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Cerca de 270 mineiros da mina de Lonmin vão ser acusados da morte dos colegas de trabalho mortos pela policia.

Aqui inverte-se os termos que mata recebe uma condecoração pelo serviço prestado e que teve a sorte de não morrer as balas da policia é acusado de criminoso.

A justiça sul-africana está a funcionar para o lado errado.

O Governo do ANC de Mandela catalogado como uma sumidade democrática vai ter de explicar muito bem explicado a razão desta atitude.

Nós não vimos grandes diferenças entre um governo autoritário tipo Pinochet ou um qualquer governo democrático eleito pelos os votantes de um qualquer país da Europa.

Todos pecam da mesma maneira.

 

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publicado às 11:14

O nacionalismo olímpico

por uon, em 30.08.12

O PCP saúda todos os atletas portugueses que integraram a representação olímpica do nosso país, valorizando todo o seu esforço, dedicação e trabalho realizado. Esta saudação é justa e merecida para os atletas que conquistaram medalhas olímpicas, mas é-o também para todos os demais atletas e técnicos da representação portuguesa, que deram o seu melhor, não obstante as dificuldades que enfrentam diariamente no nosso país.

 

http://www.pcp.pt/o-pcp-sa%C3%BAda-os-atletas-ol%C3%ADmpicos-portugueses-e-sublinha-aus%C3%AAncia-de-uma-pol%C3%ADtica-desportiva-para-o-p

 

O PCP sauda os atletas e valoriza papel dos atletas mesmo não ganhando medalhas nenhumas.

 

O PNR defende o rumo normal para se atingirem os objectivos, e que passa, naturalmente, pela aposta no Desporto e pelo apoio efectivo aos nossos atletas, que são verdadeiramente heróis e brilhantes a qualquer título. E condena as mentalidades que apenas exigem medalhas a pessoas – fora de série! – mas que estão literalmente abandonadas pela sua própria Pátria, que trata melhor os mercenários vindos de fora que os próprios filhos.

 

http://www.pnr.pt/2012/08/10/declaracoes-de-vicente-moura-reflectem-uma-mentalidade-vergonhosa/

 

O PNR não quer medalhas ganhas por "mercenários africanos" como quer o presidente do Comité Olímpico português (COP) quer o "orgulho nacional"  salazarento.

 

 

Por esta banda não achamos piada nenhuma aos jogos olímpicos um jogo inglório por que estes jogos só são bons para quem anda lá a correr ou saltar, embora seja um esforço desnecessário e para os chefes de missão.

Não contribui nada de paz entre os povos antes pelo contrario por que é uma competição entre países que se degladiam entre si para fazerem subir a bandeira nacional.

O nosso dinheiro por latão.

Em relação aos paralímpicos então ainda é mais degradante pôr deficientes em competição uns com os outros, é o cúmulo da estupidez.

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publicado às 16:58

5 soldados australianos morreram nos últimos dias no Afeganistão, mortos por soldados afegãos que estão a virar a espingarda para o invasor da cruzada Ocidental.

O mais caricato da questão é que a primeira-ministra da Austrália já disse que a retirada só será feita em 2014.

Esta dama de ferro encontra-se resguardada enquanto os soldados dão o corpo ao manifesto.

Por que é ela e muitos outros ministros não se oferece para ir combater os talibans.

A guerra estava ganha por certo.

Soldados virem a arma contra o vosso general.

 

 

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publicado às 15:51



Um canhão pelo cú


Se percebemos bem - e não é fácil, porque somos um bocado tontos -, a economia financeira é a economia real do senhor feudal sobre o servo, do amo sobre o escravo, da metrópole sobre a colónia, do capitalista manchesteriano sobre o trabalhador explorado. A economia financeira é o inimigo da classe da economia real, com a qual brinca como um porco ocidental com corpo de criança num bordel asiático.


