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Encerramento de fábricas é o prato do dia...

Mais duas fábrica uma em Évora a fábrica têxtil LEE  e outra de cerâmica, em S. Martinho do Porto.

A empresa LEE chegou a laborar com 300 trabalhadores, neste momento têm cerca de 100 e vão todos para o desemprego.

Outra empresa de cerâmica já encerrou em São Martinho do Porto, deixando cerca de 40 operários no desemprego.

O patrão aproveitou as férias, para dar férias definitivas aos trabalhadores.

Por uma razão ou por outra as fábricas vão fechado, ou vão deslocalizando como é o caso da LEE que vai deslocalizar para Oriente?

Os trabalhadores depois de terem sido chupados até medula,  são descartados.

A lógica capitalista de mercado tem dar lugar a uma outra lógica alternativa de assegurar os postos de trabalho, basta para isso que os trabalhadores queiram associar-se solidariamente, noutra forma de gestão das empresas.

 

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publicado às 16:39

(JN)

 

Um subempreiteiro de Penafiel amarrou-se durante duas horas à estrutura do telhado do Mercado Municipal de S. João da Madeira para exigir ao empreiteiro principal o pagamento de alegadas dívidas. O homem só desceu depois de ter na sua posse dois cheques com os valores reclamados.

Pelas 14 horas, o homem, de 37 anos, que trabalha em regime de subcontratação para um outro empreiteiro responsável pelas obras que estão a decorrer no mercado municipal da cidade, subiu ao telhado e prendeu-se com umas cordas, afirmando que só sairia de lá se fosse liquidada uma dívida de cerca de 50 mil euros que, alegadamente, o empreiteiro lhe devia.

A PSP ainda tentou demovê-lo, mas durante as duas horas que permaneceu no local não deu sinais de querer acabar com a forma de protesto. Ao tomar conhecimento do que se estava a passar, a empresa que subcontratou o homem mandou entregar-lhe dois cheques com o valor exigido, levando o contestatário a abandonar o local, cerca das 16 horas.

Acabou por ser levado à esquadra onde foi identificado e advertido que, a repetir o acto, seria detido e presente ao tribunal.

Depoisa, recebeu um telefonema dando conta que tinha sido despedido pelo empreiteiro. Contudo, prometeu não voltar ao protesto.

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publicado às 10:21

(JN)

 

Mulher saía do Intercidades, na estação de Vimieiro, quando tombou na linha e foi colhida pelo comboio que reiniciava a marcha. Ficou com uma perna decepada e outra "presa por um fio". Moradores criticam falta de pessoal na CP.

Os utentes alegam que se a CP - Caminhos de Ferro Portugueses tivesse chefes ou factores a controlar o movimento da chegada e da partida dos comboios, como sucedia antigamente, casos como o que ontem se registou na estação de Vimieiro, às 16.20 horas, "dificilmente aconteceriam", garantiu, ao JN, um morador que não quis ser identificado.

Baseado em alegados depoimentos de passageiros que seguiam no Intercidades, que fazia o percurso Lisboa/Guarda, na Linha da Beira Alta, a mesma fonte explicou que a vítima, uma mulher de 69 anos, residente em Cabanas de Viriato, não terá conseguido abrir a tempo a porta da carruagem.

"Outra passageira contou às autoridades que a vítima demorou a abrir a porta, não se sabe porquê, e quando conseguiu fazê-lo já o comboio, que apenas pára um minuto na estação, estava em andamento", acrescentou o mesmo morador. A mulher regressava de Lisboa, onde se deslocou na véspera, deixando o carro estacionado naquela estação.

Aos gritos de passageiros e de algumas pessoas que aguardavam no cais de embarque, o comboio parou, depois do revisor que seguia no interior ter accionado o alarme.

"Mesmo com uma perna cortada e a outra "presa por um fio", a senhora estava consciente e até deu o número do telemóvel para avisarem a família antes de ser conduzida para o Hospital de Viseu", relatou uma testemunha.

O JN apurou, junto de uma fonte da CP, que será feito um inquérito às causas do acidente.

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publicado às 10:16

(JN)

 

A fábrica de 'lingerie', no mercado há várias décadas, tem quatro meses para pagar o que deve às trabalhadoras. Nem que seja a prestações.

Findo o prazo, serão as próprias funcionárias a preparar o processo de falência. "Cansadas de esperar" pelo pagamento de remunerações que oscilam entre os quatro e os cinco mil euros, 33 mulheres, num universo de 39 trabalhadores da Cecílio & Pina, decidiram, na última segunda-feira, bater com a porta.

