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LUTA ENTRE CLASSES

LUTA ENTRE CLASSES

Rússia malha na Síria

30.09.15, uon

Primeiras bombas de Moscovo atingem Noroeste do país, onde o exército de Assad combate várias facções rebeldes e extremistas, mas não o Estado Islâmico.

A Rússia entra em acção com bombardeamentos aéreos na Síria contra grupos de opositores armados contra Assad.

Como o inimigo é comum a todos os países ocidentais pode estar-se a desenhar uma experimentação de armas dos diversos países e o seu potencial mortífero na Síria a que agora a Rússia se junta para futuros conflitos armados na Europa, tendo a Ucrânia como pano de fundo.

Se todos (EUA, França, Inglaterra, Nato, etc) malham  na Síria por não também a Rússia malhar, correndo estes países sofrer ataques terroristas como aconteceu em Paris.

A guerra é uma bola de neve sabe-se quando e como começa, mas não se sabe quando e como acaba.

 

 

Campanhas eleitorais é um modo de enganar os incautos

30.09.15, uon

Campanha está a ser útil para esclarecer as propostas dos partidos?

Os partidos em campanha deixam de pensar por tem como único objectivo caçar o voto aos votantes.

Os partidos degladiam-se entre si como se tivessem no coliseu de Roma em luta pela sua vida politica e pelo poder absoluto.

Os partidos já se dão ao luxo de não fazer promessas por que já ninguém acredita nas promessas, por que chegando lá ao poder, fazem o contrário e usam os meios do estado em seu próprio beneficio.

Passos usa o crucifixo, Fátima para para dar sorte, mas estes estratagemas católicos usados às vezes saem furados e oxalá saiam furados, por ter aturar Passos e Portas e respectivos sequazes mais quatro anos vai ser doloroso, pior que a via dolorosa.

As campanhas são usadas para alimentar a falsa ilusão que as eleições é a única via onde tudo se decide, como não houvesse outra (s) alternativas a esta desorganização estatal.

 

(opinião) Sobre a questão de se ir ou não votar

29.09.15, uon

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2015/09/28/opiniao-sobre-a-questao-de-se-ir-ou-nao-votar/

votos

Até hoje nunca votei em qualquer acto eleitoral de tipo político, seja para a assembleia da república, para o presidente, para as autarquias locais ou mesmo para o parlamento europeu e não irei votar a 4 de Outubro. O país está melhor por isso? Acho que não, mas também acredito que não está pior…

A questão para mim nem sequer é a do voto ou a do não voto neste ou naquele partido – e de facto nenhum deles me representa. É mais a de, ao irmos votar, estarmos a legitimar o sistema representativo e parlamentar, atribuindo-lhe virtualidades que ele não tem, ou seja, que o voto pode mudar alguma coisa – o voto não muda, em geral, absolutamente nada. (No entanto, há ocasiões em que pode mudar e em que os anarquistas, embora não apelando ao voto, vão às urnas – foram, por exemplo em 1936 em Espanha, o que permitiu a libertação de milhares de trabalhadores da CNT e da FAI que estavam presos e que foram os primeiros a responder ao golpe fascista contra a República. Houve também bastantes anarquistas – outros não – que foram votar nas eleições de ontem na Catalunha, já que elas se transformaram num plebiscito à independência…, mas aqui não estamos a falar em actos eleitorais puros, tendo apenas em vista substituir um governo por outro, mas sim em actos muito concretos, visando um objectivo também ele muito concreto e que pode implicar o próprio acto de ir votar como elemento táctico para uma determinada estratégia: libertar presos, iniciar um processo de desmantelamento da monarquia, etc…).

Votar branco, nulo, nos pequenos partidos é, a meu ver, continuar a participar nesse espectáculo do faz de conta que está todo montado para que prevaleça sempre a vontade e os desígnios dos poderosos – e o jeito que dá a essa gente ter um PC colaborante, um BE preocupado com mais um ou menos um deputado (de que serve ter 8 ou 9 deputados? Ou mesmo 20 ou 30?) e algumas florinhas que nunca conseguem ter o menor eco eleitoral, mas que ao participarem nas eleições aceitam as regras do jogo que os grande partidos definiram para eles próprios – podem-se sentar à mesa do poder, mas ficam aí bem longe e a gente vai-lhes dando umas migalhinhas de visibilidade para se entreterem.

