Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Almaraz: reunião com governo espanhol sem acordo

12.01.17, uon

 APÓS REUNIÃO COM GOVERNO DE RAJOY SEM ACORDO, MINISTRO DO AMBIENTE VAI RECORRER A BRUXELAS SOBRE O CASO DE ALMARAZ.

AS GUERRAS COMEÇAM COM PEQUENOS/GRANDES CONFLITOS FRONTEIRIÇOS.
O QUE PODE FAZER BRUXELAS NADA.
SE CALHAR É BRUXELAS QUE VAI FAZER VERGAR OS ESPANHÓIS.
COMEÇAM AS SANÇÕES, MAS AS SANÇÕES NÃO DÃO RESULTADO.
PARA UM PAÍS É-LHE INDIFERENTE AS SANÇÕES.
VEJAM A COREIA DO NORTE, O IRÃO, ETC.
AS GUERRAS DE PALAVRAS, AS AMEAÇAS, ETC.
OS NACIONALISTAS COMEÇAM A FAZER PRESSÃO SOBRE OS POLÍTICOS.
UM CONFLITO SOBRE ALAMARAZ PODE PROVOCAR UMA GUERRA.
QUEM PAGA SEMPRE O MESMO.O POVO.

USA:Continuação dos Democratas era continuação do está

11.01.17, uon

 Tramp é mau mas esses Democratas tem em mau perder.
A continuação dos Democratas era continuação do está.
Na Europa também rezavam a todos os santinhos para que a Clinton ganhasse.
Não sabemos ao certo como isto vai ficar depois de Tramp tomar posse.
De certeza que não vai lançar bombas atómicas, fazer novas guerras.
É equação com duas incógnitas x + y que é bem dificil de fazer para quem não sabe matemática.
Se Tramp fizer m... com certeza que terá muita gente em sua oposição.
As vezes é preferível, que as pessoas se agitem e façam alguma coisa por que isto muito calminho também prejudicial.

Os americanos não são uns super-homens.

Políticos, comentadores desfazem-se em elogios a Mário Soares

10.01.17, uon

Políticos, comentadores desfazem-se em elogios a Mário Soares.

Como é evidente estão a defender a sua dama e o seu projecto político que foi percursor da nossa desgraça como país e como povo.

Entende-se como desgraça entre outras coisas e por ordem memorial:

- entrada de Portugal na CEE/UE que conduziu ao que estamos hoje;

- destruição da reforma agrária entrega de terras aos latifundiários com indemnizações milionárias;

- assassinato de activistas políticos, Jorge Morais e Luís Caracol e diversos feridos;

- assassinato de dois trabalhadores na defesa da reforma agrária no Alentejo (Montemor-Novo) Casquinha e Caravela;

--assassinato de Pedro Manuel Sarmento Vieira, operário têxtil de 24 anos e o menor Mário Emílio Pereira Gonçalves, de 17 anos no 1º Maio na cidade do Porto ao qual o PS também não deixa de ser responsável.

etc, etc, etc

(MEMÓRIA LIBERTÁRIA) JOSÉ NEGRÃO BUÍSEL (1875-1954), UM ANARQUISTA DE PORTIMÃO

10.01.17, uon

buisel

José Negrão Buísel é uma das referências do anarquismo no Algarve. Professor, seguidor das ideias pedagógicas libertárias da escola Moderna de Francisco Ferrer, esteve ligado à Federação Anarquista do Sul e posteriormente à CGT. Preso por diversas vezes, o seu nome foi atribuído, após o 25 de Abril de 1974, a um estabelecimento de ensino e a uma rua de Portimão.

*

capturar

José Negrão Buísel nasceu em Portimão a 27 de outubro de 1875. Era filho do catalão, Jerónimo Baudílio Buísel, que se fixou em Portimão para instalar uma fábrica de cortiça.

