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LUTA ENTRE CLASSES

LUTA ENTRE CLASSES

Policia mantém bairro em estado de sítio

29.11.07, uon

A pretexto da procura de "armas e droga" a policia realizou hoje de manha mais um actuação de carácter fascista ao entrar ao romper do dia num bairro pobre da periferia de Lisboa.

Com um corpo desporporcionado de agentes armados até aos dentes, tomou o bairro que se fosse um guerra.

Depois entrou em algumas casas conforme imagens televisivas onde revolveu e destruiu os parcos haveres dos moradores das habitações, onde dormiam homens mulheres e crianças.

Estas actuações mais revelam um profundo desespero das forças de segurança ao serviço do capital e do governo de Sócrates em amedrontar as populações indefesas na sua sêde de manter o poder a todo o custo e para isso as forças de segurança servem para manter o terror nas populações.

 

 

Um Durão Nobel da Paz

28.11.07, uon

A proposta de Ramos Horta de propor Durão Barroso para Nobel da Paz  é mais uma tentativa para branquear as culpas do papel de Durão na invasão dos Iraque pelos Estados Unidos.

Durão abriu o precedente grave ao encontra-se com Bush, Aznar, Blair nas Lajes.

Esta cimeira conduziu à invasão destruição do Iraque e posterior matança de inocentes.

A matança e saque das riquezas petroliferas do Iraque continuam. Todos os dias morrem pessoas, em resultado dos bombardeamentos terrestres e aéreos das tropas ocupantes dos EUA.

Durão também é responsável pela má política interna de Portugal e do descalabro económico e social e da vida do povo português conduzida pelo governo do PSD.

Se por acaso Durão for proposto e aceite para Nobel da Paz, é mais daquelas decisões injustas que os senhores que mandam no mundo fazem, e o Comíté Nobel perdeu toda a credibilidade.

 

Função Pública:o último suspiro

27.11.07, uon

A greve da Função Pública convocada pelos sindicatos de CGTP/UGT/Quadros Técnicos para dia 30 de Novembro, não passa de mais uma manobra dos sindicatos dos sistema e o último suspiro do cadavér.

Nos últimos anos temos assistido ao mesmo de sempre o governo seja ele qual for não dá mais que em precentagem infíma, e os sindicatos negoceiam e depois marcam greve, para ver se o governo não dá mais.

A greve não tem servido para nada, a não ser para os trabalhadores que fazem greve perderem o dia e não ganharem nada.

Todos os anos o mesmo de sempre, aumentos à percentagem aí sindicatos e gorverno estão de acordo quem ganha muito leva muito, quem ganha pouco leva pouco.

Na Função Pública só se faz greve por aumentos salariais, coisa muito pouco convidativa para pôr os FP a lutar, porque a grande maioria dos trabalhadores já percebeu que fazer greve é cair por aumentos é cair sempre no mesmo erro.

Por que é os sindicatos da CGTP/UGT não lutam para defender os postos de trabalho e contra a Moblidade.

Quando é que os sindicatos começam a defender o FP e deixam de brincar à lutas sindicais e com propósitos eleitoralistas.

 

 

 

EUA:milhões de pobres e alguns ricos

22.11.07, uon
O Estados Unidos é o país mais rico do mundo, porque além da sua economia capitalista interna, rouba as riquezas de outros povos.
As invasões do Iraque e do Afeganistão, não são para libertar esses povos dos "terroristas" mas para explorar as riquezas do subsolo que esses países possuem.
Os EUA é maior exportador de armas para outros países e grande fomentador de guerras por esse mundo fora.
O Irão é tido como o próximo país a ser invadido (ou talvez não) devido a enorme riqueza do petróleo, mas não devido à existencia de armas nucleares.
A Venezuela é também um pais com enorme riqueza petrolifera e também está na mira dos states.
A par disso existe uma enorme classe de sem abrigo em todo EUA que vegeta por esse pais, sem eira nem beira, com fome, falta de vestuário, desempregado, sem casa e mais parece que vive num pais como o Bangladesh.
OS EUA um país rico com milhões de pobres, isto quer dizer que as desigualdades são cada vez maiores, a exploração dos trabalhadores é cada vez mais gritante e os capitalistas cada vez estão mais ricos.

Cozinheiro despedido por ter HIV

21.11.07, uon

O despedimento do cozinheiro do hotel por ser portador de HIV, só prova que existe dicriminação laboral e social por parte das entidades patronais e das entidades estatais.

A entidade patronal quer ver-se livre deste trabalhador porque é portador do vírus e pode põr em causa a boa imagem do hotel e pode contaminar os clientes.

