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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Despedimento Injusto na Cruz Vermelha (Alicante) Espanha

22.07.15, uon

Despedimento Injusto na Cruz Vermelha

 
Na Cruz Vermelha vendem "humanidade" aos pontapés e até despedem trabalhadores em nome dessa mesma humanidade.
Ou será que o verdadeiro objectivo e o humanismo do dinheiro e do trabalho escravo. http://ait-sp.blogspot.pt/2015/07/despedimento-injusto-na-cruz-vermelha.html

Putin quer restaurar czarismo

21.07.15, uon
A grã-duquesa María Vladimirovna autoproclamou-se czarina

Putin quer recuperar a grandeza imperial e convidou a família real a regressar.

Existem dois pretendentes ao trono russo em cima.

Só nos faltava esta do ex.KGB.

É preciso correr com a corja putinista que quer restaurar a monarquia decadente reaccionária e dos Romanov.

Revolução social anarquista.

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Cuba e States reforçam relações diplomáticas com troca de embaixadores.

Os cubanos ficam agora entre a espada e a parede se dum lado tem o regime dos irmãos Castros do outro tem o maior regime terrorista e explorador do mundo, mascarado de democracia.

 

República de Couto Misto encravada entre Portugal e Galiza/Espanha

20.07.15, uon

Até finais do século XIX, existiu na Península Ibérica, encavalitada entre Trás-os-Montes e a Galiza, uma pequena república independente. Chamava-se Couto Misto, não pagava impostos nem servia os exércitos de nenhum dos países vizinhos, elegia os seus dirigentes e vivia do comércio. A divisão do seu território entre portugueses e espanhóis foi confirmada já no século XX mas as últimas disputas territoriais só ficaram sanadas nos anos 90. -

 

http://vmais.rr.sapo.pt/default.aspx?fil=989386&rdt=1

‎Tories‬ anunciaram hoje novas medidas que vão dificultar a organização de greves no Reino Unido

17.07.15, uon

- Uma greve só pode realizar-se após uma votação de pelo menos 50% dos membros do sindicato que a convoca. Nos serviços públicos essenciais, como a saúde, educação, bombeiros, transportes, segurança de fronteiras e energia é necessário o apoio de pelo menos 40% dos sindicalizados.

Uma greve só deve ser convocada se os afiliados estiverem de acordo.

Em Portugal, muitas vezes as direcções sindicais  da CGTP/UGT convocam greves e a grande maioria dos sócios não está vocacionado para a apoiar e banalizando a greve e não contribuindo para resolução dos problemas dos trabalhadores.

- Os sindicatos devem informar a direcção das empresas da decisão de fazer greve 14 dias antes e autorizar a contratação de pessoal para substituir os grevistas.
- Todos os piquetes de greve têm um tecto máximo de seis pessoas. Caso estejam mais presentes correm o risco de ser presas, pois segundo o documento é "intimidatório" para os trabalhadores que decidam trabalhar.

Como é evidente que os 14 dias é muito tempo.

Deve haver liberdade sindical para convocar uma greve  e um mínimo de 3 dias para informar a empresa e não pode haver substituição de grevistas por outros.

Quanto aos piquetes de greve também deve haver liberdade de participar ou não.

 

 

 

[Zaragoza] Finaliza la huelga en ALUMALSA

17.07.15, uon

A falta de la firma definitiva del pacto de fin de huelga entre comité de huelga y empresa, que tendrá lugar hoy domingo en el SAMA a las 20:00, los trabajadores y trabajadoras dan por concluido este proceso de lucha en asamblea celebrada hoy por la mañana, dando por bueno un acuerdo en cuyo contenido destacan algunos puntos, como los siguientes:

– Subida salarial lineal (de modo que se benefician los sueldos más bajos en la empresa, a diferencia de lo que ocurre con las habituales subidas porcentuales), de 400 euros anuales por trabajador/a para 2015, 450 para 2016 y 500 para 2017, es decir, que el salario anual se incrementará en 1350 euros lineales a lo largo de estos tres años.

– Supresión de un tramo de escala salarial, de modo que se pasa de los cuatro que había hasta ahora a tres, fusionándose los dos tramos intermedios en tramos proporcionales.

– Reducción gradual de la jornada laboral, que será de 223 días al año en 2015, 222 en 2016, y 221 en 2017.

– Limitación de la posibilidad de distribución irregular de la jornada, que la empresa no podrá aplicar en fin de semana salvo autorización de la representación de los trabajadores (que a su vez no deberá negarse injustificadamente), limitando con ello sensiblemente los efectos de la Reforma Laboral a este respecto.

