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Carris vai ao parlamento discutir proposta dos comunistas.

Comunistas querem que a Carris continue sobre gestão do Ministério dos Transportes.

Enquanto que o PS e Bloco querem uma gestão da CML.

CDS e PSD queriam era privatizar a Carris.

É indiferente uma gestão do Ministério dos Transportes ou da Câmara de Lisboa desde que funcione bem.

Para utentes e trabalhadores só querem ser bem servidos com autocarros mais frequentes nas paragens, bilhetes e passes mais baratos.

Se o o governo quiser isentar algumas camadas da população (crianças e velhos) é bem vindo.

O resto é paisagem.

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publicado às 15:55

O autocarro que transportava a equipa do Benfica foi recebido com protestos e insultos no centro de estágios do Seixal na noite de segunda-feira, após a derrota dos encarnados com o Vitória de Setúbal por 1-0.

Se os adeptos tem dificuldade em engolir uma derrota é muito simples

O nosso clube nunca perde.

Se quiserem aderir. 

Clube de Futebol Nunca.

Neste clube ganhamos sempre e ninguém enche o c... à máfia: jogadores, treinadores árbitros e dirigentes.

Estádios não temos. Sócios não há, e espectadores também não.Transferencias muito menos.

E tudo limpinho, limpinho, limpinho.

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publicado às 15:10

As promessas de Tramp

por uon, em 28.01.17
Para os comentadores Tramp está a cumprir as promessas da campanha eleitoral.
Como é comum os políticos em campanha não cumprirem as promessas, para os comentadores é sinal que lago está a mudar.
Mas que promessas?
O muro vai avançar.Medidas proteccionistas.Refugiados não entram, etc.etc.
Tramp está só cumprir as promessas que não prestam que mais valia não cumprir e que são fáceis de cumprir.
Ele campanha não disse que ia aumentar os salários dos trabalhadores; que ia desarmar os states, etc.etc.

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publicado às 16:10

Autarquias de Sintra e da Amadora estão vigilantes em relação à ameaça para a segurança pública e para a saúde que são os espaços junto a vias rápidas IC19 e outras por esse país fora.

O estado tem meter o nariz em tudo.
Objectivo é sempre o mesmo caçar impostos.
A conversa da saúde pública é meio para expulsar quem quer cultivar os seus produtos.
O que é que não está contaminado em Portugal.
Em todo o lado passam auto-estradas, estradas nacionais e municipais.

Tudo o que nós comemos está contaminado, ou por produtos químicos e por poluição atmosférica, etc.

Pede-se aos senhores da Saúde Pública que já conhecemos essas histórias para adormecer.

Deviam preocupar-se em melhorar os hospitais, centros de saúde,  etc por que isto está tudo controlado.

Deixem as pessoas viver em paz.

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publicado às 11:26

Resultado de imagem para aperto de mão

É preciso também destrinçar um refugiado dum emigrante.

O refugiado é aquele que foge duma guerra, de perseguição política, religiosa, etc.

O emigrante é aquele que emigra por motivos económicos, por que no país dele não lhe são oferecidas melhores condições de vida e de trabalho e tem de emigrar, como é o caso de muitos trabalhadores em Portugal.

Tanto emigrantes como refugiados deviam de ser tratado como qualquer nacional, mas até os nacionais são maltratados, quanto mais os emigrantes e refugiados.

Portanto nacionais, emigrantes e refugiados tem um objectivo comum.

 

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publicado às 14:39


leviathan

 .

Recuperamos aqui algumas palavras do velho militante anarquista Tomás Ibañez sobreintolerância e “pureza dogmática” nos meios anarquistas.

 .

O texto tem a ver com as experiências que viveu em Itália, França e Espanha, nos anos 60 a 80, mas entre nós também esse problema existe e é actual. Entre nós ainda há quem continue a confundir anarquismo com esquerdismo e que julgue que deva existir uma varinha mágica ou um comité qualquer para distinguir os “bons” dos “maus” anarquistas (os bons seriam eles, claro).

 .

