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Enquanto o governo vai manter os grandes investimentos como a Ponte Sobre o Tejo, o TGV e o aeroporto e agora vai ser o fiador dos grandes grupos financeiros, que segundo dizem as suas finanças até estão de boa saúde, não se sabendo se este financiamento é a fundo perdido o se depois é pago ao longo dos tempos, mas uma coisa é certa este fundo vai ser pago por todos os contribuintes deste pais.

A zona do Vale do Cávado está está a ser objecto de apagamento do mapa por parte de empresas têxteis que vão fechado e vão deixando no desemprego milhares de trabalhadores no desemprego.

Já estamos habituados que o governo faça tábua rasa das nossas convicções e das nossas ideias e faça o que bem entenda sem nos dar cavaco. por que tem lá os nossos impostos e ponha e disponha e gaste com leviandade os dinheiros públicos.

Mas nos mínimo á que ter respeito por todos nós que não queremos ser gado e ser pastado por um pastor que não nos merece credibilidade nem tem competência alguma, mas pela razão da força imponha um conjunto de normas e regras que todos temos de obedecer feitas por meia dúzia de cabeças iluminadas.

Enfim, a opinião pública pouco faz para manter o respeito que nós merecemos e por conseguinte somos todos os dias enganados, explorados e ofendidos.

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publicado às 13:41

De vez em quando a questão do caso "Camarate" vem à ribalta política.

A Direita por um lado diz que foi atentado ao avião de Sá Carneiro e acompanhantes.

A Esquerda acompanha e diz que querem esclarecimento da verdade.

Mas, nestes anos todos já tiveram tempo de esclarecer o caso e desvenda-lo por completo, mas pelo vistos ainda não gastaram todos os cartuchos.

Já foram gastos rios de dinheiro em Comissões e mais Comissões e os resultados são nulos será melhor os deputados pedir ajuda divina ou a Fátima por que estes vêem tudo lá cima, para esclarecer o caso, já que os homens não conseguem esclarece-lo.

Sá Carneiro morreu não devido a atentado, mas sim à sua ambição desmedida em viajar no avião completamente a cair de podre e pôr o seu candidato à Presidência da República Soares Carneiro,em Belém.

Estava-se em plena campanha eleitoral e os lideres da AD multiplicava-se em comícios para levar o seu candidato a vencer o candidato Eanes para meter um general que tinha muitas afinidades com o fascismo em Angola.

Se alguma coisa aconteceu a própria Direita e Extrema-direita deve ter alguma coisa a dizer, o porquê não se sabe.

Há quem diga que era por causa da venda de armas ao Irão, tal como Freitas do Amaral disse ontem na televisão.

Mas tudo indica que foi mero acidente e não provocado, era melhor encerrar o caso por que já começa a cheirar mal.

 

 

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publicado às 17:02

 retirado da ait (Portugal)

 
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Piquetes da USI em frente do IKEA de Brescia

No dia 1 de Setembro, sete trabalhadores do IKEA de Brescia (Itália) foram despedidos, durante a passagem de uma agência de trabalho temporário para outra, apesar das garantias dadas de que seriam reabsorvidos pela nova agência.

Estes trabalhadores exercem funções no IKEA há muitos anos, recebendo baixos salários e trabalhando mais de 200 horas por mês, sem verem respeitadas as normas de segurança no trabalho (um trabalhador teve de comprar com o seu próprio dinheiro o calçado de segurança), num parque de estacionamento sem ventilação.

Tudo isto foi permitido pelo IKEA que, encarregado de garantir o respeito das leis laborais, sempre preferiu ignorar a situação, em função da lógica do lucro sem limites e sem respeito pela dignidade dos trabalhadores.

Para contrabalançar a descida das vendas, o IKEA de Brescia optou por reduzir o pessoal e piorar as condições de trabalho, de tal forma que agora os trabalhadores do restaurante e do bar se alternam na recolha dos carrinhos do parque de estacionamento.

Os sete trabalhadores despedidos decidiram apresentar-se no IKEA de Brescia todos os sábados e domingos até à sua readmissão.

APOIA A LUTA DOS TRABALHADORES DO IKEA DE BRESCIA!
BOICOTA O IKEA!
BASTA DE TRABALHOS PRECÁRIOS E DE EXPLORAÇÃO!

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publicado às 09:22

Alentejo:governo desinveste

por uon, em 23.10.08

Segundo o partido "Os Verdes" o governo de Sócrates vai diminuir em cerca de 23 % o orçamento para a Região alentejana que é composta por três distritos:Portalegre, Évora e Beja.

