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Assim vai o "nosso" estado

por uon, em 31.08.16

Para o estado (ministérios: agricultura, saúde, educação, trabalho, habitação e transportes etc) e autarquias não entra ninguém por que o estado tem desengordar como dizem os políticos da nossa praça por acham que há trabalhadores a mais.
Para a PSP/GNR/SEF/PJ/SIS/forças armadas volta e meia entra gente.
As forças de segurança além de terem gente a mais, são mal formados disparam por tudo e por nada, mais parece que estão no faroeste do Sr. Tramp..
E para mal dos nossos pecados são uns defensores acérrimos deste sistema podre, corrupto, repressivo e dos exploradores dos trabalhadores que são os patrões e que os políticos de todos os partidos são os grandes culpados por que só fazem leis de m...

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publicado às 11:02

 

 

 https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2016/08/27/eua-saudacoes-dos-anarquistas-de-nova-iorque-ao-combatente-anarquista-da-ypg-jordan-mactaggart/ 

Quando o anarquismo nasceu, nasceu como uma luta sem fronteiras e como uma luta por um mundo livre. Desde sua origem como uma teoria política, seus defensores moveram-se através de territórios para engajar na luta, conectaram-se com camaradas e lutaram ao lado daqueles que brigavam pela libertação de forma tão virulenta quanto eles o faziam.

Em Nova Iorque, nós lutamos nas costas de gigantes, ainda que por centenas de anos, contra um massivo estado que nunca parou com suas incursões coloniais e imperiais.

Estamos aqui para dizer adeus a Jordan MacTaggart (também conhecido como Ciwan Firat). Ele foi um anarquista americano e combatente da YPG [Unidades de Proteção Popular] que deu sua vida pela libertação de Manbij: um ponto chave na luta por Rojava e uma cidade sob o domínio opressivo do Daesh [Estado Islâmico].

Nós o saudamos como um camarada que conhecia profundamente a luta que encaramos aqui.

Nós o saudamos por reconhecer a importância de Rojava em nossa luta internacional e por realizar o último sacrifício para ajudar a manter a luta revolucionária viva.

Nunca esqueceremos que, quando deitado naquele campo ferido, você pediu àqueles de nós que restassem que mantivéssemos a revolução em andamento.

Pelo sacrifício feito por você, aprofundamos nosso comprometimento com a luta aqui, com a luta pela revolução em Rojava e com a ação em todas as frentes desta batalha com a dedicação que você definiu.

Biji Ciwan Firat

Biji Rojava

Vida longa aos combatentes anarquistas

Vida longa à revolução

Anarquistas de Nova Iorque

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=bN8p3FeEBeM

Tradução > PF

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2016/08/26/curdistao-anarquista-americano-jordan-mactaggart-morto-lutando-contra-o-estado-islamico-em-fileiras-do-ypg/

agência de notícias anarquistas-ana

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publicado às 15:15

Uma petição pública com quase 32 mil assinaturas vai ser entregue no parlamento, na terça-feira, defendendo que a Força Aérea Portuguesa (FAP) volte a dispor de meios para combater incêndios, informou o promotor da iniciativa.

Sim é melhor apagarem fogos do que disparem bombas lá do alto.
Sempre fazem alguma coisa de útil.

Como é evidente a força aérea tem uma função guerreira e depende do governo (ministério de defesa) as suas acções.

Participa nas acções da Nato, se bem que não sejam conhecidas participações,  ou não, nas guerra verificadas no passado e no presente.

Esporadicamente também faz acções de salvamento no mar.

Só é pena que a petição não seja mais objectiva e que o parlamento avalie a participação portuguesa na Nato que é ilegal por que adesão foi feita em pleno fascismo.

 

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publicado às 14:52

Rodolfo Illanes vice ministro do interior tentou diálogo com mineiros, que protestam contra lei sobre sindicatos promulgada pelo governo, foi sequestrado e morto.

