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Como a baixa do preço do petróleo em Angola, várias dezenas de milhares de trabalhadores que foram contratados por empresas angolanas e portuguesas poderão ter de deixar o país e regressar a Portugal.

A grande maioria dos trabalhadores dedica-se á construção civil (construção de casas, estradas, infra-estruturas, etc, mas outros sectores poderão ficar também afectados.

Quando um sector caí outros irão logo a atrás.

É o fantasma das cotações que ora para cima ora para baixo que faz que a crise económica e social apareça.

Angola devido ao colonialismo e depois a guerra civil durante vários anos estava com uma pujança económica (capitalista), mas agora a crise do petróleo faz baixar a economia.

Angola não tem estruturas economicas e sociais e tem desigualdades assustadoras para combater o flagelo e tem um sistema repressivo bastante significativo. 

Angola está na mão de meia-dúzia de pessoas do MPLA, partido governo que deixou de ser comunista/marxista para passar a capitalista e o resultado está vista.

Quem perde é o povo se já estava pobre, pode ficar mais pobre.

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publicado às 16:08

Trabalho forçado não! AIT-SP

por uon, em 31.01.15

Contratos de Empregabilidade e Inserção

Eis um novo nome para trabalhos forçados e uma nova forma do Estado promover a precariedade dentro e fora dele. Contratos que não são de empregabilidade, porque não te garantem emprego, nem são de inserção, porque apenas és inserido na escravatura contemporânea.

Esta forma de terrorismo laboral serve para camuflar a verdadeira estatística do desemprego (tal como os cursos de formação e a emigração), para fomentar a desregulamentação laboral (tanto em salário, como em horário, vínculo e direitos), incentiva a desmotivação e a marginalização e não satisfaz as necessidades das pessoas.

Herdeira do ex-programa ocupacional de emprego (POC), ofende a dignidade dos trabalhadores chantageados pelo centro de (des)emprego que desempenham funções permanentes (ilegalmente) em autarquias, instituições estatais, entidades de “solidariedade” social (IPSS), em áreas como a saúde, escolas, segurança social (vão agora substituir 700 empregados), centros de dia, recolha de lixo, etc., e até na ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho). Por vezes são gozados pela entidade empregadora quando lhes dão expectativas de um contrato, o que é sempre uma farsa e pode criar quebras emocionais.

É um exército de voluntários à força para diminuir o poder reivindicativo e para aumentar o lucro não só do capitalismo de mercado, mas também do Estado.

Há cerca de 100 mil pessoas nesta situação ultrajante e ignóbil que não têm os mesmos direitos (de contrato, retribuição e protecção a acidentes/doenças profissionais...) do que outros assalariados com quem trabalham ombro a ombro, o que vai provocar atritos e divisões, em benefício de quem os explora a todos (“dividir para reinar”).

Não somos colaboradores, como agora nos chamam, não colaboramos com esta tortura social, a par com os estágios, as máfias das E.T.T. (empresas de terrorismo temporário), etc., mas o que podemos fazer além de denunciar este crime? Propomos que nunca se deixe de lutar quotidianamente, que nos auto-organizemos por locais ou empresas e usemos as tácticas eficazes da sabotagem, várias formas de greve (de zelo, por exemplo), solidariedade e acção directa, que há uma centena de anos atrás levaram à conquista de melhores condições de trabalho e de vida.

28/01/2015

http://ait-sp.blogspot.pt/

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publicado às 15:59

A TAP (NÃO) É DE TODOS

por uon, em 31.01.15

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/01/31/uma-posicao-anarquista-em-defesa-da-tap-publica-mas-nao-do-estado/

Uma (o)posição anarquista acerca da privatização da TaP.

a tap

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publicado às 14:56

Durante as madrugadas de sábado e de domingo, 24 e 25 de Janeiro, um pequeno grupo de compas realizou as siguintes ações na zona de Petralona (decorada com material de propaganda eleitoral):

Cerca de sete faixas de partidos políticos foram retiradas ou vandalizadas com spray.

