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Carta aberta a van Zeller

por uon, em 30.04.09

o líder da CIP Van Zeller em declarações disse:“As soluções que são apresentadas pelo Partido Comunista são conhecidas e levam-nos à Coreia do Norte e a Cuba, portanto não nos interessa. O Bloco de Esquerda tem muitas propostas interessantes mas extremamente radicais e não é possível a meio de um crise serem adoptadas”. Por isso, o presidente da CIP entende que as posições do PS “são conciliáveis com o PSD e, eventualmente, com o CDS”.

Senhor Van Zeller esteja descansado que estes "comunistas" não chegam aos calcanhares da Coreia do Norte ou de Cuba.

Eles parecem muito duros mas no fundo são uns democratas reformistas e se eles tivessem no governo o senhor e os seus amigos iriam facturar muito.

Eles faziam a "batalha da produção" e punham os trabalhadores a trabalhar par o partido e em nome do partido e a economia crescia logo.

Quanto ao Bloco de Esquerda também estão naquela onda da economia e davam um bons gestores do capital e certamente V. não iria perder e até diz que tem propostas interessantes e isso já é meio caminho andado.

Nós sabemos que o seu prato predilecto é um governo do  PS/PSD/CDS, mas o logro da sua politica conduziu-nos a esta "crise" que já tem raízes nos anos 80 e só que tem agravado a situação dos trabalhadores com leis mais repressivas e ao desemprego, etc e os patrões tem enchido o saco a nossa conta.

Aqui do nosso lado é que V. não leva nada, nós somos pela autogestão das empresas e não temos esse problema da economia por que somos a favor da vida e só devemos produzir em função dela e não o contrário e somos por nova ordem social e por sociedade digna livre e anárquica para todos os cidadãos incluindo o senhor coisa que V. não quer.

Até lá bista.

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publicado às 11:15

Os trabalhadores  estatais dos Registos e Notariado iniciam esta quarta-feira uma greve de dois dias em protesto contra o sistema de avaliação, vínculos, carreiras e remunerações.

Tal com estes trabalhadores dos registos e notariado os trabalhadores das autarquias e do ministérios, etc. foram bem enganados com o novo sistema de avaliação, vínculos, carreiras,  renumerações que este governo meteu em marcha que só visou poupar dinheiro com os trabalhadores públicos.

Os trabalhadores do Estado deviam juntar-se todos e fazer uma luta conjuntamente e não fazer lutas avulsas, porque  todos os trabalhadores tem os mesmos problemas e o governo pretende é dividir para reinar.

Mas como os trabalhadores estão divididos em diversos sindicatos  em que os mesmos não falam só é bom para o governo

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publicado às 11:33

Acidentes de trabalho em baixa?

por uon, em 28.04.09

Segundo informação do responsável de Segurança e Saúde no Trabalho os acidentes de trabalho mortais diminuíram de 163 em 2007 para 120 em 2008.

O sector mais flagelado continua a ser o da construção civil com 82 acidentes em 2007, contra os 59 em 2008.
Os outros acidentes aconteceram noutros sectores de actividade.
Os acidentes continuam a ser muitos apesar de haver um decréscimo acentuado, não sabemos se devido ao maior investimento em segurança por parte dos patrões ou da fiscalização por parte da Condições de Trabalho.
Esta descida pode ter a ver com o aumento do desemprego que pode ter contribuído para esta queda, ou com as duas coisas.
Os acidentes de trabalho também têm a ver com o número de horas de trabalho prestadas pelos operários que trabalham muitas horas nas obras e em sectores de risco para a própria vida deles.
Numa altura desemprego galopante seria bom para o trabalhador tivesse menos horas de trabalho para dar emprego a outros trabalhadores que não tem trabalho e dar descanso aos mesmos e assim contribuía-se para baixar os acidentes assim como o cansaço destes trabalhadores que trabalham em risco de vida e até para a própria economia do país.
 

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publicado às 16:24

O candidato do PS ao Parlamento Europeu disse que " os portugueses devem dar maioria absoluta ao PS para fazer as reformas que o país carece".

