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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

1º Maio CNT Catalunha

26.04.14, uon

 

 

 

DE  MAYO  2014

¿Crisis? No. Estafa. Lo que se nos vende como una crisis financiera es en realidad una estafa colosal. No es más que un engaño que se ha ido cocinando a fuego lento en el horno de los bancos, de los grandes especuladores, de los gobernantes y líderes mundiales, de las grandes fortunas, de los promotores inmobiliarios, de las grandes élites criminales…

Lo que los bancos, ayudados por académicos y analistas neoliberales “expertos” en la materia,  llaman error del sistema financiero, es un fraude en mayúsculas que ha consistido en diseñar con premeditación las condiciones necesarias (hipotecas imposibles que se sabía que no se iban a poder pagar, bonos, créditos impagables –sobretodo los millonarios a sus colegas–…) para que todos ellos se forraran y siguieran repartiéndose el pastel.

¿Crisis? No. Fraude. Un fraude inducido que se ha estado gestando desde mucho antes,  cuando los bancos se dedicaban a invertir en ladrillo con el beneplácito y la complicidad de los gobiernos, sabiendo de sobras que la economía y condiciones de vida de millones de personas se vería afectada hasta el punto de perder sus puestos de trabajo y sus casas, pero no sus deudas.

¿Crisis? No. Instinto criminal. Que sitúa a la gente al borde del precipicio, que la empuja a caer al vacío, que la desespera hasta el suicidio al ver cómo además de echarlos de sus casas no tienen ni un pedazo de pan que llevarse a la boca. (67.189 desahucios en 2013 y  suicidios hay un absoluto silencio, aunque se habla de 1 diario por causas económicas),

¿Crisis? No. Excusa. La excusa perfecta para robar privatizando los servicios públicos, explotar más a los trabajadores rebajando las condiciones laborales al máximo y haciendo que nos veamos obligados a aceptar esas condiciones al son de “es lo que hay”. En este sentido el gobierno de España y del resto de Europa con sus leyes criminales y sus reformas miserables, acordadas ya en 1993 en el tratado de Maastricht, busca equiparar las condiciones de trabajo actuales con las del tercer mundo –porque si allí el pueblo sucumbe y no se rebela, ¿por qué íbamos a rebelarnos nosotros?– por medio de la represión policial y la desinformación y a base de contratos basura, bajar los salarios, promover EREs que son cierres encubiertos  –firmados y  aprobados  en  empresas  con  beneficios  por  los  sindicatos  mayoritarios  que  son  cómplices  del sistema capitalista y verdugos del trabajador–, facilitar los despidos hasta el extremo de llegar hasta el despido gratis, fomentar la desigualdad mientras los salarios de los políticos, ejecutivos y directivos siguen siendo incluso más altos que antes –salario de un trabajador entre 500 y 1.000 euros; salario de políticos y ejecutivos entre 5.000 y 10.000 euros mensuales, y qué decir de las pensiones...

¡REVUELTA SOCIAL!

La solución a todo esto no está en las urnas, sino en la organización de los trabajadores, en la desaparición de todo Estado, en la ocupación y autogestión de los centros de trabajo y de los servicios, en la anulación de las hipotecas y alquileres –la vivienda para el que la habita–, la apropiación de las fuentes de energía para acabar con la dictadura del petróleo e impulsar las energías renovables, vetadas actualmente por las grandes compañías petroliferas, apropiación de los medios de información que son cómplices del poder…

Compañeros/as, no se consigue nada si no es plantando cara al enemigo. Es necesario no ceder ante la represión y la violencia ejercida por los cuerpos de seguridad del Estado asesino. Salgamos a la calle, defendamos la libertad y nuestros derechos. Que la lucha de Gamonal no sea un caso aislado.

Este 1º de Mayo nos encontrarán en la calle, porque nosotras/os, las/os trabajadoras/res, ni pactamos, ni claudicamos, ni perdonamos, ni olvidamos.

