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O descaramento do PNR

por uon, em 15.03.17

 O PNR vai realizar uma manifestação pela liberdade de expressão, pensamento e opinião junto do Universidade Nova vejam o descaramento destes tipos.

Esta manobra do PNR é para protestar contra a decisão da Nova de não autorizar um sessão em que era orador Jaime Nogueira Pinto um apoiante extremista direita.

O partido que se reclama do pensamento de Salazar que como sabemos era um ditador que detestava a liberdade, pensamento e opinião vem agora reclamar como seus estes atributos.

Veja-se que o regime de Salazar foi derrubado em 25 de Abril de 74 pelos militares.

Salazar criou campo concentração do Tarrafal com presos políticos; deixou o povo na miséria e matou milhares de jovens na guerra colonial.

 

 

 

 

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publicado às 16:32

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Numa altura em que faltam exactamente 2 meses para que o papa visite Portugal e o seu espectáculo maior que dá pelo nome de Fátima, com a lotação esgotada e os preços a fazerem corar de vergonha os administradores de outros espaços de culto e luxo, nada melhor do que trazer, de novo, para a ribalta este texto do poeta surrealista António José Forte, publicado no jornal “A Batalha” há 35 anos, aquando da visita de um outro papa ao mesmo espectáculo, em cena desde 1917 e que bons cobres e dividendos ideológicos tem proporcionado à troika formada pelo Estado, pelo Capital e pela Igreja, os três na sua santa missão de injectarem “esperança” entre os explorados.

*

anel papal

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1. Ó Estado, mais uma vez podes limpar as mãos à parede do cu do papa, ficarás com as mãos mais brancas para os teus crimes. Ó partidos, da esquerda e da direita, mais uma vez podeis beijar os pés ao papa, ficareis com a boca abençoada para mentir melhor. Explorados, escolhei o crime, escolhei a mentira. Sois livres. Tu poeta, range os dentes e indigna-te.

2. Que o Estado venere a Deus na figura do papa, que os partidos venerem o Estado na figura do papa; que os explorados venerem a Deus, o Estado, o Partido – a trindade omnipresente. Enfim, o poder temporal subordinado ao poder sobrenatural. Nem Deus nem senhor? Maldita incurável doença infantil do comunismo. Explorado, escolhe o explorador.

3. O Estado que te submete é republicano e reverencia a Igreja, o Partido em que militas é marxista e felicita o papa, o Sindicato onde estás inscrito é revolucionário e saúda a reacção. A greve geral é uma arma que não deve ferir o papa. Nada contra o obscurantismo. Paz ao inimigo. Quem disse que a religião é o ópio do povo? Explorados, que escolheis?

4. Sobretudo, nada de escândalo. Uma pedra branca sobre o crime, uma pedra negra sobre a crítica. Ecrasez l’ infâme, dizia Voltaire. O silêncio dos ateus é o ouro do Vaticano. Explorado, escolhe a pedra para a tua cabeça.

5. Conquistar a liberdade de expressão para não usar a liberdade de expressão. Não denunciar o opressor, não ousar atirar-lhe à cara a revolta, sequer na forma de um cravo. Ver, ouvir, receber o papa com o medo do 24 de Abril. Explorado, porque não vomitas?

6. Explorado, sê manso e obedece. Pode ser que entres no reino dos céus, de camelo ou às costas de um rico. Obedece. Pode ser que vás para a cama com a pátria. Obedece. Pode ser que o teu cadáver ainda venha a ser estandarte glorioso do Partido. Nunca percas a esperança, explorado, jamais.

7. Abaixo a união livre. Viva a coexistência pacífica. O casamento do capital e do trabalho vai ser o grande casamento do século. Não haverá oposição dos pais nem da polícia. Sobretudo, tudo menos a erotização do proletariado. Felicidades, explorado.

8. Ouvi falar da luta de classes e da revolução e do mundo que o proletariado tem a ganhar e nada a perder. Ouvi falar das armas da crítica e da crítica pelas armas. Ouvi falar em transformar o mundo e mudar a vida. Ouvi falar de que enquanto um homem, um só que seja, e ainda que seja o último, existir desfigurado, não haverá figura humana sobre a terra. Nunca tinha ouvido uma sereia assim. Ouviste, explorado?

9. O diálogo? Que diálogo pode haver entre o condenado à morte e o carrasco que o conduz ao patíbulo? O diálogo é entre amantes, entre amigos, entre camaradas. Fora disso não há diálogo. Tens a palavra, explorado.

