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LUTA ENTRE CLASSES

LUTA ENTRE CLASSES

Este governo (não) é remodelável

30.11.10, uon

Este governo não é remodeláveis, este governo é um terramoto tem de sair.

Este governo tem feito um governação muito negativa e meteu o país abaixo de cão.

Na saúde, na educação, no trabalho, na habitação, nos salários, na função pública, no privado.

Fez da banca a menina dos olhos e entregou o ouro aos bandidos.

A questão é saber se a mudança é para melhor.

Tirar de lá este governo e meter lá o PSD, não é solução por que provavelmente o PSD faria o mesmo e mais alguma coisa.

Esperamos que, se o PSD apresentar uma moção de censura os partidos de esquerda PCP/BE não a votem, por que senão estão abrir a porta a Passos Coelho e a Portas.

Também não é garantido que o Bloco e o PCP fossem capazes de mudar isto para melhor, porque já se habituaram ao capitalismo estatal e privado e também jogam nesse campo.

A única solução é a revolução social em que as forças produtivas:empresas, terras e serviços publicos sejam autogestionadas por quem nelas trabalham que é única alternativa a este capitalismo de terror privado e estatal.

Para isso era preciso que passava alguma coisa pela cabeça do povo português.

O povo está muito empregenhando pelo capitalismo e pelo consumo e não sabe viver de outro modo.

Vai ser dificil mudar isto alguma vez?!

 

Federação Anarquista Portuguesa

29.11.10, uon

No passado dia 27 deu-se o encontro que lançou definitivamente a Federação Anarquista Portuguesa previamente anunciado aqui no IndyMedia. O resultado foi largamente positivo e teve aprovação expressa da parte de muitos dos mais de 200 companheiros presentes na página da FAP no Facebook. Eis o relato tal como se encontra naquela página, nas palavras de um dos participantes, Antero Fajardo:

Sinto-me imensamente feliz. Passei um dia maravilhoso junto de companheiros maravilhosos. Mesmo com o frio. Foi como se um pequeno sol brilhasse para nós sobre aquela mesa comprida que partilhámos. Conversámos muito, naturalmente. Falámos de muita coisa, trocámos ideias e eu senti-me entre irmãos. É claro que não podíamos tomar decisões vinculativas de monta porque eramos poucos. Mas acordámos princípios que estavam já lançados a debate nesta página e mantivemos a condição sine qua non de horizontalidade e o sentido decisório da periferia para o centro. Foi decidido incluir a opção de colaboração individual para permitir a quem não pertence a colectivos e está demasiado longe de outros companheiros poder ser parte deste grande labor político que é a construção da mudança. A F.A.P. irá agora procurar reunir noutros locais com camaradas que desta vez não puderam ir e, simultaneamente, fará a sua apresentação aos colectivos e associações locais para que o movimento anarquista possa reforçar-se pela interacção nacional, aproveitando os meios que esta federação pode pôr ao serviço de acções concertadas, reuniões e debates nacionais, etc. Sendo que a F.A.P. manterá sempre o seu carácter imaterial, na medida em que ninguém será representante privilegiado da F.A.P., não haverá orgãos permanentes nem hierarquia. A F.A.P. deverá igualmente coibir-se de tomar posição quanto a questões partidárias. Estamos conscientes de que há companheiros que sentiram necessidade de participar em acções partidárias por se acharem desamparados politicamente. Essa é uma opção individual. A F.A.P. não se imiscui no partidarismo/parlamentarismo mas também não coarta a liberdade de cada um para dispor da sua capacidade de discernimento político. Não pode é misturar uma coisa com a outra nem usar a F.A.P. para fins não acordados por todo o colectivo. Em todo o caso, uma federação forte permitirá a emancipação total da partidocracia porque terá expressão, representatividade e visibilidade. Entendemos na F.A.P. outra vertente que é a de facilitadora, isto é, estabelecendo uma rede de contactos e apoio mútuo criaremos as condições para que os colectivos e as pessoas individualmente possam convergir em momentos e acções determinantes, disponibilizando apoio em rede, facultando carros, alojamento, refeições, apoio logístico oferecidos pela comunidade anarquista espalhada pelo país. Tal como hoje tive o prazer e a felicidade de oferecer boleia a dois companheiros ou o Rui de oferecer pernoita a outros companheiros para se poderem juntar à manifestação anti-NATO do passado dia 20. Esse é o espírito e o modus operandi que deve ser potenciado para dar sentido à coordenação de esforços e vontades. É óbvio que tudo isto está sujeito a análise e aprofundamento à medida que for havendo mais encontros e houver maior diálogo inter-associações. Ficou patente que o diálogo presencial é bastante mais fecundo e unificador que a interacção virtual. O espírito com que decorreu a nossa reunião demonstrou a validade deste projecto porque provou a força do factor humano na equação anarquista. Só com mais reuniões e debates conseguiremos consolidar a rede solidária para agir sobre a sociedade e fazê-lo coerente e eficazmente. Julgo que o colectivo aqui presente e em crescimento tenderá a responder com entusiasmo ao espraiar da federação nos momentos subsequentes, contribuindo com ideias, trabalho e alegria para a batalha que temos pela frente. A F.A.P será cada um dos companheiros que se identifique com ela. E cada encontro terá o seu pequeno sol pairando sobre corações voluntariosos e altruistas...

