Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Surto de legionela em Vila Franca

21.11.14, uon

O recente surto de legionela na zona de Vila Franca (Forte da Casa/Vialonga/Santa Iria) e que originou centenas de vitimas e alguns mortos vai lançar mais uns trabalhadores no desemprego.

As suspeitas caiem na fábrica de adubos que lançou na atmosfera nuvens contaminadas por falta de filtros do ar nas respectivas fumarolas.

As pessoas contaminadas vão agora pedir indemnizações por danos na saúde.

A fábrica não terá meios financeiros para indemnizar os contaminados, com esta crise instalada.

O drama dos trabalhadores que cheiram diariamente os resíduos doentias e agora sujeita-se a fechar a fábrica e a ficar no desemprego.

Também no Parlamento/Palácio de Belém  as chaminés deitam todos os dias fumos tóxicos para os cidadãos em geral e nada é feito para que o drama acabe.

A inspecção não chega lá por está demasiada ocupada.

Reformas dos deputados em discussão na AR

20.11.14, uon

O Bloco de Esquerda para deixar claro que é “contra qualquer proposta que implique repor regalias, pensões vitalícias aos deputados, ao mesmo tempo que se cortam pensões a trabalhadores”.

As reformas vitalícias dos deputados deviam de ser abolidas, por que é uma vergonha os trabalhadores estarem a sofrer na carne cortes nos seus ordenados e os ex.deputados estarem a receber reformas milionárias de meia-dúzia de anos de trabalho.

O tempo e os descontos dos deputados passado na assembleia deviam contar para a sua reforma quando se reformassem e nada mais.

A classe politica deste país mantém privilégios que os eleitores não lhes atribuiu nem elegeu e isso até é uma forma de corrupção receber o que não se produzio.

Se receber dunheiro para os vistos gold andarem mais depressa, é crime, então um deputado receber aquilo a que não tem direito, também o é.

 

 

 

 

A ONU não passa duma caricatura aos serviços do capitalistas norte-americanos

19.11.14, uon

As Nações Unidas condenaram hoje as violações dos direitos humanos na Coreia do Norte, dando um primeiro passo para julgar Pyongyang no Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes contra a humanidade.

Não fosse a ONU governada por um sul-coreano inimigos declarados do norte e muito amigos dos EUA que tem como objectivo declarado fazer da Coreia do Norte uma democracia minada pelos capitalistas ocidentais não havia esta perseguição.

O regime do Norte é uma ditadura vermelha governada por só um partido e deve haver muitas situações de violação dos direitos humanos, designadamente para quem quer outro sistema e luta por ele.

Mas o sul até também tem pena de morte e não é exemplo para ninguém em matéria de direitos laborais.

A ONU tem bem perto de si um homem (Bush) que atacou o Iraque a pretexto das armas destruição maciça e nada encontraram e sem mandato da ONU.

Deixaram um país destruído e abriram a porta ao estado islâmico que é governado por ocidentais que transitaram aquele território e que agora faz um sem número de atrocidades na Síria/Iraque/Curdistão.

A ONU tem Israel que coloniza outro povo e é apoiado pela CEE/NATO/USA e nada lhes acontece.

A ONU não passa duma caricatura aos serviços do capitalistas norte-americanos.

 

 

artigo da revista utopia sobre anarquismo e feminismo 1988

18.11.14, uon

 

 

 

  
 

As novas formas de "relações conjugais" e de "relações domésticas" sugerem um novo modelo de feminilidade: o da "mulher liberada", segundo um tipo de liberação que convém a economia capitalista e as políticas dos Estados governantes.

O princípio básico desta feminilidade é a igualdade na diferença. De um lado, as mulheres adquiriram os mesmos direitos e deveres que os homens, no que diz, respeito ao matrimônio, a família ao trabalho e à vida política social. Do outro lado, as diferenças específicas homem - mulher devem e precisam ser preservadas.

Esta especificidade refere-se a toda uma série de características físicas, intelectuais e emocionais que são consideradas típicas da natureza feminina. No entanto, tal conceituação de feminilidade não mais eficiente para descrever a mulher no mundo atual Antes, impõe e estabelece um novo estereótipo normatizado e normalizado da mulher.

Os componentes clássicos da mulher submissa eram: heterossexualidade, passividade, narcisismo e sentimentalismo. Hoje, os componentes básicos da mulher liberada camuflam os anteriores e adaptam a mulher às características deste novo ser emergente: individualismo, autonomia, força, autocontrole, eficácia e racionalidade.

Não obstante as suas contradições, este modelo e mulher justifica psicologicamente e permite socialmente ao mesmo tempo a relação conjugal, a maternidade e, na esfera das relações econômicas, a divisão do trabalho com o homem.

No contexto político, a feminilidade é objeto de negociações de todo tipo entre os movimentos feministas e as instituições que produzem, difundem e inculcam ideologias nas sociedades modernas: o Estado, os meios de comunicação e o meio cultural.

