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LUTA ENTRE CLASSES

LUTA ENTRE CLASSES

Salsburgo, Áustria: Ataques à BIG, Hypo e ao Departamento de Finanças

29.09.18, uon

Na noite de domingo para segunda-feira a BIG (Empresa imobiliária federal) foi atacada com fogo e tinta. São responsáveis pela construção da prisão em Puch.

Atacamos o Hypobank com tinta. É um símbolo da política de corrupção e especulação do ÖVP e FPÖ.
Quebrámos os vidros das janelas do Departamento de Estado das Finanças e atacámos com bombas  de mau cheiro, porque estamos a atacar o estado.

Em Salzburgo, em 16 de setembro – porque o governo austríaco está a preparar uma reunião de Cimeira da UE, alguns dias depois. para implementar práticas mais restritivas de vigilância e controle, especialmente contra migrantes.

Não nos importamos com a manifestação contra a Cimeira, onde xs participantes serão filmadxs, vigiadxs e criminalizadxs. Não jogamos pelas regras dos governantes.

 

[Grécia] Ativista gay Zak Kostopoulos é linchado até a morte em Atenas

29.09.18, uon

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A morte violenta de um conhecido ativista gay na capital grega de Atenas chocou a comunidade local LGBT, que agora está exigindo justiça para Zak Kostopoulos, que tinha apenas 33 anos.

As circunstâncias da morte de Kostopoulos, que nasceu nos EUA, mas cresceu na Grécia, na tarde de 22 de setembro, ainda estão sob investigação, mas imagens editadas das câmeras de segurança divulgadas online e mostradas na televisão, mostram o ativista sendo linchado por um grupo de pessoas.

No vídeo, Kostopoulos é visto preso dentro de uma joalheria na rua Gladstonos, perto da central Praça Omonia. Ele estava segurando um extintor de incêndio tentando sair pela porta da frente da loja quando uma multidão começou a se reunir do lado de fora, incluindo o dono da loja.

Não conseguindo se libertar, Kostopoulos tentou sair pela janela da loja, o que fez com que ele caísse de joelhos. Enquanto ele se arrastava através do vidro quebrado, o dono da loja e outro homem começaram a chutá-lo repetidamente, dando um chute final na cabeça de Kostopoulos deixando-o deitado na calçada.

Nesse ponto, alguns transeuntes intervieram para defender Kostopoulos. De acordo com as informações da imprensa local, a polícia estava na proximidade do incidente, mas não interviu, pelo contrário, algemaram-no e também o atingiram com chutes.

A visão do corpo de Kostopoulos, ainda no chão, é quase toda ocultada pelo grupo de homens reunidos em volta dele, alguns dos quais ainda podem ser vistos parecendo chutá-lo. A filmagem termina com Kostopoulos cercado por policiais e recebendo atendimento dos paramédicos, deitado de lado em uma maca, com os braços algemado para trás. Ele morreu antes de chegar a um hospital.

O episódio de violência dividiu opiniões na Grécia, onde muitos acreditam que a reação ao que Kostopoulos fez ao ficar preso na loja foi desproporcional, mas outros acreditam que o dono da loja estava certo em defender sua propriedade.

As publicações de notícias locais inicialmente se referiam a Kostopoulos como um “viciado em drogas” que estava tentando roubar a loja e estava “armado com uma faca”, mas seus amigos rejeitaram fortemente essa representação.

O ativista LGBT + Gregory Vallianatos escreveu em sua página no Facebook que Kostopoulos entrou na loja buscando refúgio de uma ameaça não especificada que ele enfrentou em uma loja do outro lado da rua.

Outro amigo de Kostopoulos, Stavros Tsioros, lembrou o ativista como “um grande lutador pelos direitos da comunidade LGBT +”. Kostopoulos frequentemente se apresentava como drag sob o nome de Zackie Oh e sempre falava sobre sua experiência de viver como soropositivo em palestras e comícios. “Você não mata [alguém] assim”, acrescentou Tsioros.