Foram realizadas pintadas em várias ruas, no quiosque eleitoral do SYRIZA e num centro de votação.

Foi colocada uma faixa contra as eleições.

Sabotagem ao processo eleitoral. Morte aos salvadores. Declaramos guerra contra a democracia. Tomemos as rédeas das nossas vidas.

Viva a anarquia.

Simpraxis anarquista

http://pt.contrainfo.espiv.net/

petralona1

A faixa do SYRIZA, que antes dizia “Chega a esperança, Grécia avança e a Europa muda. Vota no SYRIZA”, agora diz “ Chega a esperança, queimar-se-à a Grécia e a  Europa se queimará. Morte ao SYRIZA”.

petralona2

A pintada e o stencil dizem: “Abstenção às urnas. Insurreição e desobediência. Fogo às celas escolares”.

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publicado às 15:45

Quase dois milhões vivem com menos de 411 euros por mês é a conclusão que chegou o Instituto Nacional de Estatistica.

Se dois milhões de pessoas vivem com um mínimo que lhes permite não morrer de fome, mas se comerem não tem dinheiro para outras necessidades básicas como vestir, pagar as contas fixas, medicamentos, etc concerteza que vão sofrer faltas.

A pergunta impõe-se como é que o INE chegou a conclusão que hoje as pessoas vivem mais tempo cerca de 80 anos para o governo indexar as reformas á esperança de vida.

O governo ao aumentar a idade de reforma está a tirar trabalho aos jovens emigrantes que partem todos os dias à procura de trabalho.

E mesmo que a pessoas vivessem mais anos uma pessoa com 80 anos já não tem qualidade de vida que lhe permita uma vida sã.

Como é que as pessoas vivem mais tempo se as pessoas vão a um hospital e morrem nos corredores das urgências.

Os estudos do INE deixam muito a desejar é preciso que sejam mais rigorosos com as estatísticas.

 

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publicado às 15:25

António Saraiva, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), "as empresas e a economia portuguesas não teriam condições para aguentar". Ou seja, um aumento destes aumentaria desemprego.

Saraiva reagiu desta maneira a propósito do aumento do salário mínimo do novo governo grego.

O governo grego só tem de repor o que foi roubado aos trabalhadores.

O chefe dos patrões a fazer-se de pobrezinho quando na realidade os patrões estão cheios de dinheiro roubado com a exploração dos trabalhadores e muitas horas de trabalho.

A grande maioria dos trabalhadores são precários e ganham 400 euros e dão um rendimento mais que suficiente para as empresas terem cada vez mais lucros e darem de bandeja aos accionistas e administradores. sejam as empresas grandes ou pequenas.

 

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publicado às 14:48

Raul Castro sobre as recentes relações com EUA "Mas isso não será possível enquanto o bloqueio existir, enquanto não for devolvido o território ocupado ilegalmente pela Base Naval de Guantánamo, enquanto não terminarem as transmissões radiofónicas e televisivas que violam as normas internacionais, enquanto o nosso povo não for justamente compensado pelos prejuízos humanos e económicos que sofreu".

Aliás já tínhamos tratado isso aqui, os EUA terão devolver a base de Guantánamo a Cuba que actualmente alberga presos sem julgamento e tratados abaixo de cão.

Terão de compensar o povo cubano das restrições impostas na saúde pelo embargo económico e social nestes últimos 50 anos.

Relações sim, mas não como não tivesse acontecido nada.

Cuba é governado por uma ditadura, mas isso diz respeito aos cubanos, não outro país qualquer.

 

 

 

 

 

 

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publicado às 10:03

Berna, Suíça: Banco Crédit Suisse atacado com tinta

bern_swi

bernDurante a noite de 21 de Janeiro de 2015 atacámos com bombas de tinta a agência do banco ‘Crédit Suisse’ de Köniz, em Berna.