Quantos trabalhadores tem morrido em conflitos laborais, greves, manifestações, etc as mãos da polícia inclusive em Portugal e ninguém chora.
Um conflito laboral é uma guerra entre estado, patrões e trabalhadores e às vezes as coisas chegam a vias de facto.
Como é evidente uma morte é sempre uma morte e é de lamentar.
Já que ninguém tem pena dos trabalhadores, temos nós pena dos ministros.

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publicado às 10:28

 

A INTERDIÇÃO DO BURKINI É UM ATENTADO A LIBERDADE INDIVIDUAL DAS PESSOAS.

O ESTADO FRANCÊS É USEIRO E VEZEIRO NA "PERSEVERAÇÃO" DAS LIBERDADES PÚBLICAS E COMO TAL DECRETA A SUA FORMA DE LIBERDADE QUE É PROIBINDO A BURKA NO PASSADO E AGORA O BURKINI E DECLARANDO O ESTADO DE EMERGÊNCIA NA SEQUENCIA DOS ATENTADOS.
NOS PAÍSES ÁRABES MAIS OU MENOS OCIDENTALIZADOS (TUNÍSIA, EGIPTO, ETC OS TURISTAS ANDAM NAS PRAIAS,  DE FATO DE BANHO OU BIKINI MAS OS SEUS CIDADÃOS ESTÃO INTERDITOS DE TOMAR BANHO NAS PRAIAS DE FATO DE BANHO OU BIKINI.

OS FUNDAMENTALISTAS ISLÂMICOS (AL QUEDA, DAESH, ETC) QUEREM O REGRESSO AOS MEDIEVALISMO DO ANTIGAMENTE (TORTURA, ETC, ETC) O QUE É UM RETROCESSO CIVILIZACIONAL.

TAMBÉM A IGREJA CATÓLICA NO ANTIGAMENTE RECORREU À INQUISIÇÃO E A MÉTODOS DE TORTURA UTILIZADOS DEPOIS PELAS  POLÍCIAS POLÍTICAS (GESTAPO, PIDE/KGB E OUTRAS POLÍCIAS)  CONTRA AS "BRUXAS", ETC, ETC.

TAMBÉM AS POLICIAS (PJ/FBI/CIA, ETC) NA ACTUALIDADE RECORREM A MÉTODOS DE TORTURA PSICOLÓGICA E FÍSICA CONTRA OS PRESOS DE GRANDE CRIMINALIDADE ORGANIZADA COMO ELES COSTUMAM DESIGNAR(TERRORISTAS RELIGIOSOS/ANARQUISTAS/TERRORISMO DE EXTREMA ESQUERDA/DIREITA, COMUNS), ETC.

ENFIM TEMOS AQUI MATÉRIA PARA UM DEBATE.

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publicado às 10:27

(Frankfurt) Relato sobre o X Congresso da Internacional de Federações Anarquistas | Portal Anarquista

flyerXCongresoIFA-2016

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/08/24/frankfurt-relato-sobre-o-x-congresso-da-internacional-de-federacoes-anarquistas/#more-15380

Relato de um participante português no X Congresso Internacional das Federações Anarquistas, que decorreu no início de Agosto em Frankfurt, Alemanha, escrito propositadamente para o Portal Anarquista.

*

Realizou-se de 4 a 7 de Agosto, na cidade de Frankfurt, o X Congresso da Internacional das Federações Anarquistas (IFA). Esta Internacional, fundada em Carrara em 1968, agrupa organizações formais com uma perspectiva federalista, reunindo-se em congresso, em princípio, a cada 4 anos. O último tinha sido feito durante o muito concorrido Encontro Internacional do Anarquismo, realizado em St. Imier (estado suíço) em 2012, e que celebrou os 140 anos da fundação, por Bakunine, Guillaume, Malatesta e outros, da Internacional de St. Imier, após a expulsão dos anarquistas da AIT no Congresso de Haia.

 

O Congresso decorreu num edifício gerido pelos estudantes da universidade local com excelentes condições para um evento deste tipo: zona de restauração e convívio ao nível da entrada, jardim onde dois colectivos prepararam as refeições e dois pisos com um salão enorme, onde se realizaram as sessões plenárias, e numerosas salas, utilizadas para debates, workshops e reuniões informais. Para além disto, no átrio do 1º andar ainda houve espaço para as diferentes organizações presentes montarem as suas bancas de publicações, edições e outro material.