Após o assassinato de Kostopoulos, houve uma série de manifestações de rua nas principais cidades do país. Mais protestos estão sendo programados para os próximos dias.

>> Vídeos do linchamento, imagens fortes:

https://www.youtube.com/watch?v=1bXCp-qohOo

https://www.youtube.com/watch?v=CyHUzMgEVnw

Fonte: agências de notícias e Indymedia Atenas

agência de notícias anarquistas-ana

SALÁRIOS DO ESTADO:É TUDO UMA QUESTÃO DE CLASSE

28.09.18, uon

Nos assistentes operacionais/assistentes começam com SMN do estado. Há vários escalões depende do tempo de serviço da nota dada pela chefia. Uns ganham mais outros menos. Agora nas categorias superiores (licenciados) também há x escalões.Uns ganham mais outros menos também é conforme a nota e o tempo de serviço embora o tempo de serviço já não tenha influencia no ordenado. Hoje um trabalhador pode marcar passo apesar de ter muitos anos de serviço enquanto que um com pouco pode subir mais tudo depende da nota do chefe. Uma coisa é certa todos temos barriga, embora a barriga duns seja maior que a de outros. Os aumentos podiam ser da seguinte forma.Dar menos aos de cima (directores e licenciados, etc) e mais aos de baixo.É claro que os sindicatos do regime (CGTP/UGT) não estão de acordo e o governo também não. É tudo uma questão de luta de classe.

Quem são os culpados da morte da EN 236

27.09.18, uon

Dois quadros da EDP, três da Ascendi, os dois responsáveis pelo comando distrital de Leiria da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Sérgio Gomes e Mário Cerol, e o comandante dos bombeiros de Pedrógão Grande, Augusto Arnaut. Estes são alguns dos acusados pelo Ministério Público no caso de Pedrógão Grande.

Se o MP quer acusar outros protagonistas da tragédia isso é problema do mesmo. Mas como é que possível que MP também não veja o óbvio que a GNR local também tem culpas no cartório e nas mortes da EN 236 ao deixar passar os carros na referida estrada.

Talvez a nova PGR veja o óbvio e deixe o acessório.

 

AFINAL EM QUE FICAMOS?

26.09.18, uon

A BANDEIRA NÃO É MAIS QUE UM TRAPO. UM MUNDO SEM BANDEIRAS E SEM FRONTEIRAS É O IDEAL. AS BANDEIRAS NÃO UNEM OS POVOS.PELO O CONTRARIO SÓ CAUSAM GUERRAS EXPLORAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM. PARA QUE DEFENDER UM PAÍS ACERRIMAMENTE QUANDO NA REALIDADE TODOS OS POVOS ASPIRAM AOS MESMOS IDEAIS DE SOLIDARIEDADE LIBERDADE JUSTIÇA. A CONSTITUIÇÃO DIZ QUEM AFRONTAR A BANDEIRA É PUNIDO COM PENA DE PRISÃO ATÉ UM UM ANO. MAS A MESMA CONSTITUIÇÃO NÃO PUNE QUE EXPLORA O TRABALHADOR QUE OBSTACULIZA O DIREITO AO TRABALHO, HABITAÇÃO, SAÚDE, EDUCAÇÃO. ETC. AFINAL EM QUE FICAMOS.QUE CONSTITUIÇÃO É ESTA.

Governo recua no Infarmed

25.09.18, uon

O governo fez em voltar com a palavra atrás no caso da ida do Infarmed para o Porto a pretexto da recusa da agência do medicamento ter ido para a Holanda. Esta decisão foi decidida com emoção o que leva a decisões precipitadas como esta. Primeiro os trabalhadores é que seriam os prejudicados. Os mesmos tem vida montada em Lisboa ou teriam de ir para outros serviços do estado ou o desemprego com a ida deste organismo do estado para o Porto. Este organismo teria de começar do zero e com outros trabalhadores o que não seria fácil. É claro que os políticos de Direita do Porto não ficaram satisfeitos. Para eles não interessam as pessoas que trabalham no Infarmed, queriam era o serviço no Porto nem que fizesse sangue.Para começar do zero se calhar seria preferível montar um pólo do medicamento no Porto com tempo para não fazer vitimas.