O PS teve todo o tempo do mundo para tomar as medidas que o país carecia, teve nada mais que 4 longos anos de governação para mostrar o que valia.

Ao longo destes 4 anos os anos os portugueses tiveram oportunidade para avaliar o governo e só revela que as reformas no trabalho, na saúde na educação. professores e na justiça não diminuiriam os problemas como só agravaram os problemas que já existiam.

A avaliar pelas lutas dos sindicatos reformistas dos trabalhadores portugueses durante 4 anos que foram mais que muitas e os trabalhadores perderam as mesmas e muito natural que o governo queira intensificar a exploração dos mesmos, já que os sindicatos são fracos e estão feitos com o governo.

Primeiro houve o problema do défice que os trabalhadores portugueses tiveram de se privar de montes de coisas por causa do défice que o governo queria diminuir e não havia dinheiro para nada.

De repente por causa da "crise" não só há dinheiro para tudo, designadamente para as obras públicas:TGV, novo aeroporto, Auto-Estradas, 125 , etc. como também houve dinheiro para o BPP para o BPN e todos os bancos se financiarem.

É no mínimo esquisito onde o governo foi buscar o dinheiro para estas obras todas.

Será que o governo tem algum "saco azul" onde se vai financiar sem que os trabalhadores saibam.

Cabe perguntar aos Senhor Vital Moreira o que é que precisa ser feito que já foi feito por este governo?

Será que quer uma politica de fechos em escolas e hospitais e um novo Código do Trabalho em cima deste que não entrou em vigor, uma nova avaliação e carreiras da função pública e professores, retirar mais direitos a estes trabalhadores e aos do privado.

Este governo além de estar desnorteado é um deserto de ideias e não merece nem maioria relativa, quanto mais maioria absoluta.

Votar numa numa nova maioria absoluta ou relativa é estar a cavar a própria sepultura onde nos iremos deitar.

É injusto por causa d`uns pagarmos todos.

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publicado às 15:29

Novos partidos foram fundados como é o caso do MMS e MEP que vão entrar na corrida para as eleições que que se avizinham.

Estes dois movimentos partidários fazem a sua estreia na politica eleitoral e orbitam na área politica da direita e centro esquerda.

No fundo estes dois partidos não vão ser muito diferentes dos partidos de direita clássica que tem passado pelo governo PS, PSD e CDS.

Como é lógico cada partido tem as suas ideias e a sua maneira de actuar e a sua politica que com vão informar os eleitores a votar neles próprios.

O  líder do MMS quer um parlamento com 100 deputados é contra a Nato, e quer um salário mínimo europeu igual em todos os países defende também que o Estado não deve suportar partidos financeiramente que que os programas do partidos sejam reconvertidos em acções.

É evidente que estas propostas reformistas eram boas, mas como o povo português está farto de ser engando pelos partidos por que hoje defendem uma coisa amanhã defendem outra coisa e quando estão no governo fazem diferente do que estava programado.

Mas nestes partidos os programas são muito variáveis e mesmo que queiram levar à prática o programa terão sempre que negociar o mesmo com os outros partidos e também depende da sua dimensão eleitoral.

Haverá alguém em que nós possamos confiar sem ser-mos enganados.

Nós os libertários como não fazemos parte desse rol de pessoas que comem da gamela do Estado e até somos contra esse Estado e pela sua abolição porque é um poder perigoso que mete a mão em todo o lado e mata, como dá vida, explora-nos e só nos quer para consumir, pagar impostos e fazer de nós um homens robotizados  e nós  não queremos o poder nas mãos de ninguém, mas em toda a gente, porque toda a gente tem o direito de expressar as suas ideias e a contribuir para a resolução dos mesmos.

E nós algum dia podíamos concorrer as eleições sem perdermos a nossa identidade anarquista de anti-poder.

Na história á várias referências de que os anarquistas concorreram ás eleições (designadamente em Espanha) o Partido Sindicalista.

O próprio Prodhoun também fez parte do parlamento francês.