– Salida de la sección de fundición para los trabajadores/as mayores de 55 años que así lo soliciten, dada la penosidad de dicho trabajo, y mejora para el personal entre 50 y 55 años consistente en su asignación a puestos automáticos sin manipulación en caliente o en puestos semiautomáticos no más de 4 horas al turno y nunca en colada manual.

– Cobro del plus de fundición como jornada completa para todo el personal que pase más de 4 horas de trabajo efectivo como fundidor en un turno.

– Equiparación del turno de noche con el de mañana y tarde en materia de rutas de autobús.

– Carácter voluntario del turno de noche para todo el personal de la fábrica, de manera que la empresa sólo podrá ejercer su poder de dirección para integrar trabajadores en este turno en caso de que no pueda cubrirse exclusivamente con los voluntarios/as.

- Plus de transporte para el personal del turno de fin de semana, que hasta ahora sólo cobraba el personal del turno ordinario de lunes a viernes.

– Mantenimiento de las cláusulas obligacionales 7 y 11 del anterior convenio, en cuanto al porcentaje de paso a indefinido del personal eventual, y en cuanto a la no instrumentalización de la contratación eventual para reducciones de la masa salarial vinculadas a despidos colectivos.

Con este resultado, aprobado mayoritariamente por la plantilla en asamblea, la CNT considera que la huelga ha servido para frenar las intenciones de la empresa, que inició las negociaciones del convenio pretendiendo ampliar la jornada anual y mantener una congelación salarial a la que la plantilla llevaba sometida ya tres años, de igual manera que se mejoran algunos aspectos en materia de igualdad entre trabajadores y otros derechos . Por lo tanto, el sindicato valora que esto supone el cierre de una batalla entre trabajadores/as y empresa, del mismo modo que anima a la plantilla a mejorar su organización y mantenerse unida, para que en futuros conflictos puedan conseguirse más objetivos y sigan mejorándose las condiciones de trabajo y de vida del personal de Alumalsa.

LUCHAR ES VENCER

CNT, OTRA FORMA DE HACER SINDICALISMO

A voz do dono

16.07.15, uon

Ontem, dentro do parlamento grego se discutia o memorando de austeridade da troika  a jornalista da RTP presente em Atenas se revelou uma verdadeira voz do dono, foi deveras acusadora do grupo de anarquistas que causaram distúrbios e atacaram a policia grega e vai ter direito a subir na carreira.
Se, um jornalista faz uma reportagem desta natureza algum interesse tem o que pode indiciar corrupção jornalista em favorecer uns e denegrir outros, além de fazer um trabalho sujo em torno dos exploradores e dos repressores do povo grego.
No tempo do fascismo os resistentes antifascistas: comunistas, anarquistas, socialistas, democratas, etc também eram considerados terroristas pelos fascistas.

[Alemanha] Bakuninhütte, um refúgio libertário

15.07.15, uon

alemanha-bakuninhutte-um-refugio-1

"Quando o viajante caminha pelo bosque em direção Este desde Meiningen, cidade de Turingia, encontra um refúgio sobre um altiplano livre: Bakuninhütte (…) um refúgio libertário”, escreve no verão de 1931, Hermann George no semanário anarcossindicalista Der Syndikalist. Bakuninhütte (refúgio de Bakunin) é um edifício, construído pelos anarquistas alemães nos anos vinte, que atravessa a história de quatro Alemanhas (República de Weimar, Terceiro Reich, República Democrática e, finalmente, a Alemanha reunificada) para chegar a nossos dias.

Como tudo começou

Meiningen é uma pequena cidade a cem quilômetros a sudoeste de Erfurt, no coração da Alemanha. Em 1919 alguns militantes, a maioria jovens, decidem fundar um grupo que adere à Freie Arbeiter Union Deutschlands (FAUD, União Livre de Trabalhadores Alemães), uma organização anarcossindicalista que em poucos meses chega a contar com quase duzentos ativistas.

Em 1920 o grupo FAUD de Meiningen projeta adquirir um terreno para cultivá-lo, com o fim de aliviar o aperto da crise econômica que atinge a Alemanha após a guerra. No mesmo ano compram, por 21.000 marcos, 6.400 metros quadrados de terra situados a três quartos de hora a pé de Meiningen, sobre o Hohe Maas, um altiplano de cerca de 500 metros de altura rodeado de bosques. Ao lado dos cultivos de batatas e verduras, o terreno é utilizado pelos anarcossindicalistas locais para os acampamentos de fim de semana com suas famílias. Dois tipos de uso que comportam um problema comum: a chuva. O grupo constrói então uma pequena cobertura provisória. Graças ao trabalho coletivo, a construção se transforma com o passar dos meses em um refúgio cada vez mais sólido, em cujo interior é possível sentar-se e cozinhar.

Em 1925, por causa da estabilização da economia, as atividades agrícolas já não são necessárias, por isso que o pequeno edifício se afirma progressivamente como lugar de encontro para os militantes anarcossindicalistas da região.

