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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

O medicamento adequado para a crise

10.05.10, uon

Ao estado a que o Estado português chegou só com ajuda divina poderemos sair do estado terminal a que a doença chegou.

É por isso que o Cardeal Ratzinger vai estar em Portugal para ajudar Portugal a sair das águas podres e estagnadas em foi metido pelos diversos partidos que se tem sentado na cadeira do poder.

A prece que Ratzinger vai dizer tem de ser abençoada por "deus" se existir e se calhar nem assim sairemos da situação económica e social a que nos votaram os governantes deste país.

Se calhar era melhor pela via das dúvidas nos livramos destes governantes que só olham para o seu umbigo e dos seus amigos do capital, que só tem feito mal pela sua incompetência deliberada e são tão cínicos que dizem que não nenhuma alternativa que não a deles.

As alternativas existem basta mudar de disco, por este já se encontra demasiado riscado.

Esta doença tem cura basta receitar o medicamento adequado.



Noticia de última hora:cinzas da Islândia

07.05.10, uon

Segundo noticias as cinzas do vulcão da Islândia entraram no espaço aéreo nacional e segundo Fontes Bem Informadas foi visto um taliban a assar sardinhas em dias sucessivos nos confins do mundo e que seja ele o responsável pela cinzas pela fumarola do vulcão, que estão a envolver a Europa num banho negro de prejuízos.

O governo estará com ideias de reunir o gabinete de crise para elaborar um plano de execução para liquidar o assador de sardinhas.

 

Rússia prepara-se para guerra

07.05.10, uon

Rússia prepara-se para guerra diz Medmedev presidente da Rússia isto a proposito da derrota nazi na  Segunda Guerra Mundial.

Claro os russos estão sempre de pé atrás desde que os nazis invadiram a Polónia e seguiram pela então União Sovietica adentro.

A Rússia sempre teve pretensões hegemonicas e imperialistas e exportação de "revoluções vermelhas" como foi o caso da invasão do Afeganistão e dos paises de leste que controlavam Checolováquia e Hungria e intervensões sovieticas na Etiópia, Angola, etc.

Tal como os states e europeus ocidentais também têm um passado imperialista nos diversos continentes com intervenção directa ou indirecta em África América Latina e Ásia.

Estas potencias tem sido os grandes exploradores dos povos do mundo, com particular enfâse para os Estados Unidos e as suas muletas europeias que através da Nato têm levado a morte e a destruição a todos os cantos do mundo.

SOV

06.05.10, uon

Logo de Sindicato de Oficios Vários de Lisboa

http://pt.indymedia.org/conteudo/newswire/1199

Operárixs ficaram contentes com chegada de novo patrão

06.05.10, uon

rSegundo noticias em Raiva, Castelo de Paiva, 51 operárias rejubilaram com a chegada de um novo patrão disposto a salvar a fábrica da falência. Ali ao lado, em Oliveira do Arda, 160 trabalhadores de duas fábricas do grupo Investvar/Aerosoles desesperavam à porta do desemprego.

As operárias ficaram muito contentes com o novo patrão que vai entrar na fábrica e que as vai explorar novamente como fez o antigo patrão durante anos e depois abandonou a fábrica num estado calamitoso.

A situação desta fábrica chegou a este estado por que as operárias depositaram total confiança no patrão, mas o patrão malandro logo pensou, vou mas é explorar estes parvos destes operários que estão com os olhos fechados e não querem fazer nada e nem fiscalizam a minha acção.

Se os operários começarem a interessarem-se pela fábrica o patrão também não usa engana-los de qualquer maneira, mas como os operários não querem saber de nada , so querem trabalhar e não são reivindicativos e os patrões usam e abusam da sua bondade e depois a empresas chegam a uma situação de falência, por que o patrão deslocalizou e abriu noutro lado e volta a fazer o mesmo.

O mesmo está a suceder com está fábrica que se chama Portugal que é gerida de forma desastrada e depois a situação do país chega onde chegou, desemprego e mais desemprego, corte nos salários, aumentos zero, um país à beira da falência e governantes podres de ricos por que a arraia-miúda não liga deposita o seu voto no partido explorador e depois tem surpresas amargas.

Em primeiro lugar os trabalhadores tem de criar condições onde for possível para criarem secções de fábrica que fiscalizem o patrão e se virem o patrão a trocar de carro todos os anos é porque o seu esforço está a ser canalizado para os bolsos do patrão e se ele disser que não tem dinheiro para aumentos então a coisa está negra.