Em Espanha a CNT também fez parte do governo com os socialistas em 1936.

Em Espanha há um sindicato CGT que reclama do anarco-sindicalista que concorre à eleições sindicais e é considerado reformista.

O tema não é pacifico uns consideram que é reformismo concorrer à eleições sindicais.

No caso presente considero reformismo concorrer as eleições sindicais porque os sindicatos que concorrem são os que já foram domesticados e foram pervertidos pelo Estado.

Pode haver um partido libertário, para concorrer ou não, ás eleições burguesas para divulgar as suas ideias e as alternativas, isso depende muito dos seus militantes o que querem fazer dele como pode haver uma federação anarquista que não têm rótulo de partido mas podia ser partido, ou um sindicato que defenda os interesses dos seus sócios.

Em Portugal como não existe nem partido nem federação, nem sindicato o que for constituído é uma mais valia para divulgar a ideia libertária.

Aqui a porta fica entreaberta à construção de qualquer coisa seja partido seja federação seja sindicato é preciso é aplicar o ideário libertário.

 

 

 

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publicado às 14:39

Três alunos da Escola Secundária de Penacova foram condenados a fazer a trabalho comunitário durante 20 dias, por tem fechado a escola a cadeado.

Os alunos estavam e estão em luta contra o estatuto do aluno decidiram com forma de luta fechar a escola a cadeado.

Os alunos estão a ser prejudicados na sua vida pessoal com o estatuto do aluno que o ministério pretende levar à pratica e como o governo faz orelhas moucas aos chamamentos leva que as pessoas se tornem mais radicais nas acções para ver são ouvidos mas o governo fazem orelhas moucas.

A culpa destas situações não deixa de ser do povo, porque o povo delega o seu voto nem pessoas que não conhece e  que vão fazer aquilo que o próprio povo não quer.

Cada vez mais o governo e a assembleia da república fazem leis reaccionárias e contra o povo e que na prática vão prejudicar o povo se este passar das marcas por não aceitar o que lhe querem impor.

A única maneira dos eleitores não serem enganados é não votar para não serem depois surpreendidos com situações desta natureza.

Para as coisas funcionarem tem de haver regras, mas essas regras tem de ser aprovadas e discutidas por todos e ser feitas por todos e todos tem de estar de acordo, e pode haver diversas regras desde tenha uma finalidade local ou regional e com um intuito solidário,  igualitário e não repressivo e tenha como objectivo o progresso económico e social em função das necessidades de cada um e de todos e não uns imporem coisas à maioria quem não está de acordo, é o que se passa actualmente com os governos que têm passado pelo país.

 

 

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publicado às 14:38

Entrevista ou monólogo teatral

por uon, em 22.04.09

A entrevista de Sócrates ontem na Tv revelou-nos um Sócrates autoritário o qual já sabiamos, mas agora ameaça tudo e todos.

A entrevista mais parecia um tempo de campanha eleitoral, um autêntico monologo de uma peça teatral onde só havia um protagonista o próprio Sócrates.

Os jornalistas estavam a ali a fazer figura de corpo presente e tiveram de pôr alguma ordem na entrevista senão não faziam o seu trabalho.

Por vezes até os jornalistas pareciam que estavam com medo e parece que estavam à frente de um "monstro".

A entrevista não trouxe nada de novo ao que já sabiamos.

Tocou-se na obras públicas no subsídio desemprego e a mesma lenga-lenga de sempre.

A oposição queixa-se que Sócrates não trouxe nada de novo para resolver os problemas do país.

Mas há muito que já deviam saber que ele não está ali para resolver os problemas  do país, muito menos, dos trabalhadores, dos desempregados, da educação da saúde da justiça, etc. etc.

Sócrates está naquele lugar com uma finalidade agravar o maís possivel os problemas e fazer uma política de terra queimada.

Quanto à renovação da maioria absoluta, nós temos a plena certeza que o povo português não irá votar numa pessoa que estave quatro no governo e não fez uma coisa possitiva, e se o PS ganhar só pode haver falcatruas ou embebedarem o povo todo na última hora, porque  fora disso não acreditamos.