As operárias contrataram um advogado e iniciaram um processo de negociação singular: ou a empresa paga o que deve nos próximos quatro meses, até ao último cêntimo, inclusive de forma faseada, ou será confrontada com um processo de insolvência. "A proposta foi feita à face da lei.

Estamos à espera de uma resposta. Sob pena de avançarmos com o pedido de insolvência nos tribunais, caso não haja acordo", disse ontem aos jornalistas Rui Albuquerque Ferreira, advogado, após uma reunião com as operárias realizada ao final da tarde no largo de Santa Cristina.

Segundo o causídico, a empresa, sediada em Repeses, que comercializa roupa interior sob as marcas Peter Pan e Primavel, terá alegado "questões de mercado", nomeadamente escassez de encomendas, para atrasar o pagamento aos funcionários. "Chegámos a abdicar de subsídios para facilitar a vida à empresa.

Já nos contentávamos só com os salários", lamentou uma mulher que trabalhou 27 anos na casa. "É lamentável a atitude que estão a tomar, ao quererem destruir uma casa que fundei há 50 anos. Vou continuar a lutar", declarou o gerente, Horácio Pina, que recusa fazer mais comentários durante a fase negocial.

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publicado às 10:11

[Mais de setecentas pessoas tomaram as ruas de Helsinki nesta terça-feira
para protestar contra a política de tolerância zero da cidade contra a
arte de rua.]
Na Casa Finlandesa os burocratas oficiais da cidade estavam celebrando o
décimo aniversário do projeto, e a uma curta distância dali, do lado de
fora do museu de arte contemporânea, a oposição estava reunida com música
e grafite. Num evento organizado por um coletivo chamado ?Helsinki Livre?,
no qual é composto em sua maioria por anarquistas e anti-autoritário/as.
A política anti-grafite finlandesa custa milhões de euros todos os anos, e
esta é a maior premissa para a crescente repressão e vigilância na cidade.
O evento libertário terminou com uma manifestação que teve um percurso que
foi da Casa Finlandesa até o bairro da classe trabalhadora de Hakaniemi.
Assim que a manifestação começou bombas de tinta e garrafas foram atiradas
contra o batalhão de choque da polícia, que estava também presente em suas
centenas.
Após a primeira prisão mais pedras e garrafas foram atiradas e a polícia
teve que recuar, tomar uma maior distância da multidão furiosa. Dois
oficiais da polícia foram feridos pelas garrafas, ambos tomaram garrafadas
na cabeça. Também uma ?meia dúzia? de veículos policiais foi danificada,
incluindo um ônibus de apreensão de ativistas.
No total 27 prisões foram feitas. O/as organizadore/as disseram que a
polícia foi culpada pela confusão. Ao menos um manifestante levou uma
pancada na cara por um cassetete policial, e muitas pessoas foram atiradas
ao chão agressivamente.
Vídeo da manifestação: http://areena.yle.fi/toista?id=1495623

 

ANA-Agência de Notícias Anarquistas

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publicado às 09:43

Fesap/UGT:Quer 4 % de aumento

por uon, em 24.09.08

A Fesap/UGT anuncio em conferência de imprensa que vai reivindicar 4% de aumento para o próximo ano, ao governo.

A Fesap como sempre não foge dos restantes sindicatos STE e Função Pública/CGTP à regra dos aumentos diferenciados à percentagem, que alarga o fosso entre que ganha mais e menos ordenado.

A FeSaP disse ainda que os funcionários estão a perder poder de compra à cerca de 11 anos.

O funcionalismo não perde poder de compra á 11 anos mas sim desde 1976, altura em começaram a negociar-se os salários da Função Publica, o que significa que em média já perderam no mínimo cerca de 50% do salário.

Outra das questões que os sindicatos deviam deixar de reivindicar é os aumentos anuais mais sim aumentos para três anos com o devido ajustamento salarial mediante a inflação registada nesse ano mais uma compensação anual negociada.

Todos os anos temos os funcionários públicos e outros sectores serem carne para canhão para o governo e sindicatos com greves perdidas que não chegam a lado nenhum.

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publicado às 16:48

(CM)

 

A Comissão de Direitos Humanos do Quénia acusou esta quarta-feira a Polícia local de ser responsável pela morte de pelo menos três centenas de pessoas durante o último ano.

