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1º Maio, em Lisboa

por uon, em 30.04.08

1º Maio

Juntamente com a Secção Portuguesa da AIT

(Associação Internacional dos Trabalhadores)

Lisboa - Praça da Figueira, 14 horas

Junto à Boca do Metro

 

 

 

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publicado às 14:56

Mais uma vez se prova que as televisões e jornais estão ao serviço de quem nos explora e nos lixa.

A RTP faz o programa "Prós e Contra" mas os seus intervenientes são pessoas que já passaram pelo o poder e só lá vão fazer propaganda das virtualidades do capital e falar de economicismo que é sempre para o lado dos mais fracos.

Pessoas que tenham ideias diferentes desses senhores são pura e simplesmente silenciados e ocultados como foi o caso do João Pacheco.texto em baixo)

Neste programa só lá vão ministros ou ex. ministros professores universitários políticos de todos os quadrantes de vez em quando.

A RTP está ao serviço do P"S" e do governo de Sócrates que está a enterrar este país e usa e abusa dos orgãos de informação para levar avante a sua política neoliberar e tornar cada vez mais difícil a vida dos trabalhadores.

 

 

Texto retirado do jornal Mudar de Vida

 

Precarios e recibos verdes silenciados no Programa Pós e Contra

A precariedade é uma bomba-relógio social que acabará por rebentar nas mãos dos que dela se aproveitam

João Pacheco, jornalista, membro dos Precários-Inflexíveis - Quarta-feira, 30 Abril, 2008
precarios_72dpi.jpgFoi divertido ir ao programa “Prós e Contras” de segunda-feira. Passo a explicar: fui convidado a ir ao dito programa, para falar em nome dos Precários-Inflexíveis. Quando cheguei ao local (Casa do Artista, na Pontinha) conduziram-me aos camarins e disseram-me, numa escada de acesso, que afinal não iria falar. Havia muita gente para intervir e a apresentadora teria decidido que falaria apenas um dos representantes de um dos movimentos anti-precariedade, no caso o movimento FERVE (Fartos/as d’Estes Recibos Verdes).

Naquele momento ou desistia e ia para casa, ou tentava intervir no programa. Perdera muito tempo a preparar-me, em prejuízo do meu trabalho, e havia gente com expectativa no que eu iria dizer. Fazer de jarra decorativa é que não me pareceu aceitável. Combinei com o representante do FERVE que, mal ele acabasse de falar, me passaria a palavra e o microfone, dizendo que falaria eu do MAYDAY, a segunda parada anual anti-precariedade. Eu só queria dizer, em poucos segundos, uma data (1 de Maio), uma hora (uma da tarde) e um ponto de encontro (Largo Camões).

O representante do FERVE falou e saiu do auditório pouco depois, porque foi ignorado pelos convidados e pela apresentadora, não tendo ninguém respondido às questões que colocou. E eu fiquei à espera de pé, com o microfone na mão. Longos minutos. Até que me convidaram a sair e abandonei o programa acompanhado por outros membros do PI.

A apresentadora ainda teve tempo para mentir, dizendo que eu não fora convidado. Enfim, que dizer? O que se passou apenas mostra que movimentos como o FERVE e o PI estão a tornar-se incómodos, porque o que dizemos tem cada vez mais eco. A precariedade é uma bomba-relógio social que acabará por rebentar nas mãos dos que dela se aproveitam.

Seremos muitos a mostrar que não nos calamos, seremos muitos a mostrar como fazemos a luta e a festa ao mesmo tempo: no dia 1 de Maio, a partir da uma da tarde, no Largo Camões, em Lisboa.