O pensamento autoritário, jacobino, de que o óptimo só acontecerá quando todos pensarem exactamente como nós, está ainda muito presente nalguns meios libertários, muito contaminados pelo pensamento religioso, depois adoptado pelas diversas variantes do pensamento totalitário, que divide a sociedade em duas categorias estanques: os bons e os maus. Os nossos e os outros. Claro, que os nossos seremos sempre só nós e, mesmo se alguém chegado pensar ligeiramente de outra forma, já será suspeito.

.

É o caminho irreversível das suspeições, das calúnias, das expulsões e das cisões.

 .

Para esta forma de pensar, a experiência zapatista não deve ser apoiada porque não é claramente anarquista, nem tão pouco o confederalismo de Rojava ou as lutas que se travam aqui à nossa beira: nada está à altura da sua “pureza ideológica” e dos seus esquemas mentais fechados em torno de ideias-feitas que, espremidas, pouco valem senão a repetição de velhos slogans já carcomidos pelo tempo.

 .

A sua intolerância e dogmatismo, para além de radicarem no velho esquerdismo autoritário, são altamente estéreis – quando não destrutivas e paralisantes – para o movimento libertário no seu conjunto.

 .

*


 .


Diz Tomás Ibáñez (militante libertário):


 .


“… combati durante muito tempo contra os “guardiães do templo” e, com efeito, durante os anos da minha militância anarquista mais intensa, desde princípios dos anos sessenta até aos oitenta, estes constituíam um problema sério no seio dos movimentos libertários de França, Itália ou Espanha para citar apenas os que conheço melhor.

 .

A sua vontade de preservar a pureza do anarquismo herdado, de evitar qualquer contaminação por ideias ou por práticas surgidas fora das suas fronteiras, a sua fé, quase religiosa, na superioridade inquestionável do anarquismo, e a sua dedicação na tarefa de velarem pela imutabilidade da sua essência, fechava-os num dogmatismo e num sectarismo impróprios de qualquer sensibilidade minimamente anarquista.

 .

As expulsões, as desqualificações, as cisões, não eram, naquela altura, nada raras.

 .

Hoje a própria força das mudanças esvaziou de energia as tendências sectárias e os “guardiães do templo” já não representam nenhum problema, ainda que não seja de mais permanecermos atentos a eventuais ressurgimentos de atitudes fundamentalistas.”

 


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publicado às 10:26

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2017/01/25/efemeride-adelaide-cabete-a-louise-michel-nasceu-ha-150-anos/

 

adelaidecabete

Assinalam-se hoje os 150 anos do nascimento de Adelaide Cabete, alentejana, natural  de Elvas. Formada em medicina, foi colaboradora e dirigiu várias publicações dirigidas às mulheres. Republicana e filiada na maçonaria – que hoje celebra o seu nascimento – , onde adoptou o nome da anarquista francesa Louise Michel, o que prova que “era alguém muito próxima dos ideais anarquistas”, como sustenta a investigadora Isabel Lousada nesta entrevista. Adelaide Cabete foi também uma assídua colaboradora do jornal anarco-sindicalista “A Batalha”, orgão da CGT. 

adelaide-cabete-handler-ashx

De seu nome completo Adelaide de Jesus Damas Brazão Cabete, nasceu em Elvas, freguesia de Alcáçova, a 25 de Janeiro de 1867, filha de Ezequiel Duarte Brazão e de Balbina dos Remédios Damas. Oriunda de uma família humilde, começou a trabalhar muito nova e casou com o sargento republicano Manuel Fernandes Cabete, que a incentivou a estudar.

Em 1889 prestou o exame de instrução primária e, em 1894, concluiu o curso liceal. No ano seguinte mudou-se para Lisboa, onde se matriculou no ano seguinte na Escola Médico-cirúrgica, instituição onde concluiu o curso em 1900 com a tese Protecção às Mulheres grávidas Pobres como meio de promover o Desenvolvimento físico das novas gerações (1900).