11'30 horas, Plaça dels Angels  (MACBA) - Encuentro ANARCOSINDICALISTA Y LIBERTARIO

INTERVENCIONES de organizaciones, asambleas, grupos de apoyo y colectivos para informar de sus luchas, proyectos… - talleres infantiles - paradetas -

 

14:00 h. comida vegana y mixta a precios populares y después iremos a la

MANIFESTACIÓN ANTICAPITALISTA – BLOQUE LIBERTARIO

A las 17:30 horas - Arco de Triunfo (estación)

Comunicado da AIT-Lisboa sobre o 25 de Abril

24.04.14, uon

ait

Não se celebra, no 25 de Abril, uma revolução, mas um golpe de estado realizado por uma camada das forças armadas, descontente com a situação que se vivia na altura, incluindo a Guerra Colonial, e procurando apenas o benefício próprio e não o da população explorada.

Só assim se pode compreender como os militares, profissionais da matança e leais protectores do aparelho de estado e grande capital na sua feroz luta de classes contra os trabalhadores, se tenham virado, temporariamente, contra o próprio sistema que os alimenta e ao qual devem protecção.

Actualmente, é preciso reavivar o verdadeiro Abril: o que não ficou em casa e recusou as ordens dos militares, o da ocupação de terras sem controlo partidário, o das cooperativas e assembleias populares espontâneas. Nenhum governo é capaz de resolver os problemas de quem trabalha e vive agrilhoado pelo capital. Este sistema moribundo, mantido apenas pela força e violência, serve os interesses de quem o comanda e não os do povo. Está apenas interessado em agarrar-se ao poder e em explorar a classe trabalhadora, para que os ricos continuem a enriquecer.

Deixemos de esperar esmolas deixadas cair pela elite descontente do momento e passemos nós próprios a lutar pelas causas que nos dizem respeito, livres da manipulação de partidos políticos, sindicatos e do estado. Somente unidos e auto-organizados poderemos estilhaçar os grilhões da exploração.

A emancipação dos trabalhadores deverá ser obra deles próprios!

Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa
Núcleo de Lisboa

A história de Portugal começou com a luta de classes

24.04.14, uon

http://pspesquerda.no.sapo.pt/historiapp.htm

 

HISTÓRIA MODERNA DO
MOVIMENTO OPERÁRIO EM PORTUGAL

I PARTE - DE 1834 A 1900


O MOVIMENTO PRECURSOR
Nos princípios do século XIX, as organizações de classe existentes eram as confrarias e irmandades religiosas que só valorizavam os aspectos culturais e espirituais, em detrimento do aspecto material da vida dos operários.
O proletariado vivia na miséria e na ignorância, sem consciência dos seus interesses de classe e sem saber defender-se da exploração trabalhando 12 a 14 horas diariamente, por vezes trabalhando em quase escravidão, e sem segurança nem higiene, sendo o trabalho infantil muito comum.
É assim que, inevitavelmente a pouco e pouco, começa a resistência dos trabalhadores à exploração capitalista.

 

 

 

A verdadeira a historia de Portugal e do povo e dos trabalhadores portugueses começou no século XIX com a sua luta contra a opressão patronal, estatal da monarquia e por uma nova sociedade que ainda hoje lutamos.

Tudo o que está para trás nada tem a ver com o povo português.

As lutas intestinas entre monárquicos e as suas guerras com os mouros, com os castelhanos e os descobrimentos são uma página negra na nossa historia de que não devemos recordar, por nada tem a ver com o issencial da nossa história.

 

 

 

Como detectar acoso laboral na sua empresa

24.04.14, uon

 

http://www.cnt.es/noticias/la-importancia-de-detectar-el-acoso-laboral-en-la-empresa

 

traducção automática google

 

Marina Parés Soliva revela as chaves para impedir a disseminação de mobbing .

A. Sánchez | CNT Jornal

A União Trades Vários Tarragona, foi em 15 de fevereiro , com a presença em seu local de Marinha Soliva Parés , assistente social, magistrado , presidente do SEDISEM , Serviço de Informação Europeia Mobbing e webmaster do site acosomoral . org . Em sua palestra , intitulada " o assédio moral no local de trabalho na crise atual " , compartilhou com os participantes suas experiências e pesquisas com este problema , de acordo com relatórios da Fundação Europeia para a melhoria trabalho poderia estar sofrendo alguns 800.000 pessoas na Espanha .

