Espinho.

Os estabelecimentos prisionais portugueses constituíram igualmente, e à semelhança de anos anteriores, o palco de graves violações de direitos humanos, verificando-se diversas situações de tortura por parte de guardas prisionais (1)/(2) e um caso de uma morte sob circunstâncias suspeitas.

Aparentemente, estes acontecimentos constituem excepções à regra, não traduzindo a generalidade das actuações protagonizadas pelas forças de segurança. Porém, será que a excepção contradiz a regra, ou pelo contrário, corresponde à sua extensão?

Quando, de dia para dia, as forças de segurança aumentam o seu poder de acção, como foi visível na operação da Quinta de Torre (Maio de 2006), quer através do alargamento do seu espaço de intervenção, quer através do desenvolvimento infraestrutural , não podemos deixar de apontar a desigualdade de poder social entre uma multiplicidade de poderes que mandam e uma ainda maior multidão que obedece, como causa estrutural da repressão.
http://www.pt.indymedia.org/ler.php?numero=114155&cidade=1

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