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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Guterres a caminho da ONU

26.09.16, uon

Conselho de Segurança deu 12 votos favoráveis ao candidato português (Guterres) a secretário-geral das Nações Unidas.

Mas a pergunta impõe-se.

O que é que nós ganhamos com Guterres na ONU? o mesmo que ganhamos com Barroso na comissão.Nada.

A ONU como organização é uma fantochada.

Ainda ontem ouvimos o actual Sec. Geral  a dizer que os russos são uns filhos da mãe.

É verdade que são, mas os americanos,  franceses, ingleses, etc são uns f.p. e ainda são piores.

Governo vai pagar a desempregados para trabalharem no Interior

24.09.16, uon

 

Governo vai pagar a desempregados para trabalharem no Interior.

A ideia até nem é má, mas isto sabe-se como acaba.
Os tais programas avulsos que não servem para nada a não ser para gastar uns milhões.
O interior está despovoado e necessitava de gente nova que fomentasse o cooperativismo nos domínios da economia, da agricultura, industria e serviços para agarrar gente aos locais.
Mas as pessoas só se organizam de forma capitalista e o poder dá uma ajuda a esses empreendedores que comem o nosso dinheiro.

Mãe de "comando" diz que filho foi obrigado a comer terra

23.09.16, uon

Exército - Família diz que militar que morreu nos comandos foi obrigado a comer terra

A mãe de Hugo Abreu, um dos militares que morreu no 127º curso dos comandos, diz que o filho foi obrigado a comer terra, depois de cair no chão.

Comer terra é mais uma humilhação do que um treino.

 

Nos comandos do exército tornou-se normal praticas assassinas dos oficiais comando.

Os comandos tem um historial de morte de soldados que incutidos pela farda e por uma pseudo-nacionalismo ultrapassado e heroísmo movido pela estupidez leva que muitos jovens aceitem praticas indignas semelhantes à praxe académica.

As praxes académicas também foram consideradas crime pelo estado depois de muitas humilhações movidos pelos chefes de praxe a muitos alunos.

Falta agora que os cursos de comandos sejam considerados praxes humilhantes e os autores sejam considerados culpados pelos crimes cometidos durante a formação.

Classes trabalhadoras mais exploradas com impostos

22.09.16, uon

Portugal foi o país da OCDE que mais aumentou a carga fiscal para os trabalhadores com baixos rendimentos em 2015.

A OCDE só veio confirmar o que toda a gente sabia.

São as classes trabalhadoras que ganham menos que mais descontam em impostos.

O PSD/CDS estão muitos alarmados com os milionários que vão pagar mais IMI das suas casas luxuosas que possuem.

Estes dois partidos gémeos são uma vergonha nacional. 

Os próprios milionários devem-se estar a rir destes dois partidos.

Também este governo está a fazer um país e dois sistemas como a China.

Um país para capitalistas e outro para trabalhadores ainda mais explorados, mas com algumas leves preocupações sociais.

Direita alarmada com novo imposto sobre IMI

20.09.16, uon

Como é evidente são os trabalhadores deste país que pagam os impostos, por que não podem fugir aos mesmos, por que são descontados na fonte.
Quem tem rendimentos milionários tem de ser taxado na mesma porporção.
A direita sai em defesa da sua dama, o capital.
A direita vem com essa história do investimento, mas isso está mais ultrapassado.
Quem quer investir não deixa de investir por isso.
Esta direita PSD/CDS são uma cambada de atrasados mentais e ladrões e deviam ter vergonha na cara.

As religiões são um meio de enganar o pagode com milagres e salvações

17.09.16, uon

 

Brasil - Candidatos de partido ligado à IURD lideram sondagens no Rio e São Paulo

O PRB, braço político da igreja IURD de Edir Macedo, pode conquistar as duas maiores prefeituras do país (Brasil) nas eleições municipais marcadas para Outubro.

Num país (Brasil) com imensa miséria a IURD tem penetrado na população.
Em Portugal a IURD tem imensas igrejas a conta dos fiéis que pagam o dizimo para terem "milagres".
Em Portugal também já houve uma tentativa gorada da IURD se introduzir na política com o extinto partido da gente.
A IURD tem conseguido algum sucesso á conta da Igreja católica e dos seus escândalos:pedofilia, etc.etc.
As religiões são um meio de enganar o pagode com milagres, salvações, etc, mas o objectivo final é o poder e o dinheiro por que deus não existe.

 

Reformas:Governo dá tiro no pé

17.09.16, uon

 

Militares e forças de segurança já não vão ter cortes por deixarem de trabalhar seis anos mais cedo do que os  funcionários públicos e os do privado.