Esse porco filho da puta pode, por exemplo, fazer com que a tua produção de trigo se valorize ou desvalorize dois anos antes de sequer ser semeada. Na verdade, pode comprar-te, sem que tu saibas da operação, uma colheita inexistente e vendê-la a um terceiro, que a venderá a um quarto e este a um quinto, e pode conseguir, de acordo com os seus interesses, que durante esse processo delirante o preço desse trigo quimérico dispare ou se afunde sem que tu ganhes mais caso suba, apesar de te deixar na merda se descer.


Se o preço baixar demasiado, talvez não te compense semear, mas ficarás endividado sem ter o que comer ou beber para o resto da tua vida e podes até ser preso ou condenado à forca por isso, dependendo da região geográfica em que estejas - e não há nenhuma segura. É disso que trata a economia financeira.


Para exemplificar, estamos a falar da colheita de um indivíduo, mas o que o porco filho da puta compra geralmente é um país inteiro e ao preço da chuva, um país com todos os cidadãos dentro, digamos que com gente real que se levanta realmente às seis da manhã e se deita à meia-noite. Um país que, da perspetiva do terrorista financeiro, não é mais do que um jogo de tabuleiro no qual um conjunto de bonecos Playmobil andam de um lado para o outro como se movem os peões no Jogo da Glória.


A primeira operação do terrorista financeiro sobre a sua vítima é a do terrorista convencional: o tiro na nuca. Ou seja, retira-lhe todo o caráter de pessoa, coisifica-a. Uma vez convertida em coisa, pouco importa se tem filhos ou pais, se acordou com febre, se está a divorciar-se ou se não dormiu porque está a preparar-se para uma competição. Nada disso conta para a economia financeira ou para o terrorista económico que acaba de pôr o dedo sobre o mapa, sobre um país - este, por acaso -, e diz "compro" ou "vendo" com a impunidade com que se joga Monopólio e se compra ou vende propriedades imobiliárias a fingir.


Quando o terrorista financeiro compra ou vende, converte em irreal o trabalho genuíno dos milhares ou milhões de pessoas que antes de irem trabalhar deixaram na creche pública - onde estas ainda existem - os filhos, também eles produto de consumo desse exército de cabrões protegidos pelos governos de meio mundo mas sobreprotegidos, desde logo, por essa coisa a que chamamos Europa ou União Europeia ou, mais simplesmente, Alemanha, para cujos cofres estão a ser desviados neste preciso momento, enquanto lê estas linhas, milhares de milhões de euros que estavam nos nossos cofres.

E não são desviados num movimento racional, justo ou legítimo, são-no num movimento especulativo promovido por Merkel com a cumplicidade de todos os governos da chamada zona euro.


Tu e eu, com a nossa febre, os nossos filhos sem creche ou sem trabalho, o nosso pai doente e sem ajudas, com os nossos sofrimentos morais ou as nossas alegrias sentimentais, tu e eu já fomos coisificados por Draghi, por Lagarde, por Merkel, já não temos as qualidades humanas que nos tornam dignos da empatia dos nossos semelhantes. Somos simples mercadoria que pode ser expulsa do lar de idosos, do hospital, da escola pública, tornámo-nos algo desprezível, como esse pobre tipo a quem o terrorista, por antonomásia, está prestes a dar um tiro na nuca em nome de Deus ou da pátria.


A ti e a mim, estão a pôr nos carris do comboio uma bomba diária chamada prémio de risco, por exemplo, ou juros a sete anos, em nome da economia financeira. Avançamos com ruturas diárias, massacres diários, e há autores materiais desses atentados e responsáveis intelectuais dessas ações terroristas que passam impunes entre outras razões porque os terroristas vão a eleições e até ganham, e porque há atrás deles importantes grupos mediáticos que legitimam os movimentos especulativos de que somos vítimas.