António José Forte 

In: jornal “A Batalha” – Lisboa. – Ano IX, VI série, Nº 90 (Dez. 1982)
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publicado às 15:55

Vêu islâmico e trabalhadores

por uon, em 14.03.17

Este assunto do véu deve debatido entre patrões e sindicatos em acordo na empresa.
Se numa empresa à trabalhadores que usam o véu ou querem usar os mesmos só devem autorizados se houver acordo entre partes patrão e trabalhadores reunidos em assembleia nesse sentido.
Como é evidente a não autorização do uso do véu na empresa pode colidir com a liberdade individual, mas o uso do véu pode causar desconforto ao próprio e aos colegas de trabalho.
O uso do véu no verão se calhar é desconfortável para o trabalhador por causa calor e pode ser também perigoso para um trabalhador que manipule com máquinas e como tal não deve ser envergado.
Por isso os trabalhadores podem reunir-se em assembleia  debater e decidir sobre o uso do véu islâmico ou não e depois levar a entidade patronal estatal ou privada em decisão reivindicativa.

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publicado às 14:19

A democracia e fascismo

por uon, em 13.03.17

Manifestantes nacionalistas turcos manifestaram-se na Holanda contra a decisão do governo não deixar entrar uma ministra turca para fazer campanha a favor do referendo constitucional na Turquia.

Já se sabe como os estados democráticos funcionam nestes casos com repressão como é evidente.

Não se pode dizer que há repressão boa ou má, há repressão.

Mas também não podemos deixar que Erdogan tome plenos poderes para bem do povo turco se bem que será difícil que isso não aconteça.

Erdogam montou um esquema com o pseudo golpe de estado para fechar a imprensa contrária ao seu governo, prendeu opositores anarquistas, comunistas, democráticos etc, etc.

Se a Holanda e outros países estão a fechar o país à propaganda fascista turca não é democrático, também o regime turco não é democrático por que quer plenos poderes para alterar a constituição e tornar a Turquia um país tipo Chile de Pinochet.

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publicado às 14:25

Capturar

aqui: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/movimento-libertario-portugues/

Almada (21/6/1974) uma das primeiras sessões públicas do Movimento Libertário a seguir ao 25 de Abril de 1974, na Incrível Almadense (*). Na mesa do comício vêem-se Francisco Quintal, Sebastião de Almeida e Emídio Santana, entre outros. Nas primeiras filas Custódio da Costa, Artur Modesto…Video disponível no arquivo da RTP, mas sem som.

(*) Confirmação feita por Carlos Gordilho. “Depois de observar o filme da RTP posso confirmar que se trata de imagens de um comício realizado na Sociedade Incrível Almadense, por iniciativa da delegação de Almada do Movimento Libertário Português. Na mesa encontram-se da esquerda para a direita as seguintes pessoas: Dr. Gladestone da Costa; Francisco Quintal; Domingues; Sebastião de Almeida; Dr. Alexandre Achando; Correia Pires e Emidio Santana.”

https://colectivolibertarioevora.wordpress.com/2017/03/10/almada-uma-das-primeiras-sessoes-publicas-do-movimento-libertario-apos-o-25-de-abril/

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publicado às 15:48

Bloco e comunistas querem fim das propinas. Foto: Estela Silva/Lusa

O Bloco de Esquerda e o PCP defendem que o ensino superior deve voltar a ser gratuito até ao final da presente legislatura.

Bloco e PCP mais papista que o papa neste aspecto da propinas.

As propinas só devem ser gratuitos até um certo rendimento familiar que tem que  ser quantificado.

A partir desse rendimento poderá haver escalões.

Quanto maior for o rendimento maior deve ser é o valor da propina.

Não faz sentido um ministro um deputado ou qualquer equivalente ou um empresário de sucesso os seus filhos não pagarem propinas por razões óbvias.

Um curso é um investimento pessoal no futuro e como tal os filhos de pessoas com rendimentos mais altos devem pagar e não todos nos trabalhadores deste país. 

 

 

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publicado às 13:54

É pena a mulher tenha um único dia de entre os 365/6 dias do ano e haja tantos problemas para resolver.

Para o ano volta-se a falar dos problemas da mulher.

Também temos de ver que há mulheres que exploram outras mulheres, para já não falar dos homens que estão a fazer deles os maus da fita e uns monstros.

Este dia está a ser manipulado pelos actuais donos/as do mundo.