Tanto que os nossos políticos falam em igualdade de direitos mas na hora H erram com mais esta injustiça.
O governo mais uma vez em vez de igualar todos os trabalhadores com os mesmo direitos, abre mais uma brecha desigualando os trabalhadores do privado e do público com os polícias e militares.
Não temos nada contra que a policia e os militares se reformem aos 60 anos.
Mas temos que os outros trabalhadores não possam ter os mesmos direitos que os policias e militares.
Por que razão os militares e os policias podem ser reformados aos 60 anos com todos os direitos e os outros trabalhadores tem de trabalhar mais anos.
Quanto mais tempo os trabalhadores do privado e do público trabalharem mais desemprego e emigração haverá no país.
Esta é que é a verdade e mais uma vez o governo deu o tiro no pé.
 
Nota:militares e polícias não são trabalhadores.Fazem parte do clube de repressão.

 

A vida efémera da AC-INTERPRO

13.09.16, uon

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2016/09/11/memoria-libertaria-ac-interpro-a-tentativa-de-construcao-de-uma-associacao-de-base-anarco-sindicalista-em-portugal-no-inicio-do-seculo-xxi/

 

(memória libertária) AC-Interpro: a tentativa de construção de uma associação de base anarco-sindicalista em Portugal no início do século XXI | Portal Anarquista

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Foto da Assembleia fundadora da AC-Interpro (aqui)

Há 10 anos, em 2006, houve em Portugal uma tentativa de criação de um sindicato de base, segundo os princípios anarco-sindicalistas e sindicalistas revolucionários. Vários companheiros envolveram-se na criação da Associação de Classe Interprofissional, cujo processo de legalização foi sabotado pelo próprio Estado: mal a associação foi legalizada, o ministério público recorreu, obrigando à sua dissolução, supostamente pelo referido sindicato violar a lei, nos seus próprios estatutos, que haviam sido registados meses antes sem quaisquer problemas.

Com especial participação de companheiros do sector da educação – agrupados na secção portuguesa da Federação Europeia do Sindicalismo Alternativo da Educação (FESAL), – esta associação sindical chegou a participar em encontros internacionais do movimento sindical alternativo europeu.

 

No entanto, a 10 de Fevereiro de 2007, “a Assembleia Geral de Sócios da AC-Interpro, reuniu-se, tendo deliberado o seguinte relativamente ao processo de extinção interposto pelo ministério público junto do tribunal de comarca de Cascais:

1- Assumimos não recorrer no processo contra nós intentado por causa dos custos financeiros inerentes (só é possível um recurso se constituirmos advogado e pagando os seus honorários) que não podemos nem estamos na disposição de assumir.

2- As nossas actividades vão continuar a exercer-se com base nos princípios estabelecidos e segundo as estratégias previamente delineadas.

3- Aguardamos o desfecho do processo e, no caso do tribunal decretar a nossa extinção enquanto sindicato, não pomos de lado o retomar do processo de legalização, quando as condições forem julgadas favoráveis.”

Meses antes a necessidade de criação da Associação Interprofissional tinha sido colocada nos seguintes termos por Manuel Batista, um dos activistas envolvidos neste projecto:

Associação de Classe Interprofissional

Uma contribuição para o debate que está a decorrer entre os membros fundadores da Associação de Classe Interprofissional (nome provisório, do primeiro sindicato de base e alternativo, desde que foram extintos por Salazar, em 1932, os últimos sindicatos livres em Portugal, inspirados pelo sindicalismo revolucionário).

As razões que nós podemos aduzir a favor do projecto de erguer um sindicato de base são muitas. Apenas iremos aqui expor algumas.

No essencial, consideramos que é impossível uma defesa eficaz dos trabalhadores sem uma organização. Só uma organização do tipo de um sindicato, tem capacidade para auxiliar verdadeiramente no combate pela defesa imediata dos interesses e direitos da classe trabalhadora sem a desviar dos conceitos e práticas revolucionários, ou seja, de que a libertação dos trabalhadores será obra deles próprios, e de que não se pode encarar uma melhoria substancial, mesmo no longo prazo, se a sociedade continuar a perpetuar as classes.

As duas razões para nos organizarmos em sindicato são, portanto: a defesa no quotidiano dos nossos contratos, a sua melhoria, a defesa dos direitos laborais e sociais e, no longo prazo, a luta geral pela emancipação da nossa classe e de todas as classes, pela abolição do regime do salário e da exploração capitalista.

Porém, após o 25 de Abril, a “sociedade civil”, ou seja, os sindicatos, as associações, etc. foram tomados de assalto por militantes partidários diversos, com especial relevo para os do PCP e suas dissidências.

O movimento sindical foi largamente comprado, de muitas formas. Isto explica que, aquando das rondas de “concertação social” entre os representantes do patronato, as centrais sindicais e o governo, os resultados dos acordos têm sido sempre no sentido de “flexibilizar” (fragilizar) o vínculo laboral.

Não existe independência dos burocratas que estão a representar os trabalhadores.

