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Conclusões

1 - Questões prévias

2 - Despolitização e falta de democracia

3 - Como surgiu o euro

4 – Um processo de constituição de desigualdades

4.1 – As desigualdades na Ibéria

5 - Portugal, o bom aluno do mestre Cavaco

5.1 – No princípio está o crédito, a especulação e a corrupção

5.2 – A utilização do crédito

5.3 – A capacidade de gerar rendimentos

5.4 - Produtividade e custos laborais

Em qualquer destas ligações

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/07/portugal-deve-sair-do-euro-sim-ou-nao-1.html

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publicado às 14:46

Balsemão ainda mexe

por uon, em 25.07.14

Eu defendo é a expulsão de todos sem excepção do parlamento e a colocação de gente honesta no parlamento. Isto tem de acabar, somos enxovalhados todos os dias, isto é uma viciação de burlas, crimes económicos, gestões danosas de todos os tipos, Isto não pode continuar, jamais poderemos confiar em promessas e declarações, andamos a ser enganados e roubados em prol de uma minoria de gente influente e dominadora da economia. Basta de crimes económicos, desvios e roubos às descaradas, o país está desfeito, o que resta já está nas mãos de estrangeiros. Pinto

 

O velho Balsemão ainda mexe, agora que a constituição seja revista mais uma vez e quer uma segunda câmara (senado) à semelhança de países como a Espanha, França, Reino Unido, etc.

Quer rever a lei eleitoral que segundo diz esta já não serve e o voto electrónico.

O que ele quer é que o partido dele (PSD) se eternize no poder para falir segunda vez o país.

Com estes subterfúgios nada vai funcionar por que o sistema está inquinado.

 

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publicado às 13:40

USA duas faces da mesma moeda

por uon, em 24.07.14

Os Estados Unidos arrogam-se de ser um país onde impera a civilização e os direitos humanos e também é um país que dá imensos passos para a descoberta de meios para combater muitas doenças.

Mas também tem o seu contrário a pena de Morte existe e um homem demorou quase duas horas a morrer  condenado que estava à morte no Arizona, nos Estados Unidos, a quem foi dada a injecção letal.

Insinua-se que as doenças mortíferas são produzidas em laboratório, para depois se investigar a sua cura.

Mas antes tiveram o efeito desejado de matar milhares ou milhões de pessoas e grandes somas astronómicas de dinheiros que são canalizados para a investigação e produção de medicamentos.

No tempo dos descobrimentos (portugueses, espanhóis, ingleses, etc) levavam doenças para infectar os povos índios, negros para os melhor massacrar.

 

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publicado às 14:23

O "Podemos" e nós

por uon, em 23.07.14

O partido "Podemos" lista que obteve cinco mandatos no Parlamento Europeu e 1,2 milhões de votos, quase 8% a nível nacional nasceu do movimento 15M e nas ruas de muitas cidades espanholas.

Se este movimento "assembleário" não se estragar tem todas as condições para singrar e ser uma alternativa politica em Espanha.

Dantes os sindicatos anarco-sindicalista tinham a preferência para uma alternativa politica e sindicalista e uma nova forma de organização das pessoas se autogorvernarem e autogerirem por sí próprias sem necessidade de chefes.

Hoje essas premissas continuam, mas o poder politico dos partidos assumiu essa característica de ser alternância e não alternativa e os votantes foram na onda e hoje estão a ser (des) governados por uma elite politica corrupta e repressiva.

Em Portugal também houve e até comecou primeiro um grande movimento de massas que comecou no 12 Março com a manifestação e no 15 Setembro, mas teve tanta projecção eo movimento foi sendo controlado pelos partidos de extrema esquerda/esquerda.

Ainda houve o movimento dos Indignados que tentou fazer o que o Podemos fez em Espanha com assembleias populares que (não) tiveram algum eco, mas ninguém se lembrou de avançar para um partido tipo Podemos.

O movimento dos Indignados era mais autogestionário e não político.

 

 

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publicado às 17:44

Teresa Leal Coelho, do PSD sobre Santana Lopes disse “tem todas as condições” para entrar na corrida a Belém.

Tem todas as condições se arranjar 5 mil assinaturas e concorrer a presidência da república de Belém.

Fora disso um homem que deixou uma câmara na miséria e um país na miséria e meteu o país na mão de Sócrates que desbaratou não tem condições para Belém.

Enfim os políticos quando saem dos cargos onde estiveram deixam todos  um rabo de má governação e quem paga é sempre os mesmos os trabalhadores.