Nosso Bakunin, nossa Bakuninhütte

Em julho de 1926, por ocasião do cinquentenário de sua morte, o edifício, convertido em um verdadeiro refúgio, é dedicado a Bakunin: nasce assim a Bakuninhütte. Sobre a entrada figura a inscrição “Bakunin-Schutzhütte”, e se coloca uma lápide comemorativa dedicada ao revolucionário russo, obra dos marmoristas anarquistas locais Otto Walz e seu filho Heini.

Em pouco tempo, o refúgio é ampliado: se faz um comedor, um dormitório, uma cozinha e uma sala comum. O material para a construção, assim como a água, se transporta nos ombros; para a iluminação noturna se utilizam as lâmpadas de petróleo. Inclusive o exterior da Bakuninhütte se vai arrumando progressivamente com caminhos, jardins, bancos para sentar-se sob as árvores, cercas vivas e flores. Colocam-se outras duas lápides comemorativas, uma dedicada a Francisco Ferrer, outra a Sacco e Vanzetti. Max Baewert, ativista anarquista de Meiningen, compõe versos dedicados ao refúgio que se convertem no lema da Bakuninhütte:

“Livre terra e livre refúgio

livre espírito e livre palavra

livres homens, livre utilização

me atraem sempre até este lugar”.

O artesão Franz Dressel constrói dois balanços e um pequeno carrossel para as crianças. O taberneiro que leva a cerveja proporciona também cadeiras e mesas de jardim. Bakuninhütte está completamente autogestionada, nasce e se desenvolve graças às colaborações dos que a vivem: primeiro o grupo de Meiningen e depois segmentos cada vez mais amplos do movimento anarquista da época.

Com a mudança da situação econômica, o projeto muda definitivamente. Não se trata já de uma espécie de colônia de trabalho que pratica a agricultura para o autoabastecimento senão de um refúgio que se converte em lugar de encontro, de intercâmbio de ideias e de descanso. Bakuninhütte é uma encruzilhada política e existencial, componente em nada secundária na experiência da militância da época. O refúgio alberga tanto a jovens excursionistas de passagem como a reuniões de grupos anarquistas, tanto a homens como a mulheres, implicados no movimento libertário, que decidem passar ali as férias com a família. Há que recordar que, por causa dos contratos coletivos da legislação político-econômica da República de Weimar, nestes anos começam os primeiros experimentos de festas e são regulamentados os horários laborais e o descanso semanal.

Com o fim de dar uma cobertura legal às atividades do refúgio, se cria em 1927 a Siedlungsverein “Gegenseitige Hilfe” e. v. (Sociedade de Alojamento “Apoio mútuo” sem fins de lucro), que se converte em proprietária da Bakuninhütte, se bem a gestão permanece em mãos da FAUD de Turingia. Nos dias 27 e 28 de maio se celebra a inauguração do refúgio. O ano seguinte, em 19 e 20 de maio de 1929, se celebra um novo encontro regional. Em fevereiro de 1930, o poeta anarquista Erich Müsham passa pela Bakuninhütte, sinal inequívoco da popularidade do refúgio a nível nacional. Em junho de 1930 acontece o primeiro acampamento nacional da Syndikalistische Anarchistische Jugend Deutschland (SAJD, Juventude Sindicalista Anarquista Alemã).

O êxito da Bakuninhütte é tal que na segunda metade de 1930 é necessário empreender trabalhos para ampliar o edifício. Se lança uma campanha de autofinanciamento a nível nacional, apoiada particularmente por Der Syndicalist, através da adquisição de postais (Bakunin-Karten-Baufondskarten) a 10 pfennings. Nesse tempo, Fritz Scherer, encadernador e apaixonado das excursões, se converte no Hüttenward (guarda do refúgio). Como tal, Fritz se encarrega não só de tudo o que necessita a Bakuninhütte e seus hóspedes, senão que também leva o Hüttenbuch (livro do refúgio), uma espécie de registro dos hóspedes no qual alguns dos que visitam o refúgio consignam seus pensamentos.

No outono de 1932 começam os trabalhos de ampliação graças ao êxito da campanha de financiamento e à colaboração de diversos pedreiros procedentes das cidades vizinhas. Em 1933 Hitler alcança o poder: a associação que gestiona legalmente a Bakuninhütte é dissolvida e os anarquistas podem ter aqui sua última atividade no começo de junho.

Bakuninhütte de uma Alemanha à outra

O refúgio Bakunin é concedido primeiro às SS, depois ao Partido Nazi de Munich em 1935 e, ao final, vendido a um particular em 1938. Fritz Scherer, o último guarda, afortunadamente consegue salvar o Hüttenbuch. Após a guerra, Turingia se encontra na zona ocupada pelos soviéticos e a Bakuninhütte passa por diferentes escritórios da administração da República Democrática Alemã; em 1970 é destinada a centro de adestramento de uma seção da polícia de Meiningen.