O modelo da "mulher liberada" é, basicamente, o reflexo das relações de poder entre esses dois agentes: Os movimentos feministas e os Estados governantes. Este novo modelo de feminilidade não só torna possível formas "avançadas" de opressão sobre a "mulher liberada", como também, constitui o fator - chave da reversibilidade do movimento de liberação feminina, enquanto movimento cooptado pelo Estado.

A história das mulheres é uma história de avanços e recuos. Em certos períodos históricos, as mulheres adquiriram direitos formais e informais que, em outros períodos, foram perdidos. Por outro lado, outros foram conquistados, de maneiras diversas e em contextos diversos, e assim por diante.

Toda mudança econômica, social e política relevante implica em conseqüências positivas ou negativas para as mulheres. Melhorias em sua condição são sempre fruto de uma mobilização ativa, inserida na contradição dessas mudanças.

A ideologia da feminilidade reflete a variação, no tempo, de uma essência mantida imutável: "o eterno feminino". A eficácia do feminismo, a curto e a longo prazos, depende, em grande parte, da capacidade das mulher em impedir a formação e a institucionalizacão de novas variantes do "eterno feminino", mesmo que venham apresentadas como parte integrante do processo de liberação da mulher.

O potencial de força das mulheres somente poderá ser mobilizado e usado em favor de sua verdadeira liberação, se o movimento feminista trilhar um caminho verdadeiramente revolucionário. Em outras palavras, se optar por uma mudança da ordem social e não na ordem social.

O anarquismo oferece instrumentos de organização e de luta revolucionária capazes de tornar realidade o potencial subversivo do feminismo.

Em sua origem, o feminismo representou um sério golpe nas estruturas de poder, em sua forma mais elementar e básica: o controle interpessoal, no jogo recíproco de força e consenso.

Mas a força do protesto feminista pode-se voltar contra as mulheres, se, em sua luta contra a dominação, decidirem aliar-se às instituições detentoras de poder: os partidos políticos e os aparelhos de Estado.

O Estado tornou-se (ou foi convertido em) interlocutor privilegiado do movimento feminista moderno, desde seu surgimento, e de forma cada vez mais íntima. Em seu diálogo com o Estado, o movimento das mulheres, ao formular suas reivindicações principais, terminou por assimilar-lhe a linguagem.

Dessa forma, adquiriram elas direitos que o Estado pode garantir, reformas que o Estado pode realizar e recursos que o Estado pode distribuir.

Ainda o Estado apresenta-se como agente garantidor de mudanças em esferas privadas que ele (Estado) não pode realizar diretamente, coma no caso de relações sexuais e afetivas homem – mulher.

Da mesma maneira que a movimento operário, especialmente em suas formas sindicais institucionalizadas, o movimento feminista é, a todo momento, levado a negociar com o Estado. Por sen turno, o movimento feminista dispõe-se a esse tipo de negociação porque lhe parece que somente esta forma mostra-se capaz de impor respeito a maridos, patrões, pais, concidadãos, colégios, dirigentes de todo tipo, intelectuais, etc.

Essa interação movimento feminista - Estado é coerente com a lógica dos sistemas sociais vigentes. De fato, a função principal do Estado moderno é expressar e neutralizar as tensões e os conflitos causados por atritos entre sujeitos sociais, especialmente as relativos a classes sociais e sexos.

Todo movimento de protesto, a qualquer nível de luta, é necessariamente remetido ao Estado. E este dispõe dos recursos e mecanismos necessários para neutralizá-lo. Pode e tem reprimido protestos com o uso da violência, mas também tem e pode determinar realizar modificações funcionais do sistema, com vistas a reduzir as tensões, sem comprometer a sua autoridade e perpetuação.

A história do movimento operário, das lutas raciais, dos movimentos estudantis oferecem uma farta ilustração de como opera o mecanismo estatal de controle nas Sociedades modernas.

Sem dúvida, as mulheres obtiveram, sobretudo por parte do

Estado, o reconhecimento de certos direitos e melhorias parciais de sua condição. Na maior parte dos casos, estas vitórias das mulheres tornaram-se, também, vitórias do Estado, na medida em que significaram, em certa medida, um aumento da capacidade do Estado de controlá-las e a seu movimento.

Alguns organismos instalados a nível governamental têm toda a aparência de mecanismos permanentes de controle sobre as mulheres e seu movimento, como, por exemplo, comitês, comissões, institutos montados para estudar a mulher, formular soluções para seus problemas e, até, para montar e implantar projetos feministas.

Estes organismos e instituições multiplicam-se e proliferam em sociedades nas quais a movimento feminista tem provocado fortes impactos e possui articulações regionais e internacionais.

A despeito dessa interação, as relações mulheres - Estado estão longe de ser harmoniosas. Isso porque a Estado não resolveu - e nem pode resolver - as contradições que alimentam a revolta e a resistência das mulheres. Se, por um lado, oferece-se como um interlocutor e lhe fornece canais legais de reivindicações, por outros neutraliza seu potencial revolucionário e corrói seu potencial de libertação.