 

 

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publicado às 11:13

Pontevedra:CNT contra Cáritas

por uon, em 22.04.09

A CNT de Pontevedra asume coma propio o conflicto das 4 traballadoras da casa de acollida de mulleres maltratadas de Pontevedra, xestionada por Cáritas con diñeiro publico.

En febreiro enterámonos da entrega ás traballadoras dun preaviso de despido por causas obxectivas. Isto é: a casa pechaba, así que todas para á rúa cunha indemnización ridícula.

Ante isto a CNT asesorou para comezar a acción contra Cáritas e asistiu aos diferentes movementos politicos que ocorren ata o día de hoxe. Cando falamos de Cáritas neste artigo estámonos a referir especialmente ao Presidente de Cáritas Diocesana de Galicia, o señor Severino José Montes.

Queremos deixar claro o desgusto de moitos voluntarios de Cáritas por esta manobra do presidente, e os esforzos da Presidenta de Cáritas Pontevedra por conseguir manter aberta a casa.

Datos:

Cáritas xustifica a súa decisión dicindo que non ten diñeiro para costear o servizo: do custo total da casa, Cáritas cada ano abonaba menos do 10%, e a porcentaxe foi baixado ano a ano; o demais vén financiado por Deputación e Xunta.

Curiosamente nunha reunión coa Deputación esta comprometeuse a firmar un convenio mellor para manter a casa aberta, un convenio co que a achega de Cáritas á casa sería absolutamente simbolica. Por todo isto Severino minte cando declara na prensa que "se ha tomado la decisión de cerrar el piso de acogida ante la falta de la financiación necesaria por parte de las administraciones" (Faro de Vigo)

Cáritas xustifica a súa decisión en voz baixa dicindo que agora as mulleres maltratadas están moi protexidas pola lei, e que agora hai que centrarse nos inmigrantes.

Dende a CNT de Pontevedra cremos que isto non é unha casualidade, senón que estamos ante unha manobra da man da ONG, probablemente orde directa da conferencia episcopal, destinada á "Evanxelización" d@s traballador@s migrantes que chegan ao país, polo que hai que destinar diñeiro e esforzos.

Cáritas é unha ONG vencellada estreitamente á igrexa Católica.

A dirección dos seus centros é levada por voluntarios, sendo os presidentes electos entre eses voluntarios. Cáritas ten arredor de 4.500 traballador@s, profesionais da intervención social: traballadoras sociais, psicólogas, educadoras, avogadas... O mellor que lle pode pasar aos traballador@s de Cáritas é atoparse cun presidente que lles deixe facer o seu traballo, e se aínda por riba este presidente deixa as decisións nas mans dos profesionais, a sorte do traballador e dupla. Parece que Severino José Montes non é deste estilo.

Cáritas leva servizos como a casa de mulleres maltratadas de Pontevedra financiada nun 90% por diñeiro público.

Por que as administracións non asumen este servizo e o subcontratan a unha ONG?

Señor Montes, que pasa coas mulleres e os seus fillos que permanecen na casa sen o servizo de asistentes e psicólogas?

Señor Montes, Señor arzobispo de Compostela, non era mentir pecado?

Agora Cáritas vai ter que gastar unha cantidade de diñeiro cercana ao presuposto anual de Casa de Acollida de Mulleres Maltratadas en indemnizar ás traballadoras despedidas.

Ten isto algún sentido?

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publicado às 10:23

O TPI e os crimes guerra

por uon, em 21.04.09

O Tribunal Penal Internacional (TPI) que nasceu no seio da Europa  para julgar crimes de guerra contra a humanidade pela mundo inteiro e deixou os Estados Unidos fora do seu âmbito de actuação.

A grande maioria dos crimes contra a humanidade nasceram de políticos e militares norte-americanos, por são eles que tem exportado as guerras para todo o mundo e auxiliado ditaduras a instalarem-se no poder em países de América Latina e em África e Ásia e também têm auxiliado muitos países democráticos da Europa que mais parecem ditaduras.

