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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Tomada do “Santa Maria” foi há 55 anos com a participação de libertários espanhóis e portugueses

26.01.16, uon

 

santa maria
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Faz hoje 55 anos…. O navio “Santa Maria” foi tomado de assalto na madrugada de 22 de janeiro de 1961, por um punhado de 24 exilados políticos portugueses e espanhóis. O navio foi rebaptizado “Santa Liberdade”. A sigla DRIL significava Directório Revolucionário Ibérico de Libertação e reunia antifascistas portugueses e espanhóis.
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Um dos factos pouco conhecidos da acção de tomada do “Santa Maria” é que entre os revolucionários que nela participaram havia um grupo de libertários espanhóis, refugiados no continente americano, e que constituiam a base do DRIL. Fernando J. Almeida escrevia na “Batalha“, em Setembro de 2003 que “uma expressiva parte dos elementos do DRIL é de extracção libertária, que ombreia com republicanos, socialistas e outros opositores aos regimes fascistas ibéricos”.
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Edgar Rodrigues refere, por seu lado, que “o sequestro (do Santa Maria) teve a participação de anarquistas portugueses e espanhóis. Dezassete sequestradores viveram alguns meses refugiados em Nossa Chácara, no Itaim Paulista, propriedade dos libertários do Brasil, onde deixaram um cão que respondia pelo nome de Salazar.”
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Miguel Urbano Rodrigues, jornalista que esteve no “Santa Maria” depois deste ter sido tomado e que mais tarde foi director de “O Diário”, o jornal do PCP pós 25 de Abril, em entrevista ao site Resistir.info declara que “eram 24 os membros do comando do DRIL que tomou o “Santa Maria”. A maioria espanhóis, quase todos anarquistas”.
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Foi há 55 anos e representou uma viragem importante na luta pela liberdade em Portugal.

ENCONTRO LIBERTÁRIO DE ÉVORA MAIO 2016

25.01.16, uon

Conforme já tínhamos anunciado está em marcha a organização de um Encontro Libertário em Évora no próximo mês de Maio. Um grupo, por enquanto informal, de pessoas tem-se reunido com vista a debater e a preparar algumas ideias básicas que permita constituírem-se como propostas para a elaboração do programa deste encontro. Gostaríamos que as propostas e as contribuições para o programa fossem o mais alargadas possíveis pelo que elaborámos um pequeno calendário que servirá como referência para a organização deste encontro: 
Junho de 2015 – Anúncio da intenção da realização de Encontro Libertário em Évora (Já concretizado) ----De Julho a Dezembro 2015 – Recepção de adesões à ideia da realização do Encontro e recepção de contributos (já concretizado) ---- Janeiro de 2016 – Criação de um blogue dedicado ao Encontro e de um email para recepção dos contributos sobre questões temáticas e organizativas do Encontro. site: encontrolibertarioevora2016.wordpress.com-email: encontrolibertarioevora2016@gmail.com (já concretizado) 

Finais de Janeiro de 2016 – Constituição de uma Comissão Organizadora e divulgação de um programa provisório do Encontro 

De Janeiro a Março 2016 – Recepção de contributos relativamente à organização e ao programa do Encontro. Recepção também de intenções de participação no Encontro. As propostas e os contributos devem ser enviados para: encontrolibertarioevora2016@gmail.com 
Início de Abril 2016 – Anúncio do Programa definitivo, da data e do lugar de realização do Encontro 

Maio de 2016 – realização do Encontro que durará um fim-de-semana (sábado e domingo)

Notas do dia da romaria eleitoral

25.01.16, uon

 

Notas do dia da romaria eleitoral

A ideia de um PR foi uma manobra de monárquicos e republicanos reacionários, pouco depois da Revolução Francesa, receosos de que uma assembleia de deputados diretamente eleitos pelo povo afetasse os interesses dos ricos. Chamaram poder moderador a essa burla

No caso português actual esse receio nem se justifica porque os deputados não são eleitos diretamente pelo povo; são previamente filtrados pelos partidos e pelos seus chefes.

Qualquer que seja a abstenção um PR considera-se eleito tal como acontece com os deputados. A classe política apodera-se do pote com ou sem o voto do povo. Isto é democrático?

O PR pode demitir deputados eleitos pelo povo mas ninguém pode apear o PR, que assim parece um monarca com contrato a prazo. Isto é democrático?

Na constituição republicana de 1911 o PR é pouco mais do que um símbolo da nação, no âmbito interno e externo. É eleito por quatro anos, não pode ser reeleito durante o quadriénio imediato, pode ser destituído pelo Congresso e compete-lhe promulgar os projetos de lei vindos das duas câmaras do congresso; neste campo, mesmo que se remeta ao silêncio, quinze dias passados surgirá automaticamente a promulgação. Mais sintomático da debilidade dos poderes do PR na I República portuguesa é o artº 49 que reproduzimos na íntegra “ Todos os actos do Presidente da República deverão ser referendados, pelo menos, pelo Ministro competente. Não o sendo, são nulos de pleno direito, não poderão ter execução e ninguém lhes deverá obediência.”