Hassan Omar Hassan, vice-presidente da organização, assinalou ainda que foram também contabilizados 200 desaparecidos e detectados cadáveres que não puderam ser identificados.

“Temos provas suficientes, entre testemunhos e relatórios forenses, que implicam a Polícia nestas mortes”, afirmou o responsável, revelando que a organização é contactada diariamente por pessoas que se sentem ameaçadas por agentes das forças de segurança.

 

 

Comentário:

 

Para quem tem dúvidas a policia é sempre policia seja em Portugal, no Quénia, na China ou em qualquer outro pais.

O Estado através polícia está ao serviço das classe ricas e protege essa classe e seja em democracia ou em  ditadura ou noutra situação qualquer a actuação é sempre a mesma e vejam agora o caso do Quénia acusada de prender julgar e condenar à morte 300 pessoas.

Apesar de fardar meninos e apoiar velhinhos não deixa de matar quando "é preciso".

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publicado às 15:02

Portugal:corrupção aumenta

por uon, em 24.09.08

Segundo o (CM) citando uma organização internacional que se dedica a avaliar os níveis de corrupção em cada país, Portugal desceu do 28º  para o 32º.

Não é novidade para ninguém que esta situação ocorra em Portugal, porque de há três anos para cá a situação económica e social agravou-se, e é bastante natural que os crimes de "colarinho branco" aumentem e os favores daqui e dali a troco de dinheiro também aumentem.

As coisas só andam se houver dinheiro na manga e é nas obras publicas e municipais que os favores são mais evidentes e as derrapagens nas grandes obras que os senhores enriquecem com os dinheiros tirado aos pobrezinhos através dos impostos.

Vêm ai grandes obras faraónicas como o aeroporto, o TGV e  a nova ponte sobre o Tejo, etc, terreno fértil para o "colarinho branco" actuar e depois de detectados ficam todos na maior...

Este governo também é responsável por este agravamento o que significa que a avaliação é negativa.

Os países menos corruptos continuam a ser os escandinavos, Suécia Dinamarca, Finlândia, mas também não são nenhuns santos, porque o capital também fala mais alto.

Os países mais corruptos segundo essa organização continuam a ser os países do chamado terceiro-mundo com curso tirado no países  capitalistas ocidentais.

 

 

 

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publicado às 11:01

Esta cadeia internacional está espalhada pelos 5 continentes é conhecida pela exploração laboral dos trabalhaores seus empregados.

Houve problemas laborais com trabalhadores da IWW  www.iww.org nos Estados Unidos e Sevilha com uma trabalhadaora afiliada à CNT, http://www.cnt.es/sevilla

Quem souber de trabalhadores que vaiam trabalhar para esta cadeia é preciso alertar-los para a exploração desenfreada e precaridade laboral prática nesta multincional do café.

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publicado às 15:24

Sócrates perante um plateia de militantes do PS em Guimarães,  abriu a rentré fez o que se previa, disparou em todas as direcções e criticou todos os partidos desde o CDS ao Bloco de Esquerda, até Jardim, foi atacado e este retorquiu chmando Sócrates de  "mentiroso".

Sócrates dá a entender que não está no governo e o que se está a passar no país não é culpa do governo.

Pelo menos não disse aquelas palavras recalcadas que andava a dizer à meses de "bota abaixismo" e a "oposição não tem ideias".

Disse as mesmas, mas de outra maneira.

Foi depois de ter sido dito aqui que o governo andava com o mesmo discurso à meses,  que o governo mudou de disco, se calhar alguém  do governo viu este site e leu que andava a "controlar" o discurso vazio e sem conteúdo.

O trabalho do governo ao longo destes anos, tem sido muito fraquinho, e no exame este não passava por têm nota negativa, só faz erros atrás de erros, e é um aluno que não está motivado por que faz coisas consciente de que está a fazer mal a todos os trabalhadores e ao povo português e emigrantes.

Se verificarmos os diversos sectores: finanças, economia, função pública, repressão, saúde, educação, segurança, trabalho, cultura, etc. este governo agravou as condições de vida das populações para muito pior do que a encontrou e fazer pior era impossível mas fez.

Mas, não admira que a campanha eleitoral vai começar e o governo agora vai distribuir bacalhau a pataco, por que tem os meios que são de todos nós e vai utiliza-los para ganhar as eleições.

Resta saber se o povo já abriu os olhos, depois de três anos de ruína socratista.

 

 

 

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publicado às 11:18




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