Terrorismo? só se for estado

24.09.18, uon

PNR está preocupado com a vinda de filhos de jiadistas para Portugal.

A haver terroristas (árabes) já cá estão á muito tempo. Em Portugal sempre houve terroristas a começar pelo estado português que explora todos os trabalhadores que são obrigados a pagar impostos taxas etc.Por isso a luta deve ser contra o estado e a sua máquina repressiva que se encontra instalada na baixa lisboeta com várias carrinhas cheias de "choques" a fazer não sei o quê. Esperam oportunidade de malhar nos taxistas que lutam pelo que é justo.

[Alemanha] Jornalista morre ao cair de 14 metros de altura durante protesto na floresta de Hambach

24.09.18, uon

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Um jornalista morreu nesta quarta-feira (19/09) ao sofrer uma queda de 14 metros de altura quando cobria um protesto de ecologistas que se reuniram na cidade de Hambach para tentarem impedir que uma floresta seja destruída para dar lugar a uma mina de lignito.

Autoridades confirmaram que o homem, que trabalhava para um blog, não resistiu aos ferimentos sofridos ao cair de uma ponte de madeira suspensa entre duas árvores. O incidente ocorreu por volta das 15h50 (horário local).

Os serviços de emergência e policiais que estão nesta floresta há dias por causa das manifestações socorreram o ferido, mas não conseguiram evitar a morte.

Vários manifestantes escalaram árvores milenares da floresta para tentarem impedir que sejam destruídas. Uma hora antes da queda, o jornalista divulgou um vídeo no Twitter filmado de uma das casas de madeira que os ativistas construíram no alto das árvores.

As forças de segurança iniciaram na quinta-feira passada (dia 13) o despejo dos ecologistas, que montaram cerca de 60 casas nas árvores, algumas a 20 metros de altura.

A previsão é que os 3,5 mil agentes policiais mobilizados na floresta demorem semanas para concluírem a retirada de todos os ativistas. Alguns manifestantes estão no local desde 2012.

No fim de semana passado, mais de cinco mil manifestantes se reuniram nas imediações da floresta, principalmente moradores da região, agricultores e cidadãos de centros urbanos da Renânia do Norte-Vestfália, como Colônia, Kerpen e Düsseldorf, dispostos a apoiar aos ativistas.

A batalha contra o desmatamento da floresta de Hambach, de quase 12 mil anos de antiguidade, se tornou uma prioridade do ambientalismo alemão desde que expirou a tolerância de seis anos concedida aos ocupantes da floresta para que se retirem.

Após a conclusão da ordem de despejo estão previstos os planos – já combinados com as autoridades – da empresa de energia RWE de ampliar a extração de lignito (um carvão castanho muito poluente extraído a céu aberto ao longo de grandes extensões), o que resultará novas escavações.

Até os anos 80, as florestas de Hambach cobriam cerca de 85 quilômetros quadrados. Metade dessa área já foi explorada pela empresa, que calcula ainda haver 2,5 bilhões de toneladas de lignito a serem extraídas.

Fonte: agências de notícias

Conteúdo relacionado:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2017/09/12/alemanha-convocatoria-para-defender-o-bosque-de-hambach/

agência de notícias anarquistas-ana

Piotr Kropotkin (1842-1921)

24.09.18, uon
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O anarquista respeita a vida humana, luta pela abolição da pena de morte, da tortura e de qualquer forma de castigo imposta ao homem pelo homem. Todos os outrosdemonstram a cada dia seu mais total desrespeito pela vida humana. Matar o inimigo ou torturá-lo na prisão, eis os princípios que defendem. Eles apenas colhem os frutos de seus próprios ensinamentos.
Diante da pergunta “o que fazer para melhorar o sistema penal?”, só há uma resposta: nada. É impossível melhorar uma prisão. Não se pode fazer absolutamente nada além de demoli-la. 
O anarquista deve apoiar a luta e a agitação de todos os dias contra opressores e preconceitos, manter o espírito de revolta em toda a parte onde o homem sente-se oprimido e possui a coragem de revoltar-se."