A região alentejana sempre foi no passado vítima dos governos primeiro por... Salazar e depois do 25 de Abril por sucessivos governo tem feito uma política de terra queimada em relação ao Alentejo.

Antes do 25 de Abril houve grandes lutas no Alentejo protagonizadas pelos trabalhadores agrícolas anarquistas e comunistas que lutaram contra o latifúndio dos grandes senhores da terra.

Houve greves protagonizadas pelos trabalhadores organizados na antiga CGT e tinham uma certa dimensão.

Os latifundiários não davam trabalho aos alentejanos e mandavam vir trabalhadores do Norte para as campanhas da ceifa.

Em contrapartida o regime salazarista manda mandava a GNR para combater os trabalhadores que queriam uma vida melhor, um salário decente, uma sociedade diferente.

Depois do 25 de Abril houve a campanha da Reforma Agrária, as terras foram ocupadas e forma-se cooperativas e UCP(s), mas como o governo eram contra em vez de apoiarem a reforma agrária os governos mandavam novamente a GNR para dar as terras as aos latifundiários.

Enfim, voltou-se ao mesmo o uso e posse da terra continua nas mãos de meia dúzia.

Os investimentos no Alentejo tem caído.

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publicado às 15:33

Algarve:Mãe de Joana torturada?

por uon, em 23.10.08

Está visto o que vai acontecer aos polícias que torturaram a mãe da Joana, vão sair em ombros como tivessem morto um touro na arena, do Campo Pequeno como heróis e inocentes.

Se os polícias não torturaram a mãe da Joana, por que é que ela aparece com a cara toda negra?

A polícia diz que houve tentativa de suicídio, mas esse argumento não colhe e deviam ser punidos exemplarmente por que a Pide já acabou, ou será que não acabou...

Quando os juízes são jurados que já vão com a cabeça feita de fora que a mãe da Joana matou a filha e é uma criminosa só pode ter um desfecho...inocentes?!

Mesmo que os jurados julgassem pela sua cabeça podiam sofrer represálias dos policias e depois seriam eles os torturados.

Se a mãe matou a filha os policias torturaram a mãe da Joana, esta regra de três simples é matemática e não falha.

 

 

 