O Tribunal de Trabalho também não tolera doentes de HIV e toca de dar razão à entidade patronal quando podia promover um acordo entre o empregado e o hotel.

A entidade patronal não está agir bem e discrimina o trabalhador e manda-o para o desemprego, quando podia mudar o trabalhador para outro posto de trabalho, a recepção, o escritório, ou outro posto de trabalho, onde pudesse ser útil ao hotel e este caso nem chegava ao tribunal.

Nesta sociedade os trabalhadores que não estão doentes são discriminados, explorados quanto mais um trabalhador doente com HIV.É triste.

A violência doméstica

20.11.07, uon

O fenómeno da violéncia doméstica está por avaliar, já que atravessa todas as classes sociais, mas tem perdominancia nas classes pobres.
As más condições economicas e sociais, desemprego que atravessamos, são potenciáis para conduzir à violencia sobre a mulher, homem, crianças, etc e os governos  e a sociedade não são virgens em culpas neste tipo de violência.

As organizações que defendem as vitimas, são um embuste, não resolvem problemas económicos e sociais e só defendem a mesma,  pela via judicial e pela repressão policial sobre os indivíduos que geram violencia doméstica, como isso fosse a "tábua de salvação" das vitimas.

Estas situações não se resolvem pela via repressiva ou judicial, por que isso também é uma forma de violência estatal sobre os cidadãos que mais não pretendem do que adiar o problema eternamente.

Só com a mudança de sociedade e uma sociedade solidária pode riscar as más condições de vida das familias e dos trabalhadores e dar dignidade à pessoa humana. já que a sociedade capitalista na sua forma democrática não é garantia para a resolução do problemas sociais.

 


 

Valorsul em Luta

20.11.07, uon

O conflito na Valorsul entrou na primeira semana, os trabalhadores do aterro de Bucelas, fizeram piquete a porta, e foram desalojados pela força pela GNR que se encontra no local.

Os trabalhadores foram desalojados porque impediam a entrada dos camiões que se encontravam à porta para descarregar.

Estes camiões pertencem às câmaras municipais da área limitrofre de Lisboa.

Alguns camiões da Cãmara de Loures recusaram-se a descarregar em solidarieda de com os trabalhadores da Valorsul.

Uma delegação de trabalhadores foi a S. Bento para ser recebido por Sócrates, para pedir apoio para as negociações.  

 

1- Esta greve conduzida pelos reformistas da CGTP vai parar a um beco sem saída, os trabalhadores vão perder a luta por que ela está sendo mal conduzida.

 

2-Os sindicatos da CGTP-STML-Câmara de Lisboa e STAL -Sindicato Nacional, deviam ter decretado greve em solidariedade com estes com a Valorsul para que os motoristas e cantoneiros não apanhassem o lixo.

 

3-A Comissão de Trabalhadores da Valorsul vai pedir "batatinhas" a Sócrates, o maior inimigo dos trabalhadores e pedir a retirada da GNR, é claro que o governo não não apoia os trabalhadores e não retira a GNR porque quer que os trebalhadores acabem com a greve e voltam a negocial a miséria dos 3 % de aumento.

 

4-Os trabalhadores vão ter hoje um plenário.

 

5-Esta greve está a ser aproveitada eleitoralmente pelo PCP que mandou o seu Deputado Bernardino Soares falar com os trabalhadores.

 

Esta greve por tempo indeterminado só podia ter sucesso se houvessr solidariedade com os trabalhadores de outras empresa, sindicatos, população em geral.

Mais uma vez se prova que as greves e lutas conduzidas pelos representantes dos partidos nos sindicatos só levam os trabalhadores aos desespero, a desconfiança, à derrota e o capital esfrega as mãos de contentes por ter sindicatos destes.

 

O Desemprego e a autogestão

16.11.07, uon

Este governo tem-se esforçado para que o desemprego seja cada vez seja maior.
A política economica tem levado que muitas empresas apanhem a boleia para fechar, para deslocalizar, ou para abrir noutro lado.
Os grandes sacrificados são os trabalhadores que ficam sem trabalho, com um subsídio de desemprego miserável, sem perspectivas de vida, ou emigram ou voltam a tentar encontrar emprego.

A autogestão está prevista na Constituição de República só que nunca é aproveitada pelos trabalhadores  e pode ser uma saída, para segurar o emprego.

Se os trabalhadores forem unidos e organizados podem tomar conta das empresas e geri-las em autogestão e pô-las a funcionar.

Após o 25 de Abril, muitas empresas abandonadas pelos patrões,  foram geridas pelos trabalhadores não  de se forma anarquista, mas funcionavam como se o patrão lá estivesse.

 

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