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 11:14

CPLP: o consenso da corrupção e do petróleo

Os líderes lusófonos preparam-se para transformar
uma união de povos num cartel de barões petrolíferos

Lisboa, 15 de julho de 2014 - A previsível adesão da Guiné Equatorial à Comunidade de Países de Língua Portuguesa na cimeira de chefes de Estado e de Governo do próximo dia 23, em Díli, significa a capitulação da comunidade lusófona perante os interesses petrolíferos de um punhado de oficiais corruptos, alertou hoje a Transparência e Integridade, Associação Cívica, representante portuguesa da rede global de ONG contra a corrupção Transparency International.

Mau grado os protestos da sociedade civil dos países de língua portuguesa e as provas, reunidas e publicadas por organizações internacionais, que demonstram graves e reiteradas violações dos direitos humanos e uma política de corrupção desenfreada na Guiné Equatorial, os chefes de Estado e de Governo dos oito atuais membros da CPLP não dão quaisquer sinais de sensibilidade às preocupações dos cidadãos e preparam-se para consagrar a adesão do regime do ditador Teodoro Obiang, aliás já recomendada pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade. A comissão de preparação da cimeira de Díli, sintomaticamente, é presidida por Luís Amado, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros e atual presidente do Banif, banco que anunciou já uma tomada de posição relevante da Guiné Equatorial no seu capital.

Esta adesão, decidida ao arrepio e nas costas da sociedade civil dos países de língua portuguesa, é uma violação gritante dos estatutos da CPLP. O artigo 5º, alínea 2, sobre os princípios orientadores da organização, estabelece: «A CPLP estimulará a cooperação entre os seus membros com o objectivo de promover as práticas democráticas, a boa governação e o respeito pelos Direitos Humanos.» Não só a CPLP se tem demitido de aplicar estes princípios junto dos atuais Estados-membros, como se prepara agora para abrir os braços a um país que, a ser aceite, terá, de longe, o pior registo de corrupção e violação de direitos humanos de toda a comunidade lusófona.

A única explicação para esta cumplicidade com a corrupção de Teodoro Obiang e da sua família encontra-se nas reservas petrolíferas da Guiné Equatorial e na tentativa de membros da elite política e económica da CPLP em criar um bloco energético que use os negócios do petróleo para alimentar o seu poder pessoal e os mecanismos de corrupção de que têm beneficiado ilegalmente. Não por acaso, o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, é o mais entusiástico defensor desta adesão, que somaria Obiang a uma esfera de influência pessoal que se faz sentir entre a elite política portuguesa e junto de outros países lusófonos com interessantes reservas de petróleo e gás, como São Tomé e Príncipe ou Timor-Leste.

O próprio primeiro-ministro português, Pedro Passos Coelho, defendeu recentemente uma «lusofonia energética» para explorar o facto de 25% de todas as novas descobertas de petróleo e gás desde 2005 terem tido lugar em países de língua portuguesa. São precisamente os negócios petrolíferos que estão no centro de suspeitas de enriquecimento ilícito e corrupção de altos responsáveis nos países lusófonos. Bens da família presidencial da Guiné Equatorial foram apresados em França e nos EUA por suspeitas semelhantes. Ao confessar o seu apetite pelo negócio sem pronunciar uma palavra sobre a corrupção e a violação flagrante dos princípios orientadores da CPLP, Pedro Passos Coelho mostra, sem reservas, de que lado está.

Se os líderes da CPLP consagrarem em Díli a corrupção e as estratégias de poder pessoal de oficiais corruptos, decidirão sozinhos. Os cidadãos de língua portuguesa por todo o mundo, defensores da integridade pública, não os seguirão. AD

 

 

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publicado às 15:21

No rescaldo do desmembramento do império otomano, dois diplomatas – Sikes e Picot, um inglês e outro francês – dividiram os despojos à sua maneira e inventaram as fronteiras entre o Líbano, a Síria, o Iraque, a Jordânia, e a Arábia dita saudita, propriedade do clã Saud.


Mais tarde, facilitaram a criação da entidade israelita, tolerando face aos palestinianos o genocídio e o exílio, o que na sua má consciência tinham condenado quando aplicado pelos nazis sobre os judeus. E criaram um monstro, soltaram o golem.