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publicado às 11:07

http://elmilicianocnt-aitchiclana.blogspot.pt/2017/03/10-diferencias-entre-el-feminismo.html?m=1

10 diferencias entre el feminismo burgués y el feminismo libertario

 

1- Las feministas burguesas buscan la protección de las mujeres a través de los aparatos coercitivos del Estado. Las feministas libertarias, abogan por la autodefensa de las mujeres en comunidad.

2- El feminismo burgués desea que toda mujer compita en ‘igualdad de oportunidades’ y sea retribuida según sus méritos individuales. Por el contrario, las feministas libertarias luchan para que cada individuo se desarrolle solidariamente en igualdad y que cada cual sea satisfecho según sus necesidades.

3- Las feministas burguesas desean la incorporación de mujeres en puestos de poder, en el parlamento y los ejércitos; en las altas gerencias de empresas capitalistas y en los ejecutivos gubernamentales. Las feministas libertarias, desean la abolición de las instituciones jerárquicas. Es por ello que se declaran antiestatistas, anti-militaristas y críticas del parlamentarismo.

4- El feminismo burgués sostiene que la igualdad de género es un “derecho humano” que debe ser garantizado por el Estado. Las feministas libertarias sostienen que el Estado no puede garantizar la igualdad, pues la igualdad no se puede alcanzar mediante la jerarquización de la sociedad que genera la organización piramidal y represiva del Estado.

5- Las feministas burguesas crean «conciencia feminista ciudadana», es decir, un conjunto de prácticas y valores que crean a un sujeto dócil y sumiso frente a las relaciones democráticas-neoliberales. Las feministas libertarias crean «conciencia de clase feminista», es decir, principios y finalidades libertarias con la intención de abolir las relaciones de poder y sustituirlas por relaciones libres en igualdad.

6- Las feministas burguesas insisten en explicar históricamente el feminismo mediante "oleadas" (primera ola, según ola, tercera ola, etc.), ignorando y censurando el feminismo obrero, anarquista y comunitario. Las feministas libertarias, sin obviar los aportes teóricos y coyunturales del feminismo hegemónico, se nutren sobre todo de las luchas históricas de las mujeres de las clases oprimidas y explotadas.

7- Las feministas burguesas quieren un capitalismo “verde, amable e inclusivo”. Las feministas libertarias luchan contra el capitalismo y contra toda forma de opresión, sea económica, política o cultural.

8- Las feministas burguesas se vinculan a organizaciones jerárquicas y partidos parlamentarios. Promocionan el electoralismo estatal y la importancia de la inclusión de la mujer en la política burguesa. Las feministas libertarias, se organizan en asociaciones horizontales, practican la acción directa, el apoyo mutuo y la autogestión.

9- Las feministas burguesas consideran de vital importancia leyes de paridad de género para “feminizar” las instituciones jerárquicas del capitalismo. Las feministas libertarias consideran que la lucha antipatriarcal no se trata de dominar ‘equitativamente’ a la par que los machos estatistas, sino en abolir las relaciones de dominación. 

10- Las feministas burguesas desean que el varón colabore en la división del trabajo en el hogar y que sea un complemento de la mujer bajo cánones binaristas. Las feministas libertarias, en cambio, cuestionan radicalmente la héteronormatividad, la estructura familiar patriarcal y el concepto de amor que le sostiene.