A autogestão das meios e dos recursos tem de ser uma realidade, mesmo que o patrão não deixe os operários  ver as contas da empresa senão chama a policia, para defender as suas canalhices eles tem de ter os olhos bem abertos, para eventuais trapaças só assim poderão garantir o seu posto de trabalho e dos seus colegas e para essa realidade tem de estar preparados. por que já se sabe que o Estado defende os canalhas e os exploradores e não defende quem gera a riqueza produzida na fábrica.

 

 

 

Concentração no Largo S. Domingos

06.05.10, uon

Ontem, cerca de 50 pessoas assistiram à concentração convocada pela PAGAN no Largo S. Domingos., a pretexto da Marcha Ibérica contra a Capital e as suas crises convocada por organizações sindicais ecologistas ibericas e a qual a PAGAN se associou.

Na concentração usaram da palavra três companheiros MT, VL, FD e um assistente grego que falaram sobre  a guerra a situação politica económica e social do país e da situação internacional.

Actuou também uma banda de batuques que animaram as hostes.

A concentração correu bem e sem qualquer problema.

 

O aeroporto e o TGV

05.05.10, uon

A questão das obras públicas (Aeroporto, TGV) tem suscitado avanços e recuos por parte dos partidos e não sabem o que ha-de fazer.

A questão não é facil se por un lado o aeroporto e TGV trás mais uns empregos e uns turistas para Portugal, por outro e ecologicamente estas obras vão trazer mais ruído e mais desmatação de áreas florestais e consequentemente mais perigos contra o ambiente.

O aeroporto que temos na Portela chega perfeitamente para as nossas necessidades, já o TGV é uma ligação que alguns de nós são contra, mas temos a noção que o mesmo existe em Espanha e é fortemente contestado por ambientalistas e não só, esta forma de transporte.

Em Portugal esta questão não suficientemente alertada para a introdução do TGV e não se vê ninguém contra este projecto , por que o povo português é um povo passivo que não luta pelos mais elementares direitos, trabalho, habitação, saúde, educação e não faz valer os seus direitos por que não tem associações capazes de defender estes direitos com o próprio povo.

Longe vão os tempos do PREC em que o povo todo andava na rua a defender o que era seu e hoje encontra-se todo em casa a espera que chova.

O TGV em si não é um factor de economia do país, por que os passageiros que vão transportar irão ser muitos poucos e quem quiser fazer a viagem rapidamente a pode fazer de avião.

Atendendo a que as condições de vida em Portugal e na Europa estão a baixar por via dos vários PEC(s) e das restrições e diminuições dos ordenados dos trabalhadores e muito viável que a construção dos TGV seja mais um elefante branco onde vamos enterrar dinheiro e não dará frutos e dará muitas dores de cabeça.

A esquerda portuguesa é muito modernista  quer participar neste evento do TGV e a direita também quer, mas têm um problema encontra-se na oposição e agora está contra mais por mero acaso, todos querem encher os bolsos com dinheiros destas obras.



SUT injuria CNT

04.05.10, uon

Al sindicato SUT:

Salud,

Desde la CNT nos alegra comprobar que en el panfleto repartido por vuestro sindicato el 1 de mayo en Barcelona (ver archivo adjunto PDF), compartís la perenne denuncia de la CNT a las subvenciones estatales o patronales a los sindicatos con los argumentos que ha esgrimido siempre nuestra confederación sindical.

No obstante, no podemos entender como, por el contrario, injuriáis en dicho texto a la CNT calificándola como “sindicato subvencionado”, cuando ha sido precisamente la CNT la confederación sindical que durante sus 100 años de historia ha estado siempre criticando y combatiendo lo que representan las subvenciones a los sindicatos como compra de la independencia sindical.

En dicho panfleto incluso se habla de ¿subvenciones por delegados en la CNT? Cuando la CNT es, al menos hasta el momento, la única confederación sindical en el Estado Español, que rechaza el modelo sindical jerárquico y delegacionista de los comités de empresa y de la elecciones sindicales, por ser el responsable de la situación laboral actual, de la corrupción sindical y de la resignación y desmovilización de l@s trabajadores/as.