O orador salientou a importância de se identificar quais os casos em que uma situação de assédio moral realmente ocorre e qual outro problema ocorre, quando assistir a um trabalhador no sindicato são .

Para começar, fiz uma breve revisão do que o fenômeno ea pesquisa que está sendo realizada sobre a questão do assédio moral no trabalho . Posteriormente, enfatizou como lidar com essa situação no ambiente da organização e seus pares , e, finalmente, como ele deve lutar a partir do ambiente afetado , tanto o sindicato como da sociedade em geral.

Conheça o fenômeno

Marina definiu o bullying como o assédio de um grupo para uma pessoa de frequente e sistemático , motivada por uma força motriz , um manipulador. Ocorre dentro do ambiente de uma empresa ou organização , de modo que a pessoa que você está tendo esse assédio para deixar a organização , perdendo os potenciais benefícios sociais a que você pode ter direito .

Em sua apresentação , ele listou os três agentes envolvidos no assédio. O primeiro é o instigador principal, este último são colaboradores tácitos , ea última das testemunhas silenciosas.

O instigador é o valentão principal é quem decide quem vai ser alvo de assédio . Ele envolve-se com outros trabalhadores para dar credibilidade a sua versão dos acontecimentos e tem duas ferramentas para manipular o seu ambiente , você pode ser lisonja , ampliando o trabalho daqueles que querem usar , e vale a pena reclamar sobre o quão ruim ele é tratado . Isso faz com que o resto dos trabalhadores acreditam nele. Seu comportamento é na sombra, convencer os outros a fazer o trabalho sujo .

Então encontramos colaboradores tácitos que serão os únicos que enfrentam o sitiado diretamente responsável pela ampliação e rumores maliciosos .

Finalmente, chame testemunhas mudas para os trabalhadores que estão bem cientes de que está a assediar um colega sem motivo real dado , e ainda assim não agir , eles apenas fazem o seu trabalho olhando para o outro .

De acordo com o pesquisador, o modus operandi do grupo de stalkers passa insulto, ridicularização, zombaria e , acima de tudo, para criticar , mas pode até mesmo usar a violência física. Se você não conseguir seu objetivo , aumentar a violência , seja verbal ou física.

Como podemos agir

Para Marina , que é importante que os trabalhadores sabem o que fazer quando encontrar um parceiro que poderia estar sofrendo assédio moral, como não se tornar testemunhas mudas . Simplesmente , devemos evitar dar continuidade a este rumor, não justificar qualquer atitude hostil em relação a outros colegas , não culpe a pessoa criticada e , em última análise , não sucumbir à pressão ambiente social. A solidariedade é essencial e , embora não seja necessária a adopção de uma atitude heróica , a pessoa lesada deve saber que você tem um parceiro que não está envolvido na perseguição e, por isso , que pode ser suportada.

Da mesma forma , o palestrante explicou como devemos agir se acharmos que podemos ser vítimas de bullying , que pode ser na mira de algumas críticas . A coisa mais importante não é silenciosa , dependem de outros colegas que estão do nosso lado , lutando para que você saiba que o tratamento que está recebendo não é adequada e não desistir a qualquer momento, e, especialmente, os cuidados de saúde .

Do ponto de vista da empresa , existem nove indicadores claramente que existe um caso de mobbing , a quem deve actuar . Estes indicadores podem sofrer uma mudança repentina no comportamento de qualquer funcionário a avarias frequentes ou trabalhos de isolamento , inúmeras queixas sobre um trabalhador , gestos rudes , mau comportamento ou respostas incorretas podem ser observadas.

A primeira seria a de detectar que o perseguidor , cuidado para não confundi-lo com qualquer um em sua camarilha , como eles continuam a agir como o instigador , o assédio não pára. Seus métodos são sutis , como gestos de desaprovação , o uso de premissas falsas , sugestão ou talismã palavras, como acontece com a palavra democracia em nossa sociedade hoje , e em resumo , manipular o seu ambiente. A empresa deve implementar as melhores práticas dentro do departamento , com a intervenção de Recursos Humanos , ramos sindicais e, se necessário , os psicólogos externos , criando um protocolo contra o assédio moral na empresa.