0 movimento feminista proclama, como principio, que o privado é político. Séculos de opressão demonstram que a afirmação é verdadeira sob todos as seus aspectos.

É chegado o momento, no entanto, de uma predominâcia da esfera privada sobre a pública. A primeira é vida e desejo. A segunda é ordem e imposição. Imposição que sempre vem sob a camuflagem de ajudar o desejo, desejo que é sempre posto a serviço da ordem. Porque se trata, aqui, daquele desejo que a ordem programou e daquela imposição que o desejo previu e a ela se sujeitou.

Para subverter este sistema, é necessário superar a linha imaginária que se construiu entre esfera pública e esfera privada. São duas faces da mesma moeda: a Estado - família e a família - Estado.

É necessário liberar a consciência para o fato de que, neste âmbito de solidão e luta, a moeda corrente é o controle.

Além de outras formas que devem ser liberadas, está aquela a que me referi no inicio - a feminilidade – e tal só pode ser feito se entendermos que é o poder que a produz e que são as mulheres as suas prisioneiras.

Nicole Laurin-Frenette
Professora de Sociologia na Universidade de Montreal
Membro do Instituto Anarchos,
Montreal Canadá,
in "Volontà", no. 4, 1982.
revista anarquista trimestral
editada na Itália

Revista Utopia #1, primavera de 1988

Uma mulher no ministerio do interior

18.11.14, uon

Anabela Rodrigues sucede a Miguel Macedo.

É a primeira vez que uma mulher lidera o Ministério do Interior.

A imprensa vê na nomeação da ministra como um acontecimento extraordinário o que naão deixa de ser significativo.

Uma grande vitória das mulheres pela sua emancipação dirão as organizações de mulheres reformistas ou radicais de direita ou esquerda.

Esta nomeação não é uma emancipação mas sim uma submissão ao ditames dos repressores e dos senhores do mando deste país.

Por outro lado há mulheres que já atingiram a sua emancipação quando estão num cargo de liderança e mandam noutras mulheres ou em homens.

Ainda para mais estas mulheres não tem nada na cabeça a não ser o ego de liderança.

As mulheres tem fama de serem mais radicais que os homens será da sua fragilidade ou uma obsessão.

Uma mulher com alguma massa cinzenta e consciente nunca aceitaria um lugar de chefe dos repressores que nos reprimem no dia-a-dia.

Tivemos grandes mulheres com massa cinzenta e com consciência e lutadoras como Louise Michele (francesa), Miquelina Sardinha, Maria Lacerda de Moura, (brasileira) Emma Goldman russa/EUA Federica Montesin (espanhola) e muitas outras.

 

 

 

 

 

 

Machete e a suspensão de direitos fundamentais

18.11.14, uon

Dito por Machete, MNE "Os direitos fundamentais sociais têm de assentar num desenvolvimento económico compatível com o nível de satisfação desses direitos e isso é uma tarefa prioritária que pode justificar aquilo que os juristas classificam como certas restrições aos direitos fundamentais, prontas a serem levantadas logo que o desenvolvimento o permita".<!--[if !supportFootnotes]-->[1]<!--[endif]-->

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2014/11/machete-e-suspensao-de-direitos.html

Trocando por muídos isto quer dizer que quando o desenvolvimento for de baixo nível, também os direitos fundamentais (liberdades de expressão reunião e circulação e direitos económicos sociais)  tem que se proporcionais o que é o nosso caso.

Como o nosso desenvolvimento não vislumbra luz ao fundo do túnel. Machete quer dizer que a quebra das liberdades pode ser  perdido e pode durar 48 anos, até que chegue o desenvolvimento como aconteceu no 25 de Abril de 1974.

Este pensamento é claramente retrógrado reaccionário e fascista de que  Machete é um digno seguidor.

 

 

Peixe graúdo no negócio dos visto gold

17.11.14, uon

Uma rede de graúdo peixe desde o director do SEFaté a secretária geral do ministério da justiça recebiam favores dos vistos gold foi detida por  um órgão repressivo do estado.

Um visto gold que demorava seis meses a obter por portas e travessas era feito em um mês, em troca untavam as mãos ao peixe graúdo.

Os visto gold é um autorização de permanência e/ou circulação em Portugal e arredores para quem invista 500 mil euros em imobiliário e/ou empresas e foi Paulo Portas que descobriu essa mina de ouro.

Segundo uma funcionária dos RN ouvida na Antena Um Aberta, um peixe  graúdo chamado António Figueiredo era muito rigoroso e persiguidor  com os funcionários dos registos e notariado e agora está metido ate as pontas dos cabelos no negócio.

É quase sempre assim os peixes rigorosos são apanhados na rede devido a sua envergadura.

Com esta bomba já levou a demissão do fuher Macedo Ministro do Interior responsável pela repressão das polícias sobre todos nós.

O desgoverno devia aproveitar para se demitir por que já cheira mal.