Seguiram-se várias obras “humanitárias” e libertadoras. O golpe de estado no Irão em 1956 promovido pela CIA; o pagamento a Saddam Hussein para fazer a guerra contra o Irão, acabado de sair da órbita “ocidental”; desavindos com o seu agente Saddam, fizeram-lhe guerra duas vezes lançando o Iraque no caos mas, salvaguardando a segurança do petróleo; encarregaram os sauditas de jugular as ameaças populares sobre o sultaneco do Bahrein; fecharam os olhos à deposição do eleito presidente egípcio sorrindo perante o surgimento, via golpe de estado, de um Mubarak II, nas margens do Nilo; provocaram o caos na Líbia reservando ao seu ditador Kadhafi a mesma bárbara justiça já aplicada a Saddam – a execução; da Líbia o caos, com homens e material alastrou ao Mali e justifica a compra de presidentes africanos pelo Africom; e ainda há o Afeganistão, o Paquistão, a Somália…

Na Síria, o financiamento qatari e saudita, o apoio logístico turco e jordano ajuda a escoar material de guerra americano, com o Nobel da Paz de 2009 distraído com a queda de um avião na Ucrânia; como distraído está com o massacre das “suas tropas” israelitas em Gaza.

O “ocidente” que se pretende o detentor da taça dos direitos humanos, da civilização, arrogando-se a uma pretensa superioridade moral sobre todos os restantes terrestres é o artífice deste “grand jeu” que se desenrola no Médio Oriente e arredores.

Só falta ver o idiota do Hollande sair do Eliseu de lambreta para ir ao Iraque e à Síria assistir às crucificações, execuções, lapidação de mulheres pelos assassinos do “estado islâmico”.

http://www.publico.pt/mundo/noticia/jihadistas-matam-270-pessoas-num-deposito-de-gas-na-siria-1663541

GT

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publicado às 15:17

Cerca de 500 mortos do lado palestino,é o resultado da incursão de tropas israelenses, em Gaza.

Israel tem bombardeado por terra mar e ar um inimigo que não tem capacidade de defesa a não ser por meio de artesanaisde baixa intensidade.

Esta invasão necessitava que da actuação do Tribunal Penal Internacional, por que isto é um verdadeiro genocídio de um povo que está prisioneiro na sua própria terra e não pode sair.

Mas o TPI está de pernas e mãos atadas e émanobrado pelos países Ocidentais e ao qual os States estão de fora do seu âmbito.

O TPI tem actuado no Ruanda, na Jugoslávia, etc, mas Israel parece que não vê que á lá muitos genocidas.

Como se sabe Israel está apoiado pelos países ocidentais (Portugal incluído) e pelos USA que apoiam a politica genocida de Israel para com o povo palestino.

 

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publicado às 11:18

http://www.alasbarricadas.org/noticias/node/32070

 

 

Entrevista a la nueva Federación Estudiantil Libertaria

carmen_carlosLa semana pasada durante el congreso estudiantil libertario se constituyó la nueva Federación Estudiantil Libertaria, que recoge el testigo de la federación anterior que tuvo su accionar en el período 2008-2012.

Para la ocasión miembros de Alasbarricadas y el periódico Tierra y Libertad entrevistamos conjuntamente a la comisión de prensa de la nueva FEL.

La Comisión de Prensa elegida en el congreso se compone de Yeray de FES Zaragoza, Pablo a título individual, Jaime de CEL Coruña, Sol de ALE de la UAM de Madrid.

Destacamos también la pequeña acción de solidaridad con Carmen y Carlos que se hizo durante el congreso cuya foto encabeza este artículo.


¿De dónde surgió la necesidad de formar una Federación?

Yeray: La necesidad surge tanto del surgimiento de muchos colectivos durante el curso pasado como de la disolución de la Federación de Estudiantes Libertarios que existía hasta el momento. Es en este curso donde se lanza la propuesta de unir lazos entre estas agrupaciones y establecer una comisión pre-congresual para que se ocupara de preparar un congreso en este verano, en el que se acercaran posturas, se establecieran unas líneas generales de actuación y unos estatutos comunes hasta establecer una federación estudiantil libertaria.

¿Qué grupos se han unido a la Federación?

Sol: ALE de la Universidad Autónoma de Madrid, FAC de la Complutense, FAEM de Madrid, en los institutos principalmente pero que también tiene gente en la universidad...

Jaime: De Galicia venimos CEL Coruña y CEL Compostela. Participó también CEL Ourense, pero no pudo asistir...

