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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

A cisão na AIT e na CNT espanhola

25.10.16, uon

 http://barcelona.indymedia.org/newswire/display/507043/index.php

http://www.cnt.es/noticias/carta-abierta-de-invitaci%C3%B3n-la-conferencia-internacional-de-organizaciones-anarcosindicalis

Vários sindicatos locais da CNT espanhola que foram expulsos ou saíram voluntariamente, vão fazer um congresso em Benissa para prosseguir com a velha AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores) fundada no sec. XIX e refundada em 1922.

A AIT já foi objecto de várias expulsões no passado recente (1996) no seio da CNT-francesa na USI (italiana, etc por concorrerem a eleições sindicais, entre outras coisas.

Nesse ano também entraram diversas secções entre as quais a secção portuguesa AIT/SP.

Estas secções que entraram são muito pequenas em dimensão juntando-se as pequenas secções que já faziam parte da AIT.

Com os estatutos da AIT as secções são todas iguais em votos, mesmo que a sua dimensão seja grande ou pequena e acabam por controlar a situação na AIT.

As grandes secções (CNT/USI/FAU) que embora pequenas fazem trabalho sindical nos seus países com alguma regularidade querem alterar as coisas dentro da AIT.

Estas três secções querem que as secções tenham um mínimo de 100 membros para ser secção, enquanto que as pequenas querem continuar com a mesma situação desde a sua fundação.

Se não tiverem os tais 100 membros passam ao estatuto de amigos da AIT com voz, mas sem direito a voto.

Então, está-se a dar a cisão na AIT neste momento por razões de organização e não por razões ideológicas e políticas, julga-se.

A CNT a FAU e USI fizeram um convite público para reunir em Bilbao no no fim do mês de Novembro.

Os sindicatos minoritários da CNT que se presume que não tenham os tais membros exigidos pela CNT, vão reunir em Benissa no principio do mês de Novembro para continuar o projecto AIT embora ambos se reclamem do nome AIT.

É muito mau que os anarcosindicalistas não cheguem a um consenso e comessem a degladiar-se entre si por coisas irrisórias e de organização.

As pequenas secções e sindicatos deviam aceitar o repto da CNT/FAU/USI e passarem a amigos e trabalharem militantemente para terem o tais 100 membros para serem secção e não ficarem de braços cruzados a espera que os trabalhdores caiam do cêu e adiram ao projecto AIT.