No início do Congresso faziam parte da IFA as seguintes organizações: Federação Libertária da Argentina, Anarquistas Bielorussos, Federação Anarquista na Bulgária, Federação dos Anarquistas de Língua Alemã (federação organizadora), Federação Anarquista da Grã-Bretanha, Federação para a Organização Anarquista (que engloba grupos nos estados esloveno, croata e sérvio) e as Federações Anarquistas checa, francesa, ibérica e italiana. Os Anarquistas Bielorussos fizeram-se representar por um companheiro que vive no exterior pertencente à Cruz Negra Bielorussa. Não estiveram presentes, nem se fizeram representar, a Federação Anarquista na Bulgária (sem actividade há algum tempo) e a Federação Anarquista Ibérica, facto que causou bastante surpresa nos participantes e que poderá pressupor dificuldades no funcionamento desta organização histórica.

Para além dos membros da IFA também estiveram presentes projectos associados e convidados: a recém-criada Federação Anarquista da América Central e do Caribe (FACC), o Taller Libertario Alfredo López (Cuba), os grupos Kiskeya Libertaria (Rep. Dominicana) e Agrupación Conciencia Anarquista (El Salvador), o jornal El Libertario (Venezuela), a FAU alemã, a Organização Política Anarquista (Grécia), o sindicato Vrije Bond do estado holandês, o DAF e o Kurdish Anarchist Forum, o Aotearoa Workers Solidarity Movement (Nova Zelândia) e diversos anarquistas a título individual.

Depois da apresentação das organizações e indivíduos presentes, o Congresso iniciou-se com a ratificação unânime dos pedidos de adesão da Federação Anarquista do México, Federação Anarquista Local de Valdívia (Chile) e Iniciativa Federalista Anarquista no Brasil. Esta entrada de três organizações sem âmbito nacional “obrigou” à principal decisão deste Congresso: a alteração do Pacto Associativo. Até este Congresso, o Pacto Associativo existente, bastante eurocêntrico na sua redacção inicial, só permitia adesões de organizações com dimensão nacional e uma por território. Exemplificando, o território francês só poderia estar “representado” pela Federação Anarquista francesa (FA), aliás uma das fundadoras da IFA. Qualquer outra organização, actuando no estado francês, só poderia aderir à IFA se também tivesse um âmbito nacional e se a FA não se opusesse. Considerando a dimensão dos estados do continente americano e a consequente dificuldade de formação de uma organização nacional, a continuidade desta restrição iria, na prática, impossibilitar a adesão de qualquer tipo de organização existente ou futura nestes territórios. Ora este entrave colidia com o objectivo principal da IFA na actualidade: alargar o número de organizações-membro e a sua esfera de actuação a territórios para além do espaço europeu. Assim sendo, com a alteração do Pacto Associativo, tornou-se possível a adesão de organizações sem âmbito nacional, mas apenas local ou regional, podendo coexistirem na IFA organizações actuando no mesmo espaço territorial, mantendo-se no entanto a necessidade de acordo da organização previamente aderente.

No entanto, esta nova redacção do Pacto Associativo levanta desde logo uma questão que provavelmente colocar-se-à a curto ou médio prazo: qual será a posição de uma qualquer federação europeia se outra organização, já não de âmbito nacional mas actuando no mesmo território, solicitar a sua adesão à IFA? Concretizando, qual será a reacção da Federação Anarquista Ibérica, aparentemente numa situação muito longe do seu passado glorioso, se, por hipótese, as já existentes Federações Anarquistas da Catalunha ou das Canárias quiserem aderir? Aceitará ou vetará? E quais as consequências de uma ou de outra posição?