A economia financeira, se começamos a perceber, significa que quem te comprou aquela colheita inexistente era um cabrão com os documentos certos. Terias tu liberdade para não vender? De forma alguma. Tê-la-ia comprado ao teu vizinho ou ao vizinho deste. A atividade principal da economia financeira consiste em alterar o preço das coisas, crime proibido quando acontece em pequena escala, mas encorajado pelas autoridades quando os valores são tamanhos que transbordam dos gráficos.


Aqui se modifica o preço das nossas vidas todos os dias sem que ninguém resolva o problema, ou mais, enviando as autoridades para cima de quem tenta fazê-lo. E, por Deus, as autoridades empenham-se a fundo para proteger esse filho da puta que te vendeu, recorrendo a um esquema legalmente permitido, um produto financeiro, ou seja, um objeto irreal no qual tu investiste, na melhor das hipóteses, toda a poupança real da tua vida. Vendeu fumaça, o grande porco, apoiado pelas leis do Estado que são as leis da economia financeira, já que estão ao seu serviço.


Na economia real, para que uma alface nasça, há que semeá-la e cuidar dela e dar-lhe o tempo necessário para se desenvolver. Depois, há que a colher, claro, e embalar e distribuir e faturar a 30, 60 ou 90 dias. Uma quantidade imensa de tempo e de energia para obter uns cêntimos que terás de dividir com o Estado, através dos impostos, para pagar os serviços comuns que agora nos são retirados porque a economia financeira tropeçou e há que tirá-la do buraco. A economia financeira não se contenta com a mais-valia do capitalismo clássico, precisa também do nosso sangue e está nele, por isso brinca com a nossa saúde pública e com a nossa educação e com a nossa justiça da mesma forma que um terrorista doentio, passo a redundância, brinca enfiando o cano da sua pistola no rabo do sequestrado.


Há já quatro anos que nos metem esse cano pelo rabo. E com a cumplicidade dos nossos.


Juan José Millas

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publicado às 10:46

Empresário do Psd morto em Angola

por uon, em 29.08.12

Um antigo assessor dum ministro do PSD agora empresário português em Angola foi morto na sua casa.

Como Angola está a despontar um novo el dorado os empresários vão a correr atrás de negócios, mas esquecem-se de pagar aos trabalhadores, pensando ainda estar no tempo colonial.

Foi talvez esse o problema deste empresário, uma dívida e pagou caro.

Lá não existem sindicatos para defender os trabalhadores e as pessoas vão cobrar com as proprias mãos.

 

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=57894

 

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publicado às 16:32

Mais um fiscalista da nossa praça aconselha despedimentos na função pública à semelhança do que acontece na Grécia, em alternativa aos e aos aumentos de impostos.

O governo não sabe para que há-de cair, se para mais cortes ou outra solução qualquer.

o governo não sabe a quantas anda.

Toda a gente dá conselhos e ninguém acerta.

Pelo lado dos trabalhadores não querem despedimentos ou rescisões.

Qualquer das situações não custam dois tostões e fica tudo na mesma.

Mais valia o governo diminuir a idade de reforma como fez Hollande em França.

Mas o governo não tem tomates para fazer isso.

 

 

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publicado às 13:50

Não precisamos nem de mais tempo nem mais austeridade, queremos que a troika se vá embora no mesmo avião onde desembarcou.

Não foi o povo nem os trabalhadores que criaram a divida, foi alguém por eles.

Quem tem governado os últimos 38 anos tem sido os mesmos partidos PS/PSD alternados entre si que agora estão no governo e querem à viva força fazer pagar uma dívida que é impagável.

Se houve má governação e delapidação dos dinheiros dos impostos dos trabalhadores e da segurança social são esses malfeitores que tem de ser chamados à pedra e apresentarem a devida acusação.

A Islândia saiu de uma banca rota para um país quase sem divida, para isso, acusou os antigos governantes e apostou na prata da casa.

É isso que Portugal e todos os países na mesma situação têm de fazer.

Também nunca sairemos desta pasmaceira enquanto não mudamos do sistema capitalista para um sistema autogestionário e de auto governação.