Atualmente o PR é um avatar com 36 assessores que normalmente só tem funções protoculares e burocráticas

O pensamento fóssil de uma qualquer "esquerda" refere que os assassinados no Tarrafal lutaram pelo voto. Falso. Nessa altura anarquistas e comunistas iam muito além de "democracias representativas". AJA RESPEITO PARA COM AQUELES LUTADORES! Nada de aproveitamentos partidários e miseráveis que pretendem aproveitar o desconhecimento da História, por parte de muitos tugas

Notas sobre o day after

Em ditadura explícita, toda a gente sabe que a democracia está ausente

 

Em Portugal, são impunes a cleptocracia e a antidemocracia porque as pessoas nem sequer sabem o que é democracia; contentam-se em colocar um papel num caixote para a escolha de ungidos, filtrados pela oligarquia, muito hábil em não alterar coisa alguma

 

Portugal tem uma economia estagnada, uma democracia ausente, afoga-se em dívida e manifesta um bem presente empobrecimento que até atinge os …desventurados banqueiros. Só a classe classe política de gordos e luzidios trastes se isenta de problemas sorvendo salários. mordomias, subsídios e subvenções para reformados prematuros por exercício de funções de… desgaste rápido

 

Mas… Habemus Praefectus!!

 

52.2% dos potenciais votantes abstiveram-se, votaram branco ou nulo. Depois de um CS-23, evoluímos para um MRS-24.8 o que é um avanço notável! Sobretudo pela falta de representatividade de um PR que se diz de “todas as portuguesas e todos os portugueses”.

 

Todos? Não! Como naquela célebre aldeia gaulesa, há quem recuse a representação

 

E quando não há representatividade a legitimidade fica ausente

 

O novo presidente vai transferir para Belém os novos livros para recomendação aos tugas

- A história maravilhosa das mulheres violadas pelo Gengis Khan – 30 volumes

- Album de fotografias da maior coleção de caroços de nêspera

- Tratado de como coçar a psoríase dos cotovelos sem os fazer sangrar

 

Marcelo terá recolhido mais 16% dos votos que o PSD/CDS em outubro

 

O PS (Nóvoa+Belém+Neto) ficou 26% aquém dos seus resultados recentes e Marisa viu fugir 15% do eleitorado do BE

 

O abade Edgar só garantiu o voto de 41% dos seus paroquianos demonstrando que deveria ter ido pregar para outra freguesia ou que não está nas graças do Senhor

 

A subvencionada Maria de Belém teve fortes apoios de outros subvencionados. Da pileca política Alegre, que desperdiçou uma boa carreira como locutor na rádio e o Soares junior, sem profissão e que não vale um chinelo do pai… que não tem grande cotação

 

Mas… Habemus Praefectus!!

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GRAZIA  TANTA

Documentos e textos em:    

 

http://grazia-tanta.blogspot.com/    

Marcelo em Belém é mau presságio

25.01.16, uon

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/01/25/presidenciais-apenas-um-em-cada-quatro-eleitores-votou-em-marcelo/

Marcelo o candidato da marmita  e folclórico ganha as eleições com maioria o que permite ser PR.

Marcelo passou pela TSF onde deu notas, depois foi para RTP e depois passou para a TVI.

Andou praticamente 20 anos a ter tempo de antena como um objectivo de ser PR.

Foi sempre um candidato perdedor. Concorreu à CML e perdeu até mandou aquele celebre mergulho no Tejo que o deixou poluído.

Os restantes candidatos do sistema apoiados pelos partidos de esquerda: Nóvoa, Marisa, Belém, Edgar ficaram aquém das expectativas.

O candidato Tino de rans, era o mais folclóricos e teve algum êxito.

Paulo Morais tocou o tema da corrupção, mas estava fora de jogo, o povo não percebeu a mensagem.

A abstenção foi estrondosa e não é responsável pelo que venha acontecer.

Os votantes continuam a não perceber o que é a política e andam ao sabor da maré.

Ora votam aqui ou votam alí e depois sai o tiro pela culatra.

Com Marcelo em Belém é muito provável que haja choques entre este governo das esquerdas e o PR e haja retrocesso por causa das medidas positivas deste governo e haja novas eleições a curto ou médio prazo.

 

 

 

Trampa em dose dupla

22.01.16, uon

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Casal Clinton

Ele já foi presidente US e deixou um rasto de fome miséria e guerra ela segue-lhes os passos.

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 Trump e Pallin - Trampa em dose dupla

Que mais (nos) irá acontecer aos americanos.

 

CP Carga recapitalizada com dinheiro do estado

22.01.16, uon

A CP Carga foi comprada ao Estado por 53 milhões de euros, com 51 milhões de euros a serem usados para a recapitalização da empresa.

Os novos donos vão recapitalizar a empresa com os 51 milhões que deram ao estado.

Ou seja a empresa foi dada aos desbarato.

Que rico negócio para os donos.

Marcelo em Belém...