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publicado às 11:20

WWW.ESQUERDA_DESALINHADA.BLOGS.SAPO.PT Saudações Saudamos aqui o povo açoriano pela forma clara como manifestou o seu desprezo pelo mandarinato e o seu descontentamento para com a actuação do PS local, no poder. Desejamos também expressar o nosso desejo que os açorianos saibam encontrar formas mais permanentes, radicais e organizadas de manifestar aqueles sentimentos e encontrem uma alternativa popular ao actual estado de coisas. As principais formas de expressão do povo dos Açores Quando os não votantes representam 53,24% dos eleitores está dado o principal sinal da real representatividade dos eleitos; e, aqueles, ainda se devem somar 1,72% de votos brancos e nulos. A abstenção cresceu mais de 22% (18,6 mil pessoas) e representa perto de 103 mil cidadãos num universo de 193 mil. Em regra, a imprensa e os analistas não gastam muito tempo a referir o significado da abstenção e menos ainda valorizam ou dignificam os eleitores que não votaram nas agremiações partidárias concorrentes. Esses eleitores são desprezados e de facto, desapossados de uma representação que explicitamente, não querem confiar a quem se apresentou como alternativa. O mandarinato, por seu turno, não queima neurónios para conseguir fórmulas legais para que a massa dos abstencionistas se manifeste eleitoralmente, tornando-se mais atractivo. Pelo contrário, vão tecendo acordos para limitar ainda mais essa representação às principais agremiações mandarínicas que, a serem levadas a cabo, conduzirão a que mais gente considere eleições em democracia de mercado como um embuste. Voltando aos Açores, não são as pessoas que vivem nas ilhas mais pequenas, em meios mais isolados, que mais se abstêm. Pelo contrário, como se pode observar no quadro seguinte, são as ilhas com maior população urbana as responsáveis por esse facto: Abstenção 2008 Variação 2008/2004 nº % de eleitores nº % Açores - Total 102.735 53,24 18.628 22,15 S. Miguel 58.853 56,84 11.767 24,99 Terceira 24.255 52,93 4.007 19,79 Pico 5.445 46,40 962 21,46 Faial 5.880 50,12 1.217 26,10 Outras ilhas 8.302 41,25 675 8,85 O significado profundo deste volume brutal de abstenção é a descrença nas alternativas presentes no “mercado eleitoral” que não entusiasmam particularmente os açorianos. Mesmo a entrada de novos eleitores, jovens, não parece trazer consigo uma renovada esperança no sistema político. Num segundo plano há a registar a subida da esquerda institucional, representativa daqueles que, querendo manifestar o seu protesto, acreditam na regeneração do sistema mandarínico, com a existência de um Estado dirigido por gente “séria” capaz de dotar o capitalismo de uma face humana, de gerar uma social-democracia dentro do paradigma dominante de Estado mínimo. Esses cidadãos representavam em 2004 3,78% dos votantes e agora são 6,44% desse total, sendo essa evolução inteiramente da responsabilidade do BE pois o PC perdeu uma centena de votos, mesmo tendo reconquistado o mandato perdido há quatro anos. Contudo, esse resultado da esquerda institucional deve ser visto com frieza e não gerar triunfalismos. Vejam-se os resultados do binómio PC/BE nas últimas quatro eleições regionais: Nº de votos da esquerda institucional 1996 2000 2.004 2008 4952 6191 3.987 5807 Esperamos que muitos destes açorianos se apercebam das limitações da luta eleitoral, dos resultados conseguidos nas eleições e, sobretudo sintam que a luta anti-capitalista é diária e de cada um, não de um escasso número de eleitos. Um olhar sobre o entulho A direita, no seu conjunto perdeu mais de 18 mil votos embora só tenha perdido cerca de 4% da sua representatividade entre os votantes. À direita, o PS que apoia o governo “cesariano” perdeu um mandato e 15 mil votos expressos, mantendo-se hegemónico porquanto a direita tradicional (PPD e CDS) também perdeu votos (3700), em nada beneficiando do desgaste do PS, no governo durante os últimos quatro anos. Sublinha-se aqui que, neste simulacro de democracia, um grupo de mandarins, chamado PS-Açores, arroga-se ao direito de governar a região, afirmando-se com uma maioria absoluta, não tendo mais do que o apoio de 23,4% dos eleitores açorianos. É espantoso como se pode dizer isso sem sofrer o epíteto de aldrabão ou ouvir um coro de gargalhadas. Mesmo assim, têm uma representatividade superior ao Costa, da Câmara de Lisboa votado por 11% dos lisboetas, no ano passado. Estas alterações, quer na sua globalidade quer na sua composição nada trazem de virtuoso aos açorianos, muito menos no quadro de dificuldades a que se assiste, com a crise financeira global, o aumento dos preços dos bens alimentares, dos juros e dos combustíveis, como base em que assenta a recessão portuguesa e a redistribuição da riqueza a favor dos ricos, através da lei laboral e da paranóia do deficit. O caminho que se segue A multidão nos Açores não pode subordinar as manifestações de repúdio pelo sistema cleptocrático vigente aos calendários das festividades eleitoraleiras. Assim, no nosso ponto de vista, é necessário, nos Açores, (como aliás, no Continente e em toda a parte) acentuar: · As iniciativas de manifestação de discordância e protesto face às atitudes nocivas dos governos regional e central; · Acentuar a efectiva falta de representatividade do poder e a sua consequente ilegitimidade como mero governo dos capitalistas e dos mandarins, contra a multidão de trabalhadores; · Fomentar acções de desobediência e desafio da autoridade do governo “cesariano”; · Desdobramento das iniciativas anti-governo nas áreas económica, laboral, social e ambiental; · Acentuação do carácter autónomo e popular dessas lutas, fora do controlo dos partidos ou do Estado; · Organização cuidada das acções anti-poder e coordenação entre os vários núcleos e colectivos em luta; · Troca de experiências e coordenação com outras lutas de trabalhadores.

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publicado às 16:49

Uma empresa têxtil da região do Vale do Ave a "Nova Alvorada" com 47 trabalhadores estão parados à espera da resolução do caso se fecha ou se volta a abrir e estão neste impasse com salários em atraso e já há casos de miséria no seio dos trabalhadores.

Os trabalhadores estão com contrato suspenso e por isso não tem direito ao subsídio desemprego.

Segundo o JN esta empresa foi uma das mais prósperas da região, e empregava 700 pessoas que foi reduzido para cerca de 100 trabalhadores e agora laboram na mesma 47 trabalhadores.