Se eles tivessem a veleidade de independência, veriam em breve cortado o seu ”tacho sindical” que lhes permite estar a tempo inteiro nos sindicatos, ganhando ordenado como se estivessem a exercer a sua profissão, muitas vezes até atingirem a idade da reforma. Eles têm mais interesse em salvaguardar o seu estatuto próprio, do que o estatuto dos trabalhadores que eles dizem representar.

O governo tem os referidos sindicatos como parceiros, ao dispor para tudo e nomeadamente para assinarem todos os recuos que for preciso, com um mínimo de “contestação” simbólica, aquele mínimo para dar a ilusão nos trabalhadores (mesmo aos mais esclarecidos) de que existe um movimento sindical verdadeiro, embora seja demasiado fraco face ao poder do capital. Mas não! O poder do capital e dos políticos do governo é justamente mantido pelas direcções sindicais, que têm precisamente este papel insubstituível (e estratégico para a burguesia) de manter sob controlo a classe trabalhadora.

Os largos milhões de trabalhadores teriam força suficiente para impor respeito pelos seus direitos fundamentais, mesmo sem se ter atingido uma nova fase revolucionária. A sua impotência para conseguir esse mínimo, advém da traição continuada dos seus “representantes”.

A necessidade de um movimento independente, anti-capitalista, que não esteja sob o controlo de estruturas autoritárias, nomeadamente partidos políticos, entra pelos olhos dentro.

Que sindicato queremos?

Queremos um sindicato que esteja sempre nas nossas mãos, que não fuja nunca ao controlo dos seus associados, um sindicato onde a direcção fica incumbida pela assembleia de concretizar determinadas decisões e que terá de responder em assembleia pela boa execução das mesmas. Um sindicato onde a pertença a determinada categoria profissional não implicará uma diferença de tratamento, onde apenas haja camaradas, onde reine um espírito de igualdade. Um sindicato capaz de organizar os trabalhadores nos locais de trabalho e noutros locais.

Note-se que cabe perfeitamente do campo sindical, a nosso ver, tudo o que se prenda com as condições de vida gerais e sociais. Assim, são do âmbito sindical as questões que se prendem, por exemplo, com pensões, habitação social, consumo, defesa do ambiente, igualdade de género, anti-racismo, combate à xenofobia, ao combate ao sexismo, a todas as formas de autoritarismo, à defesa das liberdades e a luta contra o arbítrio patronal e do Estado.

O sindicato não deve meter-se “na política”, mas deve ter uma visão política e deve avaliar a política que se faz, ao nível nacional e internacional. Deve ser um actor totalmente independente no movimento social, o que não significa autista, nem sectário. Significa que apenas faremos os acordos que nos parecerem adequados, seja com quem for, em função dos superiores interesses da classe trabalhadora.

Manuel Baptista

A constituição da Associação teve como base o Colectivo Anti-autoritário de Luta de Classes constituído algum tempo antes e que publicava o Boletim “Luta Social”, do qual saíram mais de uma vintena de números e que se tornou o porta-voz da referida Associação.

Pode consultar aqui o Boletim “Luta Social” (1 a 15):

alutasocialn1    alutasocialn2   alutasocialn3   alutasocialn4   alutasocialn5-6   alutasocialn7  alutasocialn8    alutasocialn9-10   alutasocialn11   alutasocialn12   alutasocialn13  alutasocialn14  alutasocialn15

Estatutos da AC-Interpro: http://www.luta-social.org/2006_07_01_archive.html

transferir

A AC-INTERPRO podia ter sido começo do anarco-sindicalismo organizado e legalizado sob as leis do estado.

Mas devido a algumas emoções, contradições e também divergências o sindicato não avançou e foi pena.

O estado acabou por também ter a sua cota parte para extinguir a associação.

Passado estes anos todos continuamos sem qualquer coisa credível e continuada.

Nascem colectivos, grupos mas nada tem resultado para bem do estado e dos seus defensores, do sindicalismo reformista, partidos, etc.

Tivemos por uma unha negra de conseguir projectar uma associação que defendesse a classe trabalhadora.

 

Mas também sabemos que a vida faz-se de sucessos e insucessos.

Para a próxima pode ser que tenhamos sucesso.

Pode ser que num futuro próximo voltemos a carga.

 

 

 

 

Que vai fazer Guterres na ONU?

10.09.16, uon

A coisa parece consumada Guterres será o futuro Secretário-Geral da ONU.

Mas cabe fazer algumas perguntas a Guterres.

Como será Guterres na ONU, perante uma CN atómica.
Vai negociar, vai mandar atacar a CN.
Que vai fazer Guterres perante a ameaça das bombas atómicas dos EUA, França, Rússia. Israel. etc.
Vai negociar com estes países para desmantelar o arsenal atómico ou porventura vai lançar mais gasolina na fogueira.
Que vai fazer Guterres com o conflito infindável entre Israel e Palestina.