Piotr Kropotkin (1842-1921)

[Espanha] O Anarquismo segundo Bob Black

22.09.18, uon

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O anarquismo é às vezes apresentado como o irmão atormentado dos dois grandes sistemas sociais conhecidos: comunismo e capitalismo. O anarquismo do final do século XX e do início do século XXI tem um nome que deveriam lembrar: Bob Black. Eu conheci o autor do livro A Abolição do Trabalho (The Abolition of Work) em 2013 e em 2017 voltamos a nos ver, embora desta vez não fosse nos Estados Unidos, mas na Espanha. O melhor que podem fazer é ler seu manifesto ou alguns dos textos que circulam na internet, mas tampouco lhes fará mal essa pequena entrevista que fiz com ele:

Andrés Lomeña: Como anarquista, não apoia a existência do Estado. Qual deles você destruiria em primeiro lugar? Alguma monarquia?

Bob Black: Iria me encarregar de alguma superpotência. De um ponto de vista egoísta, o primeiro país que aboliria seria os Estados Unidos, mas isso também seria uma decisão altruísta. Faria o mundo um lugar melhor. Quanto à monarquia, já não é a forma de governo mais despótica, mas a mais ridícula. Tenho certeza de que, quando Thomas Jefferson morreu em 1826, ele estava convencido de que no século XXI o único Bourbon [Bourbons] que permaneceria no mundo seria o uísque de Kentucky [o uísque é originário do condado de Bourbon, em Kentucky].

A.L .: Você defende que o anarquismo não tem nada a ver com a democracia representativa ou com a democracia direta. Se é assim, por que alguns democratas proclamam que são anarquistas?

B.B: Alguns anarquistas dizem que são democratas, mas os democratas geralmente não se dizem anarquistas. Eu acredito que os anarquistas, como os democratas, defendem a democracia porque acreditam que é popular. Eu acho que isso foi uma moda passageira. Os anarquistas nunca tentam ser populares.

A.L .: O que devemos fazer para aumentar a conscientização sobre o anarquismo?

B.B.: Mantendo os textos do príncipe Kropotkin e os meus em circulação, especificamente meu manifesto A Abolição do Trabalho. Nenhum deles irá acender o pavio da revolução. As revoluções modernas são sempre espontâneas e desorganizadas. Revoluções anarquistas são possíveis, mas os revolucionários não saberão que são anarquistas. Pode ser melhor para os anarquistas manterem suas bocas fechadas.

A.L.: Cody Wilson é um conhecido anarcocapitalista que publicou projetos para fabricar armas de fogo com impressoras 3D. Não parece muito boa publicidade para sua concepção de anarquismo.

B.B.: Lamento que os europeus tenham ouvido falar do anarcocapitalismo. Isso acontece porque nos Estados Unidos foi financiado por dois bilionários, os irmãos Koch, e posteriormente o conceito foi exportado. Por favor, não preste atenção. Apenas os AnCaps [anarcocapitalistas] acreditam que são anarquistas; o típico AnCap vem a ser um jovem branco de classe média e virgem que ainda mora na casa de mamãe.

A.L .: Em uma sociedade anarquista sem prisões, haveria pena de morte?