Mais informação está disponível em http://www.facebook.com/home.php?#!/home.php?sk=group_161397563897666&ap=1.

Leoni:Fecha definitivamente

29.11.10, uon

Já empregou 2600 trabalhadores, mas hoje resta uma dezena, na Leoni, uma empresa de cablagens para automóveis instalada há 20 anos em Viana do Castelo. E mesmo esses já se limitam apenas a arrumar as últimas coisas antes do fecho definitivo da fábrica, no dia 5 de Dezembro.

É obra uma empresa que empregava 2600 trabalhadores hoje estão apenas uma dezena.

É o resultado da selva capitalista e patronal a que os trabalhadores foram sujeitos nos últimos anos.

Exploraram o que tinham a explorar e hoje dão um pantapé no cu dos operários e foram para outra paragens.

Nem a santa aliança governo e sindicatos fizeram nada para evitar este despedimento colectivo.

Cavaco é fraco e frouxo

27.11.10, uon

comentário do DN

Já alguém perguntou ao sr. CAvaco o que fez aos muitos milhares de milhões que vieram da CEE para modernizar a industria nacional? Não temos agricultura, pescas nem industria, só alcatrão...porque não diz uma palavra sobre o BPN? Tem vergonha?

 

Agora que se aproxima as presidenciais o senhores Portas, Belmiro e companhia fazem rasgados elogios a Cavaco.

Mas o Sr. Cavaco é um dos responsáveis ao que o país chegou, não só como primeiro-ministro mas também como PR.

Cavaco assinou de cruz tudo o que contra os trabalhadores com a ajudinha do TC.

Se este país se encontra a beira do abismo e o FMI vem por aí adentro a estes senhores se devem.

Os gastos foram mais que muitos, hoje os cortes na saúde na educação e no trabalho e aumentos de impostos, querem arrepiar caminho, mas os gastos vão continuar.

Votar no Cavaco é votar num verbo de encher.

É um homem fraco e frouxo e politicamente morto, mas bom para assinar tudo o que leve este país á desgraça social que é o que está acontecer.

Este cargo de PR é semelhante ao de rei, não serve para nada a não ser para gastar o nosso dinheiro que é roubado nos impostos.

Precisamos dum homem com tomates e esse homem somos todos nós como parte de um todo.

 

 

 

 

Trabalhadores ganham pouco e trabalham muito

26.11.10, uon

Segundo estudo insuspeito da CEE, diz que os trabalhadores portugueses laboram o mais horas de trabalho pelo mesmo dinheiro.

Ora cá está um dos problemas do aumento do desemprego em Portugal.

Uns trabalhadores matam-se a trabalhar horas a fio sem receber nada em troca e outros querem trabalhar e passeiam-se pelos centro de emprego à espera que um emprego caia do céu.

Os trabalhadores que trabalham as horas normais e as extras e não nada mais por isso, estão a encher os bolsos do patrão que agadecesse e ainda estão a tirar um emprego a um desempregado.

Tornou-se quase uma regra que os trabalhadores tem de dar o litro e  trabalhar muitas horas, por que só assim se recupera a economia do país, nada mais falso.

Os trabalhadores deste pais e e no mundo deviam só  4 boroas semanais para dar emprego aos que não tem, só assim se acabava com o desemprego e libertava-se da escravidão do trabalho.

 

Greve geral muito ordeira

25.11.10, uon

Há greve geral de ontem aderiram milhares de trabalhadores de diversos ramos de actividade.

A CGTP e UGT dizem aderiram 3 milhões de trabalhadores.

Era bom que tivessem aderido 3 milhões de trabalhadores à greve, era sinal que o descontentamento era activo e não passivo.

Os três milhões de grevistas que as centrais dizem ter havido a ser verdade no mínimo estes trabalhadores nas próximas eleições não votariam nos partidos quem tem dominado o panorama político e votariam no no PC ou no BE, mas avaliar pelas sondagens continua os dois partidos do sistema a terem a maioria dos votos.

A greve foi muito ordeira e dentro do status que o governo pretendia e é sinal que os trabalhadores vão perder mais uns direitos conquistados.