Por outro lado, faz parte da IFA uma organização transnacional, a já referida Federação para a Organização Anarquista, que federa grupos nos estados esloveno, sérvio e croata, apesar desta situação não estar contemplada no Pacto Associativo. Qual será a posição da IFA e das organizações já existentes se, de repente, começarem a surgir pequenas federações transnacionais formadas por grupos com afinidade linguística (por exemplo uma hipotética Federação Anarquista Galaico-Portuguesa) ou que partilhem a mesma realidade geográfica (ainda uma hipotética Federação Anarquista da Patagónia, englobando grupos argentinos e chilenos muito mais perto entre si do que de Buenos Aires ou de Santiago do Chile) ou ainda que tenham o mesmo tipo de luta (continuando no campo das hipóteses uma Federação Anarquista de Notre-Dame-des-Landes e do Val Suza) e que decidam pedir adesão?

Enfim, tudo isto são questões para as quais a IFA vai ter de encontrar uma solução de actuação e decisão. Face à tranquilidade com que decorreu este Congresso, aparentemente sem momentos de tensão, penso que se perdeu uma excelente oportunidade de se aprofundar uma discussão sobre a forma e o âmbito geográfico que as organizações formais anarquistas, neste caso de carácter federalista, deveriam ou poderiam assumir.

Outras discussões importantes, embora não conclusivas, foram as que decorreram sobre o modo de financiamento da IFA e sobre o modo de funcionamento da CRIFA (Comissão de Relações da IFA). Em relação à primeira questão, os participantes no Congresso foram informados que a IFA encontra-se actualmente sem fundos. Esta situação deve-se ao apoio financeiro substancial que a IFA deu, desde o Congresso de St. Imier, à expansão do anarquismo organizado de natureza federalista, mas também a diversas iniciativas, como a Rede Anarquista do Mediterrâneo, ou a grupos específicos, como o DAF e o Fórum Anarquista do Curdistão. Na opinião do Secretariado da IFA, torna-se portanto urgente que as diversas organizações aderentes arranjem formas de contribuir de forma regular, na medida das suas possibilidades, para este fundo comum. Em relação à segunda questão, e com o alargamento da IFA no continente americano, é importante definir e aprovar outra forma de funcionamento da CRIFA (que se reúne duas vezes por ano) já que é impossível financeiramente pagar viagens transcontinentais aos delegados das organizações aderentes. Várias propostas de solução foram colocadas. Manutenção de uma única CRIFA com reuniões alternadas nos dois continentes, mas com número reduzido de delegados, ou seja, quando a reunião fosse no continente europeu, viriam apenas um ou dois delegados das organizações do continente americano e vice-versa? Duas CRIFA’s reunindo separadamente? Utilização de Skype ou de outra forma de contacto via internet em detrimento das reuniões presenciais? Nada foi decidido, ficando as organizações presentes de reflectirem sobre esta questão e pronunciarem-se mais tarde.

Finalmente, o Congresso aprovou algumas estratégias de actuação em relação a temas específicos: guerra, nacionalismo, migrantes, Curdistão, “safer spaces”, patriarcado, campanhas internacionais e luta pela cidade. Ficou também decidido que, se possível, o período entre congressos passaria para três anos, em vez dos actuais quatro. O novo Secretariado ficou à responsabilidade de companheiros das Federações Anarquistas da Grã-Bretanha e francesa, sendo que estes últimos, que asseguraram o funcionamento deste órgão nos últimos anos, sairão daqui a um ano.

Como já foi referido, o Congresso decorreu de forma agradável, com bastantes intervalos que permitiram discussões informais e momentos de convívio. Os dois colectivos encarregados da cozinha, apesar de toda a ajuda que receberam, fartaram-se de trabalhar, pondo à disposição dos participantes pequeno-almoço, almoço e jantar com comida de boa qualidade. A organização foi excelente, tendo conseguido arranjar alojamento gratuito para todos aqueles que o solicitaram.

Algumas linhas finais para a Iniciativa Federalista Anarquista no Brasil. A língua comum aproximou-nos e foi com prazer que conheci pessoalmente companheiros com quem já dialogava através da internet. Esta organização pretende ser o embrião de uma futura federação, englobando para já três grupos: a Liga Anarquista no Rio de Janeiro, que publica o jornal Levante, o grupo Fenikso Nigra (Fénix Negra) de Campinas e a Comuna Anarco-Punk Aurora Negra, dinamizadora do Centro de Cultura Social da Favela da Vila Dalva em São Paulo. Para além das actividades específicas de cada grupo, a Iniciativa organizou, em 2015, o 1º Fórum Geral Anarquista no Rio de Janeiro, um evento aberto a todas as correntes do anarquismo, e, em 2016, o 2º em Salvador da Bahia. Para 2017, está previsto o 3º, a realizar-se em Junho em Campinas e para o qual estão convidados os anarquistas portugueses que queiram participar.

