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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Estádios de Futebol sempre às moscas

29.12.09, uon

Com a realização do Euro 2004 construíram-se vários estádios de raiz, demolindo os antigos como foi o caso dos estádios da Luz, Antas, Alvalade, Leiria, Aveiro, Coimbra, Braga, Algarve, etc.

O país parecia um enorme estaleiro de obras pública que deram trabalho a milhares de trabalhadores.

Hoje os clubes debatem-se com problemas financeiros agravados para pagar os estádios.

Os estádios estão praticamente às moscas e não tem rentabilidade económica para viabilizar os mesmos.

Assim algumas Câmaras caíram na patetice de fazer Estádios de raiz e agora ficam com o elefante branco nos braços, como é o caso da Câmara de Leiria.

Segundo o Público a Câmara tem três opções,  manter a presente situação, sob a alçada da empresa municipal Leirisport, a venda a um investidor privado e/ou passar a sua gestão para a União Desportiva de Leiria são, neste momento, as possibilidades em estudo.

Neste Estádio já foram gastos mais de 90 milhões de euros para manter o elefante branco que não gera receitas e está sempre à moscas.

Acresce o facto dos Estádios estarem sempre fechados a sete chaves e não servirem para quem queira praticar desporto o possa fazer sem entraves e usufruir das instalações desportivas para o seu bem-estar físico e mental.
Os clubes também não tem meios para manter os Estádios, por que se debatem com dívidas à segurança social e a serviços públicos, mas fazem grandes investimentos astronómicos em grandes/pequenos jogadores estão os mesmo à beira da falência.

Num país à beira da falência e em crise permanente e onde tudo funciona mal, os impostos dos trabalhadores são quem paga tudo, e os seus gestores dos nossos dinheiros gastam e desbaratam o dinheiro em obras públicas e privadas sem que lhes sejam perguntado pelas contas publicas se estão em ordem.

A prática competitiva está desfasada da realidade e por isso é preciso uma nova prática desportiva sem competição mas sim o bem estar físico das pessoas e não uma prática desportiva baseada em rivalidades bairristas,  entre claque desportivas que só tem dados maus resultados, guerras e divisões entre nacionais povos e culturas.