Em 1989 é adquirida pelo escritório de patrimônio da República Federal Alemã. No começo dos anos 90 fracassam as primeiras tentativas para recuperar o refúgio. Desde 1996 é completamente abandonado. Em 2004 numerosos ativistas apresentam uma oferta de aquisição ao escritório patrimonial de Suhl e em 2005 compra-se a Bakuninhütte. No ano seguinte cria-se a associação Wanderein Bakuninhütte, mas as dificuldades, no entanto não acabaram, porque se proíbe o acesso ao edifício e sua utilização.

Durante esse tempo organizam-se algumas iniciativas em torno do Refúgio Bakunin. Em abril de 2011 cessa a proibição de acesso ao refúgio e é juridicamente possível iniciar sua recuperação. A campanha de financiamento lançada em 2012 consegue 7.000 euros, que se utilizam para arrumar o edifício, gravemente danificado no curso dos anos. Tratando-se do único testemunho anarcossindicalista na Alemanha na forma de edifício, o objetivo é fazer da Bakuninhütte não um rígido testemunho do passado senão um monumento vital e dinâmico, capaz de ajudar à compreensão da História, de albergar eventos culturais e voltar a ser um lugar de parada para os excursionistas.

Bakuninhütte parece voltar novamente à atividade: um lugar onde passear e crescer juntos, construído do nada graças ao trabalho cotidiano de ativistas de base, Bakuninhütte vive todavia e, com ela, a figura da qual toma o nome. Em outro tempo, em 1932, nas páginas de Der Syndikalist, apareceu este chamamento: “O Refúgio Bakunin deve ser e será em breve um duradouro testemunho da solidariedade e da criatividade de nosso movimento!”

David Bernardini

bakuninhuette.de

Fonte: Tierra y Libertad – junho de 2015.

Tradução > Sol de Abril

agência de notícias anarquistas-ana

Uma ideia não veicula o sentimento de todos

15.07.15, uon

Alberto João Jardim “Desde um extremo ao outro do espectro partidário português, estes partidos são todos iguais no seu conservadorismo de regime, e fingem se combater uns aos outros, só para enganar os portugueses mais distraídos”.

Os partidos estão todos enfeudados aos sistema que explora os trabalhadores fazendo da vida dos mesmos um inferno.

Por isso é necessária uma nova forma de organização baseada na autogestão e assembleia.

Jardim quer a extinção do Tribunal Constitucional.

Um Tribunal que diz que o aumento da idade de reforma é constitucional deixando quem quer trabalhar, de fora, por não conseguir trabalho é uma instituição que não faz falta.

Quanto ao regime presidencialista isso é irrelevante seja o parlamentar ou qualquer outro o nosso sistema é anárquico como tal lutamos por ele.

 Regionalização em nove regiões – Minho, Trás-os-Montes, Douro, Beiras, Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira

Estas regiões precisam de ser estudadas ao nível local principalmente no Norte e Centro.

Somos a favor das regiões como forma de organização local e nunca como mais uma rede de tachos de caciques locais (assembleias eleitas) a nível regional.

Estamos contra a limitação do direito de greve seja em sector for, por que a greve é uma das formas de luta dos trabalhadores pelos seus direitos.

No entanto, se deve decretar greve quando não for possível  a acção directa.

Só uma revolução social anarquista poderá criar uma nova sociedade.

Como é evidente uma ideia não veicula o sentimento de todos.

Hungria constroi novo muro de Berlim

14.07.15, uon

 O exército húngaro começou hoje a erguer um muro que deverá prolongar-se pelos 175 quilómetros da fronteira entre a Hungria e a Sérvia, para conter o fluxo de refugiados de passagem pela Sérvia com destino à Europa do Norte.

Houve tanto sofrimento, tantas mortes e feridos para mandarmos o Muro de Berlim abaixo, agora temos pelos menos este em construção e o muro em Israel e Palestina, mais os muros de arame farpado em território espanhol.

Os grandes responsáveis pela situação são os próprios europeus/americanos que iniciaram um guerra pelo petróleo e recursos naturais prolongada com os árabes  e agora os próprios árabes estão a fugir da guerra rumo à Europa que por enquanto não tem guerra só de palavras.

Enquanto não for resolvido o problema da Palestina com o ocupante Israel agravado agora com as guerras do Afeganistão, da Síria, do Iraque, do Ieman, da Líbia e do estado Islâmico esta parte do mundo é um barril de pólvora que vai alastrando a todo o norte de África que depois vai atravessar o Mediterrâneo.