 

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publicado às 17:25

É caso para dizer que nem no refúgio estão seguros.

 

Esta é a versão amaciada da D.Trigo de Morais que gere o Centro. Como  habitualmente, as vozes dos interessados não são consideradas ou mesmo  ignoradas. É esta a informação a que temos direito.
Do pouco que sei, concluo que este Centro de Refugiados patrocionado pela ONU, como muitos outros espalhados pelo mundo, que acolhem gente desesperada e em perigo de vida, obrigada a fugir dos seus países, tem mais de 100 pessoas a habitá-lo. Pessoas essas que estão abandonadas numa espécie de armazenamento, com pouco que comer, que compram com verbas reduzidas nas mercados da zona e confecionam na cozinha do Centro, e às quais não é prestado qualquer apoio ou assistência.
São pessoas das mais diversas proveniências e idiomas, não têm aulas de português, como seria suposto, para aprenderem a língua do país de acolhimento. Nada contribui para se integrarem e nem sequer têm dinheiro para transportes e saída da Bobadela (Sacavém) onde, há anos atrás, o Centro de Refugiados da ONU foi inaugurado oficialmente com grande pompa e circunstância.
O abandono é a regra e o desespera atinge os moradores.
Magnífico acolhimento...suportado pelos cacetes da polícia.
ZL

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publicado às 09:56

Sessões da AR em canal aberto

por uon, em 27.08.12

A partir de Setembro vai ser possível acompanhar os trabalhos parlamentares em sinal aberto 

 (Foto: Nuno Ferreira Santos) Público

 

As sessões na Assembleia da República vão a partir de Setembro passar a ser transmitidas em canal aberto.

Este canal estava em canal fechado e quem o queria teria de ter TVcabo.

Mais valia que o canal estivesse em canal fechado e quem quisesse ver os obreiros do afundamento do país teria de pagar.

Os espectadores de televisão poderão in loco saber quem os lixa com as leis apresentadas pelos deputados.

Os deputados deviam de ser deputados do povo e não deputados dos partidos e não serem profissionais da política que recebem um chorudo ordenado sem nada fazerem.

Para tal terão de despender de electricidade que está muito cara com IVAa 23 %, que se calhar não vale o tempo despendido perante o televisor de entre o ser lixado com as medidas apresentadas e ainda ter de pagar para ver o espectáculo a degladiarem-se entre si como num circo romano.

A partir de agora é melhor fechar a televisão por que ainda se poupa uns trocos.

 

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publicado às 15:56

Escola de formação sindical AIT

por uon, em 27.08.12

PROJETO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL
JUAN PUIG ELIAS
OFICINA DE FORMAÇÃO SINDICAL
O Sindicato de trabalhadores em Artes e Ofícios Vários de Porto Alegre (Sindivários Poa) com base nas resoluções da plenária nacional realizadas em agosto de 2012, acorda lançar os pilares da Fundação da Escola da AIT das Américas, em sua sede, em Porto Alegre e, convida a todas as seções e amigos para entre os dias 7 e 13 de outubro para o seu lançamento na Semana de Educação Libertária - Anti-Educação da Dominação,  por uma educação integral, sem preconceitos religiosos, de gênero, racial e social.
 
A Programação da Oficina, semana de 13 a 20 de outubro, abordará os seguintes temas:
- O trabalhador, a Economia e o Meio Ambiente.
- A Contradição entre o sindicalismo vigente e seu atrelamento político partidário e a precarização das conquistas dos trabalhadores;
- A Resistência econômica e sindical com base nos princípios do sindicalismo revolucionário;
- A autonomia sindical e o coletivismo libertário;
- A retomada do coletivismo confederal da Confederação Operária Brasileira;
 
Saudações Libertarias
Rafael Fernandez
Secretariado Sindivários de Porto Alegre
Projeto Pedagógico Escola da AIT nas Américas
 Movimento Libertario Brasileiro

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publicado às 14:07

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