A continuación de tan grave y gratuita afirmación, se cita el “patrimonio histórico” -entendemos que en una alusión que también incluye a la CNT-, equiparándolo a las subvenciones estatales. El Estado ha restituido -tras casi 3 décadas de dura lucha de la CNT- una ínfima parte del patrimonio que le fue expoliado hace más de 70 años a punta de pistola por el estado franquista. Además, el patrimonio de la CNT siempre ha sido levantado única y exclusivamente con el enorme sacrificio de sus afiliad@s, y en circunstancias aquellas, las de las primeras décadas del siglo pasado, de enorme miseria para el proletariado en España. Para mayor injusticia, hoy en día, y al menos para el caso de la CNT, dicho patrimonio sigue estando en su gran parte aún en manos del Estado que considera que cualquier nueva reclamación al respecto ya está prescrita.

Calificar el derecho a la restitución del expolio fascista a las organizaciones obreras como una “subvención” solo puede ser fruto o bien de una moral vil y abyecta o bien de una gravísima ignorancia. Esperemos no veros manifestándoos en Salamanca junto a las organizaciones de ultraderecha para que el Estado siga manteniendo el expolio fascista del patrimonio cultural de las organizaciones sindicales.

Como estamos segur@s que dichas afirmaciones diametralmente opuestas a los hechos, son fruto de la ligereza y la falta de contraste de las fuentes de información, y no de una estrategia de haceros propaganda injuriando a la CNT, os pedimos que corrijáis dicho texto y publiquéis el presente escrito de aclaración en vuestra página web. De lo contrario, demostraríais la mala fe y la intención de injuriar, y nos veríamos obligad@s a usar los medios necesarios para restituir la imagen de la CNT, la -hasta el momento- única confederación sindical del panorama español que siempre se ha caracterizado precisamente por denunciar y combatir las subvenciones y las elecciones sindicales.

Esperamos vuestra respuesta,

por el Secretariado Permanente de Catalunya-Balears de la CNT-AIT,

el secretario general.

1ºMaio CNT/AIT Madrid

04.05.10, uon

Cerca de millar y medio de personas acudieron a la manifestación convocada por la
Confederación Nacional del Tabajo de Madrid para este 1º de mayo, un día de lucha,
el día de la dignidad de la clase trabajadora, de la reivindicación de la justicia
social y del recuerdo y el homenaje a los que lucharon y luchan contra la
explotación del hombre por el hombre y por la emancipación del ser humano.
Al grito de «Primero de Mayo Revolucionario» dio comienzo la manifestación que
arrancó, pasadas las 12h del mediodía, desde la calle Valdeacederas, finalizando
alrededor de las 14h en Cuatrocaminos. Un recorrido ya histórico que la CNT
madrileña lleva realizando desde hace años.

Como viene siendo habitual, se desplegó una enorme pancarta rojinegra a lo ancho de
toda la cabecera de la manifestación en la que se podía leer «contra la crisis:
solidaridad, apoyo mutuo y autogestión».

Durante la manifestación se corearon las consabidas consignas como «obrero si no
luchas, nadie te escucha», «obrero despedido, patrón colgado», «muerte al estado y
viva la anarquía», «unión, acción, autogestión», «el pueblo unido funciona sin
partidos», «comisiones y ugt, sindicatos del poder» ó «curas y militares, parásitos
sociales». También se repartieron comunicados e información sobre el 1 de mayo y la
razón de ser de la CNT. Comunicdos que, por lo general, tenían muy buena acogida
entre los vecinos y viandantes de la zona y por parte de todos aquellos que,
intrgiados, se habían acercado a presenciar el acto.

Sobra decir que la manifestación estuvo escoltada en todo momento por las fuerzas de
la ley a los que también en numerosas ocasiones los manifestantes les dedicaron unas
cuantas palabras. De cualquier modo, la manifestación transcurrió sin incidente
alguno.

Una vez finalizado el recorrido al llegar a Cuatrocaminos, tomó la palabra Dani,
secretario general de le Faderación Local de CNT Madrid, que agradeció la asistencia
a todos los presentes y recordó el motivo de este día tan significativo para toda la
clase trabajadora: el asesinato en 1887 de los anarquistas conocidos como los
mártires de Chicago y su lucha por la conquista de la jornada laboral de ocho horas.
Motivo por el cual el 1º de mayo no es un día de fiesta como desde las instituciones
y los medios oficiales nos quieren vender, sino un día de toma de conciencia, de
reflexión y de lucha.