De ativista republicano, a par de outras figuras ilustres de Portimão, como Manuel Teixeira Gomes e Ernesto Cabrita, passou a radicalizar a sua ação política, como libertário e anarquista, vindo a liderar o movimento grevista em Portimão e Silves, a discursar entusiasticamente em comícios a favor de greves gerais (1918), em defesa dos operários corticeiros e marítimos (1922, 1925, 1926) e contra a guerra em Marrocos (1925).

Esta ação política revolucionária levou-(o) à prisão várias vezes e granjeou-lhe enorme popularidade no meio operário.

Em 1902, com 27 anos de idade, fundou e dirigiu o semanário ‘A Verdade’, publicação fortemente politizada que versava temas como o analfabetismo, a educação cívica, a pedagogia, a língua portuguesa, a história, as ciências naturais e a higiene. O jornal teve uma vida efémera, mas José Buísel continuou a escrever na imprensa local.

Em 1912 fundou em Portimão o ‘Grupo Libertário A Verdade’ que viria a filiar-se na Federação Anarquista do Sul.

Em 1905, criou um colégio particular, o Lusitano, do qual foi diretor, onde se ministrava o ensino elementar, o curso completar dos liceus, o curso teórico-prático de comércio e ainda ginástica, música e piano.

Aberto a todos, os alunos mais pobres não pagavam propinas, o que lhe valeu a atribuição de subsídios por parte da Câmara Municipal até à instauração da ditadura militar (1926).

A partir de então, além de não dispor de recursos financeiros para sustentar o colégio, passou a contar com a concorrência do colégio apoiado pelo regime ditatorial e frequentado pelos meninos das famílias ricas – o Colégio Infante D. Henrique que passaria a Liceu Municipal Infante D. Henrique, em 1932.

Após o golpe de 28 de maio de 1926, o seu ativismo político continuou, tendo sido preso várias vezes pela polícia política. Foi preso em 1928 e posteriormente em Março de 1934, por causa da greve insurreccional do 18 de Janeiro. Esteve preso na Cadeia do Limoeiro, em Lisboa, tendo sido solto em Agosto de 1937(*) e passando depois a residir no Monte Estoril.

Já com 62 anos de idade, continuou a sua atividade pedagógica no colégio Bairro Escolar de Estoril, cujo diretor era o seu filho, Dr. Américo Limpo de Negrão Buísel, também opositor ao Estado Novo.

José Negrão Buísel esteve internado no hospital do Desterro, em Lisboa, vindo a falecer, vitimado por uma hemorragia cerebral, aos 79 anos de idade, num asilo em Lisboa.

O funeral foi pago pelos seus alunos.

Durante as suas inúmeras prisões, as aulas eram asseguradas, primeiro por um ou dois dos irmãos, depois pelos filhos, e o sustento da família vinha, em parte, da solidariedade da gente simples: pescadores que forneciam peixe, mulheres da praça que levavam ovo e hortaliça, etc.

Conta um dos seus muitos descendentes, a neta Júlia Buísel (**):

“Recentemente encontrei uma senhora com cerca de 80 anos que ouvindo o apelido Buísel recordou ter sido aluna do meu avô. Lembrava-se que, quando ele regressava da prisão, o povo juncava o chão de rosmaninho desde Ferragudo até Portimão e acompanhava o professor em ar de procissão, ouvindo o grito da boca de homens simples: viva o professor Buísel, viva o pai dos nossos filhos. Expressão que definia bem o carinho e a consideração dos pais dos alunos pelo meu avô, homem bom que lhes educava os filhos como se seu pai fosse.”

aqui: http://www.aemtg.pt/wp-content/uploads/2013/07/Projeto-Educativo-14-18_vfinal.pdf-1.pdf 

(*) informação projecto mosca. http://mosca-servidor.xdi.uevora.pt/projecto/index.php?option=com_dicionario&view=militante&cid=19&Itemid=47

(**) aqui: http://ventosueste.blogspot.pt/2007/06/mais-uma-fotografia-e-mais-qualquer.html

bnp_n61_cx117_jf014
 
Sede da União Sindical e Escola Livre J N Buizel – Portimão, por volta de 1925. Fotógrafo não identificado, sobre sede da antiga União dos Sindicatos Operários de Portimão e também da Escola Livre José Negrão Buizel. Esta fotografia foi publicada na imprensa libertária da época. (aqui)

Funeral de estado de Mário Soares poderá caracterizar-se de exagerado

09.01.17, uon

O funeral de estado de Mário Soares poderá caracterizar-se de exagerado atendendo aos meios e gastos empreendidos.