Passado o dia da greve volta tudo ao normal e parece que nem houve greve, mas sim uma passagem pela greve.

Esta greve não fez história e muito provavelmente ninguém já se lembra dela.

Cimeira da Nato

21.11.10, uon

Cerca de 5000 manifestantes talvez menos desceram a av. da Liberdade, em Lisboa.

Primeiro os organizadores PCP/CGTP com as bandeiras vermelhas e depois os grupos alternativos (anarquistas, pagans e pessoal de esquerda).

Esta manifestação foi fortemente policiada na parte final pela policia de choque de todos os lados.

Inclusivamente não deixavam sair as pessoas da manifestação.

A mesma correu bem sem incidentes de maior.

Os lideres cimeira da Nato desfilaram (Obama, Sarko, Merkel) na Fil assinaram de cruz a nova estratégia da Nato  e até a Rússia qualquer dia entra para a Nato.

Manifestantes pró-desobediência civil acorrentaram-se e foram detidos e enviados para tribunal e depois posteriormente soltos.

O que destoou desta cimeira foi desobediencia civil, por que senão não teria havido nada de especial.

No Afeganistão vai continuar a mortandade de civis enquanto os senhores da guerra se enchem de dinheiro.

Esperamos que a Nato um dia acabe, porque não tem razão de existência e para isso é preciso dar um empurrão final.

 

 

retirado do Indymédia

 

Cerca de 30 000 manifestantes desceram a Avenida da Liberdade, debaixo de um dispositivo policial nunca visto, com polícia de operações especiais postada na Rotunda do Marquês e helicópteros sobrevoando a baixa lisboeta.
Milhares e milhares de bandeiras do Partido Comunista Português numa manifestação que ficou marcada pela divisão clara entre movimentos autoritários e movimentos não autoritários em Portugal. O facto da organização desta manifestação ter mostrado um sectarismo absoluto tendo, inclusivé, em comunicado público, considerado a Pagan, Plataforma anti-guerra, anti-Nato, portuguesa, e todas as organizações internacionais antimilitaristas e pacifistas personas não gratas nesta manifestação, revela até que ponto o nacionalismo reacionário desta esquerda chegou. A polícia cumpriu o papel que um estado cada vez mais militarizado e policial lhe reservou.
Iniciado o desfile, na cauda da manifestação, dezenas de activistas antimilitaristas da PAGAN e internacionais desfilaram com todo o aparato bélico nas suas costas e à sua frente a ignomínia de "gorilas" a impedir a sua aproximação, fascização de autoritários, numa Europa onde isto já é raro, todo este preconceito contra o antimilitarismo.
Centenas de anti-autoritários quiseram juntar-se à manifestação, a seguir à Pagan.
A polícia imediatamente estabeleceu uma barreira para os impedir de avançar.
Ouviram-se gritos de "Vergonha!", centenas de apitos, gritos da multidão, activistas da Pagan parados recusando-se a avançar enquanto as pessoas retidas não se juntassem à manifestação...gritos de indignação pela fascização da polícia...não mostrando medo e resistindo conseguiram que a polícia se afastasse e que a manifestação seguisse o seu rumo. Dezenas de panos anti-Nato, anti-guerra, bandeiras anarquistas, tambores, slogans como "Nato terrorista", "A paixão pela liberdade é mais forte que a autoridade!"
" Activistas presos, liberdade já!", palhaços antimilitaristas em perfomances junto da polícia, a solidariedade anti-autoritária no final da manifestação que se prolongou no Rossio, no Largo Camões e em Monsanto, onde os activistas continuam presos, em protesto e exigindo a libertação dos activistas presos esta manhã durante a acção directa não violenta de bloqueio em Cabo Ruivo, à entrada da Cimeira da Nato.
A linha clara entre um nacionalismo balofo e decadente de uma esquerda, anquilosada e fascizante, e um antimilitarismo internacionalista pujante é, sem dúvida, uma das consequências da preparação e realização das actuais Acções anti-Nato, em Portugal.

Dez mil policias para defender criminosos de guerra

16.11.10, uon

Dez mil policias é quanto o governo destacou para a segurança da  cimeira da Nato.

A polícia tem agora oportunidade de prender os senhores da guerra que vem a Lisboa.

O peixe graúdo que vem a Lisboa discutir o futuro do mundo é responsável por milhões de mortos ocupações ilegais e roubos aos povos do mundo.

Se isto fosse um país civilizado estes senhores seriam logo presos a entrada de Portugal.

No rol de criminosos estão também a fina flor da politica portuguesa, que colabora com os agressores de povos independentes.

Mas como este mundo está de pernas para o ar serão recebidos com toda a segurança e com honras e palmadinhas nas costas.

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