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publicado às 10:54

comentário retirado do (Público)  leitor da Figueira da Foz

 

A formaçao da U.E, somente teve um interesse. Deliberar e beneficiar os poderosos e castigar todo o restante. Para isso se foi procurando criar grandes grupos a quem se deu um poder nao só capital mas tambem politico, assim o controle se torna muito mais facil. Sabendo que o petroleo já era controlado por poderosos, foi-se criar entao o poder nos produtos alimentares, que se fez? Criaram-se cotas e os paises tal como Portugal viram reduzidas as suas produçoes em todos os campos. Menos leite, vinho, pesca, trigo, arroz, etc, etc. E agora, quem manda? Os grandes investidores que através da bolsa de valores vao decretando os preços dos bens essenciais. Veja-se neste momento o que acontece com o petroleo, o triho, o leite o arroz e por ai fora. E é ai que surgem os senhores da U.E. já nao como salvadores, mas alertando para a fome que nos espera. Eles que sao os responsaveis de tudo que está a acontecer. Como evitar tudo isto? É o povo tomar consciencia e correr com esta cambada de parasitas vendidos, aos grandes senhores. As eleiçoes estao para breve, no acto de votar, nao nos devemos esquecer de tudo quanto de mau se tem feito nesta U.E. castigar os oportunistas.

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publicado às 17:04

Os combustíveis nunca atingiram um patamar tão alto.

As guerras no Iraque e os conflitos no Médio-Oriente e situação

na Nigéria determinaram que os preços do petróleo disparasse e não

podia deixar de ter repercussões nas culturas cerealíferas

como é o caso do arroz e o trigo.

As principais culturas de trigo e arroz estão nas mãos de

especuladores privados que determinam os preços e a produção

 destes produtos e fazem depender todos nós dessa ditadura da

produção agrícola.

Faz falta o regresso à agricultura de um modo

cooperativo que absorva mão-de-obra agrícola que se encontre desocupada.

As terras devem ser de quem as trabalha, mas ao invés é de quem a não trabalha.

Só uma revolução agrária pode pôr fim à penúria de

bens alimentares e alimentar populações que se encontram a beira da

 morte por falta de alimentos, como é o caso de vastas regiões de África e Ásia.

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publicado às 13:55

CIA utiliza tortura a prisioneiros

por uon, em 28.04.08

A CIA (serviços secretos americanos) pode estar a utilizar metidos de tortura a prisioneiros. de guerra, e de consciência .

Não seria de esperar outra coisa que a CIA e outras polícias secretas utilizem técnicas de tortura para obter confissões o que contradiz as convicções dos campeões da liberdade e da democracia tudo em prol de uma pseuda-segurança.
Designadamente os países ocidentais, supostamente mais desenvolvidos deviam de ter um postura mais consentânea perante os países menos evoluídos, mas não, usam e abusam do poder para invadir outros países e coloniza-los a seguir e retirar as riquezas do subsolo e quem usar resistir é tratado abaixo de cão e sujeita-se a torturas como a PIDE salazarenta utilizava para com os presos políticos.

A liberdade e a democracia que apregoam servem apenas de capa mal disfaçada para manter um poder ditatorial existente.


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publicado às 11:23

Manif anti-repressão

por uon, em 27.04.08

Cerca de 200 manifestantes desfilaram entre a Praça da Figueira e a Praça do Comercio .

A  manif . foi acompanhada pela polícia de forma discreta.

A manifestação correu sem incidentes confome desejável, embora com algumas emoções mais acaloradas.

Gritou-se palavras de ordem contra a repressão policial que começa a ser norma com actuações contra emigrantes, contra o Grémio Lisbonense, etc.

Estes actuação trás o selo do Governo autoritário de  Sócrates que em nome dos superiores interesses do capital é capaz de lançar na miséria um irmão, as classes pobres da população, os trabalhadores os públicos e privados, os precários, os desempregados, os emigrantes tudo com a sua sacrossanta policia.

Sr. P "S" ócrates tenha vergonha  ponha a viola no saco e vá-se embora  a sua música não interessa a ninguém!!

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publicado às 14:20

Tu que me lês!

por uon, em 23.04.08

Tu que me lês aparece no dia 25 de Abril, as 14.30 horas

junto ao antigo jornal "Expresso", em Lisboa onde este blog com as

sua perninhas, estará a distribuir um comunicado sobre a

praga dos "acidentes de trabalho".