O ‘Crédit Suisse’ é mais uma vez, tal como todos os anos, um parceiro estratégico do Fórum Económico Mundial (WEF) em Davos. Xs ricos e xs poderosxs deste mundo encontram-se novamente, em Janeiro deste ano, em Davos para discutirem juntxs o futuro das suas economias. Tal como xs ricxs e xs poderosxs em Davos – que organizam e promovem o funcionamento diário de pessoas, animais e natureza -vamos organizar a nossa resistência contra isso.

Quer seja em Davos, na Basileia, Zurique ou Berna, nenhuma tranquilidade no país para a Cimeira!

Smash WEF!

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publicado às 17:46

commute
Em grego, a palavra usada para descrever um cão vadio é adéspoto, que significa sem dono. Esta palavra só pode ser entendida de maneira positiva. Fala de quem vive de si mesmo e por si mesmo, que não segue as normas sociais, que não reconhece modelos e que se mostra indiferente a qualquer coisa considerada como superior. Trata-se de um privilégio que todxs perdemos para que possamos sobreviver numa sociedade bem organizada e submergida na normalidade. Um privilégio que apenas uns tantos animais indomáveis conseguem manter intacto e que xs lacaios da democracia decidiram retirar-lhes de vez.

Após decisão do novo presidente da Câmara de Volos, no domingo, 19 de Outubro de 2014, pôs-se em marcha o plano de limpeza da cidade dos cães vadios perigosos. Trata-se de mais uma das conhecidas táticas dos estadistas e dxs seus/suas seguidorxs de turno, a de se apressarem sobre todxs xs que destruam a imagem de uma sociedade submergida num purgante de alta densidade, numa sociedade que encarcera todx aquelx que não consegue esterilizar. É mais uma maquinação que procura promover o lado “sensível” de um Estado de bem-estar, através da criação de centros de “hospitalidade” para abarrotar com aquelxs que não encaixem dentro da sua imagem, uma prática do Estado usada continuamente contra várias das partes sócio-políticas, como xs imigrantes, as mulheres seropositivas, xs anarquistas etc.

Não temos ilusões, nunca as tivemos antes. Não acreditamos que os cães capturados tenham uma vida feliz, pelo contrário. Como poderiam viver em felicidade se já não são livres? Terão que viver em jaulas, e nada nos pode garantir que os mais revoltosos e inoportunos deles, ou os que sobrarem após se encher o canil, não serão mortos.

Pode ser que a mentalidade do confinamento esteja profundamente arreigada dentro das vossas mentes enfermas, mas há que entender que xs sem dono não se encarceram, que os cães vadios não se capturam.

Os cães voltarão para os seus parques e praças, vagabundeando livremente na cidade!

Xs Devotxs de Disnomia

http://pt.contrainfo.espiv.net/2015/01/28/volos-grecia-acerca-dos-caes-vadios-da-cidade/

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publicado às 17:43

O PS nunca vai ser o Siryza

por uon, em 28.01.15

O PS vê a vitória do Syriza como um sinal da decadência das políticas de austeridades impostas pela Alemanha na União Europeia (UE) - mas daí não vai até ao ponto de aderir às teses radicais do partido de Alexis Tsipras sobre não pagamento da dívida pública.

O PS nunca vai ser o Siryza por que na génese do PS e do irmão gémeo PSD vai estar sempre a defesa do sistema capitalista que que nos conduziu a esta situação de crise generalizada.

Os capitalistas precisam que os consumidores consumam e que se endividem por que o consumo de bens supérfluos é que lhes vai dar a riqueza e os governos como são pró capitalistas ainda dão uma ajuda aos detentores do capital como medidas pró-consumo primeiramente e depois com medidas austeritárias para conter o consumo que é o que está acontecer.

O Siryza como partido folclórico já está a fazer algumas flores.

Para já aumentou o salário mínimo para níveis antes da crise que é da praxe.

Os governos quando entram vão para uma corrida de maratona (42Km), mas a meio da corrida começam a faltar as pernas é o que vai acontecer a este.

 

 

 

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publicado às 11:48

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