Acho que hoje a inutilidade do voto é tão grande (e tão visível para tanta gente) que nem vale a pena fazer campanha contra. Vale sim dizer que há muitas outras alternativas para quem critica e quer transformar a sociedade actual – criar movimentos nos bairros, participar no conjunto das mobilizações sociais que possam existir, criar centros alternativos e autogestionados, sindicatos com alguma capacidade transformadora, etc.. Qualquer um desses projectos vale bem mais do que um boletim de voto. E essa é uma mensagem que me parece útil passar, sobretudo quando uma esmagadora maioria de votantes o único acto de carácter político que executa é ir lá pôr o papelinho uma vez de quatro em quatro anos (ou de dois em dois, vá lá!).

Como muitos anarquistas já têm dito e escrito: o problema não é votar de x em x anos, mas sim o que se faz nos outros 365 dias de cada ano…

(a propósito é sempre interessante lembrar a posição da FAU – Federação Anarquista Uruguaia, com um grande historial, sobre esta questão – e que é idêntica à que quase todos os anarquistas defendem: http://www.nodo50.org/fau/revista/zurda/tiempo_elecc.htm)

E. M., Évora (por email)

sobre esta questão ver também aqui: http://www.apoyo-mutuo.org/por-que-no-votan-los-anarquistas/

O país precisa de uma maioria absoluta para ser governável?

28.09.15, uon

O país precisa de uma maioria absoluta para ser governável?

Não! Uma maioria absoluta até é uma forma de ditadura da maioria contra a minoria.

Os reis absolutistas (D.José) detinham o poder real e divino e exerciam a justiça e o governo a seu bel -prazer.

Agora não há reis ou ditadores mas as ditaduras são na mesma exercidas "democraticamente"

Num país pseudo-democrático como é Portugal  é governável com uma minoria absoluta por obriga a negociar com os outros partidos desde que funcione e haja respeito pelas diferenças.

A  forma governativa pela autogestão e aqui veste-se a camisola do país da empresa, da associação, etc e obriga a um consenso geral para resolver determinado problema se for um problema inadiável pode-se por á votação e ganha a proposta com mais votos que até pode nem ser a melhor, se for um problema comum pode debater-se até haver um consenso entre todos.

Claro está com uma votação pode criar uma fractura na organização entre maioria e minoria e abrir caminho a uma cisão.

 

"Os trabalhadores não têm pátria" Marx

25.09.15, uon

José Pais do Amaral, vice-presidente do partido, respondeu durante a sua intervenção na manifestação de Lisboa: "Não somos animais. Temos um factor humano, mas primeiro estão os portugueses."

Estes tipos do PNR além de serem uns otários prometem aos portugueses este mundo e outro e além  estarem ao serviço dum capitalismo/nacionalismo trôpego e nojento dizem defender os portugueses, mas não passa duma falácia mentirosa para apanhar distraídos e pessoas que estão descontentes com sistema democrático burguês e são apanhados por pseudo-nacionalismos de fachada do tipo salazarento e ultrapassado.

Suponhamos que estes tipos estavam no governo os portugueses que eles dizem defender eram explorados pelos patrões e pelos capitalistas mas como querem acabar com a luta de classes o protesto não existia por que todos vestiam a camisola da empresa onde trabalhavam  e a haver protestos contra a exploração e a fome as forças repressivas entravam em acção com a maior das contundências fascistas e legais.

Trabalhador

Não acredites no nacionalismo de extrema-direita (PNR, etc), de esquerda (PCP/BE e outros), ou liberal (PS/PSD/CDS, e outros) por que todos e cada um à sua maneira te querem explorar.

Trabalhador

Nós anarquistas  queremos uma solidariedade internacional o que queremos para Portugal, queremos para o mundo inteiro.

"A minha pátria é o mundo inteiro" Sócrates filosofo grego

"Os trabalhadores não têm pátria"  Karl Marx filosofo alemão

 

 

 

Os políticos são mestres na arte do engano e da burla.

25.09.15, uon

 

Alguém entende as sondagens em que a direitas PSD/CDS tem 5 pontos diferença do PS.

As sondagens reflectem uma amostra e a totalidade dos votantes e podem ser manipuladas pelas empresas de sondagens.

Ninguém acredita que os votantes vaiam votar numa coligação que fez a vida negra aos trabalhadores e generalidade do povo, cortes nos salários,  nas reforma aumento idade de reforma, aumento de impostos, repressão politica económica e social sobre as classes desfavorecidas e que ainda viam votar em quem os explorou.

O PS de certa maneira foi um sustentáculo da politica do governo embora não votando os orçamentos e a oposição PCP/BE também foi uma oposição de salão muito parlamentar.

A comunicação social também tem levado o governo ao colo com a divulgação das algumas melhorias que afinal são mera ilusão para as pessoas.

Criam nas pessoas que isto está a melhorar  mas na realidade tudo se mantém na mesma ou pior.

Os políticos são mestres na arte do engano e da burla por isso é preciso ter cuidado com eles.

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