 

assina o Blog:UNIÃO OPERÁRIA NATURAL

Antigo Jornal "Expresso" Rua Braancamp, à saida do Metro do Marquês

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publicado às 17:15

A única alternativa que resta aos trabalhadores, em vez de estarem a mendigar trabalho a "recibo verde" ou "independente é os trabalhadores tomarem conta das empresas onde trabalham e trabalharem em autogestão anarquista, onde todos tenham responsabilidades iguais e produzam o necessário para viver e não viverem para produzir, quando não é necessário.
A lógica capitalista do consumo e da produção têm relançado que o mundo caía no cinismo da exploração desenfreada das mão-de-obra intensiva, salários baixos, precaridade laboral,  despedimentos,  sindicatos vendidos,  greves contra o atrás descrito mas nunca vitoriosos por que os indivíduos que estão nos sindicatos fazem papel de capatazes dos trabalhadores.
A super-produção conduz ao desastre ambiental, terramotos, cheias, secas etc, este é o resultado da selva capitalista que os economistas do capitalismo tem conduzido, com as suas visões economicistas sempre para o lado do pobre e desgraçado trabalhador.
Enquanto nos países do Norte existe uma super-produção de alimentos existe também muita míseria social.
Nos países  do Sul a produção não chega para todos. Milhares morrem de fome, sede e não tem uma vida digna, nem saúde.

Esta é que é a verdade!

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publicado às 14:27

Há cinco anos os deputados "socialistas" criticaram Bagão Félix /PSD/PP por que as alterações desrespeitavam os trabalhadores, em matéria de despedimentos muito mais fáceis para a entidade patronal, mais precariedade , etc , etc .
Agora volvidos cinco anos os mesmo socialistas estão a elaborar um documento muito mais restritivo para os trabalhadores em que facilita ainda mais as entidades patronais para explorar mais os trabalhadores do que foram até aqui.
A lógica é esta " a galinha do vizinho é sempre mais pequena que a minha" e por isso toca de revogar os que outros fizeram, para fazer singrar as minhas ideias.
Resta saber quanto vai durar esta reforma que ainda está em discussão.
Sepunhamos que o PSD ganha as eleições em 2009, lá teremos novas reformas, novas alterações, novas invenções e quem vai perder mais uma vez são os trabalhadores sempre os mesmos a ficar mais uma vez prejudicados.
Como não se vislumbra uma "luz ao fundo túnel" para  o operário e trabalhador em geral se libertar a ele próprio do jugo parasitário, no mínimo só se pede um bom senso à ditadura dos senhores dos partidos que deixem estar a lei no mínimo dez anos, para ver se ela funciona e se funciona.

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publicado às 11:16

Morreu o companheiro Chico Martins

por uon, em 22.04.08

Notícia da imprensa oficial (CM)

 

O fundador do primeiro movimento marxista-leninista português, Francisco Martins Rodrigues, morreu esta terça-feira de madrugada, em Lisboa, com 81 anos.
O funeral do dirigente revolucionário realiza-se na próxima quinta-feira às 13h30 no Cemitério do Alto São João, onde o corpo será cremado.

Francisco Rodrigues Martins, foi membro do Comité Central do PCP, partido que abandonou no final de 1963, por não concordar com as posições pró-soviéticas de Álvaro Cunhal, fundando no ano seguinte o Comité Marxista-Leninista português.

Durante o período de 1965 até ao derrube do Estado Novo, em 1974, o dirigente marxista foi várias vezes preso pela PIDE.

 

O Chico como era tratado antes demais era um amigo que viveu e morreu fiel as suas convicções de comunista marxista.

Director da revista "Política Operária" que fundou com outros companheiros depois de ter saído do (PCR) Partido Comunista Reconstruido que ajudou a fundar em 1975.

Passou também pela (UDP) União Democratica Popular de que foi seu militante.

O Chico fora militante do PCP e esteve preso em Peniche do qual fugiu com Álvaro Cunhal, mas devido a divergências abandonou este partido.

Foram muitas as vezes que privei em reuniões/debates e sempre foi um companheiro sincero e revolucionário dentro das suas convicções.

Camarada Chico Martins a terra te seja leve, hoje tu amanhã nós.

Até sempre e a luta por uma sociedade melhor continua!!

(MD)

 

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publicado às 14:43

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