B.B.: Em princípio, a maioria dos anarquistas nem sempre é contra o assassinato, embora quase nenhum deles tenha feito isso. Você fala de “pena de morte”. Na anarquia, não há crimes ou punições, mas processos de resolução de litígios e conflitos. Nas sociedades anarquistas primitivas, a mediação foi bastante eficaz. Se uma pessoa sai e persiste em seu caráter intolerável e antissocial, apesar da persuasão, do ostracismo e das ameaças, então algum magnânimo membro da tribo o retirará do meio, algo que ainda acontece nas sociedades com Estado.

A.L .: Emma Goldman tem sido uma inspiração para alguns políticos como Anna Gabriel. Ela significou alguma coisa para você?

B.B: Emma Goldman também foi uma inspiração para mim. Não consigo pensar como poderia ter sido uma inspiração para algum político. Emma A Vermelha ficaria indignada! Meu anarquista clássico favorito é Errico Malatesta e Kropotkin é muito bom. Gosto de Friedrich Nietzsche e Max Stirner. Tenho que dizer que minha crítica do trabalho foi muito influenciada por Charles Fourier e William Morris. Leio coisas de todos os tipos, mas ninguém me inspira fortemente… talvez seja a minha vez de inspirar os outros.

A.L.: As Escolas Montessori são cada vez mais populares aqui. Você prefere a escola particular ou pública?

B.B.: Eu gosto da ideia de Emilio de Rousseau de que nenhuma criança deveria receber ensinamentos antes dos doze anos de idade. Montessori? Por que não a escola moderna de Ferrer i Guárdia? Na verdade, pessoas como John Dewey, A.S. Neill, John Holt ou Paul Goodman também exigiram uma atmosfera não-coercitiva e aprender coisas fazendo-as [learning by doing – aprendendo fazendo]. Concordo com Goodman que a escola formal não é para todos; tenho ensinado a estudantes universitários que eles deveriam se dedicar a dirigir tratores. Ivan Illich falou sobre a sociedade desescolarizada e suas ideias me impactaram, provavelmente porque fui expulso da escola quatro vezes antes de chegar à universidade. Claro, eu gostaria de uma maior diversidade de escolas, públicas ou privadas, e oportunidades para aprender fora delas.

A.L .: Recomende algum filme anarquista ou que lide com a anarquia.

B.B.: Grupo Selvagem (1969), de Sam Peckinpah. Um bando de ladrões é emboscado por caçadores de recompensa e os sobreviventes fogem do Texas para o México, perto de onde a revolução mexicana começou. Contratam um vil general mexicano. Alguém pergunta ao grupo se o governo compartilha sua posição. Pike, o líder do grupo, responde: “Compartilhamos muito pouco com nosso governo“. Os bandos já estavam obsoletos no mundo moderno. Havia honra entre os ladrões, mas era um mundo onde a honra se desvanecia. Esses rudes criminosos se apoiaram até a cena final, o grande massacre do grupo selvagem e da guarnição mexicana. Também gosto do Brazil, International House e dos filmes dos irmãos Marx.

A.L .: Qualquer romance ou poema anarquista? A máscara de anarquia de Percy Shelley usa a palavra anarquia, mas ele antecede o anarquismo.

B.B .: É provável que Shelley fosse anarquista. Ele era o genro de William Godwin, o primeiro anarquista filosoficamente sistemático. Nesse período, a anarquia era uma palavra que se referia ao abuso e ninguém se chamava anarquista. Em 1840, Pierre-Joseph Proudhon foi o primeiro a fazê-lo. Por outro lado, li muitos romances que eram vagamente anarquistas, como o Catch-22, ou romances escritos por anarquistas reais, como O Barco da Morte, de B. Traven, e O Bom Soldado Svejk, de Jaroslav Hasek.

A.L .: Por último, você acredita em Deus?

B.B: Eu sou ateu com tendências pagãs.

(*) Andrés Lomeña é Professor, Doutor em sociologia e colaborador do Common Action Forum.

Fonte: https://www.huffingtonpost.es/andres-lomena/el-anarquismo-segun-bob-black_a_23501797

Tradução > Liberto

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