É exagerado que um ex.presidente tenha um funeral desta dimensão a que nem o próprio se calhar pediu.



Outro dos exageros de certos comentadores televisivos usarem o funeral para criticarem o PCP, 40 anos depois de um hipotético objectivo de criar em Portugal um ditadura comunista.



É exagerado para não dizer um nojo dizerem que o PCP queria instaurar uma ditadura comunista em Portugal, embora tivesse apoio de alguns militares afectos ao partido, isso era totalmente impossível dados os meios em jogo.



E tanto que não tinha que o 25 de Novembro foi um golpe militar de direita que conduziu o país à falência financeira económica e social e à destruição da reforma agrária e da revolução popular que estava em curso e que o PCP também era contrario.



Esperávamos que esse assunto estivesse resolvido, mas passado 40 e tais anos voltou a ribalta política.

Morreu José Luís Garcia Rua ex.secretário geral da CNT

07.01.17, uon
Esta mañana recibiamos la triste noticia del fallecimiento del compañero José Luis García Rúa. Esta mañana, en Granada, su corazón se detenía, su aliento se extinguía, Jose Luis García Rúa dejaba este mundo pero sus obras y el recuerdo de su persona permanecerán por mucho tiempo.

José Luis García Rúa fue un militante de la CNT. De los que entregan su vida entera a una causa. Afiliado a la CNT a finales de la década de los 60, en plena clandestinidad. Tras la muerte del dictador Francisco Franco, se volcó en la militancia confederal, destacando como orador y conferenciante. En 1977 fue nombrado secretario de la CNT de Andalucía, cargo que renovará entre 1981 y diciembre de 1983 y, más tarde, en 1992. En 1988 fue elegido secretario general de la CNT, cargo en el que fue reelegido hasta 1992. En 1992 fue nombrado director del periódico CNT. Entre 1997 y 2000 ejerció de secretario general de la Asociación Internacional de los Trabajadores (AIT). Colaboró en cuantas publicaciones libertarias acudieron a su pluma, participó en cuantos debates, conferencias, encuentros y mítines le eran propuestos por toda la geografía ibérica. Pero sobre todo se entregó a la militancia diaria, al anónima y constante trabajo permanente del anarcosindicalismo.

Desde el Secretariado Permanene del Comité Confederal queremos recordar a Jose Luis García Rúa y mandamos todo nuestro apoyo a su familia, amistades y compañeros y compañeras más próximos. Queremos recordar al militante abnegado y al gestor desinteresado, a la persona que estuvo a la altura de las exigencias de la Organización en todo momento y, junto con él, a tantos compañeros y compañeras que mantuvieron viva la llama del anarconsindicalismo en los duros tiempos en que los inclementes ataques del capital ponían en un duro brete a la CNT.

Si hoy la CNT es una realidad, si es una organización viva es gracias a compañeros de la grandeza de Jose Luis García Rúa. Si hoy la CNT camina más fuerte y segura en la senda del anarcosindicalismo, en la vía revolucionaria que compañeros ejemplares como Jose Luis García Rúa cimentaron y despejaron, incluso en momentos de dudas y terribles soledades.

El velatorio es en la sala nº 1 del Cementerio de San José de Granada. Mañana sábado 7 de Enero, a las 16:30 horas, será el entierro en las instalaciones de dicho centro.

http://www.cnt.es/noticias/en-recuerdo-de-jose-luis-garc%C3%ADa-r%C3%BAa

Cooporativas autogeridas pelos trabalhadores livres do estado

06.01.17, uon

Comunistas recuperam projecto de resolução Fevereiro de 2016. "PCP rejeita a possibilidade de entrega do Novo Banco a privados".