Um anarquista individual

 

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publicado às 17:27

Não é só a classe de professores que está envelhecida.
Toda a função pública está nessa situação.
Não entra sangue novo para administração pública à mais de 10/15 anos.
Por isso os números do desemprego são assustadores na casa dos 15% da população activa e como é evidente o sector privado não tem capacidade para absorver tanta mão-de-obra.
A Caixa Geral de Aposentações (CGA) também tem os dias contados por os poucos que vão entrar vão para a Segurança Social (SS).
Os únicos grupos que tem entrado, são novos recrutas para a segurança do estado (polícia,GNR/SEF/PJ, etc).
Enquanto que a educação, saúde, agricultura/autarquias, etc estão a trabalhar a meio gás com falta de trabalhadores.
Está na altura do governo tomar medidas de baixar o desemprego com novos trabalhadores para o estado (ministérios/autarquias) funcionar.

Reivindicações

Baixar o horário de trabalho para 30 horas semanais para o publico e privado
Baixar a idade reforma por que o que está é uma lei repressiva para os trabalhadores actuais.
40 anos de serviço ou 55/60 anos de idade.
Reforma mínima igual ao Salário Mínimo Nacional (SMN) e também um salário/reforma máxima de 1500 euros.
Acabar com os subsídios miseráveis á pobreza.

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publicado às 11:36

O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, aprovou hoje um aumento de 50% dos subsídios dos atletas venezuelanos que participaram no Rio2016, que receberão também uma ajuda financeira em dólares e casas do programa governamental Grande Missão Habitação.

Sr. Maduro gaste o dinheiro é com o povo trabalhador.
Os jogos olímpicos são prova em que se gasta dinheiro em suposta solidariedade entre países, mas na prática não existe.
Os jogos são desportos desgaste e competição entre elites dos atletas que em nada contribui para a paz no Mundo e em que os países gastam grandes somas de dinheiro em estádios, etc que fazem falta na saúde na educação no trabalho, etc.

Ve-se as quantidades de guerras que passam no Mundo e que alguns países mesmo em guerra participam no jogos olímpicos

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publicado às 11:20

O número de idosos que recebe o Complemento Solidário aumentou ligeiramente em julho depois de ter diminuído em junho, chegando agora a 160.867 pessoas, muito abaixo dos mais de 166 mil que recebiam esta prestação em julho de 2015.

NÃO SE COMPREENDE ESTA POLITICA DÃO REFORMAS DE MISÉRIA AOS REFORMADOS E DEPOIS AS MESMAS NÃO CHEGAM E SÃO OBRIGADOS A DAR SUBSÍDIO AOS IDOSOS PARA ESTES NÃO MORREREM DE FOME E DIZEREM QUE TEMOS UM ESTADO SOCIAL.

POR UMA REFORMA MÍNIMA NO PÚBLICO/PRIVADO IGUAL AO SALÁRIO MINIMO NACIONAL (SMN).

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publicado às 15:56

Governo queria que PJ fosse fosse formada pela Mossad e sequência de vários protestos de partidos e organizações de esquerda, principalmente do PCP, porque a coordenação técnica era de Israel, cujas forças de segurança "violam os direitos humanos" na Palestina.

Estas propostas do PS minam a coligação de esquerda.

 O PS sabe que o BE e o PCP não iriam aceitar estas proposta como é a CGD e esta do treino da PJ em Israel, etc, etc.
O PS pelos vistos não está de boa fé na coligação e faz estas propostas da direita a ver se passam ou então é mera táctica mas escusava-se de expor a estas situações.

Isto não quer dizer que o PCP e o BE sejam de confiança por fazem parte do sistema.

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publicado às 14:07

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