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LIBERDADE E BEM ESTAR

LIBERDADE E BEM ESTAR

Sobre as politicas do (s) governo (s)

22.03.16, uon

Recapitulando

 

1 – Os patrões aceitam o enorme sacrifício do aumento do salário mínimo de 500 para 530 euros (um euro por dia!) mas, com contrapartida parcial na redução da TSU paga por eles. Embora a Segurança Social nada tenha a ver com a política salarial, há o hábito reiterado de a usar como almofada para todos os desmandos, como um bordel low cost. Isso foi denunciado aqui

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2015/12/continua-o-saque-da-seguranca-social.html

 

2 – Tempos atrás, à época do saudoso Gaspar, o tipinho, em vésperas de zarpar, publicou um despacho em que a Segurança Social vendia ações rentáveis de multinacionais para investir em títulos de dívida pública, considerada lixo pelas muito respeitadas agências de rating. Isso foi então denunciado aqui 

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2013/07/seguranca-social-compra-titulos-da.html

 

3 – Em 2013, sorrateiramente, o passecos reduziu o imposto de selo pago pela banca em 500 M, sem que a carga fiscal sobre o trabalho tenha diminuído. Agradecidos, os banqueiros vieram a rebentar com o BES e o Banif, com danos muito superiores àquele acto de boa vontade do PSD/CDS

 

4 – Mais recentemente o ministro da agricultura Capoulas ao meter-se na guerra entre suinicultores e produtores de leite contra as cadeias de supermercados, dispôs-se a reduzir a TSU para viabilizar a atividade dos primeiros. Também não se descortinando aqui porque terá o conjunto dos trabalhadores e dos pensionistas de pagar pelo desaguisado entre outros, pelos poluidores crónicos da ribeira dos Milagres e o torniquete financeiro montado pelos grãos-merceeiros Belmiro e Soares dos Santos

 

5 – Para não afetar os lucros da EDP nem molestar os investidores chineses, a divertida esquerdinha lusa, instalada no bolso do António Costa, decidiu reduzir a fatura da eletricidade aos mais pobres à custa do orçamento e de mais um caro esquema burocrático, sem coragem para impor uma redução do preço da mais cara eletricidade da Europa e de uma escandalosa taxa de IVA de 23% que sobre aquela incide; e que é a mesma que se paga sobre um perfume ou outro bem essencial como este

 

6 - Não bastarão os benefícios e subsídios dados ao patronato aqui descritos

http://grazia-tanta.blogspot.pt/2016/01/os-apoios-fiscais-as-empresas-favorecem.html

a que se devem somar, pelo menos os milhões concedidos pelo AICEP a centenas de empresas? Será que o orçamento ainda virá a inscrever o “investimento” dos chamados empresários em novas e reluzentes altas cilindradas?

http://www.slideshare.net/durgarrai/empresrios-portugueses-incapazes-inteis-nocivos-e-batoteiros