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A revolta dos fracos

por uon, em 03.03.08

Com os sucessivos acontecimentos este país está a beira do abismo.
Em matéria de ensino estamos a produzir "doutores" para depois os mandarmos para o desemprego.
As saídas profissionais não dão vazão para tanto doutor, que se formam nas universidades publicas e privadas.

O desemprego atinge uma franja da população activa que não tem emprego e nesta matéria atinge todos os sectores da população.

E o desemprego e a falta de perspectivas económicas e sociais  dá origem à onda de criminalidade que assola o país que é uma espécie de "guerra civil" entre as pessoas que não conseguem conter o seu egoísmo   e a falta de solidariedade e então desatam a matar os amigos os conhecidos e o desconhecido.

Os pobres cada vez são mais não têm emprego, não tem saúde não tem educação só lhe resta a via mais fácil, ganhar dinheiro sem fazer nada e viver da astúcia.

Os ricos estão cada vez mais ricos com lucros atrás de lucros todos os anos tudo roubado aos mais fracos que não têm trabalho, ou se tem são explorados nas suas empresas.

Estes problemas é o resultado de que o povo português deixou nas mãos de outros o seu problema e agora é demasiado tarde, a sociedade entrou em declínio acentuado e não volta para trás.

Este problema é um sintoma que a economia capitalista não previu, e no presente já temos e no futuro vamos ter ainda mais gente desesperada com a situação.

A única hipótese do Estado pôr cobro a esta situação alarmante é pondo na rua os meios policiais para dar segurança ao capital para ele se ir desenvolvendo como se nada tivesse acontecido para conter a revolta dos mais fracos.

 

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publicado às 14:45

Projecto de Estatutos da AOV

por uon, em 01.03.08

PROJECTO DE ESTATUTOS

ASSOCIAÇÃO DE

OFÍCIOS VÁRIOS

ARTIGO PRIMEIRO

DENOMINAÇÃO E SEDE

Esta Associação constitui-se por tempo indeterminado e adopta o nome de

Ofícios Vários

Associação dee tem sede na...

ARTIGO SEGUNDO

ÂMBITO DE ACTUAÇÃO

Esta associação tem âmbito nacional e actua predominante no campo laboral e profissional:

produção, serviços e administração pública podendo ter secções culturais, desportivas e

recreativas.

ARTIGO TERCEIRO

OBJECTIVOS

Esta associação tem como objectivos a dignificação pessoal e profissional da classe

trabalhadora, nas diversas profissões e para tal fará cursos de formação, colóquios,

seminários e outras actividades.

ARTIGO QUARTO

ORGÃOS SOCIAIS

1-Os Órgãos Sociais são a Mesa da Assembleia-Geral, Direcção e o Conselho Fiscal

2-A Mesa da Assembleia-Geral é composta por 3 membros.

3-A Direcção é composta  por x membros, sendo um deles o Tesoureiro.

4-Conselho Fiscal, 3 membros.

5-Os órgãos sociais poderão ter residência em qualquer parte do território nacional

ARTIGO QUINTO

COMPETÊNCIAS DOS ORGÃOS SOCIAIS

1-À Assembleia-geral, compete orientar a mesma na máxima ordem; lavrar as

respectivas actas das decisões e acordos estabelecidos na Assembleia-Geral.

a) Assembleia-Geral reúne-se pelo menos uma vez por ano, para aprovação das

contas e do orçamento e de quatro em quatro anos para eleição dos corpos

gerentes

b) Compete a Assembleia-Geral definir e aprovar a estratégia da Associação e a sua

actividade e eleger os orgãos nacionais de forma consensuada.

2-Á Direcção Nacional compete representar a Associação perante o Estado e Instituições as funções de secretariado, as relações internas e externas, a

gestão do património e o fundo de solidariedade e a apresentação das contas e orçamento.

2.1-Ao Tesoureiro compete a gestão da receita e a elaboração dos respectivos balancetes

mensais e anuais.

3-À Assembleia compete fiscalizar as contas e a gestão do seu património elegendo para

tal 3 elementos para essa função

ARTIGO SEXTO

TRABALHO

1-Esta associação não terá dirigentes profissionais pagos a tempo inteiro ou parcial nem

empregados pagos.

2-Poderão ser criadas secções locais ou de local de trabalho com um mínimo de três

elementos que elegerão um secretário.

ARTIGO SÉTIMO

A SECCÃO

A Assembleias das Secções quando existam compete:

1-Orientar e aprovar a estratégia da secção.

2-Recolher a quotização e entregar 25 % ao tesoureiro nacional

a)Estes 25 % funcionará com Fundo de Solidariedade e para despesas de secretariado.

3-Gerir a secção.

4-Eleger os secretários da secção

5-Dar informação sobre a sua actividade.

ARTIGO OITAVO

MEMBROS

1-Podem aderir pessoas que concordando com os estatutos da associação, requeiram a sua

admissão.

2-O direito de tendência está salvaguardado nos termos dos estatutos.

ARTIGO NONO

RECEITAS

1-As receitas da associação provêem da quotização dos seus associados da venda de

publicações, donativos.

ARTIGO DÉCIMO

QUOTIZAÇÃO

A quotização de cada associado será anual tem um mínimo de x €

ARTIGO DÈCIMO PRIMEIRO

DIREITOS DOS ASSOCIADOS

1- Os associados têm direito a eleger e a ser eleito; a apoio jurídico na medida das

possibilidades da associação nomeadamente no domínio das questões relacionadas com o

exercício da sua actividade laboral.

ARTIGO DÈCIMO SEGUNDO

DEVERES DOS ASSOCIADOS

1-Proceder ao pagamento atempado das respectivas quotizações.

2-Ser solidário com os seus companheiros associados.

3-Participar nas assembleias-gerais, ser activo e participativo.

ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO

EXCLUSÃO

Os associados só deverão ser excluídos ou repreendidos pela Associação em Assembleia geral

convocada para o efeito em ordem de trabalhos explicita, se não cumprirem os

estatutos.

ARTIGO DÉCIMO QUARTO

INDEPENDÊNCIA

Esta associação declara-se independente face ao estado aos partidos, a qualquer grupo empresarial ou

religioso.

ARTIGO DÈCIMO QUINTO

FILIAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

INTERNACIONAIS

Esta associação poderá filiar-se em organizações internacionais, devendo para isso, convocar

para o efeito uma Assembleia-Geral.

ARTIGO DÉCIMO SEXTO

CASOS OMISSOS

Em todos os casos omissos nos presentes estatutos, esta associação reger-se-á pela decisão

da Assembleia-Geral.

ARTIGO DÉCIMO SÉTIMO

DISSOLUÇÂO

Em caso de dissolução esta associação reverterá o seu património, para organizações

similares nacionais ou internacionais.

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publicado às 15:37

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