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LUTA ENTRE CLASSES

LUTA ENTRE CLASSES

Isaltino caiu nas garras da justiça

30.09.11, uon

Isaltino ex.autarca modelo e ministro do PSD teve azar caiu nas garras na justiça e foi detido ontem devido a problemas financeiros.

Amado por uns e odiado por outros deu um passo maior que a perna.

Agora nem os seus ex. camaradas de partido lhe dão a mão para o defender.

Mas não só Isaltino tem culpas no cartório de quem levou isto à falência.

Temos o Sócrates que fez ao longo de seis anos uma politica de terra queimada que conduziu a isto que o povo está a passar hoje.

Sócrates não só governou mal o país como ainda deu cabo da vida a muita gente como os funcionários públicos que foram as suas vítimas preferenciais e foram roubados nas reformas e nos aumentos, etc.

Deixou uma dívida astronómica e hoje quem o sucedeu (Passos Coelho) também está a roubar tudo aos trabalhadores, desde o 13º mês, as taxas moderadores a 50 euros, os aumentos do IVA e dos transportes e do gás e da gasolina, quer que os trabalhadores sejam escravos do trabalho,dos patrões e dos impostos, o escãndalo do BPN.

Este governo desde que entrou só tem desgovenado o país tem entregado o país à troika.

Mas muitos outros desde o senhor Portas que apoiou o ataque a Líbia com a Nato e destruiu tudo e matou milhares de pessoas, mas no passado andaram com Kadhafi ao colo, com acordos e negócios, e até montaram cá uma tenda para ele passar a noite.

Este governo e o anterior deixaram uma rasto que vai levar muito tempo apagar e este senhores deviam ser todos responsabalizados por aquilo que fizeram e estão a fazer.

 

 

O capitalismo de Estado do governo

29.09.11, uon

O governo vai aumentar as taxas moderadoras e prevê cobrar 400 milhões de euros anuais.

A lógica da crise e o saque do governo aos utentes dos hospitais irá projectar que o Capitalismo de Estado enriquecer, enquanto o povo vai ficando mais pobre e doente.

Segundo o serviço nacional de saúde prevê que todo o cidadão tenha direito a cuidados de saúde, mas a taxa vai aumentar para o dobro o que contraria a letra do SNS.

O currículo do governo vai aumentando dia-para-dia a crise é pretexto para roubarem tudo o que puderem para satisfazer os ditames da troika e a mesma injectar para cá o dinheiro, senão caímos na falência.

Se caíssemos na falência ninguém morria o pior é o efeito dominó e cair tudo como um castelo de cartas como caiu o muro de Berlim e o capitalismo tem medo de perder a sua dama.

A opção de classe do governo é clara

28.09.11, uon

Passos no parlamento disse em relação a reforma laboral "Não defendemos a lei da selva, mas defendemos regras".

Claro, que venham as regras mas que sejam equilibradas em relação aos direitos dos trabalhadores e do patrão, enquanto os trabalhadores não tem força e determinação para tomar conta da gestão das empresas.

A lei da selva está já instalada por que os patrões ditam a lei com a força da lei e os trabalhadores na ausência de sindicatos que os defendam ou cumprem ou vão despedidos.

A "opção de classe" deste governo é clara sempre que a lei dos despedimentos é alterada e joga sempre no mesmo sentido do patrão e nunca do trabalhador.

A lei dos despedimentos já foi alterada sempre que o governo muda e nunca está bem.

No mínimo uma lei devia ter um tempo de vida razoável entre os 5 e os 10 anos e não estar constantemente a ser alterada, conforme o gosto de quem ocupa o poder.

 

Governo derrete 100 milhões

27.09.11, uon

O ministro da Economia e Emprego anunciou hoje (ontem) que o Governo vai lançar em breve um programa no valor de cerca de 100 milhões de euros com vista a dar trabalho a desempregados há mais de seis meses.

Isto é mais um da daqueles programas que de pois de espremido não vai deitar nada.

Também o ordenado que o governo vai pagar é uma miséria, dá para não morrer de fome.

O governo vai entregar o dinheiro a uns quantos empresários conhecidos e eles na volta vão compra jipes chalés e os desempregados ficam a ver navios.

Se o governo quer de facto acabar com o desemprego mude a lei das 40 horas para 25 horas semanais, mas sem perda de vencimento.

O governo perdeu o norte

26.09.11, uon

O capataz-mor  o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, disse que o governo não excluía despedimentos de funcionários públicos.

Já há poucos trabalhadores desempregados no sector privado que o governo ainda acha que é pouco tem de meter lá mais uns quantos.

Se já existe cerca de 10% da população activa desocupada a serem despedidos funcionários civis o número irá subir, não contando com os que vão para a prateleira e os que já lá estão.

Quanto aos funcionários públicos fardados se calhar ainda a lugar para mais alguns, para guardarem as costas aos governo e impedir uma (não) provável revolta popular.