Yeray: Estudiantes Libertarios de Sevilla y Frente Estudiantil y Social de Zaragoza... Hay una serie de colectivos que están pendientes de confirmación ya que aunque participaron en el proceso pre-congresual no han podido asistir. Serían el CEL Ourense, CEL Vigo y el Frente de Juventud Libertaria de Ciudad Real. Pero también hay otros colectivos que vinieron como observadores como las Juventudes Libertarias de La Rioja y CNT-Estudiantes de Córdoba, que no se federará al estar integrada dentro de otra estructura, pero con la que mantendremos una colaboración estrecha.

Sol: También la Federación Estudiantil Anarquista de Catalunya ha enviado delegados y tratarán en el futuro si se integran o no dentro de esta federación de nivel estatal. La FEAC se compone de las asambleas de UB Raval, UB Diagonal, UAB, UPF y Escola Industrial.

¿Cómo funcionaréis a partir de ahora?

Sol: Vamos a tener agrupaciones y “compañeros de a pie”, como hemos denominado, que son individualidades a las que la federación ayudará en todo lo posible a montar una agrupación, que será su principal objetivo. Entre varias agrupaciones se podrá crear una federación territorial.

Yeray: Se funcionará por congresos periódicos con un máximo de tres años entre congreso y congreso, en el que se determinará tanto todo tipo de reforma estatutaria como la línea general a seguir en cada periodo. Luego habrá reuniones para coordinar el comité federal.

El comité federal contará con un vocal y un vicevocal de cada agrupación que se renovarán cada curso. De entre los vocales se eligen en pleno federal, también por un curso, cuatro secretarías: comunicación, organización, antirrepresiva y formación. Podrán elegirse también cuatro vicesecretarías y en las secretarías podrá colaborar cualquier militante de la Federación. Por ejemplo, si bien la web la gestionará el secretario de comunicación se pretende que toda agrupación tenga una persona que mande sus convocatorias.

Al hilo de lo que has dicho, ¿hay algún plan de actuación de cara al curso que viene?

Sol: Aparte de los estatutos hemos realizado unos análisis de coyuntura que han sido divididos en medias, universidad, estatal, y relaciones con otras organizaciones. Entonces dentro de estos análisis nos hemos dividido por grupos y hemos sacado diferentes propuestas y líneas de actuación que posteriormente han sido debatidas en plenario y que han sido las guías que seguiremos.

¿Por ejemplo?

Sol: Una cosa que ha sido bastante recurrente ha sido reforzar las asambleas de base de facultades, universidades, centros de estudio... depurando la toma de decisiones de este tipo de órganos y convirtiéndolas en ámbitos de referencia de mediación entre estudiantado e instituciones.

Jaime: Y por salirnos un poco de lo típico, también modificar el discurso antifascista.

Yeray: También una oposición frontal a todo el ataque neoliberal que está sufriendo en estos momentos la educación proponiendo un nuevo modelo educativo. No quedarnos sólo en volver a la etapa anterior del capitalismo sino ir hacia una nueva educación de tipo comunitario con una nueva metodología, que no persiga fines económicos.

¿Cómo veis el tema de la educación pública?

Sol: En este sentido creo que ha habido bastante consenso. Hemos tenido un debate estupendo y tenemos consenso entre lo que son las cosas a corto plazo y a largo. Está claro que a día de hoy no podemos entrar en las asambleas de base con un discurso maximalista.

Yeray: El lema del congreso lo decía “defender lo público mientras se construye lo común”. Es decir, que pretendemos no sólo defender la educación actual de los ataques del neoliberalismo sino superarla por una nueva educación comunitaria.

¿Qué relaciones tendréis con otras organizaciones, tanto libertarias como estudiantiles de otras tendencias?

Yeray: Con el resto del movimiento libertario, especialmente con el movimiento sindical, se ha hablado de que haya una estrecha colaboración dentro de un proyecto de clase. Sobretodo con los sindicatos de la enseñanza, pero también intentando acercarnos a otros sectores precarizados de la educación como pueden ser interinos, investigadores, etc.

Y luego con otras organizaciones estudiantes que no sean libertarias, colaboraremos atendiendo a las necesidades de cada espacio concreto.

Sol: Hemos remarcado mucho la autonomía de cada colectivo en su ámbito de actuación, ya que es muy diferente las situaciones en que nos encontramos y es difícil generalizar.

Yeray: El mundo estudiantil es muy diverso y las relaciones que se dan en cada lugar son muy diferentes.

A nivel oficial, ¿cómo valoráis el congreso?

Yeray: Oficialmente el congreso ha sido un éxito, (risas) dado que su objetivo era establecer una federación que reuniera todas las sensibilidades que aquí había presentes y que a la vez pudiera funcionar bien, intentando solucionar los errores de la anterior experiencia organizativa. A nivel organizativo también todo ha salido bastante bien, y no hay mucho más que decir.