Acto seguido tomó la palabra el compañero José Luis Velasco, del sindicato de
Oficios Varios de Madrid. Estado, patronal e Iglesia son los endémicos enemigos de
los trabajadores, dijo. Rindió homenaje a los trabajadores que dieron origen a la
primera organización de la clase trabajadora en este país -la sección española de la
AIT creada e 1870-, quienes a pesar de las dificultades extremas de la época,
sesenta años después dieron una lección al mundo llevando a cabo la revolución
social en gran parte del país. Prueba todo esto de que nada es imposible en este
mundo. Nuestra lucha podría explicarse con tres sencillos conceptos -dijo para
finalizar- ni dios, ni amo, ni patrón.

Por último, intervino la compañera Manoli, también militante del SOV de CNT Madrid,
que denunció este sistema patriarcal y la consiguiente discriminación hacia la
mujer, incluso en las mismas organizaciones obreras. Todos y todas somos iguales en
deberos y derechos, dijo.

Antes de finalizar, se hizo un llamamiento a la solidaridad y se informó de los
conflictos que a día de hoy mantienen abiertos los sindicatos de la Federación Local
de Madrid, recordando que la lucha continúa cada día de nuestras vidas. Porque para
la clase trabajadora, al fin y al cabo, todos los días son 1 de mayo.

Salud y anarquía.

Paz a los hombres y guerra a las instituciones.

CNT - AIT
Madrid
http://madrid.cnt.es/

Fotos de la manifestación del 1º de Mayo en Madrid.
http://madrid.cnt.es/noticia/cronica-fotos-primero-mayo-revolucionario

En breve os mandaremos un video que hemos hecho del acto.

Os pedimos difusión.

Gracias y salud.
Secretaría de Prensa.

--
Comité Local CNT-AIT Madrid.
Plaza Tirso de Molina, 5. 2ºizq y 6ºdcha.
Tfn: 913690972 Fax: 911413530
http://madrid.cnt.es

Concentração:Marcha Ibérica contra o capital e a guerra

04.05.10, uon

Concentração
Marcha Ibérica contra o capital e a guerra
Largo de S. Domingos, dia 5 de Maio, às 18 h - Lisboa

Os trabalhadores, os povos europeus e os imigrantes que vivem entre nós, sentem
duramente os problemas causados pelo capitalismo global, como o desemprego, a perda
de poder de compra, de direitos laborais e o envolvimento em guerras cuja
legitimidade os governos não sabem explicar.

Em Portugal, o capitalismo origina:
* Um desemprego de 10.5%;
* Um deficit público que onera, cada um de nós, em Euro 1332;
* Um PEC recheado de restrições e sacrifícios para trabalhadores e pobres, poupando
os rendimentos dos grupos financeiros e dos ricos.

E, para controlar as rotas do petróleo, do gás e do ópio, o capitalismo desenvolve
guerras e quer que as paguemos com:

* Gastos directos com a defesa que, em Portugal, custam a cada um de nós, Euro 228,
(+ 15.8% que em 2009);

* A presença de 263 militares no Afeganistão, em contrapartida da redução dos nossos
rendimentos;

* Um endividamento para a compra de submarinos cuja utilidade só é sentida por quem,
a propósito, encheu os bolsos à nossa custa.

Estes problemas são muito semelhantes em Portugal e Espanha, assim como é similar a
actuação dos respectivos governos para expoliar o labor de trabalhadores nacionais
ou imigrados

* Com a Marcha ibérica pretende-se alargar a unidade de acção para além do quadro
restrito das fronteiras de cada Estado, tendo em conta que o capitalismo actua num
quadro global.

* Com a Marcha Ibérica pretende-se sublinhar que a guerra da NATO é mais uma forma
de dominação do capitalismo para se assenhorear do trabalho e dos recursos dos
povos.

O próximo encerramento da presidência espanhola da UE é um bom momento para nos
manifestarmos em conjunto.

Em Lisboa e no Porto, a PAGAN-Plataforma Anti-Guerra e Anti-NATO vai organizar
concentrações contra o capital e a guerra, como parte de uma Marcha que, partindo de
várias cidades ibéricas chegará a Madrid no dia 16.

Apelamos a todos os que sejam contra a guerra, o desemprego e outros sacrifícios que
só servem para enriquecer os capitalistas, que marquem presença no

Largo de S. Domingos, dia 5 de Maio, às 18 h - Lisboa
3/5/2010


PAGAN
PLATAFORMA ANTI-GUERRA, ANTI-NATO

Site: http://antinatoportugal.wordpress.com/
Mail: antinatoportugal@gmail.com/

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