O TPI só encontra criminosos de guerra em Países de África como a Libéria e no Sudão, etc e na ex. Jugoslávia como é o caso da Bósnia.

O TPI também para completar o ramalhete em Haia podia começar por prender políticos que tiveram responsabilidade na guerra do Iraque.

Até Mário Soares diz que Durão Barroso é um homem do passado e não devia ser novamente presidente da Comissão Europeia porque faz parte de rol daquele grupo de políticos alguns já fora da carroça como é o caso de Bush e Blair e Aznar que que saíram de cena mas as responsabilidades pela destruição e morte no Iraque deixaram o rabo entalado na porta na celebre reunião nas Lajes.

O TPI também muito que explorar em Israel que é um fonte de assassinos que lançaram o genocídio na Palestina.

Se o TPI quer ser um Tribunal credível deve actuar contra estas pessoas.

 

 

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publicado às 15:18

Com o 25 de Abril os trabalhadores e as trabalhadoras e o povo português conseguiram alguma expansão económica e social pelo facto de aderirem ás lutas então travadas e que obrigaram os governos a terem em conta as expectativas dos homens e mulheres que dão tudo e nada têm.

O facto de muitas empresas entretanto abandonadas pelos patrões e as nacionalizações verificadas e empreendidas pelo governo trouxeram alguma melhoria das condições politicas e a solidariedade e a intervenção nas lutas sociais media-se bem nas na cara do povo.

Alguns militares  também foram contaminados pela onda popular e aderiram ao movimento popular Otelo, Tomé. Fernandes, Paulino, Dinis, etc  e ajudaram o povo na luta pelo controle de empresas, casas e terras e pela campanha de alfabetização de zonas remotas do país e teve o seu auge na Reforma Agrária com a ocupação de terras abandonados ou não, pelo latifúndio que deram trabalho a muitos milhares de trabalhadores agricolas.

Os militares Eanes, Jaime Neves e o grupo dos Nove, apoiados pelo o PS e Direita e  que eram contra o povo e contra os trabalhadores lançaram a cartada em 25 de Novembro e foram eles o vencedores, o povo não foi capaz de defender o que tinha sido construído.

A partir daí a vida do povo e dos trabalhadores tem estado em plano inclinado e sempre a descer a sua liberdade está nos níveis mínimos.

Sucedem-se as crises economicas e sociais os salários desceram mais de 50 % desde o 25 de Novembro, na saúde fecham maternidades, centos de saúde, taxas moderadoras e o serviço é deficiente.

Há lutas intestinas nas classes corporativas tudo a puxar a brasa à sua sardinha e os trabalhadores que trabalham no duro nunca mais conseguiram pôr em sentido o governo.

Só se houve falar na tv nos médicos, nos advogados, nos juízes e no ministério público e nos mexericos destas classes e na segurança mas o povo com este sistema e com este governo cada vez mais está mais inseguro e os ricos mais seguros.

As centrais sindicais do sistema CGTP/UGT estão vendidas e não ajudam os trabalhadores a defenderem-se da exploração patronal e do código  do trabalho e agora sucedem-se as insolvências (falências) deslocalizações e despedimentos, desemprego, crises financeiras e falcatruas no BCP, BPN e BPP e apoios a quem nos rouba todos os dias (bancos).

Este é um cenário negro que os senhores que nos pedem o voto os mesmos de sempre que puseram isto no estado em que está, querem que legitemos nas próximas eleições e nós todos, os pobres as classes médias são sempre pau para toda a obra e a carne para canhão para pagar todas as crises  e desta vez só podemos fazer como fez o ZÉ Povinho.

Querem votos, tomem lá!!

Neste 25 de Abril e no 1º de Maio não são jornadas de comemoração por que não há nada para comemorar à muito por que lutar pela nossa emancipação económica e social e pela libardade que se ncontra cada vez mais ameaçada.

UM NOVO 25 DE ABRIL É POSSIVEL!!!

 

 

 

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publicado às 16:05

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