Y a nivel personal, ¿qué os ha parecido el congreso?

Jaime: Ha sido duro. (risas)

Pablo: Como he dicho al principo, yo venía solo y no conocía a nadie. Me he sentido muy cómodo y muy bien acogido entre todos. Vengo de la Sierra Noroeste de Madrid, no vengo de muy lejos, pero vengo a título individual. Y sí que me ha dado muchísimas ganas de potenciar el movimiento estudiantil – a poder ser libertario – en mi zona.

Sol: Yo estoy bastante emocionada con lo que ha salido, y estoy muy contenta. Contenta sobretodo con las actuaciones que han tenido siempre las compañeras de intentar llegar al consenso lo máximo posible aunando posiciones de la mejor forma. Me he quedado gratamente sorprendida. No ha habido necesidad de votar, todo ha salido relativamente dinámico y rápido. Ha sido genial.

Yeray: Personalmente, muy satisfactorio. Muy agotador. Sobretodo llevar los debates más de tipo ideológico ha sido lo más costoso, pero lo hemos solucionado perfectamente y ha merecido la pena. Ha sido sorprendente como en las cuestiones de tipo organizativo y en las líneas de actuación ha ido todo muy rodado. En ese sentido se nota que había muchos puntos en común en cómo nos organizamos en todas las ciudades.

Para terminar, ¿creéis que la Federación Estudiantil Libertaria puede llegar algún día a marcar la pauta del movimiento estudiantil?

Jaime: ¿Porqué no? Yo creo que sí, porque lo que hemos visto hasta ahora, las propuestas de ámbito estudiantil que tienen otras organizaciones son prácticamente nulas. Son volver a 2005 y poco más. Hace falta proponer cosas distintas. En ese sentido uno de los pocos sitios en los que he encontrado algo así, que se trabaja la pedagogía es en las organizaciones libertarias.

Entonces, ¿puede ser? Yo creo que sí. Si no no estaría aquí.

Sol: En ese sentido, como dice el compañero, tenemos una propuesta pedagógica frente al resto de movimientos estudiantiles que carecen totalmente de una propuesta clara y simplemente se limitan a negar los sistemas pedagógicos actuales y a negar recortes que no son la causa real de la situación en la que nos encontramos en las universidades y las escuelas.

Yeray: Yo creo que no sólo puede convertirse en el referente, que marque la pauta, sino que debe convertirse en referente. No solo tenemos una alternativa pedagógica, como dicen los compas, sino que además tenemos una alternativa de gestión. Ante el descalabro que supone el capitalismo que ya no es capaz ni de resolver las necesidades de las personas, de su desarrollo a nivel intelectual personal y colectivo, tenemos una alternativa que pone en manos de toda la comunidad lo que ahora mismo está en manos de los grupos dominantes.

Los compañeros de Córdoba han conseguido ser la fuerza mayoritaria del movimiento estudiantil, quien convoca las movilizaciones. En Zaragoza somos una de las fuerzas más importantes y últimamente no se hace ninguna huelga si no la apoyamos nosotrxs. Entonces se está viendo que existe esta posibilidad y además debe estar reflejada a nivel estatal. No puede ser que haya sitios en los que el Sindicato de Estudiantes ni siquiera existe como puede ser el caso de Córdoba o de Zaragoza las huelgas las convoque el Sindicato de Estudiantes. Es decir, necesitamos esta estructura estatal que permita potenciar una respuesta a unas políticas que son también llevadas a nivel estatal.

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publicado às 10:40

Aos 53 anos, António Costa é candidato a candidato a primeiro-ministro pelo PS nas primárias de 28 de Setembro. Presidente da Câmara de Lisboa, já foi deputado, eurodeputado, secretário de Estado e ministro dos Assuntos Parlamentares e também ministro da Administração Interna e da Justiça.

Lá currículo não falta a António Costa. Já só falta mesmo ser PM.

Como governante não deu uma para caixa.

A justiça ficou tudo na mesma, uma para ricos outra para pobres, no ministério das polícias faz o que todos fazem;acentuar a repressão social e como presidente da cãmara finge que faz e nada faz por que não quer.

Quanto ao Guterres foi um homen que acentou a crise de Cavaco e deixou um país na míséria e teve continuadores dignos desse nome.

Guterres não tem estofo para Belém, é mais um pau mandado como cavaco.

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publicado às 17:46




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