A região do Vale do Ave tem sido fustigada por uma ofensiva de fechos de empresas e despedimentos, o que tem deixado milhares de trabalhadores sem eira nem beira.

A crise do sector têxtil tem-se agudizado com a concorrência generalizada de fábricas da índia da China e com a entrada na CEE a concorrência começou a ser muito mais generalizada e o processo de falências e fechos tem sido o prato-do-dia.

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publicado às 14:15

Segundo um relatório insuspeito da OCDE-Organização Coperação Desemvolvimento Europeu, Portugal continua no topo das desigualdades socais na Europa e no Mundo também continua muito mal classificado, só faz inveja aos México que continua no fim da lista.

Não admira que as desigualdades sejam cada vez mais gritantes e mais significativas, por que os próprios vendedores de imobiliário dizem que as casas mais caras são as mais fáceis de vender.

Os carros topo de gama continuam também a vender-se bem.

No meio da crise económica há quem faça bons negócios e explore ainda mais que é mais explorado.

O trabalhador que ganha 100 contos de ordenado não pode levar o país à crise, mas sim quem ganha dois e  três mil contos em chorudos ordenados e boas reformas com os ex. administradores da Caixa Geral Depósitos e de outros bancos que passam por lá um par de anos e levam para casa uma reforma de milhares.

O Governador  do Banco de Portugal leva para casa a módica quantia de 5000 contos mensais e nas férias e no natal leva 10 mil contos, e quem dizem ele, diz os alguns milhares de administradores de empresas públicas e privadas que levam ao fim do mês um fortuna para casa.

A par disto estes cavalheiros ainda têm autênticas benesses como cartão de crédito ao critério, bons carros com motorista tudo pago pela empresa.

Para estes a crise passa ao lado.Não há crise.

A crise é sempre para quem ganha o ordenado mínimo ou menos e tem de esticar o mais que puder o ordenado para dar até aos fim do mês.

Agora em horas de aperto os governantes administradores estatais e privados  e grandes e pequenos patrões preparara-se para pedir mais sacrifícios aos trabalhadores em nome dos superiores interesses da nação e se os trabalhadores forem espertos deviam dizer que a partir de agora acabaram-se as desigualdades em termos laborais, salariais, económicas e sociais e está na hora de serem eles a pagar a pagar a factura e a responder pelos actos praticados.

 

 

 

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publicado às 09:42

Açores:César renova maioria

por uon, em 20.10.08

A mais que previsível vitória de César nos Açores aconteceu com o PS a renovar a maioria que detinha na anterior legislatura.

O PSD obteve o mesmo resultado com um ligeiro decréscimo

O CDS obteve 5 mandatos mais que na anterior legislatura devido aos circulo de compensação.

O Bloco de Esquerda entra pela primeira vez na Assembleia obtendo 2 deputados e ultrapassa o PCP/CDU que obtém um, obtidos no circulo da compensação.

Os monárquicos do PPM obtém um mandato directo apesar de ser o partido com menos votos.

O Partido da Abstenção foi o mais votado com mais de 53 % dos votos, o que significa que não se revêem em qualquer dos partidos concorrentes às eleições.

Os partidos mandaram os lideres máximos aos Açores para mobilizar o voto mas pelos os vistos não foi conseguido.

 

 

 

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publicado às 09:55

(Lusa)

 

O estado de saúde de dois dos três feridos graves que deram entrada no Hospital de Coimbra devido a uma fuga de gás nas instalações da CUF do complexo de Estarreja "é estável", segundo fonte hospitalar.

De acordo com a mesma fonte, em declarações à Agência Lusa, um desses três feridos já recebeu alta hospitalar.

"Confirmamos a intoxicação por anilina. O estado de saúde é estável, estão em vigilância, a efectuar exames complementares e a receber tratamento adequado", explicou à Lusa a mesma fonte.

Uma fuga de gás nas instalações da CUF do complexo químico de Estarreja provocou no sábado à tarde três feridos graves e 11 feridos ligeiros.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro, o alerta foi dado pelas 15:11 de sábado sendo enviados para o local os Bombeiros Voluntários de Estarreja, com 11 viaturas.

Os feridos foram transportados inicialmente para o Hospital Visconde de Salreu, em Estarreja, onde foi feita a triagem, sendo depois transferidos para o Hospital de Coimbra os de maior gravidade.

De acordo com uma fonte dos bombeiros, o gás libertado terá sido anilina.

JS.

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publicado às 15:19




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