Este governo perdeu o norte e já não consegue uma orientação para onde quer caminhar, a bússola quebrou e não sabe os pontos colaterais.

 

 

 

Novo livro de Júlio Carrapato "o regicídio, o 5 de Outubro de 1910, a I República Portuguesa e a intervenção anarquista"

23.09.11, uon

«E se o regicídio de 1908 tivesse sido levado avante por anarquistas e não por republicanos? E se o 5 de Outubro de 1910 também tiver, no essencial, sido feito por anarquistas intervencionistas que prescindiram da orientação de chefes republicanos prematuramente desactivados como Miguel Bombarda ou Cândido dos Reis? E se, uma vez implantada a República, as suas principais vítimas tiverem sido os anarquistas e os trabalhadores perseguidos e não os monárquicos ou os católicos que, sob o disfarce ideológico, faziam parte ao fim e ao cabo da mesma classe burguesa que os republicanos? E se um dos maiores inimigos dos anarquistas tiver sido um republicano "de esquerda", Afonso Costa, chefe do Partido Democrático e cognominado "o Racha-Sindicalistas"? E se, em resposta à repressão brutal da greve geral de 1918 e da ocupação de terras no Alentejo, o homem que matou Sidónio Pais também tiver sido um anarquista, como aliás os restantes companheiros envolvidos no movimento? E se, já implantado o regime fascista, o único movimento proletário que se lhe opôs – o 18 de Janeiro de 1934 – também tiver sido de matriz e inspiração e anarco-sindicalistas, aliás como o atentado de 1937 contra Salazar? E se, enfim, a nível peninsular, tanto português quanto espanhol, aquilo que é autenticamente ibérico e revolucionário for o anarquismo e, muito especialmente, o anarco-sindicalismo?»


in Júlio Carrapato – "O regicídio, o 5 de Outubro de 1910, a I República Portuguesa e a intervenção anarquista". Faro: Edições Sotavento, 2011

Mobilidade;com uma injustiça faz-se outra

23.09.11, uon

Os funcionários públicos em situação de mobilidade especial - ou seja, em inactividade e a receber uma parte do salário -, que recusarem ser colocados num novo posto de trabalho no Estado podem perder, no mínimo, um ano de remuneração, apurou o Diário Económico.

O governo através de uma injustiça provoca outra injustiça, que é mandar um trabalhador para a mobilidade e depois forçao a ir para um posto de trabalho que não é o seu e ainda por cima em caso de recusa  legitima o trabalhador é posto fora sem ganhar nada.

Mas, como é obvio os trabalhadores não recusam um trabalho quando é a coisa mais dificil de conseguir neste mundo nos tempos de hoje.

Se o secretário de estado fosse obrigado a ir para limpa-pias gostava, como é obvio não gostava, então da mesma forma o trabalhador tem o mesmo direito.

Que culpa tem os trabalhadores do Estado que os governantes que passaram pelos os governos tivessem governado mal a casa e a tivessem endividado este país até à ponta dos cabelos.

Quem devia ir para a mobilidade especial é este governo e sem ganhar nada.

Rebeldes líbios encontram armas destruição em massa

22.09.11, uon

Rebeldes líbios apoiados pela Nato anunciaram hoje que encontram armas destruição em massa no deserto.

As armas encontradas devem ter o selo made in of USA ou CEE.

Pensa-se que Kadhafi não tivesse capacidade cientifica para produzir armas de destruição massiça.

Aqui em Portugal estamos todos à espera que venha cá a Nato liberta-nos do governo da troika PSD/CDS/PS que ao fim de dois meses estamos já a ficar fartos deles.

 

Governo quer alterar conceito de justa causa para despedir

22.09.11, uon

O Governo PSD/CDS vai propor hoje aos parceiros sociais a alteração do conceito de despedimento com justa causa.

Nesse sentido, vai sugerir a introdução da possibilidade de o trabalhador ser despedido por não cumprir os seus objectivos ou ser menos produtivo.

O despedimento por não ser produtivo ou não cumprir os objectivos, isso é muito subjectivo e poderá não ser assim tão fácil despedir um trabalhador.

Na maior parte dos casos o tribunal é que ira decidir se é o trabalhador ou patrão que tem razão, mas como sempre o trabalhador é a parte mais fraca do sistema, pode ser a vítima de despedimento.

Os trabalhadores num caso destes devem dirigir-se ao sindicato, mas como os sindicatos em Portugal estão muitas vezes estão feitos com o patrão, o trabalhador é despedido a 200/hora.

Por isso o trabalhador não tem defesa, a não ser que se organize juntamente com os seus colegas de trabalho para fazer valer os seus direitos e pôr na ordem o patrão e aqui a solidariedade entre iguais é fundamental e a greve uma das armas.

 

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