Ele também deve estar envolvida no campo da saúde , cortando os possíveis efeitos psicológicos e psicossomáticos que poderiam desenvolver a pessoa assediada no Judiciário , através de um inquérito de assédio moral no trabalho , no momento de ir a julgamento, e na família evitando a sentir-se culpado e apoiá-lo ao longo do processo .

Em resumo , a conversa forneceu algumas orientações a seguir e indicadores para detectar tais conflitos , observando a importância de lutar para o trabalhador afetado renúncia de direitos e fazê-los eles são reconhecidos .

Nem fascismo nem democracia fascista

24.04.14, uon

hitler

Para alguns sectores da sociedade portuguesa uma das formas de protesto pela actual situação de exploração e miséria que vivemos é o embranquecimento do regime fascista anterior ao 25 de Abril de 1974 dizendo que “… antes estava-se melhor”. Invoca-se depois a segurança, o emprego, a educação. Só mentiras. Mesmo que a sociedade portuguesa hoje continue profundamente desigual e a exploração em muitos sectores se tenha vindo a agravar nos últimos anos nada é comparável à bota fascista que nos espezinhou durante mais de 40 anos.

Hoje há fome. Durante o fascismo havia fome e campos de tortura e morte como o Tarrafal. Hoje há desemprego. Durante o fascismo havia desemprego e uma guerra colonial que obrigou a dezenas de milhar de jovens a terem que ir à guerra ou a abandonarem o país. Hoje há miséria. Durante o fascismo havia miséria e eram proibidas as associações políticas e sindicais que não pactuassem com o regime. Hoje há anlfabetismo. Antes do 25 de Abril a maioria da população, mesmo depois do ensino se ter tornado obrigatório até à 4ª classe, era analfabeta e havia a censura aos livros, jornais, rádios e televisão.

Branquear o fascismo só pode ser obra de fascistas. Mesmo que hoje haja dezenas de milhares de portugueses sem trabalho;  dezenas de milhar de jovens, de novo, no caminho da emigração; uma classe política corrupta e venal, que transformou o poder político num mero instrumento das máfias económicas; partidos políticos que dispuseram dos poderes públicos a seu belo prazer, apenas preocupados em arregimentarem votos para depois distribuirem as benesses entre os seus apaniguados; mesmo que hoje muitos de nós critiquemos o actual estado de coisas e lutemos para que haja uma transformação na sociedade que nos conduza a um outro tempo de bem estar e felicidade, nada disso tem a ver com o regresso aos tempos tenebrosos do fascismo, tempos de morte e repressão.

E por sabermos também que entre as alternativas que hoje se colocam – e algumas delas desfilam por estes dias nas ruas usando palavras que nos são gratas, como a liberdade ou a revolução – existem projectos políticos tão totalitários e opressores como os do fascismo (tentados, mas nunca concretizados em Portugal) é preciso sermos firmes e claros na resistência e no confronto face aos que pretendam reduzir (sob que pretexto for) o nosso espaço de afirmação individual e colectiva, cerceando as liberdades e os direitos de cidadania.

Por isso é tão importante, neste 25 de Abril, sabermos dizer, enquanto anarquistas e com um historial de muitos mortos, presos, torturados, humilhados e ofendidos, saídos das nosssa fileiras na luta contra o totalitarismo: FASCISMO, NUNCA MAIS!

antónio (via mail)

Governo lança engodo aos peixes

23.04.14, uon

 

Passos Coelho admite recompensar funcionários públicos, mas vê com dificuldade a possibilidade de uma indemnização pelos cortes.

Passos no seu melhor a fazer campanha eleitoral para os funcionários blicos.

Passos está a lançar o engodo aos peixes (funcionários públicos) para os cativar o ganhar o seu voto.

Os funcionários públicos tem sido os grandes sacrificados com a politica de roubos sistemáticos e se há recuperação da economia a eles se devem assim como os reformados e não a uma governação perfeitamente estúpida e sem sentido.