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publicado às 10:56

Ni fascismo, ni democracia

por uon, em 06.03.17

CARTEL BLOQUE ANTIAUTORITARIO MANI CONTRA EL FASCISMOdifundir.jpg

Los ecos de la fuerza electoral de la extrema derecha europea alcanzan el Estado español. Un nuevo cambio de careta de los grupúsculos neonazis generando un discurso más amable para lograr un mayor calado social. Ya no hablan de racismo, sino de identidad, ya no hablan de nazismo, sino que se definen como patriotas sociales y ahora disimulan más sus palizas y se presentan como benefactores que reparten comida (si demuestras que eres español). Y detrás de todo esto, las mismas prácticas e ideas del fascismo: el nacionalismo, la búsqueda del sometimiento de las personas, autoritarismo, xenofobia, racismo, machismo, homofobia… La única diferencia es que han recuperado una práctica del fascismo decimonónico: el asistencialismo a través de repartos de comida xenófobos con todo lo que esto conlleva (ahondar en la brecha entre quién tiene y quién no tiene y erigirse como salvadores de los pobres relegando a estos a un papel que los incapacita y los mantiene en su rol inferior frente al que poseé y decide dar).
Carabanchel en concreto ha sufrido en los últimos tiempos un repunte de agresiones fascistas y racistas contra personas y centros sociales del barrio. Paralelamente a esto, miembros del Hogar Social Madrid (HSM), fuertemente escoltados por los cuerpos policiales en muchas ocasiones, realizan sus xenófobas recogidas de alimentos en perfecto conchabamiento con algunos supermercados del barrio, como el Mercadona de la calle de la Oca.
Frente a esto, no podemos relegarnos al papel que el izquierdismo pone siempre a las personas que hayamos sufrido encontronazos con los fascistas. No somos víctimas que tengamos que denunciar una agresión: somos personas que luchamos contra el fascismo y el sistema que lo necesita y como tal, nos exponemos a una serie de riesgos. De igual manera negamos la Intermediación del Estado y sus secuaces (policía, jueces, políticos…) pues los reconocemos como parte del mismo problema. ¿Qué es el fascismo sino una expresión sin menos tapujos del racismo de las fronteras, las redadas y los CIES, gestionados por la democracia? ¿Qué diferencia práctica hay entre quién nos explota en el trabajo y los planes de sometimiento del fascismo? Fascismo y democracia son distintas maneras de configurar una forma de Estado, su utilización por parte de los opresores solo está determinada por los intereses del Poder. Todo fórmula de Estado, todo fórmula de organización social basada en la autoridad, reproducirá el nacionalismo, la xenofobia, las fronteras, las cárceles, la explotación… La única diferencia entre fascismo y democracia es cómo despliegan y aplican estas fórmulas inherentes al Estado y al Capitalismo, con cualquier careta que se pongan.
Organicemos la autodefensa contra el racismo y el fascismo, pongamos en práctica la acción directa, aquella que implica la lucha de los propios implicados sin esperar nada de terceros (políticos, policías, periodistas), establezcamos redes de solidaridad y apoyo mutuo entre explotados barriendo fronteras y sin importar colores de la piel o lugar de procedencia. Y no olvidemos, que el fascismo, el capitalismo, la democracia y el Estado se retroalimentan según las circunstancias y obedecen a los mismos principios del autoritarismo. Imposible destruir a uno sin eliminarlos a todos.
Contra el fascismo y el racismo: solidaridad y acción directa

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publicado às 16:18

Programa de Le Pen

por uon, em 04.03.17
Marine Le Pen del FN se prepara para afrontar la primera vuelta de las elecciones presidenciales francesas donde sale como favorita. He aquí algunas de sus propuestas:

– Subir el presupuesto militar a un 2%.
– Luchar contra el comunismo, a través de una recentralización del Estado.
– Funcionarios patriotas. Es decir, sólo franceses.
– Reducir la inmigración de 200.000 a 10.000 al año.
– Eliminación de la reunificación familiar.
– Reducción del otorgamiento de asilo.
– Cierre de las fronteras. Salida del acuerdo Schengen.
– Expulsión sistemática de cualquier ilegal.(especialmente musulmanes)
– Abandonar la Unión Europea y el Euro.
– Prohibir constitucionalmente el comunismo.
– Nuevas prisiones, para un total de 40.000 nuevos presidarios.
– Reinstaurar la pena de muerte.
– Reinstaurar la cadena perpetua no reversible.
– Abandonar el libre comercio en la UE e instaurar los derechos de aduana.
– Endurecimiento de las penas, especialmente por aquellos delitos contra policías.
– Militarización de la policía nacional.
– Eliminación del carnet de conducir por puntos y sanciones directamente por el Código Penal.
– Incrementar las pensiones de los veteranos de guerra.
– Vivienda social sólo para los franceses.
– Prohibición del aborto.
– “La familia debe basarse exclusivamente en la unión de un hombre y una mujer”.
– Adopciones solo para heterosexuales.
– Oposición frontal a la integración de Turquía en cualquier unión paneuropea.
– Hacer de la Constitución Francesa la Ley Suprema, incluso por encima de los Tratados Internacionales.
– Prohibición de la ‘discriminación positiva’.
– Sanidad sólo para franceses.
– Eliminación del derecho de sanidad pública para los ‘defraudadores’.
-Expulsar a los islamistas radicales.
-Prohibir las mezquitas o "centros de adoctrinamiento".

La ultraderecha francesa se crece a pasos agigantados y se prepara para enfrentarse en la segunda vuelta posiblemente al candidato Macron (¿Juppé?), ante la inesperada defenestración del derechista Fillón.

http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/510434/index.php


Carlos de Urabá 2017

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publicado às 15:09




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