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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

(CHOMSKY) AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MEDIÁTICA

04.07.15, uon

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/07/03/chomsky-as-10-estrategias-de-manipulacao-mediatica/

Manipulacao.2

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Noam Chomsky
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1. A estratégia da distracção. O elemento primordial do controle social é a estratégia da distracção, que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e económicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundação de contínuas distracções e de informações insignificantes. A estratégia da distracção é igualmente indispensável para impedir que o público se interesse pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, presa a temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado; sem nenhum tempo para pensar; de volta à quinta com outros animais (citação do texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).
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2. Criar problemas e depois oferecer soluções. Esse método também é denominado “problema-reacção-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” previsa para causar certa reacção no público a fim de que este seja o mandante das medidas que desejam que sejam aceites. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja quem pede leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise económica para forçar a aceitação, como um mal menor, do retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços púbicos.

3. A estratégia da gradualidade. Para fazer com que uma medida inaceitável passe a ser aceita basta aplicá-la gradualmente, a conta-gotas, por anos consecutivos. Dessa maneira, condições socioeconómicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990. Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia do diferimento. Outra maneira de forçar a aceitação de uma decisão impopular é a de apresentá-la como “dolorosa e não necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacríficio imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregue imediatamente. Logo, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isso dá mais tempo ao público para acostumar-se à ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como se fossem menores de idade. A maior parte da publicidade dirigida ao grande público utiliza discursos, argumentos, personagens e entoação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse uma pessoa menor de idade ou portador de distúrbios mentais. Quanto mais tentem enganar o espectador, mais tendem a adoptar um tom infantilizante. Por quê? “Se alguém se dirige a uma pessoa como se ela tivesse 12 anos ou menos, em razão de factores de sugestão, então, provavelmente, ela terá uma resposta ou reacção também desprovida de um sentido crítico (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”)”.

6. Utilizar o aspecto emocional mais do que a reflexão. Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional e, finalmente, ao sentido crítico dos indivíduos. Por outro lado, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de aceeso ao inconsciente para implantar ou enxertar ideias, desejos, medos e temores, compulsões ou induzir comportamentos…

7. Manter o público na ignorância e na mediocridade. Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais menos favorecidas deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que planeja entre as classes menos favorecidas e as classes mais favorecidas seja e permaneça impossível de alcançar (ver “Armas silenciosas para guerras tranquilas”).

8. Estimular o público a ser complacente com a mediocridade. Levar o público a crer que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto.

9. Reforçar a autoculpabilidade. Fazer as pessoas acreditarem que são culpadas por sua própria desgraça, devido à pouca inteligência, por falta de capacidade ou de esforços. Assim, em vez de rebelar-se contra o sistema econômico, o indivíduo se autodesvalida e se culpa, o que gera um estado depressivo, cujo um dos efeitos é a inibição de sua ação. E sem ação, não há revolução!

10. Conhecer os indivíduos melhor do que eles mesmos se conhecem. No transcurso dosúltimos 50 anos, os avançosacelerados da ciência gerou uma brecha crescente entre os conhecimentos do público e os possuídos e utilizados pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem disfrutado de um conhecimento e avançado do ser humano, tanto no aspecto físico quanto no psicológico. O sistema conseguiu conhecer melhor o indivíduo comum do que ele a si mesmo. Isso significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos, maior do que o dos indivíduos sobre si mesmos.

VIA: Adital (com alterações)

Greves manifestações e lutas no sector dos transportes

03.07.15, uon

TODOS SABEMOS QUE OS SINDICALISTAS DA CGTP/UGT SÃO PROFISSIONAIS DO SINDICALISMO E MARIONETES DOS PARTIDOS, MAS APARTE DISSO DEFENDER AS EMPRESAS DAS PRIVATIZAÇÕES É UM ACTO QUE QUALQUER TRABALHADOR EXPLIORADO DEVE DEFENDER.
É PRECISO UM NOVO SINDICALISMO INDEPENDENTE DOS PARTIDOS QUE NÃO RECEBA SUBVENÇÕES ESTATAIS MAS UNICAMENTE A COTAS SINDICAIS TAL COMO EXISTE A TITULO DE EXEMPLO EM www.cnt.es e OUTROS ANARCOSINDICALISTAS NA EUROPA E NO MUNDO.

 

Greves manifestações e lutas no sector dos transportes contra as privatizações protagonizadas pelos sindicatos da Intersindical e UGT

Dia 06
Vigília de dirigentes sindicais do sector ferroviário nas estações do Lisboa - Rossio e Porto - Campanhã, na parte da manhã

Dia 07
Reunião de organizações de trabalhadores que representam trabalhadores do sector, para a qual estão convidadas todos os Sindicatos e Comissões de Trabalhadores, às 10 horas.

Dia 08
Vigília de dirigentes sindicais do sector ferroviário nas estações do Porto S. Bento e Lisboa - Entrecampos, na parte da manhã

 

Greve na EMEF do Entroncamento - 2 horas na parte da manhã

Dia 10
Vigília de dirigentes sindicais do sector ferroviário na estação Lisboa Santa Apolónia, na parte da manhã

 

Greve na EMEF do Entroncamento - duas horas na parte da manhã

Dia 13
Plenário dos trabalhadores da Exploração do Metropolitano de Lisboa

Greve na EMEF do Entroncamento - duas horas da parte da tarde

Dia 14
Plenário dos trabalhadores Oficinais do Metropolitano de Lisboa

Dia 15
Greve dos trabalhadores da Carris, 24 horas

Greve na EMEF do Entroncamento, duas horas de tarde

Greve na SPdh, escala de Lisboa, das 15h às 18h

Dia 16
Greve na CP-Carga, 24 horas

Concentração de trabalhadores e reformados ferroviários, em frente à sede da CP, às 10,30

Email enviado à organização do encontro libertário de Evora

03.07.15, uon

O melhor mês para organização será o mês de Abril ou Maio de 2016.

Não se sabe se o encontro é um fim de semana completo dependerá da ordem de trabalhos.

Primeiro: apresentar a Ordem de trabalhos para discutir o quê?

Segundo:Questões logisticas:refeições e estadia e local?

Terceiro:Que pontos sobre a OrdemTrabalhos

 

Proponho uma reflexão do movimento libertário em Portugal o que foi feito de bem e de mal até hoje.

Constituição de uma coordenadora Libertária que será para unicamente para desenvolver actividade, relações internas e externas.

Proponho também um passeio por Évora caso seja para o encontro não ser tão indegesto.

Assina (A)

Macedo sem imunidade

02.07.15, uon

Em reunião extraordinária à porta fechada, a 12.ª comissão da Assembleia da República aprovou por unanimidade o relatório elaborado pelo deputado do PSD Sérgio Azevedo sobre levantamento da imunidade parlamentar ao deputado do PSD Miguel Macedo.

Que falta de solidariedade entre deputados, já nem os seus defendem e sujeita-se a ir passar uma férias à prisão.

 

Sócrates outra vez, não

01.07.15, uon
Depois de nos livramos de Sócrates e da sua desgovernação que deu origem a nova desgovernação do actual governo, temos agora de levar com ele em cartazes e publicidade ambulante.É sina.

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