22.01.16, uon

Com Marcelo em Belém corremos o risco das reversões deste governo ao anterior voltem à estaca zero.
Marcelo em Belém poderá haver novamente eleições;
Os feriados virem de novo a ser tirados;
A austeridade volte ao inicial;
A sobretaxa seja de novo devolvida ao governo anterior;
Costa volte para a câmara de Lisboa;
Saúde volte a ter novamente cortes;
Os exames voltem à educação;
Passos volte para PM;
PSD e CDS voltem a ganhar as eleições;
A sombra de Cavaco volte a Belém;
O PCP volte a estar à frente do Bloco;
O PAN não eleja deputado;
O défice volte a aumentar;
A idade de reforma volte a aumentar;
Trabalhadores se reformem saber o que vão receber;
Portas volte de novo ao CDS de onde nunca saiu;
Salário mínimo volte ao inicial;
O IVA volte ao 23%;
Patrões voltem andar de Porsche;
Polícias voltem a bater nos trabalhadores;
Os refugiados voltem para os seus países;
etc.etc.etc

Governo altera as regras adimnistrativas das reformas

21.01.16, uon

Governo vai alterar as regras da aposentação tanto a nível administrativo como no valor da reforma.

Na nova reforma os peticionários vão ter 30 dias para reavaliar o valor da reforma e se estiverem de acordo a reforma é processada e segue em frente.

Se não disserem nada a  petição é arquivada.

Na anterior regra o peticionário recebia uma carta com o valor da reforma e tinha 10 dias para se pronunciar, e não (se sabendo se) podia desistir.

A reforma deste governo é menos cínica que a do anterior.

Este pelo menos avisa do valor da reforma, mas o valor é o mesmo e ficou em casa.

O factor de sustentabilidade baseado na esperança de vida é uma farsa.

Se o governo acha que todos vão viver o mesmo tempo de vida que o Almeida Santos (89) está enganado.

Mesmo que viva é uma estupidez que uma pessoa com 89 anos já não tem qualidade de vida, como tal é uma farsa que o governo devia alterar.

Um trabalhador devia poder-se reformar aos 40 anos de serviço entre os 55/60 anos de idade com um valor igual ao último ordenado e deviam escrever isso na constituição da republica portuguesa (CRP) para não estar a ser alterada constantemente para pior.

Devia ficar escrito na CRP um valor mínimo aceitável para cada trabalhador tanto do públicos como do privado.

18 de Janeiro de 1934 - 82 anos da Greve Insurreccional contra o fascismo

20.01.16, uon
 
O 18 de Janeiro de 1934 foi a data escolhida pelo movimento operário livre para a greve geral insurreccional destinada a impedir a construção do regime fascista de Salazar. Este movimento foi impulsionado sobretudo por militantes anarquistas e anarco-sindicalistas, organizados na Confederação Geral do Trabalho, e integrado por muitos outros operários de diversas tendências.
O objectivo desta revolta foi derrubar o regime de Oliveira Salazar e impedir a fascização da sociedade portuguesa, impedindo a aplicação do Estatuto do Trabalho Nacional, com o qual Salazar pretendia acabar com os sindicatos livres e revolucionários, transformando-os em organismos submissos perfeitamente integrados na organização corporativa do Estado Novo.
A insurreição de 18 de Janeiro de 1934 levou a greves, múltiplas sabotagens e inclusive à famosa tomada da vila da Marinha Grande por operários. A revolta não pôde triunfar, mas significou o último grande acto de resistência do movimento anarco-sindicalista organizado. Um acto de dignidade pago com prisões, torturas e deportações de centenas de militantes.
Conhecer, discutir e comemorar esta data significativa da história das lutas emancipatórias em Portugal é prestar homenagem a todas essas pessoas que arriscaram a vida pela liberdade. Significa também que nos queremos reapropriar da nossa história e memória enquanto movimento libertário, recusando activamente a longa tradição de submissão e “brandos costumes” ensinada nos livros de história e que constitui a memória oficial do Estado.
Conhecer e discutir as lutas do passado significa então também lançar as bases para a teoria e para as práticas de agora, porque a longa noite do fascismo se estendeu muito para além do 25 de Abril de 1974, na cultura e nas instituições portuguesas, inclusive nas “contestatárias”, como os sindicatos actuais que continuam a prolongar o modelo corporativo dos sindicatos nacionais.
 
 
 

18 de janeiro e cães raivosos

20.01.16, uon

No dia 18 de Janeiro, pela manhã a policia quis comemorar a data da greve geral de 1934, um grupo de policias equipados a rigor e boina á Benfica estavam na estação de Metro da Pontinha, acompanhados de cães raivosos.

Passado alguns momentos dois polícias descem á plataforma de metro acompanhado dum cão raivoso.

O cão raivoso está meio agitado, ou bebeu qualquer e será que fizeram o teste do álcool  As pessoas que estavam sentadas nos bancos se levantaram logo com medo.

Estava tudo a olhar para o cão raivoso que depois entrou no metro e saiu na próxima paragem.

Os polícias como não tem nada para fazer tem de andar a passear o cão, pena é que vaiam onde à pessoas para as intimidar.