Republicana militante, participou activamente na propaganda que antecedeu a mudança de regime em 1910. Professora no Instituto Feminino de Odivelas e médica, procurou sempre defender a melhoria das condições de vida das crianças e das mulheres, com particular ênfase na luta contra a prostituição e o alcoolismo. Propagandista do feminismo fundou e presidiu ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas e da Cruzada Nacional das Mulheres Portuguesas, à Liga Portuguesa Abolicionista, às Ligas de Bondade e dirigiu a revista Alma Feminina (1920 – 1929).

Na Universidade Popular Portuguesa organizou um curso de Higiene e Puericultura. Participou no Congresso Internacional de Ocupações Domésticas (Gand, 1913), no Congresso internacional Feminino de Roma (1923), no Congresso do Conselho Internacional das Mulheres (Washington, 1925), nos I e II Congressos Feminista e da Educação (1921 e 1928), nos Congressos Abolicionistas (1926 e 1929). Viveu em Angola entre 1929 e 1934, onde continuou a sua acção a favor da higiene e da assistência. Colaborou em numerosas publicações periódicas como: Educação, Educação Social. O Globo, A Mulher e a Criança, Pensamento, O Rebate.

Iniciada em 1 de Março de 1907, na Loja Humanidade, com o nome simbólico de «Louise Michel». Atingiu os graus 2 e 3º em 1 de Março de 1907, 4º em 28 de Julho de 1910, 5º, 6º e 7º em 16 de Janeiro de 1911. Grau 30º do REAA em 28 de Outubro de 1923. Conservou-se na Loja no período em que laborou sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano Unido (até 1913 e depois de 1920 até 1923) e posteriormente, após a adesão da Loja Humanidade à Ordem Maçónica Mista Internacional O Direito Humano, em 1923. Foi eleita várias vezes Venerável da sua Loja e Grã-Mestra do Areópago Teixeira Simões (1926).

Morreu em Lisboa, na freguesia de São Sebastião da Pedreira, a 19 de Setembro de 1935.

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publicado às 17:26

Como não se endividar

por uon, em 24.01.17

O endividamento também tem a ver com a vida das pessoas e com a sociedade burguesa conforme está organizada.

- pessoas que frequentam bares diariamente/semanalmente
- vão a espectáculos culturais, musicais,  futebois com preços caros.
- pessoas que frequentam centros comerciais e gastam dinheiro em coisas que não necessitam.
- pessoas que compram roupas caras e de marca.

-pessoas que passam fins-de semana e férias fora com muita regularidade

-pessoas que utilizam o cartão de crédito

etc, etc.

As pessoas que ganham salários médios e altos são os mais atingidos pelo endividamento.

Frequentem a feira da Brandoa ao domingo para combater o endividamento.

 

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publicado às 10:47

PSD é partido com mais adesões que PS, CDS e Bloco de Esquerda juntos desde 2015.

São militantes de cartão que nada fazem.Só votam.

Os partidos perderam todos as suas identidades.
Já não colam cartazes, por que tem muito dinheiro para pôr empresas a colar ou a empastar grandes blocos publicitários.
No fundo hoje o militante não tem grande função nos partidos.
Só serve para fazer monte nos comícios e manifestações de rua nas pré e campanhas eleitorais.
Dantes o militante servia para introduzir a política do partido com os colegas de trabalho e pessoas em geral.
Hoje o militante não faz política e nem percebe nada de política tornou-se um robot dos partidos e tem horror à política.
A própria democracia encarregou-se de amordaçar o militante com a sua política repressiva patronal, policial, etc.
Nem mesmo o PCP já praticamente não cola cartazes por que os militantes estão todos de pantufas calçadas, até serem chamados à próxima campanha eleitoral e os outros partidos seguem-lhes as pisadas.

Nos grandes partidos os jotinhas e alguns velhinhos andam todos a procura de uma tachinho numa junta, na assembleia municipal ou em deputado por que dá muito jeito em tempos de crise.

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publicado às 10:24

Nesta concentração contra Tramp junto de embaixada dos USA, em Lisboa estiveram cerca 400/500 pessoas, bem contados.
Presentes partidos:BE, Livre, MAS, grupo "Em Luta" nova cisão do MAS e muitas outras pessoas independentes.
A polícia também marcou presênca em força.
Não há muito mais a registar.

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publicado às 17:00

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