Na antiga Rússia santuário comunista também havia cooperativas (kolkhov) geridas pelo estado.

Como é evidente não é isso que pretendemos mas sim, cooperativas autogeridas pelos trabalhadores livres do estado e por que não darem a possibilidade do NB ser autogerido pelos próprios trabalhadores se eles quiserem.


A autogestão está prevista na
C.R.P. Constituição da República Portuguesa
PARTE II - Organização económica
TÍTULO I - Princípios gerais
----------
Artigo 85.º - (Cooperativas e experiências de autogestão)

1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas.
2. A lei definirá os benefícios fiscais e financeiros das cooperativas, bem como condições mais favoráveis à obtenção de crédito e auxílio técnico.
3. São apoiadas pelo Estado as experiências viáveis de autogestão.

O estado pelos vistos é mau gestor, por que quer entregar tudo a privados.
Os patrões privados também gerem mal as suas empresas, senão basta ver a quantidade de empresas e bancos falidos.

Temos água luz e saneamento e não há dinheiro para pagar

05.01.17, uon

PS evocou os seus presidentes de câmara eleitos nas primeiras autárquicas. Costa diz que esta foi a geração "que abriu caminhos" e "foi essencial" para o país que vinha duma ditadura e praticamente estava tudo por fazer em matéria de água, luz e esgotos.

Também não parece que haja água, luz e saneamento em todo o território.

Há muitas aldeias de norte a sul montes e lugares a que "civilização" ainda não chegou.

Agora pelo contrário passados 43 anos do 25 de Abril existem muitas pessoas nas cidades vilas e aldeias, que não tem dinheiro para pagar esses serviços, assim como não ganham o suficiente para comer e os governos que tem passado não querem resolver os problemas das pessoas por que é "muito difícil governar".

 

(VÍDEO) INGOVERNÁVEIS: UM PERCURSO PELA CATALUNHA ANARQUISTA DO SÉCULO XXI

05.01.17, uon

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2017/01/04/video-ingovernaveis-um-percurso-pela-catalunha-anarquista-do-seculo-xxi/

Ingovernáveis: Um percurso pela Catalunha anarquista do século XXI

(Documentário | 95 min. | 2015 | Gonzalo Mateos | Espanha)

Tradução e legendas para português por Imprensa Marginal – Editora e Distro Anarcopunk & Anarco-Filmes Produções

Ingovernáveis busca retratar a realidade do movimento anarquista ou anti-autoritário na região espanhola da Catalunha. O documentário aborda os conflitos sociais dos últimos anos: greves gerais, movimento de indignados, processos de auto-organização em bairros e centros de trabalho, a revolta em Can Vies, a repressão na Operação Pandora, entre outros.

(1917-2017) NOS 100 ANOS DA REVOLUÇÃO RUSSA

03.01.17, uon

A revolução russa foi marco na história dos trabalhadores que resultou em fracasso.

Pela primeira vez os operários acreditaram que podiam ser justos e livres de uma ditadura czarista e acabaram por se ir meter noutra ditadura capitaneada por Lenine e pelo braço-direito Trosky e continuada por Staline e respectivos sucessores.

Todas as ditaduras fascista ou comunista tem apoio popular (Salazar, Hitler, Mussolin, Franco, Lenine, Staline, etc) e de muitos trabalhadores que acreditam em algo novo e depois o tiro sai pela culatra.

A democracia hoje instalada em grande parte do mundo  também sugere a liberdade e tem um grande apoio popular, mas não passa de uma mentira mascarada de verdade.

A democracia sugere o voto democrático e livre como um pretenso crédito dirigido a todo o povo, mas na verdade não passa de um embuste que depressa passa.

Os políticos prometem mundos e fundos e no final fazem totalmente ao contrário e geram crises artificiais.

Portanto acreditar na democracia é uma falsa questão.

 

20

artigo de Emma Goldman sobre a revolução russa em baixo;

 

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2017/01/03/1917-2017-nos-100-anos-da-revolucao-russa/#more-19179

 

 

 

 

 

 

 

Pág. 3/3