O governo tapa dum lado e destapa do outro.

O governo sabe que tem nos funcionários/reformados uma mina de ouro a explorar a qualquer momento e nos sectores não o pode fazer.

engole quem quer.

Câmara repõe placa na sede da ex.PIDE.

22.04.14, uon

 

Placa do edifício da ex-sede da PIDE
Placa do edifício da ex-sede da PIDE
 

A Câmara de Lisboa repõe hoje a placa que assinala, na fachada da ex-sede da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), a morte de quatro homens, e que terá sido roubada no final de março.

A ex-sede da polícia política do Estado Novo foi entretanto transformada num condomínio de luxo.

As pessoas que vivem debaixo da ex.sede da PIDE/DGS, organização criminosa salazarista, que matou e torturou e fez divesas outras malfeitorias  e nem sequer foram julgados deviam ter remorsos de viver num edificio sujo de sangue derramado.

Obviamente que são suspeitos da retirada de placa.

 

 

 

 

 

 

 

24 DE ABRIL, TODOS OS RIOS VAO DAR AO CARMO

22.04.14, uon

carmo

24 de Abril, TODOS OS RIOS VÃO DAR AO CARMO!

Escolhe o teu rio e sê parte do Oceano de Liberdade!

Evento central:https://www.facebook.com/events/432399456863106/

RIOS E NASCENTES

Bairro 25 de Abril
Parque Catarina Eufémia (Barreiro) | 20h
https://www.facebook.com/events/817053454983282

Carruagem da Liberdade
Comboio com partida de Sintra às 18h55, chegada ao Rossio às 19h34
https://www.facebook.com/events/1473029336260522

Comboio da Liberdade
Comboio com partida de Cascais às 20h04
https://www.facebook.com/events/1437613239818429

Comboio de Vila Franca -Alverca – Sacavém
Comboio com partida de Vila Franca de Xira às 19h45
https://www.facebook.com/events/753633924670109/

Curto e Grosso 450 + Estudantes ao Carmo
Faculdade de Belas-Artes (Lisboa), concentração às 17h, partida às 20h45
https://www.facebook.com/events/1437368439837122/
https://www.facebook.com/events/639904632726043

E o asfalto é tão largo…
Largo da Achada (Lisboa), 20h30
https://www.facebook.com/events/1538797589680050

Frente Poesia 25 de Abril
Largo do Chiado (Lisboa), 20h30
https://www.facebook.com/events/626576217428675

Podes ser a gota de água + Com abraços de cultura + Gaiteiros e percussionistas ao Carmo
Tribunal Constitucional, Rua do Século, nº 111 (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/386499198157923
https://www.facebook.com/events/260299514150938
https://www.facebook.com/events/299165266899650

PREC’s not dead + Capitães Queer – Abril Para Todas as Famílias + Movimento basta!!! Okupar o Carmo
Jardim do Príncipe Real (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/619217914820105
https://www.facebook.com/events/661353807233087
https://www.facebook.com/events/660261414022896

Queremos um novo Abril!
Largo do Rossio (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/640079339379596/

Rés-vés Campo d’Ourique
Praça São João Bosco (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/1481340698744551

Ribeira das Águas Livres + #RiosAoCarmo
Banco de Portugal, Av. Almirante Reis (Lisboa) 20h
https://www.facebook.com/events/231649177034855
https://www.facebook.com/events/581157165313319

Ribeira de Algés
Jardim do Parque Anjos (Algés), 19h30
https://www.facebook.com/events/860866967272246

Rio da Graça
Miradouro da Graça (Lisboa), 20h30
https://www.facebook.com/events/506845656087225

Rio de todas as cores
Rua do Comércio, 8 (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/553426764774880

Só há liberdade a sério quando
Largo do Intendente (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/267004970137515/

Triunfo dos Excravos
Praça do MFA (Almada), 20h; Terminal de transportes (Cacilhas), 20h30; Cais do Sodré (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/1493521920869851

Cai o Carmo e a Trindade
Café República, Av. D. Carlos I (Lisboa), 21h
https://www.facebook.com/events/450190238447612

http://riosaocarmo.wordpress.com/